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Graphic novel traz de volta Pinóquio como matador de vampiros

Por Marcus Ramone   Siga Marcus Ramone no Twitter   | 03-11-09

Pinocchio: Vampire SlayerEsqueça o Pinóquio ingênuo que Walt Disney imortalizou no desenho animado de 1940. O boneco de madeira que virou criança de verdade renasceu no novo milênio com um conceito nada infantil.

No álbum especial Pinocchio: Vampire Slayer, escrito por Van Jensen, desenhado por Dustin Higgins e lançado há poucas semanas nos Estados Unidos pela SLG Publishing, permanece o tom sombrio da história original do italiano Carlo Collodi - que estreou em 1883 como uma aventura seriada no periódico Gionarle per i Bambini -, elevado à enésima potência nestes tempos em que vampiros e zumbis estão na crista da onda não apenas nos quadrinhos, mas tambem na TV e no cinema.

A trama, que se passa no mesmo século 19 da história original, toma um rumo diferente a partir do momento em que o velho carpinteiro Gepeto é morto por vampiros. Pinóquio, ainda feito de madeira, jura vingança e dá início a uma caçada implacável que só terá fim quando destruir toda essa raça infernal.

A graphic novel, apesar de destacar o terror, é recheada de humor negro e outras tiradas mais leves, dentre elas o fato de Pinóquio usar como estaca (a fim de cravá-la no coração dos vampiros) o próprio nariz, que cresce a cada mentira contada pelo garoto e é arrancado quando atinge o tamanho ideal para atingir mortalmente seus inimigos.

Pinocchio: Vampire Slayer tem 128 páginas em preto e branco e custa US$ 10.95.

Pinocchio: Vampire Slayer

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