WOLVERINE # 11

Por Zé Oliboni
Data: 1 dezembro, 2005


Título: WOLVERINE # 11 (Panini
Comics
) – Revista mensal
Autores: Wolverine – Greg Rucka (roteiro) e Darick Robertson (arte);

Mística – Sean Mackeever (roteiro) e Manuel García (desenhos);

Arma X – Frank Tieri (argumento) e Tom Mandrake (arte).

Preço: R$ 6,90

Número de páginas: 96

Data de lançamento: Outubro de 2005

Sinopse: Wolverine encontrou em Nativa uma alma gêmea e uma janela para o passado do qual não se recorda. Agora, os homens misteriosos que enviaram Creed atrás dela farão de tudo para tomá-la, nem que tenham que matar Logan.

Arma X – Agente Zero, Fantomex e Wolverine tentam descobrir a verdade por trás do nome “Roanoke”, e sua busca os conduzirá para uma pequena e misteriosa cidade.

Mística – Para salvar Miúdo e sua própria pele, Raven terá que fazer vários acordos, inclusive um favor para Fantomex.

Positivo/Negativo: Greg Rucka continua com a melhor história da sua fase em Wolverine. Com uma aventura intensa, de poucas palavras e muitos mistérios, finalmente é feito um bom retrato do personagem. Outro marco notável é a evolução dos desenhos de Darick Robertson, que fez ótimas cenas, principalmente na luta de Logan contra os raptores de Nativa.

Arma X continua sem revelar nada, só criando mais dúvidas com a história do povo de Roanoke, que desapareceu no ar. Provavelmente, essa lenda inspirou alguma espécie de plano de emergência dos Programas Arma X e Extra, que é incumbido de fazer desaparecer todas as evidências de que as organizações existiram.

O desenho de Tom Mandrake foi uma boa escolha para contar a lenda e mostrar as alucinações de Logan. Contudo, em alguns momentos seus personagens são um pouco desproporcionais, mas nada que afete o desenrolar da trama. Ponto para a arte-final e as cores também.

Mística teve uma aventura tão sem propósito quanto o uniforme do Homem-Aranha que Fantomex força Raven a roubar para ele, em troca do seu silêncio. Se Raven iria deixá-lo agonizante à beira da morte, não precisaria se dar a todo trabalho que teve.

Uma falha da Panini nessa história é a ausência dos créditos, que geralmente vão na página que resume o que aconteceu anteriormente.

 

Classificação:

4,0

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