Knock Me Out: HQ nacional está em campanha na plataforma Catarse

Por Marcelo Naranjo
Data: 18 março, 2020

O quadrinho Knock Me Out (136 páginas), do ator e roteirista Felipe Folgosi, está disponível em campanha de financiamento coletivo no Catarse. O título é a quinta obra na série de HQs do autor, iniciada em Aurora, lançado em 2015, seguida de Comunhão (2017), Um Outro Dia (2018) e Chaos (2019).

Para eeste novo projeto, Felipe comenta que “É a história de Tom Rocco, um lutador brasileiro de jiu-jitsu, que vai para os Estados Unidos em busca de seu próprio caminho. Além de ser um excelente lutador, Tom começou a fazer grafite ainda adolescente, e acabou desenvolvendo um estilo pessoal em obras incríveis, mas que ele deixa escondidas do mundo, para ninguém ver. Essas duas formas de expressão, a arte marcial e a plástica, são as válvulas de escape que ele tem para lidar com seus conflitos internos, principalmente a solidão. Mas como em toda boa história, Tom chega em uma encruzilhada”.

“Ao mesmo tempo em que recebe o convite para lutar no maior campeonato de MMA do mundo, conhece Natalie, uma médica que ilumina sua vida e acabam se apaixonando”, continua. “Ao descobrir como é brutal e perigosa essa competição, Natalie pede que Tom se afaste desse universo violento e invista em seu talento como pintor. Agora Tom precisa decidir que caminho seguir para descobrir seu verdadeiro eu, se tornar o melhor lutador do mundo ou ficar com o amor de sua vida“.

O objetivo de Felipe é desenvolver uma história de ação que mistura romance e questões filosóficas. Outros temas presentes são a solidão e a aparente dicotomia entre as artes marciais e as artes plásticas. O autor acredita que elas têm mais coisas em comum do que se imagina.

A arte fica por conta do desenhista Henrique Pereira, do arte-finalista Téo Pinheiro e do colorista Vinicius Townsend. Após o encerramento da campanha e a produção da HQ concluída, haverá o coquetel de lançamento para imprensa e convidados, com a presença do autor.

Knock me out

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  • Cesar Vitor Reis Tavares

    Otima premissa essa.