MAGICO VENTO # 62

Por Toni Rodrigues
Data: 1 dezembro, 2007


Título: MAGICO VENTO # 62 (Mythos
Editora
) – Revista mensal

Autores: Gianfranco Manfredi (texto) e Pasquale Frisenda (desenhos)

Preço: R$ 6,90

Número de páginas: 96

Data de lançamento: Agosto de 2007

Sinopse: O Alvo – Continuando a trama iniciada no número anterior, a história se move para o coração das Montanhas Negras, onde Mágico Vento tenta impedir a todo custo que o ambicioso General Custer provoque uma guerra com os índios.

Enquanto isso, sem que ele saiba, um terrível assassino, seguido de perto por Poe, espreita a tropa pronto para deixar novas vítimas em busca de uma vingança que ele julga justa.

Positivo/Negativo: Não há o que falar do texto de Manfredi pra esta edição. A história é boa como sempre e merece ser conferida.

Quanto à arte, vale uma explicação sobre Pasquale Frisenda, que nasceu em Milão, em 8 de janeiro de 1970 e começou a carreira como assistente de Carlo Ambrosini (um dos desenhistas de Ken Parker), na série Cyborg, inédita no Brasil.

Depois de alguns anos, ele teve a chance de desenhar algumas histórias de Ken Parker, o que lhe abriu as portas da Sergio Bonelli Editore, da qual nunca mais deixou de ser colaborador.

Hoje, Frisenda é o capista oficial de Mágico Vento desde o número 32 e tem feito um excelente trabalho. Também colabora como desenhista de algumas histórias e neste número tem a espinhosa tarefa de continuar uma HQ começada pelo grande Ivo Milazzo.

Isso é o mesmo que acontecia quando um jogador qualquer precisava substituir Pelé numa partida. De cara, a pessoa se torna um profissional pior do que realmente é por conta da comparação, seja ela injusta ou não.

Frisenda é ótimo desenhista, seu trabalho é elegante, limpo, bem acabado e não fica nada a dever a outros da série, como Goran Parlov. Mas não é tão bom como Milazzo. Tanto que, se no número anterior a excelente trama ficava em segundo plano, por causa dos desenhos, neste a qualidade do texto se sobressai bem mais.

Classificação:

4,0

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