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Título: SUPER-HOMEM VERSUS APOCALYPSE - A REVANCHE # 1 a 3
(Editora Abril)
- Minissérie quinzenal em três edições
Autores: Dan Jurgens (roteiro e desenhos) e Brett Breeding (arte-final).
Preço: na época era variável, de acordo com uma tabela da editora
Número de páginas: 48
Data de lançamento: Maio a Junho de 1995
Sinopse: Após morrer e ressuscitar, Super-Homem ainda sente algo
remoendo em seu interior. Essa sensação o leva a procurar respostas a
respeito da abominável criatura Apocalypse, que desperta de seu sono,
à deriva no espaço...
Positivo/Negativo: Em uma discussão das fases mais controversas
da história do Homem de Aço, com certeza uma que não pode faltar é a respeito
de sua morte.
Alguns argumentam que, no final, só foi uma morte para alavancar vendas;
outros acharam um momento interessante na DC, por estar privada
de seu maior herói, enquanto uns se questionam: como um ser como Apocalypse
surge do nada e "mata" o Super-Homem?
Para responder esta pergunta, o roteirista e desenhista do Super nessa
fase, Dan Jurgens, lançou esta minissérie.
Deve-se admitir que ela mexe com algo muito incomum para um homem que
é praticamente invulnerável a quase tudo no universo. Tudo, exceto o medo.
E é nesse medo que viaja o nêmesis inconstante de Kal-El, Apocalypse,
cuja história é desvendada pouco a pouco por intermédio do lento rastro
de destruição deixado pela besta ensandecida no próprio coração ardente
de Apokolips.
Ao contrário do que se pode esperar, é o Super-Homem quem está à caça
de seu inimigo, e não o contrário. Ele confronta o seu medo, enfrenta
um inimigo inesperado, na face de Hank Henshaw, o Super Ciborgue, e se
alia momentaneamente a um de seus mais ferrenhos rivais: Darkseid.
Outro fator interessante seria a violência das imagens, explícitas nos
atos de Apocalypse. O sangue jorra, cabeças são arrancadas e pessoas são
divididas ao meio sem a menor cerimônia de Jurgens. Talvez seja um pouco
mais lógico, visto que uma criatura do tamanho e força de Apocalypse não
iria simplesmente "nocautear" alguém.
Um detalhe interessante da edição é a primeira capa, com um visual metálico.
Já as ilustrações são inusitadas: cada número apresenta Super-Homem e
Apocalypse se aproximando, um na visão do outro, até a capa da terceira,
onde já estão se digladiando.
Mesmo que você não seja fã da fase Jurgens, de Clark Kent e seus cabelos
compridos, esta é uma série interessante para quem quer ver uma aventura
em que Kal-El é menos Super e mais homem.
Classificação: 
- Antonio Tadeu Ferreira Sobrinho
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