Capitão América & os Vingadores Secretos # 4

Por Lielson Zeni
Data: 9 março, 2012

Capitão América & os Vingadores Secretos # 4Editora: Panini Comics – Revista mensal

Sem saída (Captain America # 609) – Ed Brubaker (roteiro), Butch Guice (desenho), Rick Magyar, Andrew Hennessey e Butch Guice (arte-final) e Paul Mounts (cor);

Histórias secretas (Secret Avengers # 4) – Ed Brubaker (roteiro), Mike Deodato (arte) e Rain Beredo (cor);

Guerreiros secretos (Secret Warriors # 20) – Jonathan Hickman (roteiro), Mirko Colak (arte) e Imaginary Friends Studio (cor).

Preço: R$ 6,50

Número de páginas: 72

Data de lançamento: Outubro de 2011

Sinopse

Sem saída – O Barão Zemo divulgou para o mundo todo que Bucky Barnes é o novo Capitão América e que ele já foi o Soldado Invernal. Furioso, o herói precisa se controlar para não cair nas armadilhas do vilão.

Histórias secretas – O confronto decisivo entre os Vingadores secretos e o Nova possuído pela coroa da serpente.

Guerreiros secretos – Nick Fury organiza um grande ataque contra a Hidra e a Leviatã e isso vai trazer graves consequências para o mundo todo.

Positivo/Negativo

Nesta edição, retomam-se todas as tramas da anterior.

Em Capitão América, há um excelente uso da arte e da narrativa sequencial, para uma trama boa, porém com roteiro mediano. Ed Brubaker aposta muito em ações “manjadas”, como o vilão que atira com a bazuca contra os heróis que estão no apartamento investigando.

O bom roteirista usa tanto do expediente que há até o vilão revelando o plano ao herói aprisionado. Já a arte de Butch Guice está muito bacana.

Na aventura seguinte, o mesmo Brubaker mostra que sabe escrever uma boa trama de ação. Embora a maior parte do mérito de Vingadores secretos seja da arte ágil de Mike Deodato. Poucos desenhistas da indústria norte-americana de quadrinhos têm o talento dele para as cenas de combate.

Resolvida a encrenca, a última página já cria o gancho para o próximo arco.

Apesar de ser a única série a não estar no título, Guerreiros secretos é a melhor leitura da revista. Jonathan Hickman conduz uma trama sobre um grupo de espionagem, infiltração e destruição liderado por Nick Fury.

A arte é bonita e a colorização muito boa. O único ponto a se questionar é a quantidade de páginas de impacto. São tantas e tão mal planejadas, que perdem em impacto e reduzem o espaço pro desenvolvimento da história.

No geral, uma edição bacana. Vale a leitura dos entusiastas de super-heróis. Apesar das escorregadas de Brubaker neste número, ele é um roteirista acima da média e suas aventuras sempre trazem algo de interessante.

Classificação

2,0

• Outros artigos escritos por

.

.

.