VAGABOND #1

Por Marcelo Naranjo
Data: 1 dezembro, 2001

Vagabond #1Título: VAGABOND #1 (Conrad Editora) – Revista mensal

Autores: Takehiko Inoue (texto e desenhos)

Preço: R$ 5,50

Data de lançamento: Dezembro de 2001

Sinopse: Matahachi e Takezo são dois jovens que sobreviveram a uma terrível batalha, e estão andando a ermo, buscando sobreviver.

Eles são encontrados por caçadores de prêmios, que buscam fugitivos da batalha, mas Takezo consegue matá-los.

Continuam andando e acabam por perder os sentidos. Acordam em uma casa, na companhia de duas garotas, que vivem de pilhar espólios de lutas e batalhas (como espadas, armaduras e outros) de soldados mortos.

No entanto, bandoleiros invadem a casa, sendo que o líder conhece uma delas, a bela Okoo, por ter sido o responsável pela morte do seu marido.

Eles estão prestes a conhecer o lado selvagem de Takezo.

Positivo/Negativo: Vagabond conta um desenho de estilo realista, detalhado e de qualidade. É imperdível para quem gostava do clássico O Lobo Solitário. A história tem uma narrativa muito veloz e é recheada de ação. Ou seja, promete.

A obra é baseada na vida do mais famoso samurai japonês, Miyamoto Musashi, sobre quem ficamos sabendo um pouco mais num oportuno texto no final da edição, inclusive por que sua vida desperta tanto interesse, tendo sido tema de livros e filmes.

Para finalizar, alguns errinhos localizados. No texto do editorial, consta “Com um traço absurdamente detalhado uma temática adulta”, falta um “e” após a palavra “detalhado”. Um pouco depois, aparece “buscando sempre o aprimoramente no caminho da espada” (“aprimoramento”). No último parágrafo, mais dois erros: “Ta esperando o que?” (falta o acento no Tá, que deveria ser “Está”; e o “que” deveria estar com acento circunflexo, por encerrar uma frase interrogativa). Também ficou estranho o uso de “Vire a página e vire fã”. Oras, se o mangá é lido ao contrário, o editorial deveria estar no início da história, pois se o leitor virar a página (no sentido oriental) encontrará um texto sobre Vagabond e, se o fizer no outro sentido, vai se deparar com o final da história.

E, no texto que conta um pouco sobre a vida do samurai, consta um “espada de maneira” no lugar de “madeira”.

Uma boa notícia é a publicação de algumas páginas coloridas, como no original.

Classificação:

4,0

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