Confins do Universo 036 – O Legado da Mulher-Maravilha

Por Samir Naliato
Data: 7 junho, 2017

O filme Mulher-Maravilha, da Warner Bros., com Gal Gadot no papel principal e direção de Patty Jenkins, chegou aos cinemas na semana passada e causou furor. No seu primeiro final de semana de exibição, o longa-metragem arrecadou US$ 223 milhões mundialmente e se tornou um sucesso instantâneo.

Neste episódio de Confins do Universo, discutimos vários aspectos da película. Quais os erros e acertos dessa adaptação? Qual a importância do filme na questão da representatividade feminina? A trilha sonora agradou? E a atuação de Gal Gadot? Tudo isso e muito mais, com a participação de Sidney Gusman, Samir Naliato, Marcelo Naranjo e nossa convidada especial Luisa Clasen, do canal de Youtube Lully de verdade.

E, claro, falamos muito da Princesa Amazona nos quadrinhos e demos várias indicações de leitura. Então, aperta o play ou faça seu download.

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Participantes

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Comentado neste programa

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Narração de abertura e encerramento

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Ilustração do Confins do Universo

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Confins do Universo

• Outros artigos escritos por

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  • andrefbr

    Além da Elektra e da Mulher Gato, teve o filme da Supergirl de 1984, com a Helen Slater. Nunca assisti, mas também dizem que é uma bomba. hehehe

    • Don Ramon

      Supergirl da Helen Slater é muito ruim. Passava direto no SBT.
      Nessa época também tentaram emplacar a Sheena – Rainha das Selvas, igualmente ruim.
      Nos anos 90 tivemos Tank Girl e BarbWire, os dois hoje em dia são ruins, mas naquela época Tank Girl era ao menos curioso de assistir, até pra você achar nomes como Iggy Pop, Ice T e Naomi Watts no meio.

  • Rafael Monteiro de Castro

    Sidney, Naranjo, foi uma baita honra pra mim ter encontrado vocês na cabine de imprensa do filme!

    Eu senti um pouco de falta sim de entender do que a MM é capaz. Eu tenho HQs e desenhos com ela e mesmo assim nunca ficou claro pra mim qual é o nível de poder dela. O Sidney diz que é nível Superman, eu achava que ela tinha apenas uma super força, mas não no nível do Super. No filme, ela parece ter um fator de cura, isso está nas HQs? Eu vi vídeos de gente falando que ela voa no filme. Pra mim, ela só dá grandes saltos, mas em algumas cenas ela parece planar no ar. Acho que saber quais são os seus limites seria importante pra deixar a personagem mais crível.

    Parabéns e abraço!

    • Marcelo Naranjo

      Valeu Rafael, a gente que agradece ter vindo conversar conosco! Grande abraço e obrigado!

  • Filipe Lima

    O podcast foi legal demais! Muito bom ver as impressões de cada um. No final acho que saí do cinema igual ao Sidão, querendo gostar mais do filme, mas gostando tanto de várias coisas do filme que ficou um paradoxo na cabeça realmente. Não espero nada da Liga, mas espero que melhore muito o Universo da DC no cinema!

  • Presidente Exumador

    As cenas de guerra do Capitão são muito fracas e como qk filme da Marvel, totalmente esquecíveis.

  • Fish

    Em determinado ponto do programa o Sidão fala que a DC saiu na frente da Marvel ao fazer o primeiro blockbuster de super-heroína. Diante disso eu, como bom marvete que sou, só posso dizer uma coisa: CHUPA, MARVEL! Já passou da hora da Marvel fazer um filme foda da Viúva Negra com o Gavião Arqueiro de coadjuvante.

    Parabéns pelo ótimo programa (como sempre).

  • Guilherme Veneziani

    Olá pessoal! Sensacional este podcast! Foi uma grata surpresa a participação da Lully, quem eu não conhecia. Vou assistir com certeza o canal dela.

    Achei ótimo o convite de uma pessoa que entende de cinema, e não conhece HQs, para dar uma opinião não “contaminada” rs. Se possível, façam isso mais vezes nos próximos podcasts sobre filmes.

    Minha mulher, que não curte quadrinhos, saiu delirante do filme. Se sentiu super representada dizendo que foi o melhor filme de super heróis que tinha visto. Pessoalmente achei o filme muito bom, que levanta questões bacanas, diverte e não é panfletário. Espero que a DC siga nesse caminho.

    Agora uma dúvida bem pessoal, que deixo a questão para quem quiser responder. Minha mulher gostou tanto do filme que quer levar nossa filha de 7 anos para ver. Ela é até bem madurinha para idade, mas acho que talvez as cenas de guerra impressionem um pouco. Sei lá, acho que tudo tem seu tempo. Minha mulher acha que ok, não é nada tão pesado ou impressionante assim. Se alguém quiser opinar, fiquem à vontade!

    Grande abraço a todos.

  • Um dos podcasts mais legais que já editei na vida. Tinha acabado de assitir quando comecei e me conquistou. Então me senti vendo amigos comentando comigo sobre hehe.

    Concordo com todos os pontos de vistas, inclusive acho que a Lully dá bem um panorama geral: Não é o melhor filme como obra separada, mas é um puta filme como expressão cultural, ainda mais representando algo tão importante que é a representatividade da mulher dentro do contexto de super herói. Ponto para Gal Gadot e a Diretora.

    Inclusive Gal Gadot, que molier. Gente do céu.

  • Giovani Pessanha Guimaraes

    Ouvir Confins do Universo me faz lembrar das minhas manhãs na década de 90, onde de forma tranquila eu acordava e só ficava esperando para ouvir a boa noticia ” É mais uma do Brasil, é mais uma do Ayrton”. O Confins pode não ser semanal, mas é sempre certeza de qualidade e diversão. Mais uma vez obrigado a vocês.

    • Sidney Gusman

      Valeu, Giovani.

      Abraço

  • Marina Nogueira

    Vocês são demais! <3
    Aprendi pra caramba ouvindo o podcast. VALEU, PESSOAL!

  • NãoConhecioOutroMundoPorQuerer

    Uma coisa que não curti no filme foi a ideia de descartarem os Deuses, estão todos caídos mesmo? tomara que seja falsa essa historia, eles são importantes para a mitologia da WW, tomara que seja historinha pra por criança na cama por parte da Hipólita.

  • Dimas Mützenberg

    A Luli mencionou o filme Que Horas Ela Volta. Lembro ao pessoal que um dos atores do filme é ninguém menos que Lourenço Mutarelli. Nosso saudoso quadrinista, hoje dedicado a outras artes. Foi um dos maiores.

    • Alessandro Souza

      ô Dimas, puxa, mais cuidado com as palavras, meu amigo. Pensei que o Lourenço tinha morrido. Ufa!

      • Dimas Mützenberg

        Rs. Foi mal brô. Má escolha de palavras haha. Em minha defesa digo que, pelo menos metaforicamente, o próprio Lourenço matou seu alter ego quadrinista no seu último romance “O Grito de Abdera”. No livro ele separa cada parte dele próprio em diferentes personagens e mata “Paulo Schiavinni” – seu eu desenhista – restando a “Marco Tule Cornelli” – seu eu escritor – abandonar os roteiros de HQ para se dedicar à literatura. Felizmente, o homem de verdade tá vivo e aparentemente bem melhor que em tempos passados. Abração man.

  • silas.

    22:16: Jessica Chastain.

  • silas.

    “Eu não me sinto deslumbrada com o filme da Mulher-Maravilha. Eu acho que ele é a perfeita semente pro que vem por aí.”

    Essa fala da Lully me representa bastante. Adorei.

    Aliás, eu gostei muito da participação da Lully no programa! Aguardo outras vezes!

  • Samir Naliato

    Você está certíssimo, erro meu na correria da gravação! Obrigado!

    • Que isso! Eu que agradeço pelo excelente trabalho de vocês.

      Abraço.

  • Reginaldo Costa

    Gostei muito do filme e do episódio. Tomara que a DC continue assim.

  • Fernando

    Sensacional o podcast…. Muita informação boa como sempre e a participação da Lully acrescentou muito.

    O filme é demais. É uma narrativa simples e não é perfeito tecnicamente, mas é um filme icônico como eu não via há muito tempo. Pra mim isso é o mais importante… um filme que fica na memória, que cria um laço afetivo, que coloca o personagem no imaginário das pessoas.
    Estou muito feliz de ouvir muitas mães que levaram as filhas e elas ficaram fascinadas, imitam as poses, querem ser a MM. Os defeitos são quase irrelevantes perto disso.

    Sidão tá louco rsrs …. Tem coisa mais linda que o uniforme dela na cena saindo da trincheira?

    • Sidney Gusman

      Tem, Fernando: se o uniforme fosse colorido pra valer.

      Abraço

      • Pessoa

        Criticar uma cena porque o colorido do uniforme da Mulher Maravilha é menos vibrante? Isto é algo estranho vindo dum editor de quadrinhos. Tem vários quadrinhos em que o colorido é menos vibrante por uma opção estética ou por causa da história e só por causa disso eles tem menor qualidade?

  • Rodrigo Rodrigues Malheiros

    Lully, você ganhou um espectador. Continue sensível à arte e atenta à detalhes. Sidao, há uma frase que vai ecoar durante muito tempo “não cabe a você decidir o que devo fazer”. Outra coisa, o filme traça um rastro de destruição e de companheirismo muito bem traçado. Ela fica focada na guerra, na destruição, devido à imaturidade. Depois que ela percebe a guerra de maneira menos maniqueísta, percebe que em meio ao ódio também nasceu o amor. Outra coisa, tá ligado que quando Antíope leva a pancada e quando ela morre, a companheira dela sofre. (Sutilmente as relações afetivas estão aí )

  • Rodrigo Rodrigues Malheiros

    Sobre as cores no filme, penso que é pessoal. A Guerra, principalmente a Primeira, é muito cinza, com poeira, o mundo, a Londres era assim. Esse contraste entre Themyscira e Londres ficou legal porque revela o interior de Diana. Tudo vai ficando nublado dentro dela, e isso é expresso em cena pela cor. Acho uma sacada interessante.

  • Rodrigo Rodrigues Malheiros

    O filme traça um rastro de destruição e de companheirismo muito bem traçado. Ela fica focada na guerra, na destruição, devido à imaturidade. Depois que ela percebe a guerra de maneira menos maniqueísta, percebe que em meio ao ódio também nasceu o amor.

  • Guilherme Veneziani

    não conhecia, ótima dica. Concordei com a crítica. Obrigado!

  • camatari

    Nem vou falar da qualidade e esmero deste episódio, por que são literalmente uma maravilha! Contextualização é vital para conectar uma obra ficcional (ainda mais block buster) com temas atuais, como representatividade feminina.
    Muito triste o que está se passando na área de comentários do competente Rapadura Cast, no episódio que também falaram do filme, junto a convidadas. Reclamação e mimimi por conta de “demorarem muito para entrar no filme, gastando muito tempo com convidados, feminismo, etc…”
    Por essas e outras que a melhor área de comentários é justamente a área do melhor e mais relevante podcast sobre quadrinhos da atualidade.
    Parabéns, neste caso, a todos nós!

    • Dimas Mützenberg

      Boa.

  • Fabiano

    Gostaria de perguntar ao Samir se assistiu a versão estendida do Batman vs Superman e melhorou a avaliação final deste final.

    • Samir Naliato

      Assisti a versão estendida, sim. Acho que muitos pontos somam positivamente em relação a versão do cinema. Várias dessas cenas são centradas no Superman. Mas não mudam o rumo da trama a ponto de corrigir algumas das falhas (no meu ponto de vista) do filme.

      Não entendi bem a sua pergunta sobre o final, pois a versão estendida não muda o desfecho da trama! Abraços!

  • Thiago Candido

    Ainda ouvindo o programa, então uma “correção” a uma fala do Samir: os americanos e ingleses sabem vender melhor sua participação, mas quem ganhou a segunda guerra foi a URSS, pô! :P

  • Thiago Martins Silveira

    Destaco a personagem Ripley interpretada por Sigourney Weaver como a primeira mulher como protagonista de um filme de ação, ou de ficção científica de terror, e por conseguinte, a primeira heroína original no cinema em Alien de 1979. Abraço a todos deste podcast sensacional! Ressalto que Barbarella de 1968 com Jane Fonda tb pode ser considerado como primeiro filme com uma heroína mas que já existia nos quadrinhos de Jean Claude Forest. Não era uma concepção original como a Rilpley do Ridley Scott.

  • Savio Roz

    Só para parecer chatinho, é A Jill Lepore e não O Jill Lepore.
    É uma obra basilar para se entender as relações da Mulher Maravilha com o mundo real, principalmente orbitando seu criador.
    Ficou muito bom isso aqui!
    Abraço!