Entre cegos e invisíveis, novo quadrinho de André Diniz, tem a ditadura como pano de fundo

Por Samir Naliato
Data: 12 novembro, 2019

O quadrinhista brasileiro André Diniz está lançando um novo trabalho, Entre cegos e invisíveis (formato 17 x 24 cm, 128 páginas, capa cartonada, R$ 42,00), que está em pré-venda na loja da editora Café Especial.

Brasil, 1971. Voltando do enterro do General Gilberto Couto, o pai militar que jamais os reconheceu publicamente, Jonas e Leona tentam ver o fenômeno da super-Lua, anunciado no rádio, enquanto cruzam a estrada de volta para casa. Com eles estão a mulher de Jonas e um estrangeiro, a quem dão carona e de quem não se entende uma palavra sequer.

Após um incidente, a verdade sobre cada um vai se revelando e novas feridas se abrem rasgando uma história permeada por abandono, dores e rancores.

A influência da super-Lua tem um papel central no desenrolar dos fatos, mas ela não aparecerá para qualquer um.

Entre cegos e invisíveis é uma ficção que tem como cenário a Ditadura Militar que o Brasil enfrentou entre 1964 a 1985.  Não é a primeira vez que André Diniz aborda o tema, já tendo tocado no assunto na série Subversivos.

A edição foi lançada em Portugal pela Editora Polvo em maio deste ano, durante o 15ª Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja. No Brasil, será lançada no evento Butantã Gibi Con, em São Paulo (saiba mais aqui).

Entre cegos e invisíveis

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