Confins do Universo 087 – Saudade que está no gibi!

Por Samir Naliato
Data: 2 outubro, 2019

Muito trabalho, obrigações, contas para pagar e a correria do dia a dia nos deixam com pouco tempo sobrando.

Às vezes, é bom parar um pouco e relembrar de tempos mais simples. São anos e anos lendo quadrinhos, mas como era isso antes? Quais os personagens, histórias e experiências que nos marcaram e, em retrospecto, sentimos saudade do que vivemos outrora?

Neste episódio cheio de nostalgia, a equipe do Confins do Universo recebe a roteirista Marcela Godoy para contar alguns desses “causos” que ficaram marcados na memória e ajudaram a forjar nossos perfis de leitores vorazes!

E ainda: erros de gravação!

Confins do Universo 087 – Saudade que está no gibi!

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Participantes

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Comentado neste programa

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Confins do Universo, por Vitor Cafaggi

• Outros artigos escritos por

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  • César Lima

    Aaaaaaaaaaaaa…… Esquadrão Atari na arte de capa! Esse promete muito! :)

  • santista

    Delícia de programa. Quantas memórias boas voltaram ouvindo esse episódio. Obrigado.

  • sergio teixeira da silva

    Alguem lembra da Galax, da Ebal ?

    • codespoti

      Tinha esquecido completamente. Era uma personagem da DC. Fui até conferir, chamava Starfire. A revista teve uns 8 números.

  • Jorge Duete

    Ótimo programa. Parabéns a todos. Tenho saudades da revista “DC 2000”. Uma das melhores revistas de “mix” junto com “Superaventuras Mavel” e a mais recente “Marvel Max”. As estórias do Homem-Animal, do Starman e, principalmente, da Legião eram muito inspiradas.

    • Os mixes foram um dos motivos de que eu comecei a pensar em parar de comprar revistas mensais… Mas nossa, é bem verdade que a Marvel Max foi uma das melhores revistas de mix que foram lançadas! Dava para comprar a revista sem medo de ser feliz, coisa que eu não senti nem mesmo na última encarnação da Vertigo em formato mensal.

  • Paulo Pereira

    Eu tenho saudades do exterminador 17 com arte do Bilal e o Silêncio, do Didier Commès. Também tenho saudades das tiras da modesty Blaise. Acho que também um pouco com um gibi do bravestarr de quando eu era criança, do níquel náusea e de quadrinhos tristes, da Taquara

    • Sidney Gusman

      Belas lembranças, Paulo!

      Abraço

  • Murphy do Sealab

    A hora que a Marcela Godoy brincou que queria ver o Batman peladão eu lembrei na hora da tira da Laerte. Muito bom que o Sidão citou depois.
    Baita programa, como sempre!
    (Sonhando aqui com as releituras dos personagens clássicos nacionais. Imaginem as histórias saindo com um compilado de tiras clássicas no final do álbum).
    Abraços!

  • Luiz Andrade

    Programa demais! Melhor convidada XD

  • Tenho saudade da época que eram os meus pais que compravam os meus quadrinhos!

  • Giorgio Galli

    Adorei o episódio, muito nostálgico… e já que o assunto é nostalgia, deixo aqui um convite para meu canal do YouTube, onde comento só gibi antigo: http://www.youtube.com/c/gicohq Grande abraço a todos, e obrigado pelos episódios, sempre muito bacanas!

  • Sidão, quando criança eu recortei aquela mini-série das Guerras Secretas (eu tinha herdado as revistas de um tio) para brincar com bonecos de papel… XD

    Heróis da TV que me dá nostalgia mesmo foi justamente a época com os tokusatsu.

    Acho que as histórias que carrego na memória com mais carinho são as HQs do Pequeno Ninja, Superboy de jaquetinha (o clone dos anos 90) e o Wolverine do run Larry Hama e Mark Silvestri!

    • Sidney Gusman

      Eu não estou sozinho na mutilação de gibis! Hahahaha.

      Abraço

  • Fabio Henrique

    Parabéns por mais um ótimo programa! Nossa, episódio de ouvir “olhando para o nada” viajando na nostálgia (pelo menos eu fiz isso, haha)!

    Muito do que foi dito faz parte das minhas lembranças afetivas… O formatinho, Os Piratas do Ietê (Chiclete com Banana e Geraldão também), Ronin…

    Vou falar de algumas publicações que não foram citadas mas que também tem grande impacto afetivo para mim…
    – Asilo Arkham (primeira publicação no começo dos anos 90) – Foi a primeira vez que li uma HQ com temática adulta e entendi tudo (ou quase tudo), fiquei muito tempo com ela na cabeça.
    – Os X-men em formatinho da fase de John Romita Jr. com Chris Claremont – Foi quando retomei minha leitura de quadrinhos depois de ter parado alguns anos de ler super-herói.
    – A Wizard Brasil da Globo (não é uma HQ mas está valendo, haha) – Eu lia e relia inúmeras vezes cada número que saia, era maravilhoso devorar aquele material que falava MUITO comigo.

  • Willian Spengler

    Salve, salve!

    “Legião Alien” e “A Irmandade do Aço” demandam saudosas lembranças.

    Saudades da “Epic Marvel”, da Abril, que continha na capa os dizeres, em letra pequenininha: “Desaconselhável para menores de 16 anos”. Pena que durou pouquíssimas edições.

    Saudações!

  • Gustavo Azevedo

    gostava muito das HQs dos trapalhões em formato magazine.
    este material nunca seria publicado atualmente.
    groo em formato americano.

    abraço

  • Josué Gouvêa

    Que participação legal da Marcela! Por favor, tragam-na de volta.

    Nota: já vou providenciar minha edição de Lendas do Cavaleiro das Trevas Archie Goodwin por indicação vossa.

  • Marcelo Mainardi

    Outro episódio para se ouvir mais de uma vez.
    Dá licença para eu compartilhar uma lembrança boa.
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    Morava numa cidadezinha-inha no interior do Paraná. Tinha acesso a pouquíssima coisa.
    Lá por 89/90 – eu adolescente – vi na casa de uma amigo, jogada num canto, o número 3 de Cavaleiro das Trevas. Li aquela história, sem começo e nem fim, e fiquei embasbacado. O que era aquilo? Aquela arte estranha, o Coringa morto na última página e o Bátima esfaqueado.
    (Assumo um pecado, não devolvi aquele gibi. Li e reli aquela edição avulsa várias vezes)
    Corta para 91. Mudamo-nos para outra cidadezinha, agora no interiorzão do MT; ainda sem grandes disponibilidades em bancas.
    Então vejo – numa revista qualquer – um anúncio da Comix (tenho quase certeza que era da Comix) e dentre as edições à venda, a encadernada de Cavaleiro das Trevas.
    Resultado: fui no banco fazer ordem de transferência, mandei os comprovantes por FAX e esperei mais de mês para o correio entregar.
    Caramba, como foi bom receber aquele volume.
    Da mesma forma, comprei a Piada Mortal. Importada (em inglês, mesmo sem saber ler direito a língua do bardo) que era a única disponível na Comix.
    Podem falar o que quiser, mas era uma época diferente. Sem o imediatismo de hoje, essa dificuldade no acesso (ao menos para mim) otimizava tornava a experiência.
    Ou é só saudosismo de quem está ficando um pouco mais gasto pelo tempo.

  • Brontops

    -Não gostava muito do Fantasma, embora uma ou outra edição aparecesse em casa… Mas é inegável que tinha esse apelo da mitologia: Caverna da Caveira, Ilha do Éden, Casa na Árvore… e os anéis. Lembro de uma edição que veio com um dos anéis.
    -Meu irmão colecionava o Dico, mas eu não curtia muito. Preferia muito mais o Pelezinho.

    -Eu só gostava das tiras nacionais (Chiclete, Piratas, Geraldão, Níquel Náusea) Uma das poucas tiras gringas que eu mais gostava (e pouco mencionada por aí) era o Robô. Houve uma época com tiras “dominicais” do Folhateen (que era publicado nas 2as), bem legal.
    -Adorava o Esquadrão Atari. Existem personagens que até hoje não tem paralelo. O que dizer do Bebê? kkkkk

    Curtia muuuito o Guerreiro, do Mike Grell. Achava bem divertido, os dinossauros, a Terra Oca de Skartaris… se bem que o guerreiro de tanga com capacete de asinha parecia coisa do Village People. kkkkk Uma das poucas coisas da Ebal que chegavam nas bancas onde conhecia.

    E sinto falta do Axle Munshine, o Vagabundo dos Limbos… dos quadrinhos doidos da Meribérica que saíam lá na Muito Prazer. Ah… sinto falta de edições históricas, como Almanaque Gibi, ou Clássicos de Gibi. Quando vamos ver Krazy Kat? Little Nemo? Nick Holmes? Dick Tracy? Flash Gordon? Sinto falta de um almanaque com vários autores diferentes para gente poder provar vários clássicos diferentes… mas enfim, difícil de ver hoje em dia.

    Abs

  • Tarcísio Marques

    Poxa…Paul Gullacy é nível Brian Bolland. Por onde anda?

  • Brontops

    Últimas lembranças saudosas:

    A Revista Animal… outra revista mix. Eu acho que o Mix é ótimo mesmo pra apresentar personagens diferentes, fazer testes, balões de ensaio… A gente ficava mais eclético, exposto a outras coisas. Pena que esse modelo parece que não vai resistir. Gostaria de ver o final de O Sonho do Tubarão do Schulteiss… Foi o primeiro favela-movie antes de Cidade de Deus. Aliás… cadê o Mathias Schulteiss?

    Esse Manual do Detetive guardo (em pedaços) até hoje. Detetive Fracasso e … como era o nome do outro? Tem umas coisas nele que até hoje encontro em histórias policiais poraí. Por exemplo tanto em Jessica Jones (a série da TV) e em Private Eye, há uma cena com o truque de deixar um cabelinho preso na porta para saber se alguém invadiu o escritório do detetive. Alguém sabe qual a origem deste Manual? Havia o do Espião, mas como eu não tinha, não faço ideia se era legal.

    Também gostava da Kripta e da Shock, que eu lia sem meu
    irmão mais velho saber, mesmo sem entender o que aquela mulher pelada
    tava fazendo na historinha… kkkk

    ..esse é puramente saudade, pois sei bem que a hq não era lá grande coisa, mas eu curtia o Turok velho, da Gold Key, com os índios enfrentando dinossauros.

    Bom programa.

  • Joao Cura D Ars

    Programa fantástico! Queria também falar da minha decepção com Void Indigo. Fiquei frustrado da mesma forma que a Marcela quando disse que se sentia incapaz de entender a estória. Só atualmente que eu descobri que Void Indigo era uma série e só publicaram o primeiro volume aqui. Valia a pena publicarem aqui a série inteira.

    https://en.wikipedia.org/wiki/Void_Indigo

  • Rone Fideles

    Por incrível que pareça tenho saudade dos formatinhos. Deve ser porque conheci e acompanhei quadrinhos pelos formatinhos da abril durante muitos anos. Tenho saudade também de ir na banca uma vez por semana para ver o que tinha chegado. Ia bem no horário em que o jornaleiro recebia a caixa de revistas novas para desempacotar.

  • Alessandro Souza

    Saudades da chiclete com banana

  • Guilherme Girão

    Estava ouvindo o programa e me lembrando de Moonshadow, até que o Sidão falou.

  • Márcio dos Santos

    Já achei recentemente no sebo uma edição da primeira série de Heróis da TV da Abril por 1real, mas não levei porque abri o gibi e ele estava todo recortado por dentro.

  • Gustavo Augusto O. Martins

    Minha infância foi nos anos 80 e, quase como todo leitor de quadrinhos, meu primeiro contato com essa arte foi com a Turma da Mônica. Depois, fui “migrando”, rs, indo para Disney, súpers e, mais tarde, os adultos da Vertigo e afins. Algumas saudades:

    – Disney Especial (comentado pelo Sérgio): como eu esperava ansiosamente pelo próximo número!;

    – Natal Disney de Ouro: quando chegava fins de novembro, já ficava de plantão na banca esperando a edição (ainda tenho algumas comigo aqui);

    – Revista d’Os Trapalhões (a segunda versão, com eles crianças) e sua spin-off, “As Aventuras dos Trapalhões” com sátiras à cultura pop (tenho algumas aqui ainda);

    – Pato Donald Especial: com colorido “especial”, eram edições diferenciadas das mensais, com papel melhor (para destacar o colorido) e capa envernizada/cartão;

    – Os Grandes Almanaques de Férias e de Natal, da Turma da Mônica e Disney (mencionados pela Marcela);

    – Revista Quac! (esta, DUVIDO que alguém se lembre, rs): lançada no início dos anos 90 em formato magazine, com papel diferenciado, era uma espécie de Mad disneyana com histórias de humor ácido e escrachado. Projeto nacional, pena que durou poucos meses, pois não caiu no gosto do público purista;

    – A Morte do Superman: não pela qualidade em si, rs, mas mais pela cobertura midiática da época;

    – Marvel vs Dc: a realização do sonho de qualquer nerd fã de super-heróis, um encontro não de apenas dois personagens, mas em larga escala, com dezenas de heróis das duas editoras lutando entre si, com os vencedores das contendas sendo escolhidos pelos leitores dos EUA;

    – Universo Marvel 2099: eu curtia muito, principalmente os títulos do Homem-Aranha e dos X-Men desse universo futurista.

  • Rogerio Araujo Ferreira

    Não aguentei e fui reler e relembrar Void Indigo he he. Curioso como a história traz muitos elementos e conceitos do espiritismo como reencarnações, magos negros e outros. A história aos olhos de hoje é perfeitamente compreensível e talvez o fato de não terem entendido na época é que ela é apenas o primeiro capítulo de uma história que teria uma continuação, será que continuaram??

    • Douglas Coelho

      Continuaram, mas interromperam depois de duas edições :)

  • Rogerio Araujo Ferreira

    Assim como o Codespoti eu também era um caçador das pedras preciosas do Carl Barks, não sabia quem era o autor mas adorava e identificava a qualidade das histórias magníficas dele.

  • André Maria

    Recentemente consegui Camelot 3000 da Panini, então, levei a mini-série em formatinho para trocar em um sebo. Depois de alguns minutos estava implorando, quase aos prantos para ter aqueles formatinhos de volta, com a moça que estava atendendo com uma expressão que dizia “E me falaram que seria um emprego tranquilo…”.
    . Ótimo programa, abraços.

  • Willian Spengler

    Sidão, Nara, Samir e Codespoti comentaram da saudade das tiras dos jornais, nos anos 70/80.

    Quem morou em Santa Catarina, mais especificamente na região de abrangência do “Jornal de Santa Catarina”, nos anos 80/90, deve lembrar com saudosismo das tiras do Vovô Chopão, publicadas no suplemento infantil dominical do jornal, o “Jornal da Criança”.

    O personagem foi criado no final dos ano 70 pelo cartunista Luiz Cé, e logo se tornou um dos símbolos da Oktoberfest, realizada em Blumenau desde 1984.

    As tirinhas eram bem engraçadas, e contavam episódios do Vovô e sua simpática família: a Vovó; seus netinhos Chopinho, Sapeca e Crespinha; o cachorro Ressaca; o papagaio Célio entre outros.

    Até 2014, as tiras continuaram sendo publicadas via internet (o jornal parou de publicá-las em 1996, se bem lembro) com um plus: uma vez por semana, saía uma tira em língua alemã.

    Felizmente, a partir de 2019, um pequeno jornal local voltou a publicar a tradicional tira, provocando aquele sentimento de nostalgia nos velhos leitores.

    Saudações!

  • Gustavo Aidar Pigossi

    Sidão, vocês não vão lançar o segundo volume do Horácio? Muita saudade das historinhas do Mauricio que eu lia na Folhinha. Abraço!

  • Douglas Coelho

    Al Capp aparece arranjando confusão com John Lennon no documentário BED PEACE.

  • Vartoco

    Tenho saudades dos gibis dos Trapalhões da Bloch. Dia desses estava relendo. Era muito engraçado. Pena que nenhuma editora republica isso… Seria demais!!!

  • fabiano lima

    Das Hqs saudosas pra mim cito três a coleção Turma da Mônica da Coca Cola que foi minha introdução no universo criado pelo mestre Maurício de Souza; Batman Morte em Família com passamento do Robin Jason Todd e a mini série Homem Aranha Percepções salvo engano o último trabalho do “achocolatado” Mcfarlane com personagem. Esperando uma edição do Confins com seguinte tema: Grant Morrison uma história de (não) amor by Sidney Gusman.

  • Lisângelo Berti

    Eu sei que vocês tem uma lista imensa de sugestões para temas do programa. Mas creio que a editora Vecchi merecia um lugar ao sol: Chet Diabolik, Mad, Tex e claro, aquele fenômeno que foi as histórias de terror, em especial a saudosa (e maluca) Spektro!