Editora Jambô lança o primeiro volume de Faith

Por Marcelo Naranjo
Data: 30 outubro, 2017

Depois de salvar o mundo com o supergrupo Harbingers, Faith Herbert, a heroína Zephyr, decide que é a hora de ter uma vida nova, numa outra cidade, mais tranquila: Los Angeles. Mas as coisas não são tão calmas assim, pois jovens estão desaparecendo misteriosamente sem deixar pistas, o que a leva a entrar em ação, se envolvendo com uma bizarra conspiração.

Faith mostra a vida e as aventuras de uma heroína do novo século (sim, ela é gordinha!), em histórias com ação, aventura e humor, sem deixar de lado todos os elementos clássicos e divertidos do gênero. O título recebeu diversos elogios da crítica, além de premiações e nomeações, inclusive entrando em várias listas de “melhor quadrinho do ano”.

O título com a carreira solo da simpática Faith traz aventuras da heroína lutando pelos inocentes contra vilões terríveis – sejam eles quais forem, inclusive sequestradores de filhotes de cães. Uma personagem que acredita em poderes e responsabilidades, mas que não esquece suas raízes e sua criação. As referências da obra fazem a protagonista parecer um ser vivo, que o leitor conhece desde a infância.

Faith – Volume 1 (formato 18,5 x 27,5 cm, 112 páginas, R$ 39,90) faz parte do selo Valiant e tem roteiro de Joudi Houser com arte de Francis Portela e Marguerite Sauvage. O título traz uma história completa (as quatro primeiras edições da série Faith) e inclui extras.

O título é um lançamento da Editora Jambô e já está à venda. As aventuras da personagem anteriores a este álbum podem ser conferidas nas séries Harbinger e Unity, disponíveis na plataforma de quadrinhos digitais Social Comics.

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  • Banzé Menezes

    E cadê o valor da revista ???

    • Dimas Mützenberg

      R$39,90

    • Roger Rezende Ribeiro Santos

      39,90

  • Citaram “gênero” no texto. É aí que tá: um gênero é composto por diversas características que o definem. No caso do gênero de “super-heróis”, trata-se de histórias de superseres belos e musculosos combatendo o mal com superpoderes.

    Seres estes que causam inveja e admiração nos pequenos leitores. Foi assim que eu aprendi a ler quadrinhos de super-heróis.

    • Diogo

      É tanta coisa sem sentido no seu comentário que eu nem sei por onde começar. Mas posso dizer que aprendi outra coisa lendo Homem Aranha e Superman.

      • Marcelo Naranjo

        Os X-Men se encaixam onde? O Hulk? Super-heróis pra mim representam outra coisa. Igualdade. Justiça. Acho que esse comentário foi só pra causar.

        • Este heróis que mencionou ainda são musculosos e ameaçadores. Eles não podem ser iguais a nós. Devem ser superiores. Quer ver igualdade, vá ler Estranhos no Paraíso.

          • Edmundo Suíno

            Cara, a gente já entendeu que vc sente tesão em caras belos e musculosos. Tranquilo! A diversidade nos quadrinhos é importante para caras como vc também, não só para meninas gordinhas.

          • Vc cita a predileção pelo sexo oposto como uma ofensa, algo humilhante. ERGO, você é homofóbico. Já print-screeen seu post e denunciei você pros órgãos competentes.

          • Diogo

            Quantas vezes vc repetiu “musculosos e ameaçadores”? Acredito que temos aqui um caso de supervalorização do masculino, quase como alusão a algo divino, desejável e inalcançável por parte do portador. Freud explica.

            Ser gordo é encarar esse tipo de atitude diariamente, pessoas que não acreditam no nosso potencial por causa de nossa aparência o que se agrava ainda mais no caso das mulheres.
            Seguindo seu argumento se fosse uma heroína panicat a qualidade seria certa. Vá comprar uma playboy mano ou comece a ler os diálogos das revistas que vc deve ter.

        • Você e o Universo citaram apenas ALGUMAS EXCEÇÕES. 99% dos super-heróis são com eu descrevi.

          Os que pregam a igualdade, pregam-na entre OS HUMANOS, não entre ELES e os humanos.

          Mas é só a MINHA OPINIÃO, tá? Não fiquem bravos. São apenas quadrinhos de super-heróis. ;)

    • Pelo jeito você aprendeu errado a mensagem que os super-heróis querem passar. De acordo com a sua definição, Hulk, Noturno, Fera, Desafiador, Hellboy e vários outros deveriam ser excluídos da lista.

      Sua visão preconceituosa e estreita definitivamente não vem de super-heróis.

      • Mas pelo menos eles são musculosos, ameaçadores. Ainda estão dentro do contexto.

        Faith é o tipo de quadrinho que, se vc fala mal, é preconceituoso, né?

        • Claro. Gordinho só pode ser vilão, como o Blob. Para, tá feio.

        • Marcelo Naranjo

          Se você fala mal SEM AO MENOS LER, o que posso dizer?

          • Nem o Alan Moore salvava essa. :D

          • Aquela letra “gordinha”, a palavra “fé” em evidência. O próprio quadrinho é preconceituoso e hipócrita. “Veja! Mesmo uma mulher nerd gorda pode ser especial! Compre e veja como estes quadrinho pode fazer vc se sentir melhor!”.

    • Alexandre Viana

      Eu diria que você está com a imagem errada sobre supre-herois, pois da forma como você falou parece que estamos falando de deuses …

      Acho que devemos compreender que tanto herois quanto super-herois são pessoas e seres que combatem a injustiça, a forma como eles são não tem relação, como o comentário do Marcelo, X-men representa o combate a desigualdade e preconceito, independente de como eles aparentam.

      E mesmo assim também devemos entender que super-herois também cometem erros, não são seres perfeitos! Não podemos julgar os herois somente pela aparência… e se os herois fossem realmente perfeitos as histórias não teriam nenhuma graça.

      • Ser gordo então é um “erro”? PRECONCEITUOSO!

      • “X-men representa o combate a desigualdade e preconceito”, com aqueles caras musculosos e aquelas minas ultra-gostosas com poderes superiores, super inteligentes. Realmente, é pra ter preconceito, mesmo.

        • Alexandre Viana

          Eu só acho que você está se focando muito na aparência da coisa e não vendo o contexto mais amplo da coisa…

          Por exemplo, se eu te falar que o Scoob doo é um heroí? Ele e os seus amigos combatem o crime solucionando casos … eles fazem justiça de uma forma diferente, mas isso você não pode desclassificar eles só porque nenhum deles é “musculoso”… você até pode me dizer que Scoob Doo é coisa de criança, só que mesmo esse argumento não inválida o fato que eles já ajudaram bastante pessoas. Então se eu não posso considerar Scoob Doo um heroí, só posso considerar os caras que tem super poderes? (claro que isso é só um exemplo)

          E uma pergunta: se você fosse um mutante, por exemplo o Noturno ou mesmo qualquer outro, você não sofreria preconceito por ser diferente? Pois X-men o preconceito não se parte só da aparência deles, mas pelo fato de seres diferentes.

        • Alexandre Viana

          E lembrando que preconceito não tem só a ver com aparência, pode ser referente a classe social (se a pessoa é rica ou pobre), gosto (por exemplo, gosto musical) ou costume/origem (por exemplo, se a pessoa for de outro país). Assim não podemos dizer que o preconceito do X-men só é sobre a aparência deles ou como qualquer outra coisa na vida.

          Meu objetivo não é mudar a opinião de ninguém sobre o que é ser um “super-heroí”, eu estou apresentando motivos pelo qual eu discordo dessa questão de aparência, que todo super-heroi deveria parecer um deus.

          Conforme o pessoal do Universo HQ já falou diversas vezes é bom que haja diversidade nos HQ’s pois ele é feito para todos os tipos de público, não só exclusivamente para os homens. Eu diria que essa HQ da notícia não é o seu tipo, simples assim.

          Tem muitas coisas que eu não gosto, porém eu não fico por aí comentando que “isso não deveria ser assim e super-herois tem que ser musculosos”, os tempos são outros e há espaço para tudo quanto é tipo de heroí nas bancas.

          • Nunca entendi o preconceito acerca dos X-men. Todos os outros super-heróis da Marvel são cultuados e adorados pela população nos quadrinhos. Ninguém duvida da índole deles ou tem medo que usem seus poderes para o mal (salvo algumas exceções).

            Agora, os X-men são o tempo todo discriminados pelo medo que seus poderes causam. É forçação de barra, pois o plot principal do grupo é sofrer preconceito. Muitas vezes, gratuitamente.

          • Os X-Men são Homo Superiores, o próximo passo da evolução. Se os Homo Superior espalhar, significa a extinção do Homo Sapiens.

            Assim, o Homo Sapiens vê o Homo Superior como ameaça à sua vida. Isso sem falar que muitos mutantes possuem a aparência monstruosa ou deformada, longe de lembrar humanos.

            Infelizmente, em pleno 2017 ainda existe racismo. Por que não haveria preconceito contra o Noturno, por exemplo?

            Além do mais, como a História já mostrou diversas vezes, preconceito não é baseado em razão. Apenas ódio desmedido.

          • Marquito Maia

            Alexandre, a chamada que vinha em cima do logo do gibi dos X-Men era: “THE STRANGEST SUPER-HEROES OF ALL!”, em plena era atômica! E, como dizem por aí, “o homem teme o que desconhece”. Some-se a isso o fato de que sempre que um mutante manifesta seu poder, as pessoas ficam de cabelos em pé – e pronto: surge o detestável sentimento de… preconceito.
            Sério mesmo que você nunca entendeu isso?
            Ah, e quanto ao conceito de super-heróis belos, perfeitos etc. e tal, nem sempre é o caso, vide o Coisa (deformado), o Demolidor (cego), o próprio Professor X (cadeirante), o Demônio, Darkman (desfigurado) e por aí vai.
            Na minha modesta opinião, creio que o super-heroísmo tem mais a ver com o aspecto interior de cada um do que com o aspecto exterior…

          • 60 anos de quadrinhos se super-heróis dizem o contrário.

    • Gabriel

      Comentário “vergonha alheia” do dia. E por diversos motivos…

      • ISTO é a sua opinião também. E, assim como a minha, não vale MERDA nenhuma.

    • É verdade que quadrinhos com a intenção de aproximar os super heróis dos humanos, fazer com que os leitores se identifiquem, não é novidade principalmente na Marvel, vide homem aranha, luke cage, tal… Já havia esse marketing da diversidade, antes do advento do politicamente correto.

      O interessante é que, hoje em dia, se você criticar tal premissa será bombardeado pelos sjw que também já gostam do quadrinho antes de ler. Miss Marvel muçulmana virou febre já quando anunciada, antes da estréia da revista, segundo a própria autora em palestra disponível no youtube

  • Rogerio Moraes

    Eita! 40 reais por 112 páginas??!!! Vai ser difícil não encalhar!

    • Fabio Montenegro

      na Amazon vc consegue mais barato

    • GonComics

      A editora Pipoca e Nanquim lança 120 paginas por 100 reais e vende bem…

      • Thiago

        Qual?

      • Rogerio Moraes

        Não sabia que tinha tanta gente “dinheiruda”.

      • Alexandre Pinto Harich

        Edições especiais em capa dura muitas vezes com formato diferenciado , 100 em oferta por R$ 60,00 tudo bem . Mas esta é uma série meio fraquinha , esta personagem já apareceu nas revista da editora HQM, formato comum 40 eu passo e olha compro muita coisa para sair do tradicional.

  • Fabio Montenegro

    Será q a Jambô tem previsão dos próximos lançamentos?????
    até agora o que saiu da Valiant por aqui é muito pouco pro potencial que a editora tem……

  • miltondiogo

    Não alimentem os trolls!

  • Ainda acho vago. Esse preconceito poderia recair sobre o Quarte Fantástico, Thor, Superman, Mulher Maravilha, por exemplo. Por essa linha de raciocínio, todos os seres superpoderosos são uma ameaça em potencial para os humanos fracotes, independentes de terem uma causa genética ou terem uma aparência diferente.

    Como alguém olha pro Wolverine e diz que ele é mutante, e não um cara que caiu numa sopa radioativa de carcajus?