Constituição vira quadrinhos em iniciativa para aproximar a legislação do público em geral

Por Samir Naliato
Data: 14 novembro, 2019

As Leis mais importantes de um país, as normas que regem um Estado, estão registradas em sua Constituição, e é importante que o cidadão comum conheça seus direitos. Para atender a essa necessidade, o  Curso Prime, em parceria com o Estúdio AMX-2, lançaram a revista Direito Constitucional em Quadrinhos.

A iniciativa conta com a experiência de LC Braga com projetos de desenvolvimento de mídias para uso na educação a distância, dentre elas a produção de quadrinhos, além do talento do cartunista JJ Marreiro e a expertise da professora Malu Aragão sobre o assunto. A primeira edição aborda as liberdades constitucionais.

A versão impressa está disponível para venda nas sedes do Curso Prime, em Fortaleza/CE, nos seguintes endereços: Rua Maria Tomásia, 22, Aldeota (tel: 85-3208-2222) ou Avenida do Imperador, 1068, Centro (85-3208-2220).

Já a versão digital em PDF pode ser adquirida diretamente no site oficial do curso (clique aqui).

A revista foi pensada para aproximar a legislação do público em geral, ao passo que faz uso de recursos e artifícios facilitadores da aprendizagem para encantar qualquer leitor, e não apenas os concurseiros.

As Leis existem para organizar o convívio social, para harmonizar o trato entre homens e instituições, e este projeto foca na aprendizagem de conteúdos de modo envolvente e lúdico. Usando técnicas de ensino, o texto constitucional deixa de ser frio e sem vida, tornando-se interessante sem modificar uma palavra original da Carta Magna.

Direito Constitucional em Quadrinhos

 

 

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  • J.R

    Frio e sem vida ?

    A CF/88 tem um dos mais enriquecedores catálogos de direitos fundamentais da nossa história. Se a realidade reproduzisse o seu conteúdo, o Brasil estaria em outro patamar de qualidade.

    Acredito que o mais adequado seria afirmar que o quadrinho torna a matéria mais palatável.

  • Canoa Furada

    Lançamento mais do que acertado no momento em que a Constituição realmente virou mera peça de ficção aqui no Brasil.

    É capaz de termos em breve “A Constituição segundo Fulano”, depois “A Constituição segundo Beltrano” e por aí vai.