HQs cyberpunk com visões de um Brasil desigual e tecnológico

Por Marcelo Naranjo
Data: 30 maio, 2018

Em um futuro não tão distante, quando a crise se tornar tão generalizada que perderá o controle, a alta tecnologia estará ao alcance de todos, mas a qualidade de vida será para poucos. Esse é o mote central das oito histórias reunidas na coletânea Periferia Cyberpunk (formato 17 x 24 cm, 172 páginas, R$ 39,90), lançamento da Editora Draco para o FIQ – Festival Internacional de Quadrinhos 2018.

Nessas histórias, diversas regiões do Brasil são o palco de distopias nas quais as grandes corporações e o governo mandam e desmandam em tudo. Onde o mercado é mais importante que o bem-estar social, mas não há absolutamente ninguém lutando por isso. Apenas uma pequena resistência ainda batalha contra esses abusos.

O álbum reúne um time de autores formado pelos roteiristas Airton Marinho, Larissa Palmieri, Guilherme Wanke, Cauê Marques, Lucas Barcellos, Antonio Tadeu, Bruna Oliveira e Raphael Fernandes, que também edita e organiza a coletânea. Já a arte ficou por conta de Jader Corrêa, Braziliano, Cassio Ribeiro, Jean Sinclair, Thiago Lima, Azrael de Aguiar, Akemy Hayashi e Doc Goose. A capa foi feita por Camaleão.

O título está à venda nas principais livrarias e lojas especializadas.

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  • Alexandre Pinto Harich

    e a arte interna , alguém conhece a capa promete.

  • marcelo miranda

    A Draco dando um banho em lançamentos de quadrinhos brasileiros. Essas coletâneas são incríveis. E o preço está ótimo. Que venham mais e mais.

  • Enoch

    A iniciativa é bacana. A capa é estilosa. Ainda que seja um trabalho feito por vários artistas, acho que seria legal até pra divulgação, se fosse possível ler umas 5 páginas on-line pro público tomar conhecimento de uma amostra da narrativa e da arte interna.