Capitão América & os Vingadores Secretos # 16

Por Lielson Zeni
Data: 8 março, 2013

Capitão América & os Vingadores Secretos # 16Editora: Panini Comics – Revista mensal

Sonhos americanos (Captain America # 1 e # 2) – Ed Brubaker (roteiro), Steve McNiven (desenho), Mark Morales, Jay Lester e Dexter Vines (arte-final) e Justin Ponsor (cor);

Império subterrâneo (Secret Avengers # 16)) – Warren Ellis (roteiro), Jamie McKelvie (arte) e Matthew Wilson (cor).

Preço: R$ 6,50

Número de páginas: 72

Data de lançamento: Outubro de 2012

Sinopse

Sonhos americanos – No velório de Peggy Carter, Capitão América, Sharon, Nick Fury e Dum Dum são atacados por um atirador misterioso. Esse atentado vai colocar os heróis diante de um problema do passado.

Império subterrâneo – Os Vingadores Secretos investigam uma cidade subterrânea que pode ter sido usada pelo Clã das Sombras.

Positivo/Negativo

Antes de tudo, e talvez a coisa mais importante a se dizer: esta revista é um bom ponto de entrada para novos leitores.

Começam as séries Captain America, mais uma vez reiniciada pela Marvel, e o talentoso roteirista Warren Ellis assume a revista Vingadores Secretos.

Porém, há o “porém”.

A revista é tão indicada pra novos leitores, que quem a acompanhava mensalmente, sem ler outras revistas da “Casa das Ideias”, não sabe o que aconteceu com Bucky Barnes e em que momento Steve Rogers voltou a portar o escudo listrado – caso deste resenhista.

A sugestão é adotar o lema “a vida segue em frente” para aproveitar as boas histórias deste número.

Ed Brubaker impõe uma trama de ação, cheia dos recursos absurdos de saltar de aviões e correr contra uma saraivada de balas. Ora, quem quiser realismo que procure outra HQ, pois aqui a fantasia impera.

A ideia central do plot, não revelada nesta resenha em nome da preservação dos leitores que fogem de spoilers, é ótima e, se bem explorada, pode render muito.

A arte de Steve McNiven é bastante competente pras cenas de ação, dando a dinâmica que a revista precisa.

Fecha a edição uma história escrita por Warren Ellis: muita informação pseudocientífica nos diálogos e ação em alta velocidade.

Jamie McKelvie usa uma narrativa rápida, com uma bela decupagem. E já que Ellis é Ellis, vem uma questão moral lá no último quadrinho da aventura.

Classificação

3,5

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