Confins do Universo 052 – Quadrinhos? Ah, eu tô maluco!

Por Samir Naliato
Data: 20 junho, 2018

Ler e colecionar quadrinhos nos proporcionou várias histórias que muitos considerariam loucura. Mas será que são mesmo?

Neste episódio de Confins do Universo, Sidney Gusman, Samir Naliato, Marcelo Naranjo e Sérgio Codespoti recebem a desenhista Adriana Melo e o editor e tradutor Jotapê Martins para relembrar casos curiosos que vivenciamos ao longo dessas décadas como leitores, e os perrengues que já passamos para comprar quadrinhos e aumentarmos as nossas coleções.

Apostamos que você, caro ouvinte, também passou por situações parecidas. Conte-nos as suas!

E mais: dicas de leituras, mensagens dos ouvintes e erros de gravação!

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Participantes

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Comentado neste programa

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Narração de abertura e encerramento

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Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão (versão 1) – Twitter – Facebook – Site Oficial
Vitor Cafaggi (versão 2) – Twitter – Facebook – Instagram

Confins do Universo, por Vitor Cafaggi

• Outros artigos escritos por

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  • Cassiano Cordeiro Alves

    Que tema inusitado! Muito curioso para ouvir…

  • Amalio Damas

    Olá amigos do UHQ! Eu comecei a colecionar em 85 com 14 para 15 anos e o primeiro quadrinho que comprei com o meu dinheiro foi a Espada Selvagem de Conan 8 e nunca tinha grana para comprar as edições antigas. Dois anos depois o Banco no qual eu trabalhava fez uma mudança na estrutura e demitiu e contratou os colaboradores em outro CNPJ. O que o gênio fez? Fui no sebo e compreu as 7 edições que faltavam por uma fortuna. Como eu era menor de idade, minha mãe e meu pai foram para assinar a rescisão e quando eu fui na banca e gastei aquela grana em 7 gibis eles ficaram bem confusos, kkkkk! Grande abraço e ainda aguardo o programa que o Sidão mais quer fazer: Grant Morrison!

    • Sidney Gusman

      Amalio, quem sabe um dia, né? ;)

      Abraço

  • Luiz Andrade

    Que episódio sensacional! Devo dizer que nunca fui de fazer loucuras por quadrinhos, mas fui ao meu primeiro FIQ nesta última edição e o bolso quase pede arrego! Eu e minha namorada compramos tantos quadrinhos que tive que pagar um puta excesso de bagagem! Pelo menos tem leitura até o próximo FIQ XD
    Aliás, foi um prazer conhecer o Samir e o Sidão! Abraços e espero que gostem do material que entreguei (estava no stand de quadrinistas amazonenses rs).

    • Sidney Gusman

      Valeu demais, Luiz. Pela audiência e pelas HQs.

      Abraço

  • Valdir Pedrosa

    Tenho uma relação muito especial com quadrinhos. Meu pai faleceu ainda muito jovem, aos 29 anos, e eu tinha próximo de 4 anos de idade. Me lembro de muitas coisas dele, inclusive o fato de que adora revistas da Disney e da DC. Creio que ele tenha me deixado essa paixão por quadrinhos. Hoje, sempre que tenho uma HQ em mãos, me lembro dele e do quanto seria bacana tê-lo aqui comigo, fisicamente, para curtirmos juntos. Bem, agora uma loucura por quadrinhos: eu tinha por volta de 11 ou 12 anos de idade e a condição financeira não me proporcionava comprar todas as revistas que eu queria. As poucas que eu tinha trocava nas bancas, na proporção de 2 por 1. Pois bem, perto da minha casa havia o Parque de Exposições da Gameleira, aqui em BH, e muitos carros eram estacionados nas ruas próximas nos dias de eventos. Mesmo contra toda a argumentação de minha mãe, passei muitas noites e madrugadas de sexta para sábado e de sábado para domingo vigiando carros para ganhar uns trocados. O objetivo? Ir no dia seguinte à banca para comprar HQ’s. Era loucura, mas valeu muito a pena.

    • Sidney Gusman

      Bela história, Valdir!

      Abraço

  • Douglas

    Mais um excelente podcast, parabéns aos envolvidos!
    Junto com meus amigos, vivíamos diversas aventuras para conseguir gibis, dava uma temporada de uma série.
    Pois bem, no interior do RN tínhamos muita carência de acesso à colecionadores e materiais mais diferentes. Quando aparecia uma edição usada nos sebos (nem conhecíamos essa palavra), que geralmente era bem gasta, visto que um gibi passava pela mão do comprador, dos seus amigos, etc., e naquelas propagandas do IUB (Instituto Universal Brasileiro) estava preenchido o mini-formulário, dava logo um click: “se ele preencheu isso, essa revista era dele, talvez tivesse outros gibis!”. Corríamos para a lista telefônica procurar o número do telefone fixo ou o endereço no mapa pra fazer uma surpresa ao cara rsrsrsrs. Tivemos 10% de sucesso.

    • Sidney Gusman

      Outra boa história! Valeu, Douglas.

      Abraço

  • sergio reis

    Eu sou normal!mto obrigado pela sessão de terapia gratuita!não andei 6 km!andei 20 km!mto bom!como faço pra participar do grupo do telegram?

    • codespoti

      20 kms não é pouco…

      Sérgio, depende do seu plano de apoio ao Universo HQ no catarse, como está explicado aqui:

      https://www.catarse.me/pt/universohq

      A participação da lista do Telegram começa com o plano “Capa Dura” e daì por diante.

      • sergio reis

        Obrigado,Codespoti!

  • O Jotapê deveria ser participante fixo no programa!!

    • Sidney Gusman

      Ele é sempre bem-vindo. Como participante. ;)

      Abraço

  • Ronald Teixeira Martins

    Adorei esse podcast! Amo quadrinhos, e, não sei se pode se enquadrar como loucura, enfim, mas eu tenho um sonho recorrente em que estou em um lugar cheio de bancas de revistas, com os mais variados tipos de quadrinhos, andando de banca em banca, conferindo as novidades, pegando, folheando, guardando algumas em uma bolsa para pagar depois… Enfim, tenho esse sonho há anos, e
    sempre que acordo eu fico frustrado!!! Me lembrei disso por conta do relato de vocês sobre sonhar com quadrinhos. Vida longa à nona arte e um forte abraço em todos!

    • Sidney Gusman

      Valeu, Ronald!

      Abraço

  • Celso Luiz De Aquino Santos

    Adorei o podcast! Descobri que não sou nada louco. Ou talvez… em 2010, tive tb um problema com cupins na minha coleção de 20 anos de quadrinhos. Tudo do Superman e revistas irmãs durante todo esse tempo, mais quase tudo de Homem-Aranha, X-Men e Batman no mesmo período. Minha coleção ficava na casa da minha mãe, no interior, e eu morando em Sampa. Quando vi que além de tudo estavam mexendo na coleção e ela não estava bem cuidada (vide uns 5 exemplares perdidos com cupim), aí fiz um loucurazinha. Eu não teria onde guardar tudo e para garantir que a coleção seria bem cuidada, doei TUDO para a gibiteca Henfil. Foram várias viagens do interior com malas grandes cheias de gibis para doar tudo. Lembro até hoje a cara do segurança e depois dos atendentes da gibiteca quando cheguei com a mala cheia. Algumas das atendentes me olhavam com cara de “poxa, vamos ter de catalogar tudo isso!!!” Mas estavam todas em ótimo estado de conservação (não levei as dos cupins). Continuei a ler quadrinhos, mas parei de guardar depois disso, sempre doando para bibliotecas e afins depois de ler. O dia que eu quiser reler, sei onde estão os exemplares e sei que estarão melhor cuidados do que estariam comigo hoje em dia. E talvez lidas mais frequentemente do que eu leria e por novas gerações de amantes dos quadrinhos. :)

  • Andre Freitas

    O dinheriro do ônibus não gastava com gibis(era passe de ônibus), mas o dinheiro lanche, ahhhhh esse era bem desviado. Kkkkk
    Numa das férias de fim de ano, iamos ficar uns 15 dias na praia, meus pais deram um dinheiro para eu e meu irmão gastarmos com sorvetes e com o parque de diversão, mas que nada, em apenas um dia gastamos tudo com gibis.
    Ahhhh bons tempos!!!!
    Parabéns pelo podcast e obrigado por me fazer lembrar de minhas loucuras!!!

  • Dimas Mützenberg

    A história do sonho me representa. Eu também tenho esse sonho recorrente, Sidão. Umas vezes é um sebo ou uma banca, outras um baú achado num cômodo esquecido. Mas sempre tem em comum gibis e mais gibis, raridades e até coisas que nem existem na realidade. E a tristeza vem forte quando a pessoa acorda.

  • Digo Freitas

    Muito bom o episódio! Não imaginava que o JP tinha gostado tanto de ter participado do outro episódio…
    Agora com o fim da Disney na Abril, é o timing perfeito para um programa sobre as HQs da Disney no Brasil!

  • Enoch

    Olha, acho que minhas loucuras por hqs não chegam aos pés das suas, mas acho que todos podemos concordar que quando o assunto é quadrinhos, mesmo as maiores loucuras tem um saldo positivo. As minhas loucuras, por assim dizer e até onde eu me recordo, são apenas três:

    1) Quando pequeno, eu lembro o quanto eu ficava frustrado em não entender uma palavra daquelas belíssimas edições da DC e da Marvel que eu via em inglês nas lojas e obviamente, em formato americano, numa época em que isso ainda era raríssimo em edições publicadas no Brasil. Isso me motivou a aprender inglês, e se hoje a fluência no idioma me abriu portas dentro do mercado de trabalho, eu devo isso mesmo aos gibis rs

    To be continued

    • Enoch

      2) Ainda quando pequeno, eu lembro que pra mim, não era suficiente, ler quadrinhos. Eu tinha tb que botar os personagens que eu amava dentro das tramas e situações que eu imaginava. Então eu comecei a desenhar e roteirizar as minhas próprias hqs feitas na base de muita folha A4, canetinha Bic, empolgação e cara-de-pau mesmo rs

      Assim este meu “selo” caseiro deu forma a várias hqs dos Transformers e dos G.I. Joe, alguma coisa do Homem-Aranha e inclusive a minha própria “grande saga” DC. Sim, eu estava ainda arrebatado por ter lido pela primeira vez Crise nas Infinitas Terras e criei uma continuação para o megaevento rs

      O mais engraçado é que eu realmente achei um grupo de crianças ainda mais loucas do que eu, e que realmente gostavam das “revistas” que eu escrevia e desenhava. Ou seja, mesmo eu estando há anos-luz de distância de ser um Wolfman ou um Davis, encontrei um público e tive meus 15 minutos de fama rs

      To be concluded (I promise)

  • Massa ver a participação da Adriana Melo aqui. Direto do MdM! :-D

  • Marcelo Franco

    Com 11, 12 anos eu fazia pequenos serviços, como lavar carros e quintais (ia para bairros de pessoas mais abastadas, calçava a cara, apertava a campainha e oferecia o serviço)…andei muito a pé para economizar dinheiro de ônibus, juntava moedas em todas as oportunidades possíveis, sempre para comprar meus quadrinhos, os quais tenho até hoje. Tenho profundo amor e verdadeira admiraçao pela minha coleção. Quando estou desanimado ou com problemas, entro no meu pantano (também tenho um) e começo a folhear meus quadrinhos, que me servem como terapeuta e terapia. Ah, em tempo: em 1984 fui um dos felizardos que recebeu um telefonema do Jotape…fiquei exultante no dia !! Voces são os melhores do mundo !!!

  • Alexandre Floquet da Rocha

    Não lembro de ter feito alguma loucura pelos quadrinhos. Mas lembro de quando tinha uns treze anos de que convenci minha mãe a me dar de aniversário a coleção em formatinho do Homem-aranha da Abril, os 30 primeiros números que faltavam pra completar a coleção num sebo. Saiu uma grana enorme pois o dono cobrava uma fortuna pelos primeiros números, mas ainda assim minha mãe comprou. Risos.

  • Ezequiel Siqueira

    Caros, antes da Adriana Melo, outra mulher já desenhou o Aranha ! Foi Colleen Doran, em Amazing Spider-Man #326 (1989), que saiu aqui no Brasil em Homem-Aranha 122 da Editora Abril. De qualquer forma, não foi uma artista regular do aracnídeo, mas desenhou essa edição aí. ;)
    Abraço !

    • Sidney Gusman

      Valeu a dica, Ezequiel!

      Abraço

  • Sidney Gusman

    Valeu por compartilhar com a gente. :D

    Abraço

    • Enoch

      Foi um prazer ! Grande abraço : )

  • Fantástico, principalmente por ver tempos tão diferentes de caçadas por cebos e bancas. Hoje se eu sair de bicicleta pra procurar revistas aqui corro o risco de não voltar vivo em casa. Tempos bons. Tinha uma banquinha perto de casa que o dono já abria um sorriso de ponta a ponta quando ele me via vindo do outro quarteirão. Saia escondido de casa pra comprar minhas revistas. Deixava de merendar pra juntar grana pra isso.