Confins do Universo 044 – Pantera Negra Forever

Por Samir Naliato
Data: 21 fevereiro, 2018

Pantera Negra estreou cercado de expectativas dentro e fora das salas de cinema. A primeira megaprodução da Marvel Studios protagonizado por um super-herói negro é uma marca que vai além dos milhões arrecadados e recordes quebrados em seu lançamento.

Para debater as virtudes e defeitos, o impacto no Universo Marvel Cinematográfico e as questões políticas e sociais abordadas no longa-metragem, a equipe do Confins do Universo – formada por Sidney Gusman, Samir Naliato, Marcelo Naranjo e Sérgio Codespoti – recebeu como convidado o psicólogo, investigador de polícia e integrante do site Melhores do Mundo Lucas “Poderoso Porco” Ed.

E mais: mergulhamos também na trajetória do Pantera Negra nos quadrinhos, desde sua criação por Stan Lee e Jack Kirby, passando por fases memoráveis, curiosidades e acontecimentos mais recentes.

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Participantes

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Comentado neste programa

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Ilustração do Confins do Universo

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  • Emanuel

    Olha, já tem algum tempo que desisti de ouvir podcasts, mas resolvi ousar neste e fiquei muito contente com as colocações de todo mundo sobre o filme. Nem tenho o que acrescentar, disseram tudo. Só fica aqui minha felicidade em ver algo que assisti e tanto me agradou/contemplou dando muito certo – espero que seja só o começo. Por fim, já fiquei animado demais pelos comentários sobre a Graphic MSP do Jeremias; era bem o que gostaria de ler. :D

    • Sidney Gusman

      Obrigado, Emanuel.

      Feliz que tenha gostado.

      Abraço

  • De fato, o Pantera Negra foi lançado antes da fundação do Partido dos Panteras Negras, é pouco provável que tenham se inspirado no movimento, embora como foi dito, o personagem foi construído ao lado do tempo, Coal Tiger acabou sendo usado pela Marvel no MC2, foi o nome usado pelo filho do T’Challa, a fase do Kirby era afrofuturista, mas como disseram, era muito genérica, tem horas que parece com Novos Deuses, sim, Jungle Action era uma revista de tarzanides dos anos 50, naquela época teve uma revista similar, a Jungle Tales que apresentou o herói negro Waku, prince of the Bantu, o relacionamento da Tempestade com o Pantera foi algo publicado num retcon em Marvel-Team Up #100 (dezembro de 1980), história escrita por Chris Claremont e Frank Miller com desenhos do próprio Miller, isso é mostrado também em Uncanny Origins #9 (maio de 1997), escrita por Jim Alexander com do brasileiro Marcelo Campos, aqui saiu em Origens do Super-Heróis Marvel #8 (outubro de 1999). O filme se inspirou em elementos de vários países africanos, na parte das lutas há como dambe (da Nigéria), capoeira de Angola, luta de bastões zulu, luta livre senegalesa, entre outras.

  • Pedro Bouça

    O Tigre de Carvão é a demonstração cabal de por que Jack Kirby PRECISAVA de um editor!

    • A série solo por ele também.

    • James Howllet

      He he he…

      Lembrei-me de cara do comentário do Rei usado pelo Sean Howe na introdução da história da editora.

  • codespoti

    Vou fazer uma correção. Eu cito a imagem icônica de um dos líderes do partido dos Panteras Negras (Black Panther Party) sentado numa cadeira segurando uma carabina e um arpão e a semelhança com um dos cartazes do filme. Na minha memória quem estava sentada era o Stokely Carmichael (que foi um membro importante do grupo e do movimento dos direitos civis nos Estados Unidos), mas eu errei. Quem está na foto é o Huey P. Newton, que foi um dos fundadores do partido.

  • Douglas Coelho

    Uma aula esse podcast, parabéns à todos os envolvidos.

    • Sidney Gusman

      Grato, Douglas.

      Abraço

  • Murphy do Sealab

    O filme é espetacular.
    Em vários momento eu – arrepiado e até emocionado com algumas cenas – pensava algo do tipo: “se eu to assim, imagina um negro que nunca viu algo minimamente parecido com isso”.
    Sério, é muita falta de empatia não compreender a importância e o tamanho do filme.
    Já não vejo a hora da Marvel trazer a Kamala Khan pro MCU!

    • Acho que “Um Principe em Nova York” é muito mais representativo que Pantera Negra.

      • Amo “Um Príncipe em Nova York” e toda a produção do Eddie Murphy nos anos 1980.
        Mas não pude ver nada disso no cinema, assim como não vi nada da produção blaxploitation dos 1960/1970. Então sim, “Pantera Negra” é uma experiência muito nova e muito rica.

        Agora, queria te fazer uma pergunta, Alexandre: você disse que só vai ver Pantera Negra no bluray. Quais os parâmetros usou pra fazer a comparação da “representatividade” dos filmes?

  • Cesar Constantino

    Dizer que o Partido dos Pateras Negras agiam “quase na lógica dos Republicanos norte-americanos hoje (…) eles defendiam os direitos dos negros se defenderem com o uso de armas” e ainda que surgiu como um contraponto a Ku Klux Klan é de um simplismo abissal! O movimento em questão é um PARTIDO radical de viés revolucionário e propõe algo muito mais profundo do que esta analogia fraca sugere! Parafraseando o Sidão no início do programa: “Vai pesquisar!” Tem até um documentário muito bom sobre o assunto: “Os Panteras Negras: Vanguarda da Revolução” (Stanley Nelson, 2015) – tem no Netflix!

  • Rafael Monteiro de Castro

    O filme é sensacional, a importância da representatividade é indiscutível, mas, sinceramente, eu fiquei extremamente desapontado com a forma que o Garra Sônica foi descartado.

    Não, eu não queria que ele fosse o principal vilão do filme, o Killmonger é um antagonista muito mais interessante até pela discussão que o filme provoca. Mas o Klaw podia ser usado pelo Killmonger por mais tempo até ser transformado pelo vibranium na criatura sonora que muita gente, inclusive eu, deduziu que ele se tornaria.

    Afinal, escalar um ator famoso por interpretar personagens em CGI, apresentá-lo anos antes em outro filme e mostrar ele perdendo o braço é o suficiente pra qualquer um deduzir que ele se tornaria uma criatura de som em algum momento. Como disse o Sidão: “Enganaram a gente”.

    Pra mim, dá a impressão que era essa a ideia original (Klaw se tornar o Garra) e que até o personagem do Martin Freeman teria maior relevância no filme, e tudo isso mudou quando Ryan Coogler trouxe suas ideias. Ideias essas de extrema relevância, mas o fã em mim se sentiu como quando descobrimos que o Mandarim em Homem de Ferro 3 era um farsante. Uma boa ideia, mas o fã queria ver o personagem da HQ devidamente representado na tela.

    • Sidney Gusman

      Rafael, sabe que não me importei tanto assim? No contexto do filme e na construção do Killmonger, achei que ficou pertinente.

      Abraço

  • Marcelo Oliveira Lima

    Fiquei muito feliz de escutar esse podcast e encontrar tamanha consciência tanto das questões sociais quanto narrativas/estéticas do filme. Todos os meus colegas roteiristas e animadores da Bahia que são brancos/heteros/etc não viram nada “de mais” no filme e isso pra mim é bastante sintomático. Pantera Negra me emocionou, se tornou meu favorito da Marvel e agora espero ansiosamente por Jeremias. Parabéns e longa vida ao Confins do Universo!

    • Sidney Gusman

      Valeu, Marcelo!

      Abraço

  • Sidney Gusman

    Concordo com o Lucas. O foco ali era só contextualizar. E verei o documentário.

    Abraço

  • André Maria

    A melhor parte de um lançamento de um filme desse porte é o Confins que vem depois.

  • Fico com o pé atras. Nunca curti a personagem, e me parece que o hype está muito calcado no politicamente correto e na “representatividade” do filme. Tipo: quem fala mal é racista. Mulher Maravilha sofreu do mesmo fenômeno (quem fala mal é machista).

    E Mother! também: quem fala mal é burro e não entendeu. :D

    Mas vou dar uma chance, quando sair em Bluray.

    • Don Ramon

      É bom, é previsível. Mas ainda assim é bem bom.
      Fui curtir o personagem só na animação “Vingadores – Os maiores heróis da terra”.

    • Enoch

      Mesmo se você decidir ignorar o cunho político e social do filme e a questão da representatividade, Pantera Negra ainda é um filmaço de super-herói como a Marvel já não lança tem um bom tempo.

      Assistir ao filme é relembrar grandes clássicos da sétima arte como Star Wars, Indiana Jones, 007 e De Volta Para o Futuro e ainda assim deparar-se com algo sem precedentes.

      Assistir Pantera Negra no cinema não é uma questão de dar uma chance ao filme, mas de você dar uma chance a si mesmo de encontrar um espetáculo.

      • Esse espírito oitentista eu senti quando assisti ao primeiro Capitão América, do Joe Jhonston (diretor do também excelente Rocketeer).
        Talvez eu curta. Hoje em dia é raro algo me impressionar.

    • Rafhael Victor

      É bem isso que descreveu. É um bom filme, mas, em questões técnicas, não é muito melhor que a maioria dos da Marvel. E claro que já fui chamado de racista, machista, mototaxista, etc, por dizer isso.

    • Marcos Henrique Apolinario

      Mas creio que isso, seja o reves que o filme trouxe e ainda se você não gostou do filme, acredito que o filme é politico como foi soldado invernal.

    • Sarah Oliveira

      Na boa, esse filme vale assistir no cinema. Não em 3D. Mas no cinema com a maior tela que você puder. É tudo muito lindo.

  • Enoch

    Hoje em dia, eu só considero completa a minha experiência de assistir a um filme novo de super-heróis no cinema depois que eu termino de ouvir ao Confins do Universo ! É uma pena que o ep sobre HA: De Volta Ao Lar tenha se perdido no buraco negro onde havia a Terra Ultimate, tamanho o azar de nosso herói aracnídeo, assim como o ep sobre Thor Ragnarok parece estar repousando no Valhalla …

    Mas hoje estamos aqui pra falar de grandes felinos ! Eu estava sentindo falta de ver alguém comentando sobre a (falta de) relação entre o Pantera Negra e o movimento partidário de mesmo nome e há um vislumbre disso, principalmente no início do filme, com aquele flashback.

    Só uma pequeno adendo, embora eu também não seja a melhor pessoa para fazê-lo, pois não tenho formação médica mas queria ressaltar a verossimilhança na morte de Killmonger que a torna ainda mais emblemática e longe de qq clichê. Se não me engano, tem algo a ver com o fato de que o objeto pontiagudo cravado em seu peito pode impedir a hemorragia e talvez, segurar algum órgão atingido, mas ao ser retirado a vítima morre. Assim, o vilão literalmente escolheu a morte ao invés da restauração pela tecnologia wakandana e viver em “escravidão”, ao passo que T’Challa escolheu respeitosamente permitir que Erik encerrasse a própria vida em um dos momentos mais bonitos do filme.

    Enfim, muito boa a forma como vocês facilmente evitam entregar o feijão-com-arroz e nos presenteiam com referências que vão desde Martin Luther King ao arco em quadrinhos de Pranto de Uma Nação Condenada. UHQ Forever !!

  • Para os interessados em memorabilia do personagem, uma curiosidade sobre o Pantera:
    http://galeriadosbrinquedos.blogspot.com.br/2018/01/teria-gulliver-produzido-o-primeiro.html

  • Conheci o Universo HQ há pouco tempo, sou um colecionador novo de quadrinhos. Já virei fã do site e visito ele pelo menos duas vezes ao dia. Esse fim de semana terminei a maratona de Confins do Universo (ouvi todos no carro) e já entro na campanha para que o podcast seja semanal. Irei apoiar o projeto do Catarse, vocês merecem demais.

    Um abraço a todos da equipe.

    • Obrigado, Paulo, e seja bem-vindo ao UHQ! Bela maratona, que disposição!! :)

  • Felipe Soares

    Quero morar nesse podcast
    Obrigado amigos.

  • Cassiano Cordeiro Alves

    Excelente podcast, pessoal (como sempre). Incrível como minhas opiniões quase sempre coincidem com as do Sérgio Codespoti. Concordo plenamente quando ele afirma que a Marvel Studios provou que pode fazer filmes diferenciados. E pensar que em outros sites e podcasts por aí teve gente dizendo que os filmes da Marvel são todos iguais…
    Agora, um questionamento: seria exagero afirmar que o Erick Killmonger de Michael B. Jordan é > o Coringa de Heath Ledger?