Confins do Universo 106 – 1986: um ano inesquecível pros quadrinhos

Por Samir Naliato
Data: 24 junho, 2020

Durante toda a História, os quadrinhos tiveram momentos marcantes que ajudaram a transformar a mídia de maneira significativa.

Para o mercado norte-americano, um desses momentos aconteceu em 1986, ano fértil em ideias e lançamentos de qualidade que influenciariam outros autores e cuja importância permanece até os dias atuais.

Alan Moore, Art Spiegelman, Frank Miller, John Byrne, Chris Claremont, George Pérez e outros estavam no auge de sua força criativa e produziram clássicos como Watchmen, Maus, Batman – O Cavaleiro das Trevas, Demolidor – A Queda de Murdock, Mulher-Maravilha, O Homem de Aço e outros, resultados de uma mudança de paradigma que o mercado norte-americano vinha experimentando nos anos anteriores.

Junte-se à equipe do Confins do Universo para relembrar 1986, as obras marcantes, autores de destaque, o surgimento de novas editoras ( como a Dark Horse), a transformação comercial que o mercado estava passando, os eventos da época e mais!

E ainda: mensagens dos ouvintes e erros de gravação!

Confins do Universo 106 – 1986: um ano inesquecível pros quadrinhos

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  • Sidney Gusman

    Caramba, eu falei que a Opera Graphica lançava a coleção Ópera Erótica! Falha minha: foi a Martins Fontes. Sorry!

    • CptGuapo

      Acabei de ouvir o programa e já ia fazer a correção, Sidão. Tenho muitos números dessa coleção da Martins Fontes e por um momento pensei que fosse um relançamento da Opera Graphica que eu desconhecia…

      Mas de boa, pois haja informação pra assimilar… A propósito, mais um podcast maravilhoso.

  • Pedro Bouça

    Os acessos histéricos dos nerds da época efetivamente liquidaram a carreira do Byrne. Ele nunca conseguiu recuperar sua reputação. Ainda hoje os fãs do Super-Homem que ainda não eram nascidos na época falam que ele “destruiu” o personagem.

    Vale dizer que quando soube que o Curt Swan tinha ficado desempregado, o Byrne escreveu um especial do Super (The Earth Stealers, inédito no Brasil) expressamente para ser desenhado pelo Swan!

    Questão de preço. Na verdade, as HQs nessa altura estavam SERIAMENTE desvalorizadas nos EUA. Da criação do formato nos anos 1930 até quase os anos 1960 o preço foi mantido artificialmente nos 10 cents. Como? Fácil, as revistas dos anos 1930 tinham umas 50 páginas de quadrinhos e nos anos 1960 umas 20. Houve perda real de conteúdo! Quando ficou insustentável, os preços voltaram a subir, mas o número de páginas de história continuou (e continua!) na faixa das 20.

    A longo prazo isso condenou o formato, afinal quem quer pagar caro por algo que você lê em 15 minutos? Na Europa foi o contrário, quando o preço aumentava, eles aumentavam também o número de páginas. A primeira Spirou tinha 16 páginas, hoje tem 52 – e já teve mais no passado!

    A questão de não ter encalhe no mercado direto foi intencional. Na época era interessante para os lojistas conservarem as edições não vendidas, porque havia um mercado forte de números antigos. Os constantes relançamentos de séries e encadernações acabaram com a demanda por edições antigas, então hoje os lojistas não têm mais o mesmo interesse em conservar os invendidos.

    O Codespoti misturou a fase do Hulk na Encruzilhada (que veio ANTES do Byrne) com a fase do Al Milgrom (que veio DEPOIS do Byrne). A única semelhança entre as duas é que eram fracas.

    Então entre as editoras americanas em 1986 tinha a Now e a Comico? ;-)

    • kromak

      Para ser um pouco mais preciso, elas tinham umas 64 páginas no começo da Era de Ouro, encolheram para 52 entre o final da era de ouro e o começo da era atômica, depois para 36, finalmente para a casa dos 20. Também encolheram na largura e em alguns casos na altura

  • Foi o ano que nasci, claro que é importante, hahaha!

  • Geraldo Borges

    Mais um programa sensacional!! E que venha o proximo episodio!
    A proposito, quando o Naranjo mencionou os autores publicados na espetacular Aventura e Ficcao, dois autores nao sao europeus: os argentinos Enrique Breccia e Jorge Zetner. A proposito, fica a dica de um programa sobre as HQs dos nossos vizinhos da America do Sul (argentinos, chilenos, uruguaios, peruanos, etc…)

    • Huro

      Puts, esse seria SENSACIONAL! Sempre tenho a impressão que elogiamos
      muito quadrinhos sul-americanos isoladamente, mas confesso que não faço
      ideia de como é cena vizinha.

      • Geraldo Borges

        Olha, hoje moro no Chile, e a unica HQ chilena que havia ouvido falar era Condorito. Existe grandes revistas e grandes artistas phecer aqui. E claro há que estender a curiosidade para os nossos outros vizinhos e vamos descobrir um novo e grande universo. Ansioso desde ja por esse “aguarde e confie” :)

    • Aguarde e confie!

    • brunoalves65

      esse programa será histórico! Conhecemos muito dos quadrinhos europeus, norte-americanos e orientais mas o trabalho dos nossos vizinhos sul-americanos são praticamente desconhecidos, tirando um ou outro, com mais ênfase nos argentinos. Recentemente saiu o chileno Condorito pela editora Quadriculando, que está com outro projeto sul-americano no Catarse, a hq peruana, Ayar, a Lenda dos Inkas. Aguardando!

  • Rafael Monteiro de Castro

    Vídeo sensacional!

    Correçãozinha de nerd: Os Marauders são os Carrascos. Os Carniceiros são os Reavers.

    E Massacre de Mutantes já saiu duas vezes pela Panini: uma nos Maiores Clássicos dos X-Men, outra em uma edição separada. As duas têm o mesmo material, só a capa é diferente.

    Abs!

  • Bruno Rosa

    X-Factor não é de 1985 ?

  • Daniel Saks

    Tinham que chamar o Daniel HDR para esse pod, esse tema é muito recorrente no Argcast.

  • sergio reis

    1986! Eu com meus QUASE dez aninhos, lendo meus formatinhos… tempos idos! Senhor episódio! Parabéns!!! Aguçaram MUITO minha curiosidade com essa citação a The ‘Nam!!!!

    P.s. O Sidney largando um: ” O cachorro f&$#@ da p $%@, latiu!” foi sensacional!!!!!

  • ARQUEIRO VESGO

    Show de bola. Gostei.