Batman – Vigilantes de Gotham # 42

Por Marcus Vinicius de Medeiros
Data: 3 março, 2001

Batman – Vigilantes de Gotham # 42Editora: Editora Abril – Revista mensal

Autores: Batman – Chuck Dixon (argumento), Jim Aparo (desenhos) e David Roach (arte-final);

Asa Noturna e Robin – Chuck Dixon (argumento), Willian Rosado (desenhos) e Sal Buscema (arte-final);

Robin – Chuck Dixon (argumento), Staz Johnson (desenhos) e Stan Woch (arte-final).

Preço: R$ 2,50

Data de lançamento: Abril de 2000

Sinopse

Por toda a sua vida, Batman lutou para proteger Gotham do mal em todas as formas existentes.

Agora, quando a única possibilidade de sobrevivência da cidade está nas mãos do Congresso, cabe a Bruce Wayne a tarefa de depor em Washington e convencê-lo de que Gotham merece mais uma chance, lembrando a todos que, apesar de toda a loucura e da criminalidade crescente, lá ainda residem cidadãos honestos, trabalhadores e perseverantes.

Na história de Asa Noturna e Robin, a dupla combate o vilão Vaga-Lume, contratado para incendiar o que restou da Gotham.

Por fim, dando seqüência à trajetória solo do Menino-Prodígio, um atormentado Robin persegue os supostos jovens assassinos de sua escola.

Positivo/Negativo

Edição inteiramente escrita por Chuck Dixon, que está mais em forma do que nunca e consegue extrair o melhor dos personagens.

São dois os pontos fortes: o discurso de Bruce Wayne para os congressistas, temperado por imagens de página inteira com momentos marcantes da evolução de Batman e de Gotham; e, mais uma vez, a história do Robin, que continua mantendo o elevado nível de qualidade, estabelecendo-se entre as melhores séries de super-heróis que saem agora no Brasil.

Em ambos os casos, caracterizações primorosas e uma estrutura narrativa que conduz a atenção do leitor com precisão.

Para os mais antigos, outro atrativo são os desenhos do veterano Jim Aparo, sob uma arte-final competente, que valoriza os traços do ilustrador sem descaracterizá-los.

Por outro lado, na história de Asa Noturna e Robin, o desenhista Will Rosado, se não chega a ser de todo ruim, parece extremamente deslocado. A insatisfação quanto às histórias ficou com o personagem Nick Scratch, que, mesmo tendo algumas linhas interessantes, ainda está longe de agradar.

Classificação

4,0

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