Confins do Universo 013 – Mania de colecionar

Por Samir Naliato
Data: 20 abril, 2016

Seja leitor de quadrinhos, cinéfilo, gamer inveterado ou admirador de qualquer outro assunto, uma coisa todos temos em comum: a mania de colecionar! O mercado até criou produtos denominados “colecionáveis”, feitos justamente para saciar a sede dos fãs.

Livros, selos, moedas, álbuns, cards, tampinhas, latinhas, miniaturas, roupas e várias outras coisas são lançadas diariamente disputando a atenção do consumidor. E, claro, as coleções de quadrinhos chegaram para ficar. Por isso, decidimos falar um pouco mais sobre as nossas manias de colecionadores.

O que colecionamos? Quais os cuidados para preservar as revistas? Como arrumar espaço para tantas coisas?

Casos curiosos, perdas irreparáveis e buscas sem fim permeiam a nossa discussão!

Confins do Universo 013 – Mania de colecionar

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Participantes

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Comentado neste programa

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Edição e Sonorização

O Confins do Universo é editado por Rádiofobia Podcast e Multimídia.

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Narração de abertura e encerramento

Guilherme Briggs – Twitter – Facebook – Instagram

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Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão – Twitter – Facebook – Site Oficial

Confins do Universo

• Outros artigos escritos por

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  • camatari

    Que beleza de estante, hein Sidão!?
    Mais um divertidíssimo e bem elaborado episódio, para variar! Acho que valeria a pena um segundo episódio destes, num futuro distópico não tão distante, envolvendo convidados ou ouvintes, que tal?
    E o parabéns para a área de comentários mais sensata das interwebs!

    • Sidney Gusman

      Camatari, eu que agradeço pela audiência. Muito bom que por aqui o nível da discussão se mantenha sadio.

      Abraço

  • Tenho este grandes Sagas da DC autografado pelo Sidão :D E minha mulher foi guardar e amassou a capa, quando fui pedir pro Sidão autografar ele achou legal eu ter ela como nova ainda, só pena o amassado na capa. Pois é, pois é… tb acho hehe Faço a técnica de posicionamento direto. hehehe

    • Sidney Gusman

      Tiago, obrigado por acompanhar há tanto tempo meu trabalho.

      Adoro autografar esse especial.

      E a técnica do posicionamento foi de chorar de rir, né? ;)

      Abraço

  • Rafael Monteiro de Castro

    Fala, moçada do UHQ!
    Bom ouvir relato de gente parecida comigo! Eu não tenho amigos colecionadores, é legal ouvir vocês falando sobre suas manias, muitas parecidas com as minhas.
    Vou falar rapidinho sobre minha forma de pensar na hora de comprar de novo alguma HQ que eu já tenho.
    Eu faço um paralelo entre as minhas HQs como se fossem filmes em VHS, DVD e Blu-Ray. O objetivo é sempre ter um Blu-ray. Se eu tenho em formatinho, é um VHS. Se eu tenho em formato grande, mas não é encadernado ou é P&B, é um DVD. Aí, se sai encadernado, colorido e em formato americano, é Blu-Ray, portanto eu compro de novo!
    Parabéns aí! Abraço,

    • Sidney Gusman

      Gostei da “técnica”, Rafael. ;)

      Abraço

  • Valdir

    Tenho 41 anos e comecei a ler quadrinhos de super-heróis aos 7 anos de idade. Meu tio me presenteou com uma edição (não me lembro o número) da saudosa Superaventuras Marvel, onde tive meu primeiro contato com os fabulosos X-Men. A situação financeira era muito complicada, pois éramos apenas eu, minha mãe e meu irmão, que é mais novo. Meu pai já havia falecido e as coisas eram muito difíceis. Quando completei 10 anos de idade, comecei a vigiar carros na rua durante eventos que ocorriam no Parque de Exposições da Gameleira, aqui em Belo Horizonte. Os trocados que eu conseguia eram utilizados para comprar HQ’s na antiga banca do Sr. Vilela, que ficava na Av. Amazonas, em frente à Escola Estadual Professor Leon Renault. Como a grana era curta e a vontade de ler era muito grande, eu tinha que trocar duas revistas por uma. Depois cheguei a colecionar por algum tempo e, quando estava para casar, doei todas as minhas HQ’s para uma biblioteca para crianças carentes. Após alguns (muitos!) anos, voltei a comprar e a colecionar. Separei um cômodo da minha casa, mandei fazer estantes apropriadas, comprei sacos de plástico e iniciei a minha coleção em 2010. Era a realização de um sonho de criança. Hoje conto com apenas 2003 revistas, basicamente da DC e da Marvel, todas catalogadas. Eventualmente compro exemplares de outras editoras. Atualmente as minhas revistas de capas duras e cartonadas ficam expostas na estante, mas as revistas mensais, aquelas que tem capas “moles” ficam também na estante, porém em sacos plásticos. Para encerrar, gostaria de parabeniza-los mais uma vez pelo site e pelo Confins do Universo, o qual não perco nem uma edição. Inclusive, esse programa veio de encontro à pergunta “in off” que fiz a vocês na edição anterior do programa, pela qual muito agradeço. Além disso, me identifiquei com vocês em vários relatos. Por exemplo: eu também sou chato com relação à lombada dos meus encadernados, fico puto quando o “miolo” da revista vem detonado”, me dá vontade de morrer quando pegam minhas HQ’s com mãos sujas. Não empresto e sou capaz de matar se alguém dobrar as capas ou as páginas das minhas HQ’s. E concordo com o Naranjo: toda mãe tem um pouco de Antimonitor.

    • Sidney Gusman

      Valdir, essa do Naranjo, falando do “Antimonior”, me fez rir um bom tempo.

      E que história bacana. Valeu por compartilhar.

      Abraço

    • Marcelo Franco

      Valdir, tudo bem ? Cara, fiquei muito emocionado com sua história….realmente o universo das HQs facilmente cativa as crianças, pena que isso não vem ocorrendo com tanta frequência hoje em dia, pois só vejo adultos comprando quadrinhos…..deixa eu te falar…..você tem a Espada Selvagem de Conan nr. 1 e 2, da Abril, de 1984 ? Acho que tenho em dobro aqui em casa e queria te fazer um presente.

      • Valdir

        Oi, Marcelo. Graças a Deus, tudo bem. Meu amigo, realmente você tem razão. Os tempos de hoje são muito diferentes em relação aos anos 1980. Aqui em Belo Horizonte eu também só vejo adultos comprando quadrinhos. É só a turma dos cabelos grisalhos ou dos (quase) sem cabelos… kkkkkk Naquela época era uma grande vitória conseguir ter uma HQ nas mãos. E quanto à sua pergunta, a resposta é não. Não possuo essas raras preciosidades da ESC. E com toda certeza aceitaria seu presente de muito bom grado e com muita alegria. Meu e-mail para contato é valdir.pedrosa@mercantil.com.br. Grande abraço e muitíssimo obrigado.

  • Willian Martins

    Putz coisa linda, bem na véspera de feriado. Adoro ouvir o programa.

    • Sidney Gusman

      Valeu. Espero que goste.

      Abraço

  • Alessandro Souza

    Muito bom o Podcast. Parabéns, pessoal.
    Coleciono há bastante tempo e me identifiquei com as situações.
    Sou o maior colecionador de gibis de terror que conheço.
    Tenho coleções de Kripta da RGE (quase completa), Spektro da Vecchi (completa – essa nem o Ota tem, hahaha), a linha capitão mistério da Bloch (quase completa), os nacionais da D’Arte e por aí vai.
    Aliás, quando vai sair um Podcast sobre quadrinhos voltados ao universo do macabro? E sobre a EC Comics?
    Um grande abraço.

    • Sidney Gusman

      Bela sugestão, Alessandro. Valeu pela audiência.

      Abraço

  • Valdir

    Pessoal, tendo em vista a grande quantidade de encadernados, vocês acham que as revistas mensais estão com os dias contados? Se sim, essa mudança seria benéfica para o mercado?

    • Sidney Gusman

      Penso que isso não role, Valdir.

      Abraço

  • Andreson Melo

    Divertido pra caramba, ri muito e me indentifiquei com a maioria das manias.

    Segue minha lista de manias:

    * Não empresto NADA.

    * Quando levo quadrinhos na mochila pra viagem, enrolo eles em plástico bolha pra evitar qualquer tipo de dano.

    * Organizo a coleção por editora, tamanho e Quadrinhos Nacionais.

    * Também tenho Action Figures ops Bonequinhos, no geral estátuas daqueles personagens que mais gosto.

    * Já derrubei um encadernado do Moebius e fez um amassado enorme na lateral, também tentei reverter a situação com o poder da mente, sei como é triste.

    * ODEIO marcas de dedos nas páginas para evitar isso eu procuro lavar bem as mãos antes daquela leitura matinal, nada de comer e muito menos beber algo na hora da leitura.

    * Vou a banca dia sim, dia não e sempre que chega aquela novidade que estava esperando eu olho TODAS, pra pegar a que está em melhor estado.

    * Tenho a mania estranha de quando vou comprar quadrinhos de livraria e vejo algum encadernado organizado de forma incorreta na estante e sei que aquilo ali vai amassar, eu vou lá e organizo como se fosse meu.

    Cheguei a enviar perguntas pelo WhatsApp, mesmo não sendo selecionadas elas foram respondidas espontaneamente
    durante o podcast né legal?? hahaha

    Grande abraço e até o episódio da SEMANA QUE VEM! (Cof! Cof!)

    • Sidney Gusman

      Andreson, posso dizer com certeza: você também é um “verme”. Hahahaha. Abraço

    • JJota

      E eu pensava que eu era o único que ficava “arrumando” estante de quadrinhos em livraria… Já cheguei a “atender” gente que estava procurando um encadernado para dar de presente pro namorado: “Bom, ele é fã de qual personagem? Ah, do Batman? Bom, normalmente eu indicaria o encadernado d’O Cavaleiro das Trevas, mas me é inconcebível que um verdadeiro fã do Homem Morcego ainda não tenha isto… Mas saiu este aqui, recentemente, d’O Reino do Amanhã e… “

  • Morfeu/Sandman/Sonho/Devaneio

    Ficar com raiva de quem só lê APENAS scan

  • Sempre fui adepto do colecionismo. Quando criança, gostava de colecionar figurinhas e gibis. Crescido, deixei as figurinhas de lado e continuei com as HQs. Hoje, tenho cerca de 2.500. Mas agora estou tendo um problema: lugar adequado para o q já tenho e espaço para mais! Se eu tivesse poder aquisitivo maior, tambem colecionaria toys/miniaturas de personagens de filmes e quadrinhos (incluindo os da Eaglemoss e Disney Infinity).

  • Rafael Olivato

    Eae, pessoal.
    Parabéns por mais um podcast de qualidade!
    Além de informativa, esta edição em particular foi muito divertida. O pessoal aí realmente leva o colecionismo e as manias a outro patamar! hahaha ;)

    Obrigado e continuem com o ótimo trabalho!

    Abraços

  • Emerson Penerari

    Fantástico podcast, como sempre, galera! Uma conversa descontraída e divertida, me sinto como se estivesse conversando no bar com vocês, embora esteja ouvindo e trabalhando… também coleciono todos esses encadernados caríssimos (Salvat, Eaglemoss, Planeta De Agostini), para não tentar desempoeirar os formatinhos que guardo desde o comecinho dos anos 80. Aliás, também estou devendo ao Daniel Lopes do Pipoca e Nanquim umas fotos da minha coleção para a seção “Minha Estante”. Abraços e sucesso, sempre!

  • Leonardo Piana

    Muito bom o podcast, primeiro que ouço, provável que irei ouvir os outros. Sou colecionador de quadrinhos também, mas faz pouco tempo, e tenho algumas manias como vcs, mas o principal é o de sempre lavar as mãos para ler, e sempre guardo meus mangas e quadrinhos mensais e de lombada quadrada em saquinhos. Só deixo os capa dura e capa cartão com formatos malucos que não tem saquinho, fora. Até a próxima, e continuem com o ótimo trabalho do site e tudo!!

  • Gabriel Andrade

    Me senti representadíssimo kkk. No meu caso, além dos quadrinhos, que mesmo sendo artista não coleciono tanto assim, Minha coleção é de filmes clássicos e recentes. Essa semana eu me desfiz de mais de 200 títulos, entre formatinhos e encadernados, que eu não leria mais e estavam acumulando por não ter onde guardar.
    Abração parceiros!!!

  • silas.

    Em primeiro lugar: composições de Joe Hisaishi entre as músicas de fundo do programa: muito legal! Recomendo aos leitores e ouvintes que assistam à apresentação do famoso compositor do Studio Ghibli realizada em Budokan, se ainda não conferiram.

    Sobre colecionismo: agora que eu estou prestes a alcançar o número de 500 quadrinhos na minha coleção. Comecei há poucos anos, com o volume 4 da Biblioteca Histórica Marvel do Homem-Aranha. Aliás, tudo começou com a vontade de ter material clássico do Aracnídeo, um dos meus personagens favoritos.

    Gosto bastante de adquirir um pouco de tudo, de obras de Alex Raymond e Will Eisner até publicações de revistas recentes como, por exemplo, dos X-Men da super ultra mega nova novíssima Marvel. Adoro Batman, também, então comprei cada Lendas do Cavaleiro das Trevas que a Panini lançou recentemente. Tenho 7 dos volumes salgados de Tex Gigante, além de alguns exemplares mais simples; tenho Fantasma e Mandrake editados pela Pixel; tenho Disney e Heavy Metal, etc.

    Uma das manias clássicas de colecionadores que eu NÃO tenho: fazer toda coleção quando apenas me interessam alguns títulos. Comprei Star Wars/Planeta DeAgostini somente de 1 a 12; comprei apenas 11 números da coleção Marvel/Salvat da capa preta, fora de ordem numérica, e, até agora, 3 da capa vermelha; e comprei Superman: O Homem de Aço e Batman: Morte em Família, da DC/Eaglemoss. E a maior preocupação que eu tenho e que pode ser percebida como algo característico de quem faz coleção é proteger o máximo possível os itens com plástico de qualidade.

    Minhas dicas principais são: sites de peso voltados para HQs, como o Universo HQ; sites de comparação de preços; sites de editoras; pesquisas profundas sobre promoções; leitura de críticas feitas por gente que conhece muito; Guia dos Quadrinhos, pra organizar direitinho cada coleção e saber o que já saiu e o que está prestes a chegar; espaço, bom e limpo espaço para guardar os gibis.

    Ótimo programa, pessoal! Abraços!

  • silas.

    Atualmente, eu só coleciono quadrinhos.

    Minha primeira coleção de todas foi de um álbum de figuras de dinossauros, do CHOCOLATE SURPRESA (Que delícia de chocolate, aliás!), em ano de lançamento de Jurassic Park. E continuo cliente fiel! Estou 100% disposto a fazer outra coleção Surpresa, de qualquer tema, se o doce voltar às lojas e com novos álbuns. :-)

    • Dimas Mützenberg

      Chocolate surpresa era muito da hora. Por ocasião da novela Pantanal saiu uma coleção do tema (não da novela em si, só os animais e afins). Eu colecionei várias figurinhas mas infelizmente nunca achei o álbum pra comprar na cidade que morava. Era mais pra um card pois era de uma qualidade bem superior às figurinhas em geral da época, com um papel cartonado, formato estilo marcador de página e no verso vinha umas fichas técnicas. Boa lembrança.

  • Já verificamos o feed, está correto. De acordo com o pessoal da nossa técnica, o iTunes fez alguma mudança no sistema deles recentemente e está dando erro para algumas pessoas.

    Pedimos aos ouvintes que encontrem problema para entrarem na página do Confins do Universo no iTunes, cliquem em “relatar um problema” e digam que não estão conseguindo baixar os episódios. Isso pode ajudar a resolver mais rapidamente.

  • Marcelo Alexandre Pacheco

    Ah o colecionismo … ainda tenho boa parte dos meus Playmobil, algumas figuras dos chocolates Surpresa. Colecionei carrinhos de ferro da Matchbox. E minha coleção de quadrinhos que iniciei em janeiro de 1989 com o incrível Hulk 67 e Capitão América 116. Precisei me desfazer dos quadrinhos em 2006, reiniciei a coleção e novamente precisei vender cerca de 3500 edições agora em 2016. Sobraram pouco mais de 5000, mas já estou em vias de retornar a coleção, mas todas são catalogadas, quase todas estão em saco plástico individualizado, com exceção das edições especiais capa dura.
    Lembro que colecionei figurinhas … Copa 1982, Copa 1986, Copa 2014 (esse ainda tenho e completo). Tive do Paulistinha, o reino animal, personagens Marvel (creio que do final dos anos 1980), aviões de guerra e Stamp Color.
    Comprava bonequinhos ‘alternativos’, porque não tinha dinheiro para comprar da coleção Secret Wars, mas consegui alguns da SuperPowers que mantenho até hoje.
    Apesar de todas as dificuldades fiz um revezamento: antes deixava meus pais malucos com as hqs, depois deixei minha esposa, mas de uns anos para cá ela finalmente entendeu a paixão pelas revistas e até me apoia para manter a coleção. Inclusive às vezes ela também me acompanha em lançamentos da Graphic MSP!!

  • Amalio Damas

    Eu tenho esse especial das Grandes Sagas DC editada pelo Sidão! Também coleciono essas revistas…

  • Fábio Devito

    Excelente programa!

    Também estou sofrendo com o excesso de coleções. Comecei a comprar as graphics da Eaglemoss, mas algumas falhas na correção me desanimaram. Salvo exceções, optei dar preferência para coleções históricas da Panini, atualmente completando Homem Aranha e Super Homem do García Lopes. Uma solução que encontrei foi me limitar a duas coleções por vez…

    Sydão! Tenho essa edição das grandes sagas DC e também tenho a versão da Abril do Asilo Arkham… Minha edição foi encontrada em sebo e também está descolando, infelizmente, não tenho ninguém para reembolsá-la hahahaha

    Abraço!

    • Dimas Mützenberg

      Essa edição da Abril é muito mais massa que a nova da Panini. Desde a capa com aquele morcego sinistro, mas principalmente pela cagada que a Panini fez nas letras. Botar tipologia de computador em cima dos designs no Dave Mackean foi covardia.

      • Fábio Devito

        Pode crer! O papel da abril também é diferente, ele é meio cartonado, dá um acabamento lindo pras páginas. É aquele típico papel que eles comentam no cast que fica a marca de dedo hahahahaha

  • JJota

    Coleciono HQs e dvds. A minha coleção de filmes ainda é modesta, porque me pergunto até quando valerá a pena apostar neste tipo de mídia (não que acredite no blu-ray, mas vai que logo aparece outra coisa…).

    A coleção de quadrinhos é uma de minhas imensas felicidades, mas, como quase tudo de bom na vida, dá um trabalho danado. O que causa boa parte deste trabalho é a variação do formato de publicações no nosso mercado: tenho formatinhos, formato americano, aquele adotado pela HQM pra publicar TWD, álbum, o formato que a Pixel apostou um tempo atrás, o formato que a Devir adota… Por isso, compro plásticos grandes e os “adapto” ao tamanho da hq com fita adesiva. Também as guardo em armários de aço, tipo aqueles que a gente encontra em repartições públicas. Duram um bom tempo, são mais leves e fáceis de limpar. E bem mais em conta que armários de madeira. E compro aquelas pedras anti-mofo e traças.

    Volta e meia, tiro tempo para visitar algumas “seções” e aí é verificar se o plástico está ok, se a revista não está ficando amarelada, trocando as pedras anti-mofo, corrigindo alguma ordem de publicação…

    Loucura é ficar comprando encadernados de coisas que você já tem. Mas, se o preço estiver bom, eu faço. Aliás, por preço eu também já comprei muito lixo, coisas que sinceramente eu gostaria muito de ter coragem de jogar fora, como o Tom Strong do Alan Moore, que realmente eu detestei.

    Em ambos os casos, é difícil me desfazer do que já tenho, mesmo comprando outras edições. Dificilmente faço isso e, quando acontece, prefiro presentear algum amigo com a edição do que vender em algum lugar.

    Pior mania? Acho que é “conversar” com as hqs (ou falar delas como se fossem pessoas). Sério! Minha mãe, minha namorada e meus irmãos já me viram fazendo isso…

    O melhor de ser colecionador? Garimpar aquela promoção, seja em loja, sebo ou site. O prazer de encontrar um hq que você namora há um bom tempo com 50% de desconto é fantástico. Dia desses isso aconteceu com Do Inferno.

    O pior? Furos. Tipo você ter os números 1, 2 e 4 daquela mini e não encontrar o 3 em lugar nenhuma um preço minimamente aceitável. Como o primeiro encadernado de Transmetropolitan: amo a série e queria muito ter a primeira edição, mas não vou mesmo pagar R$ 150,00 por isso. E aí tome e-mail pra Panini…

  • Paul

    Excelente e profissional, mesmo falando do cotidiano e das histórias de colecionadores. Ouvi e reouvi com minha esposa e filha no feriado. Limpei a coleção e folhei as minhas preciosidades que gosto: Superman’s formatinho da Abril e mais tudo do Azulão que saiu depois da morte/retorno nos anos 90. Samir, te empresto o pacote Superman A morte’ – ‘Além da morte’ – ‘Funeral para um amigo’ e ‘O retorno’ passa aqui em casa com o Sidão, o Naranjo, o Ramone e o Codespot. OK?

    • Samir Naliato

      Ahhhhhhhh!!! Não provoque colecionador, isso é desumano! ;)

    • Marcelo Naranjo

      Será que ele devolve depois? :-)

  • HOJOSSAURUS

    Eu estava trabalhando e ouvindo…
    E NÃO CONSEGUI MAIS TRABALHAR!
    Preciso dar meus “testemunhos” de colecionador chato e de TOC para com as minhas coisas! Já volto!!!

  • HOJOSSAURUS

    Desde pequeno, sempre estou colecionando algo!
    Algumas coisas, perdi por inocência, “bondade momentânea”, etc.
    E esse tipo de coisa, me fez o chato de hoje! Mas vamos lá ao textão:

    1. Tenho uma coleção de Playmobil (mas infelizmente, só dos bonecos e não dos acessórios…)

    2. Muitos brinquedos antigos, de infância, ainda estão comigo! Salvei eles da minha mãe, que insistia em dar para os outros! Muita coisa que eu amava, foi embora!

    3. Em 1984, eu troquei pela primeira vez de escola. E como eu era o único japonês, era zuado sem limites e não me adaptava! E eu queria ter amigos! O que eu fiz? Tentei “comprá-los”, dando minha sagrada coleção de carrinhos Matchbox! De repente, todo mundo virou meu “amigo”!

    4. Eu tinha uma considerável coleção de gibis da Turma da Mônica! Eram o meu xodó! Um belo dia, eles não estavam mais lá! Minha mãe deu tudo pra mulher da feira! Como estava “encostado”, ela achou que eu não iria me importar! Não estava ENCOSTADO! Estava “arrumadinho pra ser admirado”! Mais uma dor no coração!

    5. Hoje tenho uma coleção de gibis! Até que tem bastante coisa variada! Muita coisa consegui salvar da época de infância! Meus pais entenderam que eu tinha um carinho especial por gibis e em aniversários, dias da criança e Natais… meu presente era sempre ir num sebo e numa banca de jornal, comprar MUITOS GIBIS!

    6. A coleção que mais tenho orgulho (mesmo que incompleta) é a DISNEY ESPECIAL! Essa me faz sorrir só de olhar e muitas, lembro exatamente do dia em que ganhei!

    7. Eu tenho essa paranóia de comprar uma revista que já tenho, só porque ela está “diferente”! Então tenho várias edições (do formatinho até a última versão em capa dura) da HISTÓRIA E GLÓRIA DA DINASTIA PATO! Como eu costumo dizer… “eu preciso sempre atualizar um clássico!”

    8. A mesma paranóia aconteceu com o mangá de Dragon Ball! Tenho a coleção encadernada completa que trouxe do Japão, a versão completa da Conrad e agora, a completa da Panini!

    9. EMPRESTAR é algo que não existe mais no meu vocabulário! Não empresto MAIS NADA! Quer? No seu aniversário te dou de presente, mas deixa o meu aqui! QUantas coisas já emprestei e nunca voltaram! Quando voltaram, voltaram com orelhas, marcações… já me devolveram uma revista toda riscada, porque “tinha passatempo… então eu fiz!” QUE ÓDIO! LIVROS já me devolveram arreganhados! Já sentaram em cima de minhas revistas! Já colocaram ela em mesas molhadas! Já usaram ela como apoio pra escrever! Já usaram como teste pra caneta BIC que não saia tinta! Já fizeram OLHINHOS numa edição de Homem Aranha que eu tenho! Já coloriram algumas paginas de uma edição do DEMOLIDOR da EBAL! Já cortaram cupons que vem dentro da revista (ou na capa)! Por essas e outras… EU NÃO EMPRESTO MAIS NADA! QUER? Vai comprar! Meu nome é CHATO, sobrenome EGOÍSTA e apelido POUCOMEFUDÊNUPROQUEVOCÊACHA! (Deu pra ver que esse assunto me estressa e traz à tona meu lado mais primitivo!)

    10. Uma vez, emprestei um CD da Laura Pausini! CDs não se encaixavam até então na minha psicose em relação à gibis/livros! Um belo dia, depois de 1 ano… vou pedir de volta! SUMIU! “Muito obrigado pela consideração!” – Aí depois de um tempo, estou ajudando o irmão dessa “amiga” a lavar o carro deles e DEBAIXO DO BANCO, COMPLETAMENTE RISCADO… está lá meu CD! Morto, sem alma!

    11. Vai mexer numa revista minha… lava a mão! Minhas revistas não são RG pra ter sua digital!

    Por enquanto é isso! Nem acabei de ouvir o podcast inteiro, mas me deu esses “cinco minutos” em que eu precisava me abrir com alguém!

    E pra terminar… uma última consideração:
    No dia em que eu morrer, queimo tudo e não deixo nada pra ninguém!
    Quero ter uma pós-morte tranquila e não vendo minhas coisas em sebos e sendo detonadas por algum animal!

    Agora vou tomar uns calmantes!
    Obrigado pela sessão descarrego!
    Adorando o episódio da semana!!!

    • Marcelo Naranjo

      Baita colecionador hein! :-) Legal!

    • Digo Freitas

      O negócio de emprestar é triste mesmo. Uma vez emprestei meu O Senhor dos Anéis – O Retorno do Rei e ele foi mastigado por um cachorro! Um dos meus livros favoritos! Esperei anos pela substituição e nada. Peguei de volta mordido mesmo.

  • Sidney Gusman

    Ricardo, eu compro sacos plásticos na 25 de março, em São Paulo. Procure por atacadistas que trabalhem com isso. Eu fecho as “embalagens” e depois tiro o ar de dentro pressionando com a mão. E guardo em pé.

    Abraço

    • Ricardo Caldeira

      Mil desculpas pela demora em lhe responder!Agora,me diga:e quanto os tamanhos?Por quais eu devo procurar?

  • Dimas Mützenberg

    Ricardo, a Rika é uma opção

    http://www.rika.com.br/acessorios?&utmi_p=_&utmi_pc=Banner%3asaco+plastico&utmi_cp=saquinhos

    Mas acho os valores, principalmente o frete, um tanto salgados. Mas existem lojas especializadas só em sacos plásticos de toda qualidade. O esquema é tirar as medidas dos formatos das revistas e procurar os sacos que melhor atendem cada um. Achei para formatinho, americano e magazine (estilo ESC) com fecho adesivo e tudo. Depois corto um pouquinho um canto do saco e aperto pra tirar o ar todo.

    • Ricardo Caldeira

      Muito obrigado,Dimas!Já adicionei a Rika a minha lista de favoritos!

  • Diêgo Silveira

    Doei minha coleção.

    Antes pensei em vendê-la e publiquei em um grupo: “Tenho uma
    Spirit autografada. Quanto diriam que vale?”. Ao que um respondeu: “Nem um real, porque autógrafo só faz sujar a revista”. Sei que foi um chiste, mas percebi que não seria fácil achar quem compreendesse o valor do que tinha em mãos. A solução? Distribuí tudo entre amigos e espaços culturais.

    Alguns dias depois um desses amigos me advertiu: “Você foi dar coleções completas pra biblioteca pública, taí! Fui lá, ler Vingadores/LJA, e tava faltando a 1 e a 3. Galera serve nem pra roubar”!

    O que aprendi: Autógrafos e dedicatórias não me convêm, uma vez que, hoje, se adquiro alguma HQ, uso-a para presentear alguém, muitas vezes
    sem sequer a ler.

    Quanto à doações para bibliotecas pública, infelizmente, só
    se for de one-shots, sob pena de ver qualquer coleção desfalcada em questão de semanas.

    Compartilhada essa experiência, que talvez de nada valha, vindo de um “traidor da causa”, deixo-lhes um alento: Não que eu me arrependa, mas, ao contrário do que dizem, desapego não torna ninguém melhor realmente.

    Sabe o que não contam sobre Francisco de Assis? Que abriu
    mão da herança sim, mas que, embaixo da cama, manteve conservada toda a tapeçaria de Bayeux em edição limitada e autografada. Se vacilar, vinha até com a caixinha.

    Abraços a todos e boa sorte com as traças.

    • Á sobre manias, eu não empresto revistas por que a única que eu resolvi emprestar (Ruínas, da Marvel) sumiu até hoje…. triste.

  • Sidney Gusman

    Bem-vindo, Rafael.

  • Olá pessoal, meu nome é Caio San (ignorem o ícone do cavalo, é do twitter hahaah) e ouço o podcast desde que começou e só tenho palavras de elogio a vocês.

    Uma das coisas que mais me atraem no Confins do Universo é a maneira como se coloca as informações e o ritmo. Sim o ritmo desse podcast é algo diferente de todos os outros que eu já escutei, tem uma cadência, os participantes nunca saem do “metrônomo” e isso deixa o podcast fácil de escutar, mesmo quando o assunto é mais dificil de entender.

    Sobre coleções, apesar de eu ter 30 anos, eu sempre fiz coleções de mangás (não sou tão aficcionado por HQs americanas, mas gosto delas) e lembro das vendas especiais da loja Comix e das primeiras Comix Fest, onde eu aproveitava para completar as coleções por um preço melhor! Mas uma das coleções que eu tenho (bem incompleta, mas me orgulha heheh) é a da Vertigo (Hellblazer para ser exato). Eu já fui um rato de sebos e sempre caçava as revistas do Constantine, e por isso descobri muitos outros títulos como Livros da Magia, a Vertigo antiga, Bad Boy e Lucifer (essa até hoje com dor no coração, incompleta, por que o argumento era muito bom)!

    Hoje em dia moro no Chile e já não consigo colecionar muitas coisas, mas guardo meus títulos com carinho.

    No mais um abração a todos vocês, continuo sempre ouvindo o podcast e acompanhando pelo twitter!

  • Marcelo Naranjo

    Legal que curtiu, Rafael! ;-)))

  • Marcelo Naranjo

    Caramba!!!! Estão em Portugal, ó pá! ;-)

    • Rsrsrsrs! Não, não, devem ter ido parar num cesto de lixo do Tatuapé, mesmo…

  • Rafael Soares Duarte

    Obrigado pelas boas vindas Sidney e Marcelo. Mais do que curtir, me senti representado.

  • Digo Freitas

    Ótimo cast!
    Eu sou de outra geração, obviamente, mas já colecionei figurinhas dos Cavaleiros do Zodíaco, brinquedos de Kinder Ovo, Tazo (Looney Toones, Máskara, Pokémon, etc), Lego, Pokémons do Guaraná Antartica, latas de refrigerante (essa era do meu irmão mas eu ajudava, era gigantesca e virou reciclagem), entre outras… Hoje eu tenho mais carinho com minha coleção de Hellboy, meus mangás (principalmente tudo lançado por aqui do Akira Toriyama) e Magic: The Gathering, que eu jogo, compro, guardo e dificilmente me desfaço de alguma carta.
    Eu vejo a galera falando da mãe cruel, mas eu tenho sorte de ter uma mãe que não deu embora nada sem perguntar antes! Dá uma dor ver os relatos de vocês…
    Agora minha mania de continuar até coleção que eu não gosto muito é a pior, já me fez até comprar coleção de mangá para minha namorada que pegou só uns números perdidos.
    Agora eu finjo que não vejo as coleções incompletas dela e foco só nos meus hahah

    Abraços!

  • Isaura Luiza Paramysio

    Excelente programa, assim como os anteriores.
    E amo quando vocês abordam coisas que nenhum outro podcast de quadrinhos faz, ainda espero um sobre mercado editorial.

    Ok… aqui vai uma (duas) pergunta provocação.
    Como vocês colecionadores veem o mercado digital?
    E, o que vocÊs realmente acham dos sebos pensando no viés de mercado?
    Sou entusiasta de streams como o Social comics e chruchrol mangas, e obviamente como alguém que tem visto o mercado crescer desde o FIQ 2011, destesto pirataria, porém vou fazer um paralelo entre scans e sebos.
    Há muito tempo atras pensei em escrever um artigo chamado, “sebo, o scan impresso”, mas nunca fiz por preguiça.
    Enfim, vi que vocês falam muito de sebo, e tenho ciencia que como pessoas que amam o mercado, vocês odeiam a pirataria. E sei que vocês detestam scan porque quando se baixa uma edição do que quer que seja, não vai nenhum centavo para editora, desenhistas e roteiristas, enfim, é roubo, calote, puro e simples.
    Porém certa vez ao sair de um sebo ( e na outra vez que peguei algumas coias elo Mercado Livre) pensei, poxa, a editora e roteirista seuqer verão um centavo disto.
    Isto mesmo, toda vez que comprei um gibi da Turma da Mônica no sebo, a MSP não viu um centavo daquilo.
    Então, já pensaram no sebo por este viés?

    • Dimas Mützenberg

      Isaura, acredito que temos situações diferentes. Um gibi impresso, vendido no sebo é um produto que já foi pago para a editora. Ele já está dentro do orçamento do custo daquela edição. Quando alguém escaneia um gibi e põe na net pra download, o alcance daquele scan é infinitamente maior ao repasse desse mesmo gibi num sebo. A editora não tem nem como mensurar isso. É parecido com um paralelo que já ouvi muita gente fazendo entre o download de mp3 e quando gravávamos os discos em k-7. Logicamente o alcance dessa “pirataria” é ínfimo em relação à pirataria digital. Além disso tem o fato de que a grande maioria do que se procura em sebo é de produtos já fora de linha.

      • Isaura Luiza Paramysio

        Hmmm…. é um bom ponto de vista.
        Sobre o digital, eu fico cada vez mais feliz com noticias de comercio digital, gosto do compre mais por menos e não precisar entulhar papel em casa em demasia.
        Depois que comecei a notar que estava gastando mais tempo organizando estante que lendo e que tinha coisas que não folheio a mais de cinco anos, tenho desanimando em fazer comida para traças.

  • Marcelo Franco

    Primeiramente, gostaria de dizer que estou muito feliz de ter o meu e-mail lido no PODCAST sobre colecionismo. É uma enorme felicidade e reconhecimento para mim, MUITO OBRIGADO. Gostaria de complementar e corrigir eventuais equívocos que eu possa involuntariamente ter provocado e dizer, de forma bem clara, que o Sidney Gusman (não confundir com Gusmão…) e MARCELO NARANJO, formam, com os demais integrantes do grupo, o QUARTETO FANTÁSTICO DAS NOTÍCIAS dos quadrinhos e que em tempo algum eu quis valorizar alguns dos integrantes do grupo em detrimento de outros, o que seria inoportuno e, no mínimo, injusto. Todos são brilhantes e me divirto muito….especialmente com os palavrões do Sidney, que são descongestionantes (o fígado agradece). Quanto a questão do colecionismo…diante do que os meus ilustres baluartes falaram….me senti o mais comum e normal dos colecionadores !! Claro que dar uma “cheiradinha” nos quadrinhos, recém comprados, é básico e me enquadro neste vício. Mas irei cometer uma heresia e dizer que depois de 35 anos comprando quadrinhos, hoje estou mais preocupado em garimpar boas histórias (cada vez mais raras) em detrimento de completar as coleções que são lançadas, muitas vezes, com intuito unicamente mercadológico, e assim, não estou nem um pouco preocupado se completei a numeração ou não. O que me interessa são boas histórias. Posteriormente, vou comentar aqui sobre correspondências que mantive com aquele que considero um intelectual dos quadrinhos, no Brasil, nos anos 1980 e que tive a felicidade de ter contato, LEONARDO MATTAR MONTEIRO (frequentador do CONCLAVE e amigo do JOTAPÊ e meu também,”do peito”), com o qual mantive correspondência até 1996, sendo que tenho em mãos aquela que acredito ser a maior carta sobre quadrinhos e cinema já escrita no Brasil (no mundo ?), com mais de 1.000 páginas,,,,assunto para um outro comentário de outro PODCAST. Só para esclarecer, as cartas do Leonardo eram (são) tão importantes para mim, que as considero os itens mais importantes da minha coleção, por isso as estou citando, neste momento.

  • Marcelo Franco

    Dimas, olha aqui em Ribeirão Preto está a mesma coisa….poucos sebos e os que tem, estão localizados na região central de Ribeirão, bastante perigosa e desvalorizada. O mercado de usados aqui em Ribeirão nunca foi forte, infelizmente. Abraços.

    • Dimas Mützenberg

      Triste isso.

  • Nossa, ter que comprar todas as edições número 1 de tudo já é toque em, e um pouquinho coisa de acumulador, né não???
    hahahahahahahahahahahah
    Ótimo pod.

  • Thiago Sakowski

    Olha, acabei de ouvir o episódio e achei demais. Muito bom mesmo! Parabéns a todos. Me identifiquei com praticamente tudo que foi dito. Eu leio e coleciono HQs desde os 10 anos de idade, hoje, tenho 30 anos e possuo uma coleção com aproximadamente 10 mil exemplares. Vou me casar no ano que vem e por motivo de espaço, não poderei levar minha coleção. Por enquanto, vou ter que deixar na casa de meus pais. Espero nunca precisar me desfazer dela, só de imaginar algo assim, já sinto um aperto no coração. Como foi dito no programa, ninguém, além de nós colecionadores, consegue entender essa paixão. Eu amo os meus quadrinhos.