Zonas Autônomas é o nome da nova temporada de O Doutrinador

Por Marcelo Naranjo
Data: 14 abril, 2016

Luciano Cunha acaba de lançar a terceira temporada do polêmico vigilante brasileiro Doutrinador. O título da nova aventura é Zonas Autônomas.

Se nos volumes anteriores, sempre baseados em fatos políticos, o Doutrinador era um vigilante frio, sombrio e implacável, em Zonas Autônomas o personagem ganha um ar de pacificador.

O início dessa nova jornada já pode ser lido aqui e parte do conceito criado pelo historiador norte-americano Hakim Bey, em que espaços livres são usados como tática de resistência e esvaziamento do poder, “áreas piratas“ como formas de protesto.

“Só que no Brasil, como quase sempre, o que era pra ser temporário acaba ficando permanente. E, no quadrinho, grupos organizados saem das redes sociais e criam enclaves em plena cidade de São Paulo. Caberá ao Doutrinador resolver isso”, destaca o release da obra.

doutrinador

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  • Victor Augusto

    Alguém leu os anteriores? É bom?

    • Beto Magnun

      O primeiro é um lixo. Tenta ser um “V de vingança”, mas tem a profundidade de uma poça D’água. O segundo co-escrito pelo Marcelo Yuka é muito bom. Esse terceiro deve ser tão ruim quanto o primeiro.

      • Victor Augusto

        Bom, até imaginei, parece ser uma história bem clichê… vou investir meu dinheiro em outra coisa esse mês hahah valeu pela dica.

        • Zé Luca

          E vc, amigo Victor… bem clichê… well, well, well… viva o livre arbítrio!

      • Gilson Bezerra

        kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      • Zé Luca

        A profundidade de uma poça d´água… ok, meu total respeito à opinião. Essa é a graça, o valor da democracia e da liberdade… Mas o site Up Date Or Die escreveu: “Cheio de simbolismos PROFUNDOS, um mergulho interessante em roteiro e narrativa gráfica.” A revista inglesa ROAR diz: “Vanguarda da imaginação radical.” O editor da revista Rolling Stone, não a edição brasileira, mas a da Argentina (onde o mercado de quadrinhos é muito, mas muito mais sólido que o nosso), comparou: ” El Eternauta Brasileño.” Pra quem não sabe, o Eternauta é um dos maiores ícones dos quadrinhos argentinos, símbolo de engajamento político no país, até hoje é pixação em muros em todo período de protestos por lá. Enfim, poderia escrever linhas e mais linhas… mas viva a liberdade de expressão!

      • Zé Luca

        E a profunidade de sua crítica é tamanha que o segundo só teve o argumento do Yuka, o roteiro é do mesmo roteirista e autor do personagem… Argumento/ roteiro não são a mesma coisa, tá? Ehehehehe

      • Ruan Victor

        Li o primeiro e me apaixonei pelo personagem. Pode ter uma pegada de justiceiro e V de Vingança mas quando você pensa em criar um personagem, principalmente se for super heroi, sempre vai beliscar uma capa do Superman ou uma mascara do Batman, vide que existem milhões de super heróis já criados desde 1930. A história é muito boa, a edição e cores são nota 10, traço talvez possa melhorar mas a vida é isso, um constante aperfeiçoamento de tudo.

  • É do caralho, Victor!
    Simples assim!

  • Gilson Bezerra

    Ainda acho que, desenhista tem que desenhar e chamar um escritor para escrever! Simples assim!

    • E colorista tem que colorir?!
      E editor tem que editar?
      E leitor tem que ler?

      Acertei? Uau!

      • Gilson Bezerra

        Acertou! Putz! E eu achando que você não era um cara esperto. Parabens! Continua sua eterna luta contra os que não apoiam os clones nacionais? Falando em clones, o Penitente morreu? Acompnho essa galera desde os tempos do finado Orkut inclusive suas investidas(???????). Li o primeiro e estou com o Beto Magnum. Profundo igual poça d’água. Por isso disse que cada um tem que atuar onde é melhor. O traço é profi, o texto não.

  • Carlos

    Galera falando em clichê e segue lendo gibi de super-herói e adorando BvS. Não li mas pretendo ler. Dêem uma chance para o cara. Até escritor famosão ai já escreveu coisa ruim, vide Bendis, Millar e por ai vai.