O obscuro fichário dos artistas mundanos mostra artistas perseguidos pelo Estado

Por Samir Naliato
Data: 17 fevereiro, 2020

A Cepe Editora lançou O obscuro fichário dos artistas mundanos (formato 21 x 27 cm, 115 páginas, capa cartonada, R$ 35,00), por Clarice Hoffmann, Abel Alencar, Maurício Castro, Greg, Paulo do Amparo e Clara Moreira.

A edição já está à venda  no site da editora e foi publicado com o apoio da Funcultura, programa da Secretaria de Cultura do Estado de Pernambuco.

Inspirada no projeto de pesquisa O obscuro fichário dos artistas mundanos, realizado entre os anos de 2014 e 2017, o livro reúne dados do Departamento de Ordem e Política Social (Dops), registrados em Pernambuco sobre mais de 400 pessoas de passagem pelo Estado, entre as décadas de 1930 e 1950.

A ligação “criminosa” entre elas? Exerciam alguma atividade artística.

A obra é baseada em histórias verídicas ambientadas em uma sociedade autoritária que persegue artistas e qualquer pessoa que vai de contra ao governo. São narradas as artimanhas de homens e mulheres fichados como artistas para escapar da vigilância e repressão praticadas pelo Estado policial instaurado na ditadura Vargas.

O obscuro fichário dos artistas mundanos

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