Guardiões do Louvre, de Jiro Taniguchi, em pré-venda

Por Marcelo Naranjo
Data: 26 março, 2018

O mangaká Jiro Taniguchi convida o leitor a conhecer o Museu do Louvre. Depois de uma excursão pela Europa, o artista japonês faz uma parada em Paris sozinho, com a intenção de visitar os museus da cidade. Mas, acamado em seu hotel devido a uma febre, ele enfrenta o sofrimento da solidão absoluta em uma terra estrangeira, privado de qualquer recurso ou apoio familiar.

Quando a febre baixa um pouco, ele inicia seus passeios e logo se perde nos monumentais salões do Louvre. Lá, descobre muitas facetas do mundo das artes, em uma jornada que oscila entre alucinações febris e realidade. E se vê conversando com pintores famosos de diversos períodos da história, sempre guiado pelos Guardiões do Louvre (136 páginas, R$ 59,90).

A obra é um lançamento da editora Pipoca e Nanquim e está em pré-venda com desconto na Amazon Brasil.

Guardiões do Louvre

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  • Victor Vitório

    É colorido, está muito bonito. Imagino que o formato seja maior que o mangá comum, o que ajuda a engolir o preço. Não é questão de se a obra vale o que é cobrado ou não; o que causa estranhamento é um mangá custar isso, inclusive um mangá curto. A composição de página dos mangás costuma ter poucos quadros, o que a acelera (embora o caráter contemplativo possibilite a desaceleração do leitor). 136 páginas parece muito pouco para a proposta do enredo, pelas imagens mostradas na Amazon deve ser leitura de meia hora, dá a impressão de uma narrativa superficial sustentada por belas reproduções do museu mais famoso do mundo – caindo em lugares comuns do turismo e do consumo cultural. O Louvre (e artistas, ainda mais!) não cabe em um dia inteiro de atenção, muito menos em 136 páginas de uma HQ.

    Mas eu quero ler T_T

    • Lucas Araújo

      nunca li esse mangá especificamente, mas já li outras obras do taniguchi e posso garantir que seus trabalhos são sempre muito bem desenvolvidos, e ele consegue contar grandes histórias mesmo em pouquissimas páginas.
      sobre o formato, sim, é maior que um mangá normal, bem maior na realidade, maior que qualquer outro mangá lançado no brasil, além de ser em capa dura e com papel couche (nada confirmado ainda, mas é assim no original e imagino que essa editora não faria diferente por aqui)

      • Victor Vitório

        Do autor só li Seton, o que auxilia como referência: tem quase 300 páginas.

        Vou aguardar promoção – é assim q o leitor consegue acompanhar algo desse mercado.

  • Eu gostaria de ver publicado aqui outra obra desse autor: ”Blanka – O Cão Branco”.

  • Canoa Furada

    Parece o formato de um encadernado da Salvat, só que mais caro.

    Não sei o que faria sem os descontos das lojas on-line, pena pras lojas físicas.