Álvaro de Moya e Will Eisner em lançamento da Editora Criativo

Por Marcelo Naranjo
Data: 2 agosto, 2017

Álvaro de Moya, decano dos acadêmicos brasileiros teóricos dos quadrinhos, está completando sete décadas de profissão, no mesmo ano em que se comemora o centenário de nascimento de Will Eisner.

Para celebrar essas efemérides importantes dos comics, a Editora Criativo lança um livro com as lembranças da amizade intensa e profícua que uniu Moya e Eisner por quase 50 anos

Organizado pelo jornalista Dario Chaves, o volume traz histórias narradas por Moya, em primeira pessoa, que remontam a 1951, quando ele fez o primeiro contato com Eisner, pedindo originais do artista para a Primeira Exposição Internacional de Quadrinhos, que foi realizada em São Paulo, naquele ano.

Sete anos depois, Moya encontraria o mestre em pessoa, em Nova York. Daí em diante, foram muitos encontros, em várias partes do mundo, em situações diversas, com destaque para as mais importantes convenções de quadrinhos das quais participaram.

Eisner / Moya – Memórias de Dois Grandes Nomes da Arte Sequencial (formato 17 x 24 cm, 96 páginas, R$ 39,90) está à venda na loja online da editora.

A obra terá evento de lançamento no dia 13 de Agosto, às 15 horas, no Jazz Restô e Burger (Rua Vergueiro, 2080 – Vila Mariana – Ao lado da Estação Ana Rosa do metrô), em São Paulo/SP. Na ocasião, Álvaro de Moya falará do livro dando uma breve palestra.

• Outros artigos escritos por

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  • Marquito Maia

    Grande lançamento! O Álvaro de Moya é uma lenda viva do mercado de quadrinhos brazuca!
    Mas, na boa, precisava copiar a capa do livro EISNER/MILLER? Santa falta de criatividade, Batman!

  • Fabio Negro

    como o Moya está de saúde? está ativo nas pesquisas e textos?

    • helio

      Acho que não hein, ele já era velho e agora esta mais ainda. Mas qto de saúde esta bom.

      • Fabio Negro

        Ah, mas meu vô é velho e tá com um filho de 4 anos…

  • starscream2

    Álvaro de Moya é, provavelmente, o maior nome dos quadrinhos no Brasil. Infelizmente, não teve e não tem o reconhecimento que merece.

  • Marcello S. Nicola

    O subtítulo coloca Moya no nível do Eisner, o que é muita forçação de barra