Confins do Universo 103 – A Mitologia de Alex Ross

Por Samir Naliato
Data: 13 maio, 2020

Os super-heróis nunca haviam sido retratados daquela maneira, quando a carreira de Alex Ross explodiu com a publicação da minissérie Marvels.

A equipe do Confins do Universo e nosso convidado especial, Ivan Freitas da Costa, passam a limpo a carreira do artista no momento em que ele completa 50 anos de vida. Saiba mais sobre suas influências, formação, técnicas de ilustração, como entrou para o mercado de quadrinhos e a ascensão meteórica no meio retratando os personagens em um estilo ultrarrealista.

Desde sua primeira obra, baseada na franquia Exterminador do Futuro, até os principais projetos para as gigantes Marvel e DC Comics, além dos trabalhos para Dynamite Entertainment ao revitalizar antigos heróis dos pulps e da Era de Ouro. O modo de vida reservado do autor e o impacto no mercado de obras originais, cujos trabalhos chegam a valer dezenas de milhares de dólares e são usados até como peças de arte.

E ainda: erros de gravação!

Confins do Universo 103 – A Mitologia de Alex Ross

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  • Emerson Penerari

    Muito bom! Nunca é demais falar sobre Alex Ross. Me lembro até hoje quando estava fazendo minha visita semanal às bancas do centro de Campinas na hora do meu almoço e me deparei com Marvels n° 1! Comprei na hora (e tive que me virar almoçando cachorro quente, rs) e não via a hora de continuar a leitura. Quem era esse cara que pintava tão bem? Na época eu já tinha clássicos pintados, como Moonshadow, Wolverine e Destrutor, Elektra Assassina, entre outros, mas não via algo com sobrecapa desde Ás Inimigo do George Pratt.
    Fiquei um bom tempo propagando a arte dele para os amigos. A Devir lançava aquele fanzine “Recado” e, em 96, eles anunciaram Kingdom Come. Encomendei a versão importada, não ia aguentar esperar até sair no Brasil. Mais revolução! Encomendei Uncle Sam, e depois a versão encadernada importada da Marvels, com extras. Graças a esses extras e às matérias da Wizard nacional e importada, conseguia entender como funcionava o processo de trabalho do Alex, que o Sérgio explanou tão bem aqui.

    Passei a comprar tudo que saía importado dele graças aos Recados da Devir, até 2003. Tenho até hoje aquela versão Millenium Edition que o Samir citou, com a cópia de Open Space.

    Confesso que atualmente acompanho pouco, mas entro no site dele para ver materiais à venda (quem sabe um dia…). E ver algumas obras originais nas exposições que o Ivan organizou ainda me encanta muito.

    Valeu mesmo por esmiuçarem a carreira dele. Com certeza ouvirei mais vezes esse podcast, e ouvirei novamente os anteriores sobre Marvels e Reino do Amanhã.

    Abraços e parabéns pelo excelente trabalho!

  • Marquito Maia

    Sem dúvida, um artista extremamente talentoso!! “A Arte Explosiva de Alex Ross” (Dynamite/Mythos) e “Mythology” são livros dignos de se encher os olhos!! Aliás, devo confessar que prefiro sua faceta como ilustrador e capista à de quadrinista!! Tanto realismo cansa um pouco, tipo “O Mercenário”, do Vicente Segrelles.

  • Cassiano Cordeiro Alves

    Acho que, como a maioria dos leitores brasileiros, conheci o trabalho de Alex Ross na minissérie Marvels. Na época não tínhamos tantos “super-heróis live action”, então os desenhos dele (transpondo os personagens para o mundo real, digamos assim) eram um deleite. Na época (tinha 14 anos) pensei: “Puxa, essa cara poderia ganhar a vida somente fazendo capas. E eu ficaria feliz com isso”. E olhe só o que aconteceu…
    Há quem não goste do traço dele. Eu ainda adoro!

  • Gustavo Azevedo

    o alex ross não é meu artista preferido mais é claro que ele tem mérito e muito.
    prefiro seu traço no lápis.

  • James Howllet

    Amei o Aranha rubro-negro! 😍

    • Cassiano Cordeiro Alves

      E ninguém comentou no episódio que a proposta do Alex Ross para o Aranha no 1º filme acabou se tornando o Homem-Aranha Superior. E que o uniforme do Bucky como Capitão América também foi proposta do Ross.

  • Tarcísio Marques

    Muito bom o trabalho dele. Marvels foi marcante e continua sendo sua melhor HQ. O Reino do amanhã também…impressionante. Lembrar do filme Liga da Justiça…em que uma das fotos do grupo remete a sua arte. Hoje eu gosto mais do Bill Sienkiewicz ou mesmo de artistas como Jae Lee, Lee Bermejo e o argentino Alberto Breccia. Gosto mais de artes em que o artista não entrega tudo ao observador ou que explore o material que tem em mãos. Que o observador participe da construção da imagem com a sua imaginação. E acho que em Marvels…apesar do Hiperrealismo…ele faz bem isso. Mas…astistas que optam por esta linha muito detalhista, que leva tempo para ficar pronta…acaba caindo na produção de capas. Vejam o Brian Bolland. Basicamente capista. Ah….acho que ele ousa mais na composição do que na exploração do material de pintura que ele tem em mãos. Mas no geral…um artista muito bom.

  • Crivelari

    Não gosto de uma coisa no trabalho do Alex Ross: Acho que ele mostra todos os personagens muito envelhecidos.

  • Gustavo Augusto O. Martins

    Mais um episódio de primeira! Conheci (como muitos) Alex Ross através da minissérie Marvels. Lembro-me de que, quando vi nas bancas aquela edição de luxo com capa em acetato e aquela arte, fiquei embasbacado! Eu a tenho até hoje. Depois, veio outra obra-prima: Reino do Amanhã (e, diferentemente de Marvels, em que a Abril deu um show na edição nacional, Reino veio numa edição meia-boca, com papel em baixa gramatura; um horror. Comprei a edição encadernada depois.). Tenho também os álbuns dos heróis da Liga; mais um deleite para os olhos. Eu curto muito este estilo hiper-realista dele; vê-se o trabalho minucioso, a dedicação em cada personagem. O cara é um mestre no que faz! PS: Uma curiosidade não mencionada no episódio: quem lembra daquela capa da SJA com o Cidadão Gládio que causou polêmica pelo, digamos, “dote” do rapaz? rs

  • Cassiano Cordeiro Alves

    Mais um baita programa. Lembro quando fui assistir Homem-Aranha 2 no cinema, e vi os créditos iniciais com a arte do Alex Ross, dei um pulo de alegria da cadeira e pensei “ó, já valeu o ingresso…”.
    Sobre Marvels, eu tenho a minissérie da Abril e a edição de 10º aniversário (capa cartonada) da Panini. Sem dúvidas prefiro a edição da Abril, acho que tem uma qualidade superior, embora a da Panini venha com a edição 0 que não saiu na primeira.
    Concordo plenamente com o Sérgio e com o Ivan: para o “leigo” (e me incluo como um) a arte realista é muito mais fácil de apreciar do que a estilizada. Lembro que cheguei a levar a edição de Super-Homem Paz Na Terra para mostrar aos colegas de faculdade como quadrinhos também são arte.
    Pena que ele não desenhe mais hqs completas. Tem uma história do Mark Millar que eu gosto muito, chamada 1985, que é mais uma homenagem à Marvel. Ficaria perfeita com a arte do Alex Ross, mas compreendo que seria quase uma repetição do que ele já fez em Marvels….(li em algum lugar que a proposta original da história era para ser uma fotonovela, com fotos de modelos fantasiados; essa eu também queria ter visto).
    E, de fato, a arte dele casa muito mais com a DC do que com a Marvel.

  • Diêgo Silveira

    Um episódio justo e necessário. Gostaria de assinalar um aspecto já pincelado pelo Codespoti e o convidado, mas digno de contínua ênfase: O trabalho de Ross não consiste em mera reprodução fotográfica! Ele não é um retratista ordinário. Sua contribuição estética é original (tanto estruturalmente quanto no tocante ao acabamento). E sobre a questão do movimento é óbvio (para quem estuda desenho) que um esboço ou desenho caricatural mais próximos do gestual drawing (abstendo-se de certas representações de volume) sugerirá mais dinamismo. Porém no trabalho do Ross, como no estatuário grego (a exemplo de Policleto e seu Cânone), há notória sugestão de vida e naturalidade, mesmo quando a figura está “parada”. Assaz pertinente o registro do UHQ. Meus cumprimentos.