X-MEN # 3

Por Rodrigo L. Monteiro
Data: 1 dezembro, 2001

X-Men #3Título: X-MEN # 3 (Panini Comics) – Revista mensal

Autores: X-Men – Chris Claremont (textos), Salvador Larocca (lápis), Tim Townsend (nanquim) Richard Isanove (cores);
Bishop – Joseph Harris (textos), Georges Jeanty (lápis), Nathan Massengil (nanquim), Jason Wright (cores);
Cable – Robert Weinberg (textos), Michael Ryan (lápis), Scott Hanna (nanquim), Gloria Vasques (cores);
Wolverine – Joe Pruett (textos), Sunny Lee (lápis), Harry Candelario (nanquim) Hi-Fi Design (cores).

Preço: R$ 6,90

Data de lançamento: Março de 2001

Sinopse: Ainda recuperando-se do resgate realizado na edição anterior, Fênix, Fera, Gambit, Vampira, Tempestade e Cable tentam descansar em Nova Orleans. No entanto, a folga é interrompida quando um bando de Mandróides invade o hospital, atacando Ororo.

As coisas pioram quando ex-membros da Guarda Imperial de Lilandra conseguem cercar Jean e Cable. Comandados por um debariano, seu objetivo é simples: vingar-se de Jean Grey, pelo fato da Fênix Negra ter se alimentado da estrela que iluminava Debari, o que levou à extinção do planeta, muito tempo atrás.

De volta à nossa linha temporal, Bishop acaba indo parar em uma nave no meio do espaço. “Coincidentemente”, a mesma onde o Professor Xavier e um bando de Skrulls empregavam uma caçada à Rapina, visando obter dela uma importante chave que poderia ser a salvação da Terra. Conexão direta da saga Segurança Máxima.

Depois do primeiro desafio das três bruxas, Cable faz uma viagem a um futuro alternativo, no qual acaba entrando no meio de uma guerra. Na volta ao presente, confronta Aentaros que, dessa vez, apoderou-se do corpo de Bloqueio, um criminoso que teve a mente apagada por Cable meses antes.

Zaran, um antigo inimigo do Mestre do Kung Fu, seqüestra Amiko, com o intuito de atrair Logan para uma armadilha. Seu plano é simples: matar o mutante e, assim, readquirir o status de maior mestre das caçadas do mundo.

Positivo/Negativo: Os X-Men continuam na mesma, com Chris Claremont tentando reviver os gloriosos dias da dupla que montou com John Byrne, época da melhor fase da equipe.

Sozinho, no entanto, Claremont acaba desperdiçando muito de seu potencial. Novamente, o maior destaque fica pra equipe de arte, com Sal Larocca mostrando um traço mais maduro do que o apresentado no seu Quarteto Fantástico; e com Isanove dando o seu já costumeiro show de competência.

Finalmente Bishop volta à nossa linha temporal, de uma maneira um tanto quanto abrupta, numa história que, pelo visto, só serve pra servir de ponte para que o mutante desenvolva seu papel em Segurança Máxima.

Cable, em mais uma história de viagem temporal, onde acaba se envolvendo em batalhas que não lhe dizem respeito? Suas histórias continuam insossas. O mesmo vale para Wolverine. Depois de Liefeld, Joe Pruett vem com outra história que não merece nem segunda leitura. Há ainda o absurdo de Zaran ter como “cão de guarda” um Velociraptor.

Classificação:

4,0

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