Grandes Heróis Marvel # 2 – Segunda série – formatinho

Por Rodrigo L. Monteiro
Data: 3 março, 2001

Grandes Heróis Marvel # 2Editora: Editora Abril – Revista mensal

Autores: Thunderbolts – Kurt Busiek (roteiro), Mark Bagley (desenhos), Vince Russel, Scott Hanna, Larry Mahlstaod e Greg Adams (arte-final);

Capitão América – Mark Waid (roteiro), Walter McDaniel e Antony Willians (desenhos), Whitney McFarland e Andi Lanning (arte-final).

Preço: R$ 3,50

Data de lançamento: Março de 2000

Sinopse

Thunderbolts – Depois de serem desmascarados no Especial do mês # 3, Zemo usa a tecnologia roubada do Bio-Modem em Thunderbolts Especial # 1 para controlar as mentes dos principais líderes militares do planeta. O Objetivo? A conquista do mundo, é claro.

No entanto, a jovem Choque (única heroína real do grupo) lidera seus companheiros, com exceção de Tecno, contra os planos do Barão. O confronto que se segue no satélite da IMA é logo interrompido pela aparição dos Vingadores e do Quarteto Fantástico.

Ambas as equipes, sendo controladas por Zemo, partem para cima dos Thunderbolts, que fogem para um satélite abandonado. Lá, com o auxílio do Homem de Ferro, conseguem elaborar um plano que tire seus companheiros do jugo do Barão.

Zemo acaba derrotado depois de ser espancado por Rocha Lunar, e foge, ajudado por Atlas e Tecno. Atlas, no entanto, prefere ficar com os Thunderbolts. A equipe decide se entregar aos Vingadores por seus crimes, mas acabam sendo teleportados para uma dimensão alienígena, onde ajudam a acabar com uma rebelião. Na volta à Terra, decidem continuar suas carreiras de heróis, enquanto um recuperado Barão Zemo arquiteta sua vingança contra seus ex-subordinados.

Capitão América – Nos primeiros dias de sua volta à vida depois de passar anos congelado, o Capitão se une ao Tocha Humana para capturar um vilão que se passava por ele. História simples e boa, que mostra um pouco do hoje esquecido senso de humor do personagem.

Positivo/Negativo

Kurt Busiek mostra a cada dia por que é um dos melhores roteiristas da atualidade. Se os Thunderbolts nesta história não têm nada de excepcional, pelo menos estão bem acima da média do que se vê hoje nas HQs de heróis. Ao fim da saga, fica aquele gostinho de “quero mais”.

O mesmo vale para Mark Waid, que mostra o quanto domina não só o Capitão América quanto também sabe contar, como poucos, uma história que, aparentemente, não teria nenhum atrativo. Aparentemente…

De negativo, o preço. Marvel 2000 teve 130 páginas e custou R$ 2,50, enquanto GHM teve a mesmíssima estrutura e custou R$ 1,00 a mais. Isso mostra claramente que a Abril não gosta dos Thunderbolts e parece publicá-los apenas como uma obrigação.

Classificação

4,0

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