Legião Perdida – Novos 52

Por Marcelo Alexandre Pacheco
Data: 22 fevereiro, 2013

Legião PerdidaEditora: Panini Comics – Edição especial

Autores: Fabian Nicieza e Tom DeFalco (roteiro) e Pete Woods e Matt Camp (arte adicional da parte 6) (arte). Brad Anderson (cores) – Originalmente publicada em Legion Lost # 1 a # 7.

Preço: R$ 14,90

Número de páginas: 144

Data de lançamento: Dezembro de 2012

Sinopse

Fugindo do amanhã – Vésper, Pulsar, Tellus, Yera, Tyroc, Lobo Cinzento e Portal viajam do Século 31 até os dias atuais para tentar evitar um ataque terrorista de um vilão vindo do futuro.

No entanto, a tentativa de adaptação e a falha de sua tecnologia futurista são mais alguns obstáculos para os Legionários.

Positivo/Negativo

Esta edição marca a volta da publicação da Legião dos Super heróis ao Brasil, agora no período pós-reboot (Novos 52, por aqui). A história mostra alguns legionários pouco conhecidos e outros mais populares – Vésper e Pulsar -, principalmente na fase de Keith Giffen, nos anos 80.

A interação entre os heróis e suas dificuldades em se adaptar ao nosso século complementam a busca ao terrorista vindo do futuro. A dinâmica entre os personagens funciona bem, inclusive quando ocorre uma participação especial, no final da parte 5 e em toda a seguinte.

Há também dramas pessoais com personagens novos, que os legionários procuram resolver da melhor maneira possível, nem sempre obtendo sucesso.

Fabian Nicieza e Tom DeFalco são bons roteiristas para trabalhar com personagens jovens. Nicieza mostrou isso em Novos Guerreiros e Novos Mutantes, ambos da Marvel; e De Falco, com Garota Aranha.

A arte de Pete Woods é agradável aos olhos e o letreiramento ficou muito bom, com alguns quadros com fundo preto e letras amarelas (em vez do que a Panini tem feito nas histórias do Capuz Vermelho, na revista A sombra do Batman, usando fundo preto e letras em vermelho, o que dificulta demais a leitura).

Como nem tudo são flores, as capas originais das edições # 2 a # 6 foram condensadas nas três últimas páginas da revista. Seria interessante a editora ter colocado algumas páginas a mais, com as capas em tamanho original e uma matéria contando um pouco da história da Legião dos Super-Heróis e apresentando os protagonistas deste volume. Fica a dica para um próximo encadernado – nos Estados Unidos, a série foi até o número # 12.

Classificação

4,0

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