Destination apresenta um mercenário ciborgue em missão de vingança

Por Marcelo Naranjo
Data: 14 maio, 2018

Um mercenário em busca de vingança. Uma religiosa aplacando sua ira por meio da fé. Um jovem que só quer conhecer seu ídolo. Um xamã hacker com um ritual inacabado. Estes são alguns dos personagens de Destination, álbum de histórias em quadrinhos com roteiros de Alessio Esteves (Gibi Quântico, Zikas, Kimera – A Última Cidade, Despacho) e arte de Lobo Loss (O Mundo de The Witcher – Old Dragon).

Com 48 páginas em tons de sépia com detalhes coloridos e em formato americano, a publicação traz quatro histórias completas, apresentando um mundo que mistura faroeste com cyberpunk, com personagens peculiares.

O título será lançado durante o FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos 2018, em Belo Horizonte/MG. Confira outras informações na página da obra no Facebook.

 

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  • Capivara_Man

    Se a história se passasse no Brasil, como Cangaço Overdrive, talvez fosse interessante. Mas ler gibi brasileiro querendo imitar ambientação americana, me faz revirar os olhos.

    • Eugênio Furtado

      É só não ler!

    • Alessio Iannone Esteves

      Olá, Capivara. Tudo bem?

      Sou o roteirista de DestiNation e também autor de 5 HQs até o momento e somente uma delas não se passa no Brasil ou não usa elementos da nossa cultura (no caso, uma de ficção científica).

      A própria Draco (sou um dos autores dela) não faz obras só com temáticas nacionais, inclusive.

      Entendo seu receio, mas acho que deveria ler a obra antes de descartá-la por simples ufanismo. Vale tanto para as minhas HQs quanto para de outros autores.

      Abraços e vamo que vamo!

    • Concordo. Deveríamos queimar todos os Watchmen também, pois como ousa um autor inglês escrever algo ambientado nos Estados Unidos?

    • Sou o editor de Cangaço Overdrive e discordo que o autor brasileiro deve ser obrigado a falar só sobre o Brasil. Claro que falar sobre nosso universo permite muitas coisas sensacionais, que nós podemos fazer com maior propriedade. Porém, na ficção tudo podemos.

      Na minha visão, o ideal é a gente ler o quadrinho e julgar seus méritos e deméritos através da leitura. Se quer valorizar o Brasil, vamos começar com o respeito e o apoio a produção nacional.

      No resto, fico muito feliz que tenha curtido o Cangaço! <3

    • Roberval

      Sim, e a Bonelli tem que parar de publicar Tex.

    • ARQUEIRO VESGO

      Seguindo essa sua lógica, os fumettis devem publicar apenas histórias passadas no Império Romano, os mangás apenas aventuras de samurais e de ninjas e por aí vai. Tsc, tsc…