Confins do Universo 010 – Crise nas Infinitas Terras

Por Samir Naliato
Data: 24 fevereiro, 2016

“Mundos viverão. Mundos morrerão. E o universo nunca mais será o mesmo”.

Foi assim que, em 1985, a DC Comics promoveu o lançamento de Crise nas Infinitas Terras, uma saga destinada a mudar radicalmente o seu universo ficcional de super-heróis. Mesmo 30 anos depois, este continua sendo o mais emblemático evento dos quadrinhos norte-americanos. Por isso, o Confins do Universo aproveita para relembrar e debater a famosa obra produzida por Marv Wolfman e George Pérez.

O que é o Multiverso? Por que existiam tantas realidades alternativas nos quadrinhos da DC? Como isso prejudicava as histórias? Por que Crise nas Infinitas Terras é tão marcante, e como ajudou a revitalizar os personagens da editora? E ainda comentários sobre a edição definitiva da obra, lançada pela Panini.

Descubra tudo isso e muito mais neste nosso bate-papo, e saiba ainda qual é a refeição preferida do Sidney Gusman do universo paralelo! Ou não…

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Participantes

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Comentado neste programa

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Edição e Sonorização

O Confins do Universo é editado por Rádiofobia Podcast e Multimídia.

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Narração de abertura e encerramento

Guilherme Briggs – Twitter – Facebook – Instagram

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Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão – Twitter – Facebook – Site Oficial

Confins do Universo

• Outros artigos escritos por

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  • Inclusive, essa questão de Terra-1 e Terra-2 é usada no seriado do Flash. Os personagens principais do seriado (Terra-1) vivem se referindo à outra Terra como Terra-2. Os personagens da Terra-2 ficam meio ofendidos e sempre comentam “Vocês sabem que pra nós, a sua Terra é a Terra-2, né?”…

    • Sidney Gusman

      Bem lembrado, Rodrigo.

    • Essa questão tbém aparece no crossover Liga/Vingadores

  • alexandrebn

    A Crise que vale!

  • André Ornelas

    Adorei o episódio, Crise é uma saga que me acompanha desde minhas primeiras leituras. A cada releitura, novas descobertas. Gostaria de mencionar uma história pós crise bastante singela mas (também por isso) muito interessantes. A história se relaciona com a questão de que a maioria dos heróis (e pessoas em geral do UDC) não se lembrava da Crise, e não se lembravam da Supermoça. Os autores conseguiram usar essa ideia de maneira inteligente, em paralelo com a angústia do Deadman: http://talesfromthekryptonian.blogspot.com.br/2008/12/merry-christmas-deadman.html

    • Samir Naliato

      Legal, André! Nós comentamos essa história em off, mas acabou que não abordamos durante a gravação do cast!

  • Rafael Monteiro de Castro

    Sensacional edição!
    Lembrando também que na Abril as Terras 1 e 2 se chamavam Terra Ativa e Terra Paralela.
    E outro erro do encadernado novo da Panini: trocaram os textos nos balões em um diálogo entre o Demônio Azul e um dos Ômega Men.
    Abraço e parabéns, UHQ!

    • Sidney Gusman

      Valeu, Rafael!

    • Caramba! Os caras cobram cem paus num encadernado e sempre é essa coisa! Você só vai ter um 100% lá pela quinta edição!

  • Mais um baita podcast! Parabéns pessoal!!!

    Eu queria que a Panini lançasse Zero Hora em edição definitiva! :D

    Marv Wolfman e George Pérez são dois caras que me fixaram aos quadrinhos! A fase dos dois nos Titãs é uma das minhas séries favoritas de todos os tempos… :)

    • Sidney Gusman

      Valeu, Rodrigo. E concordo sobre a dupla Wolfman e Pérez.

  • Coleciono gibis desde q aprendi a ler, tenho cerca de 2.500 mas nunca li Crise nas Infinitas Terras, já que super-heróis não é o meu foco! No entanto, dessa vez fiquei curioso por ler essa saga tão antiga que nunca havia me interessado até o momento…

  • Beto Magnun

    Deu até vontade de reler, mas vou ficar na vontade. Acho essa saga muito enfadonha. Só fui ler ela em 2009 então não teve o mesmo impacto que em leitores mais antigos. Dessa época ainda prefiro “Lendas” que muita gente acha ruim por ser uma história mais inocente. E a DC desde lá atrás fazendo o que faz de melhor: Bagunçar sua cronologia.

  • 0-Drix

    Gostaria de ouvir um podcast que tratasse sobre os trabalhos de edição, tradução e revisão, tamanho são o erros grosseiros que temos visto em edições nacionais, principalmente em edições de luxo, como as de Crise Nas Infinitas Terras e X-Men: A Saga da Fênix Negra.

    Para além dos erros grosseiros de revisão, sinto também falta de um trabalho mais esmerado de edição. Para além do mérito da Panini em publicar e completar várias séries que permaneceram até então incompletas por aqui, é fato que as atuais edições de Os Invisíveis e de Promethea, por exemplo, estão muito aquém em termos de conteúdo das (incompletas) publicações nacionais destes mesmo títulos realizadas há cerca de 10 anos atrás em terras brazilis por outras editoras. Parece que hoje os editores se resumem ao trabalho mecânico de traduzir as edições originais e só!

    O que faz com que os quadrinhos tenham o status de 9ª Arte é justamente a capacidade desta mídia em ir além do mero entretenimento escapista. Alguns títulos da série Vertigo e do selo ABC são eivados de referências, e notas de rodapé ou de fim de texto ajudam o leitor a se situar com a proposta do autor e o momento em que a obra foi originariamente produzida e publicada. É neste sentido que considero a edição da The Sandman pela Conrad a melhor até hoje publicada no Brasil, pois não se tratou de mera tradução da edição original para o português, mas sim de um verdadeiro trabalho de edição, com a adaptação e a inclusão de notas que não existem na edição original.

    Alguém pode dizer que eu posso procurara estas referências na Internet. OK, mas se eu tiver que fazer isto, talvez eu acabe achando melhor procurar também os scans (originais ou traduzidos e editados fãs) deste mesmo material – ainda mais se eu levar em conta o preço alto de uma edição de luxo nacional que chega as prateleiras das lojas cheias de erros de revisão.

    Estes constantes erros de revisão e a pouca atenção das editoras para com o seu público leitor é algo que depõe contra o próprio mercado de quadrinhos no Brasil. O mundo atual é marcado pela precarização do trabalho, mas pior do que isso é a precarização das mentalidades.

    Neste sentido é que ratifico o interesse em um podcast sobre o trabalho de edição e ´publicação de quadrinhos no Brasil, feito por quem realmente entende do babado. Abraços cordiais.

    • Sidney Gusman

      A sugestão é muito boa!

    • seu Warner

      É pra aplaudir de pé.

    • JJota

      Também tenho achado as chamadas “edições definitivas” de uma pobreza só em matéria de extras, além de estarem recheadas de erros de revisão grosseiros.

      Crise nas Infinitas Terras me incomodou demais: erros de português, palavras duplicadas… Nos extras, é lamentável que não se tenha colocado a MELHOR MATÉRIA DE TODAS, que foi a reportagem especial de 20 anos da série feita pela Wizard, com as edições sendo comentadas pelos autores, George Pérez e Marv Wolfman. Até corrige uma coisa que consta nos textos em anexo presentes na edição da Panini: o Pérez tava puto com o trabalho de arte-final antes do Ordway chegar.

      A falta de notas de rodapé é um problema antigo da Panini, que tem se especializado em edições praticamente despidas de extras realmente importantes… Cá entre nós, simplesmente encher as edições de cópias do roteiro original e artes inacabadas (como tem sido feito em Miracleman) não é lá grande coisa. Séries como Preacher saíram em edições de luxo sem praticamente nada de extras ou mesmo de apontamentos.

      • Levi Trindade

        Olá, JJota.

        Seu comentário é bastante pertinente e se faz necessário um parecer nosso.

        Neste caso, não é permitido publicar o material da Wizard. Não temos os direitos para isso. E a Wizard como revista nem existe mais. Se a publicação original não tem essa matéria, significa que não houve uma negociação nos Estados Unidos para que isso acontecesse. A questão dos extras depende exclusivamente das edições americanas. Nós pagamos pelos arquivos que recebemos e se tem extras no original, nós compramos. Se não tem, não é possível inventar e colocar na edição nacional. Sobre os erros, estamos atentos a essa questão e já cobramos as responsabilidades a quem cabe.

        Agradeço por sua compreensão.

        Abraços,

        Levi Trindade
        Panini Comics

    • Dimas Mützenberg

      E seria o tema mais que perfeito para o anunciado crossover com nosso querido Jotapê.

  • Tenho aqui essas edições da Impact (selo que a DC publicou os personagens da Archie).
    Muito legal o episodio, pessoal! E os mesmos calafrios que tive quando li pela primeira vez momentos antologicos na saga eu tive vendo os erros de revisão na nova edição, que ta lindona, mas teve esse porem.
    Abraço!

  • Enquanto isso, no final de Convergência:

    “Barry Allen e Superman pré-Crise, o problema todo começou com a Crise nas Infinitas Terras anos atrás. Tem como vocês voltarem no tempo rapidinho e impedirem ela de acontecer? Aliás, Superman, já que a Lois está com você, por que não a leva junto?”
    “Claro, por que não?”

    E BAM, a Crise não vale mais e temos multiverso infinito de novo.

    • Fish

      É isso mesmo que acontece no final?

      • Essencialmente sim, exceto que era o Superman pré-Novos 52 e não pré-Crise (eu corrigi agora). Mas é isso. Eles voltam, impedem a Crise, de uma forma que nunca é mostrada, e pronto, multiverso infinito de novo.

        Inclusive o Superman pré-Novos 52 veio parar com a Lois na Terra dos Novos 52 e tem uma revista com ela.

        • Fish

          Então agora no universo DC Novos 52 temos dois Super-Homens convivendo?

  • Edimario Duplat

    Muito bom o podcast, excelente mesmo! Muita informação e curiosidades sensacionais sobre essa obra e a versão definitiva que foi lançada. Gostei muito mesmo.

    Dei uma olhada nessa nova edição esses dias e adorei o material extra. Entretanto, concordo que só funciona pra quem é colecionador de longa data e não fideliza novo público (só os que quiserem cair de cabeça mesmo por conta própria).

    Uma coisa que faltou além das notas de rodapé e seria ótimo para novos fãs era compilar A História do Universo DC, que vocês citaram e está na versão Deluxe Edition de 2015. Seria um ótimo compilado pós-crise para entender como tudo ficou depois da saga.

    Uma curiosidade de algo que vocês comentaram no podcast: Além do Arqueiro da Terra-2 (que foi membro dos Sete Soldados da Vitória e do All-Star Squadron, não da SJA), o Robin e a Caçadora daquele universo também morrem, deixando evidente que muitas duplicatas não teriam lugar na reformulação. No caso do Gavião Negro (Falcão da Noite), eles mantiveram o Carter Hall e o Katar Hol, reformulando esse segundo e ainda criando um terceiro (Fel Andar) para justificar uma participação na Liga da época do satélite, que deveria ter sido do Katar. Pelo menos é isso que ainda lembro dessa cronologia confusa e não sei se foi alterada até antes dos Novos 52.

    O Aquaman da Terra-2, coitado, nem aparece em Crise.

  • brunoalves65

    DC, a terra das infinitas crises….

  • Joel C. Oliveira Jr.

    Ouço todos os Confins do Universo desde o início.
    Tenho 43 anos e sou colecionador desde minha adolescência. Acabei me voltando para a DC, mas nunca deixei de ler Maurício de Sousa. Da Marvel, estou lendo agora a Coleção de Graphic Novels.
    Tenho 5500 revistas em quadrinhos, sou professor de Matemática e incentivo meus alunos à lerem HQs. Comecei minha coleção DC ao ler Crise nas Infinitas Terras em 1987 e me apaixonei pela Liga da Justiça cômica e por Guy Gardner metido a fodão.
    Aprendi a ler com a turma da Mônica, adorava Hó Hó Límpicos e Corrida Maluca.
    Queria fazer uma correção: Milênio foi uma série em 8 edições semanais que saiu em 2 meses com várias histórias relacionadas, e não em 12 meses como vocês falaram no podcast.
    E a edição com um capítulo intermediário da Crise mencionado por vocês não foi publicada no Brasil.
    É isso, continuem sempre com o bom trabalho.

    • Sidney Gusman

      Valeu, Joel!

  • Alessandro Souza

    Olá pessoal. O podcast ficou muito interessante. Gostei. Só uma sugestão: teria sido interessante trazer ao programa os editores da abril na época do lançamento nacional em 1987. Jotape, Leandro, etc, teriam muito a acrescentar, falando sobre o pesadelo logístico da distribuição da saga nas revistas de linha, do drama da cronologia, das pressões da editora dos Civitta.

    • Digo Freitas

      Isso seria MUITO massa!

    • Sidney Gusman

      O Jotapê só traduziu, mas a dica é válida. E aguarde novidades a respeito de convidados especiais.

    • Montanha

      Acho que valeria a pena aproveitar a presença de caras como Jotapê, Leandro e Hélcio para falar de uma forma geral do “Abrilverso”…. E dá-lhe nostalgia!

  • Fantástico o episódio, e ótimas as recomendações… Menos o Superman do Byrne.

    Fiquei bolado mesmo foi com os erros encontrados na edição encadernada da panini, tava esperando pra comprar ela, mas é tanto erro bobo que chega a ser um insulto, cê pagar 100 dilmas numa parada que da a sensação de “feita nas coxa”.

    • Tá por 69,00 na Amazon!

      • Que isso? Tem nem uma cantada antes? Assim fica até difícil dizer não 😱

        • Comprei o meu… Mas com todos esses erros aí, deveria valer menos que isso! :D

  • Reginaldo Costa

    Sem dúvida até agora o melhor episódio do programa. Já tenho o encadernado do começo da fase panini, mas me motivei a comprar o novo. Será que o fato de Mythos estar fazendo serviços para a Salvat e a Eaglemoss está contribuindo pra essa queda de qualidade louca nas publicações da panini? Primeiro a fênix cheia de erros e agora crise….

    • Sidney Gusman

      Está aí algo que só eles podem responder. Mas legal que curtiu o episódio, Reginaldo.

  • HOJOSSAURUS

    Não sou tão fã/consumidor de material da DC!
    E quando eu era mais novo, acompanhar uma série dividida em várias revistas era algo que degolava minha “cota mensal de gibis que meu pai comprava pra mim”!

    Da CRISE, comprei apenas 2 edições: onde a SuperGirl morre e onde o FLASH “morre”! Anos depois tentei ler, mas descobri que eu me perdia demais naquilo… pois não entendia absolutamente nada e não conhecia quase 70% do povo ali desenhado! MAS graças à vocês e ao sr. Horn DeRosa, pretendo dar uma nova chance à esse material!

    Ah! E ontem (24/02), a Warner passou o episódio “For the Girl Who Has Everything” (Supergirl S01Ep13) que é justamente baseado na história de Alan Moore. Nunca pensei ver a Black Mercy em “versão real”!

    • Sidney Gusman

      Valeu, Hojo!

  • Digo Freitas

    Não tem pra ninguém, o Confins do Universo veio pra mostrar que não é só um site com conteúdo incrível, mas também um podcast, que já é com certeza o mais bem produzido e pesquisado por aqui no assunto!

    • Sidney Gusman

      Muito obrigado, Digo. A ideia é sempre oferecer muita informação, de forma descontraída. Legal que esteja gostando.

  • Moroni Machado

    Por que o Sidney não gosta do Morrison?

    • Sidney Gusman

      Não é que eu não goste; só o acho superestimado. E, fato, gostei de poucas coisas que ele escreveu até hoje: Homem-Animal, o começo da Liga da Justiça, X-Men (até cagar no final).

      • Mas X-Men foi cagado por conta da Marvel! Tanto que ele saiu da série e nunca mais fez nada pra Marvel… Por uns tempos, claro! Eu gosto da Patrulha do Destino, Homem-Animal, Liga da Justiça e algumas coisas menores, mais contidas do cara. O experimentalismo dele em Multiversidade é legal, mas é uma história confusa, desconexa e meio exibicionista.

        • Sidney Gusman

          Pois é, você definiu tudo que acho dele, elogiando-o. ;)

      • JJota

        Opa! Assino embaixo: Morrison não é tudo isso que falam, alternando trabalhos de qualidade (mas não realmente inovadores, vamos combinar…) com coisas que, poxa, vou te contar…. Aliás, faz tempo que ele tá devendo.

      • Dimas Mützenberg

        Pô Sidão. O caba escreveu Patrulha do Destino e Asilo Arkham. Tem que dar um crédito a ele rsrs. Gostei muito daquela minissérie do Kid Eternidade também. E li recentemente Flex Mentallo, que apesar de realmente ser uma coisa muito ególatra, no sentido de ser tão experimental que o leitor tem que ficar queimando as pestanas pra entrar na cabeça do autor, tem umas sacadas muito interessantes. O Homem-Animal cometi a falta de nunca ter lido apesar de ter tido várias oportunidades. Vou tirar o atraso agora com essas novas edições da Panini.

  • Fish

    Pessoal, é só comigo ou o episódio está sendo interrompido antes de acabar? Baixo pelo agregador de feed e aqui a duração é de 1h22. É isso mesmo?

    • A duração correta é 1h38min. Qualquer coisa, baixa aqui na página que deve vir na íntegra!

  • George Olshevsky também criou o Official Marvel Index, ironicamente, ele é paleontólogo, Captain Thunder seria o nome original do Capitão Marvel, mas eles tiveram que mudar quando souberam que existia um herói com esse nome na Fiction House, o Thomas ainda criou outro, volta e meia aparece um personagem com esse nome.

  • Leandro Silva

    Obrigado, meus amigos, por esse presente. Um show de conhecimento sobre o primeiro quadrinho da minha vida: Tinha que ser especial, mesmo! Sim, pois foi minha primeira leitura de quadrinhos de heróis logo quando lançada pela Abril, nos meus tenros 13 anos de idade; e imaginem o meu deleite de ver tanta coisa colorida!
    Quanto à edição definitiva da Panini, digo a vocês que não foi tão definitiva assim para mim pois, além dos grosseiros erros de revisão que desvalorizam a obra também estou procurando até agora o “Estará recheado de extras!” que anunciaram. Esclarecendo: Achei que no mínimo, para dar um up numa obra que já é atemporal por si, eles incluiriam o “A HISTÓRIA DO UNIVERSO DC” que ficaria excepcional apesar do tijolaço que seria, mas até valeria pagar uns R$20,00 a R$30,00 à mais pelo volume. Não foi dessa vez! E digo que a Panini lançou essa obra de forma incompleta (e não adianta me falar que lançou aqui conforme saiu lá nos States, pois creio que seria possível sim, só faltou uma acuidade e um carinho maior).
    Todavia, apesar dessas derrapadas, digo que o encadernado merece e muito ser adquirido e visitado em uma leitura deliciosa. Nisso temos que agradecer a atrasada mas cumpridora Panini.
    Mais uma vez, obrigado pelo excelente podcast.

  • Pedro

    sugestões minhas:

    1 – tudo sobre mangás
    2 – Mercado Brasileiro de HQs , o problema da falta de estoque/reimpressões. Colecionador brasileiro ou tem muito dinheiro pra comprar tudo quando lança ou tem muito dinheiro pra garimpar e comprar edições esgotadas com preços nas alturas depois. HQs de banca vs livraria. Se a HQ é de livraria pq não tem reimpressão ? etc…
    3 – a explosão do quadrinho nacional e/ou independende nos últimos anos (com convidados).
    4 – qual o limite entre a busca do lucro por parte das editoras e o respeito ao consumidor ? (edições com erros sem direito à troca, lança primeiro volume de 3 e não lança o resto, etc…

    Vou pensar em mais depois :)

    Abrç e parabéns mais uma vez pelo trabalho.

  • JJota

    Excelente podcast. Particularmente, nunca fui entusiasta do Multiverso e acho desnecessária a bagunça que, mais uma vez, se instraurou na DC. Poxa, a Marvel deve ter uns mil universos e nem por isso fica fazendo essa xaropada de ficar dizendo “Ai, isso é do Batman da Terra Morrison, este é da Terra Waid!”

  • Desisti de comprar as duas edições de Batman: Longo Dia das Bruxas da Eaglemoss para comprar esse Crise nas Infinitas Terras. Será q fiz bom negócio? Não li nenhum dos dois.

  • Só vou dizer uma coisa: #partiu jornaleiro!

  • Sidney Gusman

    NUNCA, herege!

  • fazaol

    Esse foi um podcast que queria ter mandado alguma coisa, pergunta, dica, curiosidade.

    Como muitos aqui li nos anos 80 a crise, e foi bem marcante. O traço do george perez influenciou muita gerações. E a ideia de fundir as terras na epoca, juntando personagens de varias editoras no mesmo universo dc foi demais…

    Se tiver outro podcast sobre esse tema especifico, a crise nas infinitas terras, queria muito participar. Forte abraço.

  • Sidney Gusman

    Valeu demais!

  • Mauro Malito

    Pessoal, eu tenho 45 anos, leio quadrinhos desde que me conheço por gente e finalmente encontrei um podcast que tenho vontade de acompanhar e ouvir várias vezes sem cansar. Meus parabéns, Com todo o respeito aos concorrentes, mas isso sim é um verdadeiro podcast de quadrinhos. Nada como ter pessoas com conhecimento no assunto tratando os temas de forma séria e respeitosa, compartilhando com os ouvintes conhecimento e situações que fazem parte da estória dos quadrinhos no Brasil e no mundo. Trabalho no mercado financeiro e me assusta ver a situação em que nosso país se encontra. Torço para que o mercado de quadrinhos no Brasil não retroceda e perca o grande avanço que tivemos nas últimas décadas. Sidney, sou seu fã de carteirinha e gostaria muito de ouvir um podcast sobre o Spirit do Will Eisner. Aliás, vocês acham que existe alguma chance de vermos esse material ser publicado aqui no Brasil? Um grande abraço e continuem com esse podcast fantástico.

    • Sidney Gusman

      Mauro, muito grato pela audiência e por acompanhar nosso trabalho. Abração

  • Sidney Gusman

    Pode rolar, sim, Renato. O lance é que sempre procuramos fazer pautas “quentes”.

    • Renato Santos

      Façam 2 casts por semana então heheheheh

  • Sidney Gusman

    Valeu, Dickson. Eu lembro, sim! :D

  • Sidney Gusman

    Valeu, Carlos.

  • Atrevido

    E ae.

  • Joselio Bezerra

    Passando a ser ouvinte fiel do podcast de vcs. Um grande abraço.

  • Everaldo Couto de Amorim

    Mto booooom, tão de parabéns!!!!!

  • Alex Ferreira

    Meus caros, boa tarde, (Alex Ferreira (Allsanfer) -48 anos – Fortaleza-Ce), li crise nas infinitas terras quando foi lançada pela Abril na primeira vez e desde então, como a maioria, a considero uma saga especial, ultimamente emprestei meus formatinhos e o gaiato sumiu com elas, então tive que comprar a edição encadernada da Panini, que achei que não fez jus aos desenhos do Jorge Perez ao aumentar o tamanho dos quadros, não tive saco de ler os extras, poderia ser um material melhor. Continuem fazendo o belíssimo trabalho…e a maratona continua.