JBC anuncia edição definitiva de Cavaleiros do Zodíaco

Por Marcelo Naranjo
Data: 3 outubro, 2016

Depois de anunciar o lançamento de Saintia Shô, nova saga da franquia dos Cavaleiros do Zodíaco, com lançamento neste mês de outubro, a Editora JBC revelou que irá trazer a versão Kanzenban de Cavaleiros do Zodíaco para o Brasil.

Essa é a primeira vez que esse tipo de edição especial de luxo é lançada no mercado nacional. Em japonês, Kanzenban significa literalmente “edição completa”, que seria equivalente, no Ocidente, à “edição definitiva”. Os Kanzenbans, em geral, vêm com um acabamento diferenciado, podem ter páginas coloridas e, em alguns casos, pôsteres especiais.

Saint Seiya – Cavaleiros do Zodíaco – Kanzenban, como a nova versão do mangá da JBC será chamada, tem ao todo 22 edições (seis a menos que a série original), com média de 240 páginas. Outras informações sobre o título serão divulgadas brevemente.

A saga dos Cavaleiros do Zodíaco já foi publicada no Brasil pelas editoras Conrad e pela própria JBC.

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  • brasuka

    Desculpem-me pela ignorância, mas compensa o investimento neste título dos Cavaleiros do Zodíaco? Pergunto, pois, acompanhei – quando adolescente – os animes pela Rede Manchete. Daí, então, não tive mais nenhum contato nem li nenhuma página dos mesmos.

    Como o ritmo do anime para o mangá é bem diferente, queria receber um conselho sobre o que fazer. Alguém pode me ajudar?

    • Rafhael Victor

      O ritmo é mais acelerado, o design, mais feio. A história tem umas poucas mudanças, alguns furos, mas nada que não incomode quem já gosta do anime. Eu sou fã incondicional da série (apesar de reconhecer seus problemas), então ainda consigo aproveitar bem tanto mangá quanto anime, mas aí vai de você.

      Eu não recomendaria muito para alguém que está começando agora com a mídia. É um mangá relativamente datado. Apesar de ter sido escrito na década de 80, Kurumada é um autor setentista, e isso reflete até hoje em suas obras (como pode ser visto em CDZ Next Dimension, continuação direta do mangá original, em publicação desde 2006). Se você se considera um fã, não é muito exigente (pelo menos, quanto a CDZ) e consegue assistir a série clássica de boa, ainda hoje, vá em frente. Se não tem muito contato com a mídia e com o título em si, talvez possa se decepcionar. Eu recomendaria dar uma lida online, antes, pra ver se te agrada. Melhor do que gastar dinheiro a toa. Mas fica a seu critério.

    • Canoa Furada

      Acho que o principal estranhamento pra quem assistiu o anime é o traço do autor mesmo. O anime meio que “melhorou” isso.

      Pra quem nunca mais teve contato com a franquia, fica a dica de procurar a animação The Lost Canvas (26 episódios) pra assistir. É bem bacana.

      • Lks

        Besteira essa coisa coisa de traço, o traço é relaxado apenas no começo, é evidente a evolução com o passar dos volumes, na saga de hades se encontra bem mais desenhando, resumindo acho que as pessoas que falam que o desenho é feio não percebem que o kurumada desenha tão bem os cenários e as armaduras, é fácil fala o que é difícil é fazer melhor que ele

        • Canoa Furada

          Hum…não.

  • Dimas Mützenberg

    Alguém tem alguma informação de Akira?

  • Moábio Barros Veiga

    Só uma pequena correção esta nã é a primeira vez que um Kanzenban vem para o Brasil a Conrad já tinha trazido o Kanzenban de DRAGON BALL antes, mesmo que não o tenha finalizado mas o mérito é da Conrad

    • Canoa Furada

      Bem que a Panini podia lançar essa edição definitiva de Dragon Ball.

      • Wellington Rodrigues

        Concordo totalmente. Universo HQ, vamos fazer campanha pelo retorno da edição definitiva de DB.

  • Willian Martins

    Mais uma vez Cavaleiros sendo publicado aqui pff

  • Canoa Furada

    A base de fãs da franquia deve ser muito forte ainda.

    Além de Dragon Ball já citada, a própria Corad tentou aquele Vagabond edição definitiva. Além de Death Note Black Edition, que se encaixa no conceito de kanzeban.

  • Timothy Daltonico 2.0

    Que sacanagi! kkkk
    E custando uns 40 reais cada.

    • Thiago Eugenio

      Mais nóis compra mermo assim!

  • Thiago Eugenio

    O traço é mediano, a história é simplória, o mangá é antigão… mas como eu gosto dessa série!!!

    Kurumada deve ter incluído mensagens subliminares na história que pode te manter preso nela o resto da vida! :-)

    • Lks

      Traço mediano??? Já viu os detalhes das armaduras e dos cenários e ruínas? ?? O que é mediano em su traço é apenas o rosto e corpo dos personagens, e ainda assim que dão melhorados com o decorrer, mais história simploria? ??? Aí forçou a barra em companheiro, nunca alguém mesclou tão perfeitamente mitologias com astrologia, cdz tem uma história tão vasta e rica que incorpora mitologia grega, nórdica, romana, egípcia, hindu, budista, anglo saxônica etc, fora outros elementos, simploira? ?? ATÁ

      • Thiago Eugenio

        Calma, brother. Rsrsrs
        Eu escrevi o que muitas pessoas gostam de falar sobre CDZ (acho q umas aspas teriam ajudado meu texto).

        Sou fã demais dessa série. Assisto e consumo praticamente tudo relacionado a CDZ. C acha q vou deixar de comprar mais essa mesmo depois de já ter adquirido as duas versões anteriores do mangá? ;-)

        Abraços.

        • Ciro Monteiro

          véi, se tu comparar cdz com os mangás de sucesso no japão a época, cdz vai sentar num canto e chorar. Rumiko takahashi, osamu teszuka, masamune shirow, hayao miazaki, akira torayama. Em termos desenho todos dão de pau no Kuramada, que aliás, nunca evolui nada no traço. É o Liefield japonês como um cara comentou acima.

          • Thiago Eugenio

            Mas aí é que tá. Às vezes a genialidade está em detalhes que fogem da estética pura e simples. Tanto que essa série continua muito forte se comparado as que vc citou – q são clássicos, btw.

            É como disse, tem algo em CDZ capaz de cativar diversos tipos de pessoas. Tem gente q não curte mangá nem anime, mas é fã de CDZ !

          • Ciro Monteiro

            Cara, não é só estética. É roteiro mesmo. CDZ não consegue desenrolar nada além do “vamos salvar Athena”. O resto é só a “pancadaria” cósmica. Não a nada em Cdz que tenha criado tendência, influenciado outros autores japoneses. Se vc ver um Torayama, Rumiko Takahashi, Katsuhiro Otomo, todos lançaram tendência, praticamente criando ou recriando gêneros. CDZ impactou quase nada nesse aspecto. A narrativa do mangá é apenas ok. Em todo resto o negócio é muito ruim, tanto que no Japão ele nunca teve o prestígio que teve no ocidente, e isso pq cdz passou a fazer parte da nossa memória afetiva, num dos primeiros animes “shonen” a serem massificado na geração 80/90 (houve outros mais que não colaram tanto pq passaram desapercebidos dentro dos anos como ciborg 009, fantomas, 8 homem).

          • Thiago Eugenio

            CDZ é clássico seja no Brasil ou no japão. Não fosse isso, não teríamos tantos produtos da série saindo todos os anos.

            Dragon Ball Z, Fist of the North Star, até Yu Yu Hakusho seguem basicamente o mesmo roteiro: lute com o adversário mais forte, seja derrotado, aumente seus poderes, lute novamente e vença. Isso me leva a crer (pq não sou especialista) que esse era um dos estilo do Shonen nos anos 1980/90.

            As influências desse estilo narrativo são sentidos até hoje com animes como 7 Deadly Sins e em jogos de luta em geral.

          • Ciro Monteiro

            Cara, isso não foi criado por cdz. DBZ que você tá citando, começou na Jump antes de CDZ (DB- 1984, CDZ – 1986). Igualmente o Hokuto no Ken (1983). E antes disso já tinha fantomas, já tinha astroboy, ultraman, e o diabo a quatro. Isso que você falou, que é tema, e não roteiro, é a coisa mais batida que há em termos de quadrinhos, seja no japão ou em qualquer lugar. Não é atoa que Shonen é praticamente significa isso, e é o nome da revista em que CDZ foi publicado originalmente.
            Yu Yu Hakusho não tem plot de sequestro, o Yusuke é detitive espiritual, o mote é o emprego dele. Dragon Ball no começo, era encontrar as esferas do dragão: depois virou aquela besteira que o Torayama não suportou continuar .
            Em nenhum dos dois o mote de cada saga foi salvar Titi ou Botan ou outra personagem da trama. No caso de Dragon Ball, este teve um tamanho impacto que basicamente nunca parou de fazer sucesso, nunca parou de ter adaptações. CDZ amargou anos sem nada até que os japoneses olharam para o mercado ocidental e resolveram explorar a demanda.

            Ele não é um clássico no japão, tanto que teve o anime descontinuado, enquanto DB teve que inventar uma saga nova sem o autor continuar a fazer o mangá. O Akira Torayama não queria fazer o que o Kuramada faz que é repetir indifinidamente a trama.

            Quanto a influência do DB é só olha o sucesso de Naruto, Bleach, One Piece, todos com grande influencia de DB e de Akira Torayama. CDZ influenciou em que, Shurato e Samurai Warriors, que embora sejam séries bacanas, nem de longe fizeram o sucesso dessas outras.

  • Daniel Maverick Hunter

    Baita malcaratismo da JBC anunciar kanzeban como se fosse a primeira vez.

  • Independente do impacto cultural que essa série causou, o mangá é uma das coisas mais mal desenhadas que eu já vi na vida. Até Ataque dos Titâs é mais bonitinho.

    E sim, as “armaduras” parecem destaques de carro alegórico no carnaval.

    Mas o texto é ótimo! (pelo menos isso). Os dramas são bem envolventes, e garantem alguns momentos épicos nas batalhas.

    • Lks

      Provavelmente cara ou vc só viu o começo do mangá ou é ignorante mesmo, traço coisa mais feia do mundo????? Armaduras parecem de carnaval????? Tá louco????? Onde vc já viu alguma armadura do seiya é cia parecida no carnaval? ???? Sobre o traço kurumada começou relaxado o mangá, mas se pegar os primeiros volumes e comparar com os da saga de poseidon verá uma grande difrenca de evolução, e na saga de hades a qualidade aumentou mais ainda, a única coisa que kurumada não desenha muito bem é o corpo principalmente o rosto, mas ele compensa com as armaduras super desenhadas e detalhadas e os cenários muito rico e detalhados muito bonito e bem feitos cono as ruínas gregas, não é o melhor traço do mundo mas taxar de “pior coisa mal desenhada”, só prova que vc ou é ignorante no assunto ou não sabe de nada

      • E tudo o que vc falou prova que vc é um fanático sem critérios.

      • Douglas Jardim Messeder

        Na falta de argumento ataque o interlocutor, não as ideias. Tipico de quem não sabe discutir ou espor ideias!

  • Ciro Monteiro

    melhor definição!