MARVEL MILLENNIUM – HOMEM-ARANHA # 31

Por Zé Oliboni
Data: 1 dezembro, 2004


Autores: Homem-Aranha – Brian Michael Bendis (roteiro) e Mark Bagley (desenhos);

X-Men – Brian Michael Bendis (roteiro) e David Finch (desenhos);

Aventuras Aventurescas – Ron Zimmerman (roteiro) e Duncan Fegredo (desenhos).

Os Supremos – Mark Millar (roteiro) e Bryan Hitch (desenhos).

Preço: R$ 6,00

Número de páginas: 96

Data de lançamento: Julho 2004

Sinopse: Homem-Aranha – Na Mansão X, Peter descobrirá alguns segredos da origem de Geldoff.

X-Men – Quantos ataques o fator de cura de Wolverine consegue suportar?

Aventuras Aventurescas – A conclusão da saga do Coruja-Gavião e o Pica-Pau.

Os Supremos – Os Supremos usarão todos os seus recursos para deter a invasão Chitauri.

Positivo/Negativo: Em todas as histórias desta edição é nítido que no “Ultiverso” o único herói na essência da palavra é o Homem-Aranha. Tirando ele, todas as versões Ultimate são bem muito mais sacanas que os originais. Os que deixam isso mais claro são o Professor Xavier e Nick Fury, para os quais nenhuma medida tem sido suja demais para defender suas causas.

Um ponto alto da história do Aranha é quando ele acorda sem sua máscara e reclama que todo mundo sabe a identidade não tão secreta dele. Além disso, a seqüência em que ele pensa numa fuga do Instituto Xavier derrubando todos os X-Men está, no mínimo, interessante.

Em X-Men, a continuação da aventura de Wolverine começa muito bem, com ele manobrando para escapar do míssil atirado em seu estômago. Essas quatro páginas de ação valem a revista toda. A aparição do Demolidor não empolgou tanto, mas promete para o próximo mês.

Para a alegria de muitos, Aventuras Aventurescas chegou ao fim. A série, uma clara “homenagem” ao Batman, não foi tão boa como poderia. A motivação da insanidade do Diretor (vilão principal e cópia mal feita do Coringa, com direito até a uma Arlequina) não poderia ter sido mais banal. A única coisa que salvou foi a reencenação da morte da família de Bruce Wayne.

Os Supremos estão em uma história de ação muito bem montada e desenhada do começo ao fim. Contudo, Mark Millar exagerou no nacionalismo na página 95, quando o Capitão diz que não desiste de lutar porque é americano e não francês! Outro ponto negativo da edição é que, após meses sem ser publicada, não há o tradicional resumo do que aconteceu anteriormente, o que pode deixar alguns leitores meio perdidos.

Classificação:

4,0

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