Novo encadernado do Monstro do Pântano reúne histórias de Len Wein, Tom King, Brian Azarello e outros

Por Samir Naliato
Data: 8 julho, 2020

Este mês, os fãs do Monstro do Pântano encontrarão um novo lançamento do personagem nas livrarias, pois a Panini Comics publicará Monstro do Pântano – Raízes do terror (formato 17 x 26 cm, 168 páginas, capa dura, R$ 62,00).

A edição está em pré-venda na Amazon com frete grátis para usuários Prime.

Uma seleção de roteiristas e desenhistas traz uma coletânea de histórias horripilantes protagonizadas pelo protetor do verde. Além disso, apresenta uma introdução da fotógrafa, advogada, ativista dos direitos autorais e viúva da lenda Len Wein (cocriador do personagem), Chistine Valada, e um verdadeiro baú de tesouros com artes nunca vistas.

Participam autores como Len Wein, Tom King, Brian Azzarello, Mark Russell, Kelley Jones, Jason Fabok, Greg Capullo e outros.

Este volume reúne histórias publicadas originalmente em Swamp Thing Winter Special # 1, Swamp Thing – Halloween Horror Giant # 1, Young Monsters in Love # 1 e Cursed Comics Cavalcade # 1.

Monstro do Pântano - Raízes do terror

• Outros artigos escritos por

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  • Tarcísio Marques

    A do Tom King é muito boa!

  • Marquito Maia

    Essa história do Tom King ganhou o Prêmio Eisner 2019 de Melhor História Curta!!

    • VAM!

      Fando em Eisner, sabe dizer se alguma vez a Marvel, DC ou outra editora publicou um copilado somente com histórias suas ganhadoras desse prêmio, Marquito?

      Se nunca fizeram, deveriam. Penso que teria bastante apelo comercial.

      Abs,
      VAM!

  • Tinha que ser capa dura…

    Isso me lembra uma história engraçada. Na primeira vez que a Panini publicou a coletãnea de histórias do Alan Moore, eles fizeram em papel jornal. Reclamei com eles e até consegui falar com o editor (nem lembro quem era). Ele disse que tinha que sair daquele jeito, que saiu assim nos Estados Unidos, que “combinava” mais com a personagem. Me conformei e comprei todas.

    Qual foi a minha surpresa ao ver que pouco mais de um ano depois eles relançam tudo em PAPEL BRILHANTE!, Do jeito que eu queria. Só que o idiota aqui já havia comprado aquele lixo em papel higiênico. Me perguntei se eles agiram de má fé ou foram apenas incompetentes.

    Coisas que só a Panini faz pra você.

    • VAM!

      Na época eu entendi, que eles acabaram por lançar em outro papel por conta da insistência dos leitores em pedirem pela substituição.

      Você nunca pensou comprar a nova e vender a antiga?

      Quando a Panini lançou a última edição do PREACHER eu comprei lí e vendi ela junto com todas as outras revistas da série que eu tinha; Publicadas por “N” editoras diferentes e papéis idem, uma coleção toda bagunçada do ponto de vista da uniformidade de acabamento.

      Sempre se encontra um outro leitor interessado no que a gente não quer mais.

      Abs,
      VAM!

      • “Você nunca pensou comprar a nova e vender a antiga?”

        Não. Eu não preciso fazer isso. A editora é quem deveria fazer o serviço correto. Sempre tem um “passa-pano” defendendo mega-corporações no mal.

        • VAM!

          Não é passar pano, Ostan.

          A editora escolheu um título e publicou ele na íntegra sem deixar o leitor na mão. Não prometeu um tipo de papel e nem um tipo de encadernação e entregou outros no lugar. Onde é que ela agiu incorretamente nesse processo?

          Se depois ela mudou de opinião, seja por reconhecer que poderia ter feito de maneira diferente, seja porque resolveu atender as revindicações pela mudança é outra história e que por sinal não é incorreta também.

          Se infelizmente você comprou um produto do qual discordava por princípio, foi escolha sua.

          Eu não comprei Miracleman, porque não quis pagar por uma edição apenas com metade das páginas dedicadas a saga escrita pelo Alan Moore.

          Se no futuro a editora encadernar somente essas história me dei bem. Se nunca mais republicar me dei mal.

          É questão de fazer escolhas e viver com suas consequências.

          Abs,
          VAM!

  • VAM!

    Olá Samir! Essa é a capa oficial? Parece propaganda.

    Quanto a edição, em estilo antologia deve ser uma ótima oportunidade para quem já leu várias histórias espalhadas pela Ebal, Abril e Panini, mas não guardou nada.

    Abs,
    VAM!

    • Marquito Maia

      O pior é que nem é uma antologia com material mais antigo, é tudo coisa recente. Bem que podia ter a primeira história da House of Secrets; a do número um; alguma coisa da fase do Martin Pasko e Nestor Redondo (a título de curiosidade, porque é bem fraquinho, vide o que a Ebal publicou); a famosa número 20 (a primeira do Alan Moore) e as que já estão no álbum, claro!! Enfim, não tem o mestre Wrightson mas tem um de seus discípulos, Kelley Jones, então já tá valendo.
      E por falar em antologias, cê já viu o da Mulher-Maravilha? Ainda só tô de olho, mas a seleção de histórias é bem interessante!! Abraço.

      • VAM!

        “… O pior é que nem é uma antologia com material mais antigo, é tudo coisa recente…”

        Putz! Não me dei ao trabalho de olhar em detalhes quais as edições contidas como você, Marquito. Então é uma edição somente no “estilo”, mesmo.

        Porém, isso não inviabiliza da Panini futuramente coletar a sua própria antologia. Oque seria de certa forma inovador, vide que a DC mesmo, nunca fez isso.

        Abs,
        VAM!

      • VAM!

        “… E por falar em antologias, cê já viu o da Mulher-Maravilha?…”

        Nem sabia que será lançado.

        Mas eu não paro de olhar e ouvir, é o trailer de “MM84”. Muito bem editado e sincronizado com a música do New Order.

        Isso é que vender um filme, mesmo que ao assisti-lo a gente possa achar o trailer melhor, oque no final das contas, vai mostrar que ele cumpriu muito bem a sua função de vender.

        Abs,
        VAM!

    • Né? Horrível!

      • VAM!

        O nomes dos profissionais envolvidos, ficou muito grande, tirando o impacto visual da ilustração do personagem que bem “Horrivel”, isso no bom sentido, Ostan.

        É como se diz: “Quando tudo chama atenção, nada chama atenção”.

        Abs,
        VAM!

  • Heberton Arduini

    Pensei que iam voltar a publicar material antigo. Que pena. Da capa dura nem reclamo mais que ja virou arroz de festa e ao menos tenho espaço de sobra

  • Thiago A.

    62 conto em 168 páginas que provavelmente virá com erros na impressão, de revisão, com balões em branco e etc.

  • Fernando Amaral

    Essa coletânea saiu em duas versões nos EUA: uma igual a essa (Roots of Terror) e outra chamada Tales from the Bayou. Essa segunda edição conta com as mesma histórias da primeira, só que com acréscimo de Swamp Thing Giant 1-7.

  • VAM!

    Mas o “Black Label” não seria apenas para material outrora publicado sobe o selo Vertigo?

    Essa edições do MP sendo recentes como você mencionou, não saíram como N52? Eu parei de comprar material da DC desde essa mudança, só me interesso por “Lendas”, então estou completamente por fora.

    Abs,
    VAM!

    • Marquito Maia

      O tal de “Black Label” substituiu o selo “Vertigo”, só que também publicando o Superman e cia. com diferentes tipos de abordagem. E esse material do MP é de 2018, ou seja, da fase Renascimento, que foi quando também parei com o material da DC (o da Marvel foi depois de Guerras Secretas)!! Como a ficha demorou pra cair, não? rs
      Quanto ao “Lendas do Universo DC”, torço pra que a Panini retome essa linha de publicação!! Abraço.

  • VAM!

    Bem, é como eu disse acima “… mesmo que ao assisti-lo a gente possa achar o trailer melhor…”.

    Essa homenagem ao Super78 ficou bacana mesmo. Impossível não curtir foi um ótimo “fan service”.

    Abs,
    VAM!

  • VAM!

    “… já sabemos quem teve a ideia primeiro, né?…”

    Bem dito. Acho que vou desenvolver um projeto imaginário, só pra deixar registrado no meu blog.

    Abs,
    VAM!