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Título: BATMAN # 79 (Panini
Comics) - Revista mensal
Autores: Noite de inauguração (HQ originalmente publicada em Detective Comics # 843) - Paul Dini (roteiro), Dustin Nguyen (desenhos), Derek Fridolfs (arte-final), John Kalisz (cores);
Acordando no lado errado do universo(HQ originalmente publicada em Catwoman # 76) - Will Pfeifer (roteiro), David López (desenhos), Álvaro López (arte-final), Jeromy Cox (cores);
Queda livre(HQ originalmente publicada em Nightwing # 142) - Peter J. Tomasi (roteiro), Rags Morales (desenhos), Michael Bair, Mark Propost e Sandu Florea (arte-final), Nathan Eyring (cores);
O inimigo com nove olhos (HQ originalmente publicada em Batman # 674) - Grant Morrison (roteiro), Ryan Benjamin (desenhos), Saleem Crawford (arte-final), Guy Major (cores).
Preço: R$ 7,50
Número de páginas: 96
Data de lançamento: Junho de 2009
Sinopse: Noite de inauguração - Johnny Sabatino, um criminoso de Gotham City, resolve abrir concorrência às casas noturnas do Pinguim e contrata Zatanna para o show de inauguração. Mas alguém está sabotando o novo negócio e cabe ao Batman descobrir quem.
Acordando no lado errado do universo - A Mulher-Gato voltou para casa e o Batman a está ameaçando com uma pistola. Ou estaria ela ainda na realidade errada?
Queda livre - Asa Noturna continua a investigação sobre os responsáveis pelo roubo dos corpos dos meta-humanos no cemitério de Nova York com a ajuda de Robin e Doutor Meia-Noite.
O inimigo com nove olhos - O jantar de Bruce Wayne e Jezebel Jet é interrompido por um estranho vilão de muitos olhos. Robin e Asa Noturna investigam um caso juntos. Damian segue treinando com sua mãe, Talia. De que modo isso tudo poderia se encontrar?
Positivo/Negativo: Uma edição mediana, um pouco abaixo do que a revista costuma trazer.
Paul Dini continua muito bem em seus roteiros nada pretensiosos e bastante divertidos. Quem não ajuda é o desenhista Dustin Nguyen, com suas expressões faciais em série. Embora ele apresente uma melhora significativa em relação às histórias anteriores, não é o suficiente. Quem ajuda é o time de arte-finalistas, que fez um bom trabalho.
A historia da Mulher-Gato foi contaminada pela gripe de "pré-Crise Final", pois está interligadas com a saga O Planeta dos Condenados, o que é um problema. A trama conectada ao quebra entre vilões em outro planeta está pouquíssimo interessante.
Este arco da Mulher-Gato está bem aquém do feito por Will Pfeifer. E o pior: as coisas estavam indo para um caminho bacana após a decisão de Selina de voltar ao crime. A equipe de arte mantém sua constante qualidade, com boas sequências de ação e bastante ritmo.
Já em Asa Noturna, embora a trama esteja um tanto arrastada, o roteirista Peter J. Tomasi está construindo bem a personalidade de Dick Grayson, que parece assumir de vez seu posto de irmão mais velho da bat-família.
O traço de Rags Morales segue irregular, sobretudo nas expressões faciais e suas cenas carecem de movimento.
Mas o maior problema de arte está na última aventura da revista. Se Tony Daniel, o desenhista regular já é um expoente do traço típico dos anos 90, Ryan Benjamin é apenas um seguidor de Daniel, apresentando os mesmos problemas de proporção e dentes cerrados, acrescido ainda de pouca (ou quase nenhuma) originalidade.
Grant Morrison ainda mantém a revista sob controle, preparando o terreno para o arco Descanse em paz, que começa na próxima edição. No entanto, não é tão bem-sucedido ao tentar controlar três narrativas simultaneamente.
Desta vez, toda a pretensão do escritor escocês jogou contra ele.
Classificação:
- Lielson Zeni
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