Confins do Universo 071 – O voo da Capitã Marvel

Por Samir Naliato
Data: 13 março, 2019

Capitã Marvel chegou aos cinemas arrebentando nas bilheterias.

O primeiro longa-metragem de uma protagonista mulher no Universo Marvel Cinematográfico estava cercado de expectativas após o sucesso de Mulher-Maravilha, e provocou muitos debates nas redes sociais. Qual é a sua importância para o público, para o estúdio e para a indústria em geral? E quais as suas qualidades e defeitos como obra cinematográfica?

Neste episódio, debatemos os pontos altos e baixos, traçamos um histórico da personagem nos quadrinhos e projetamos o futuro dos filmes Marvel. Vem com a gente!

 E, claro, os erros de gravação!

.

Participantes

_____________________________________________________________

Comentado neste programa

_____________________________________________________________

Contato

Envie a sua mensagem com sugestões, elogios ou críticas: podcast@universohq.com
Mensagem de voz via Whatsapp para (11) 94583-5989
Redes sociais: Twitter – Facebook – InstagramGoogle+Youtube

_____________________________________________________________

Assine o Confins do Universo

Feed RSS – http://podcast.universohq.com/feed/
iTunes Store
Spotify

_____________________________________________________________

Confins do Universo em vídeo

Canal do Universo HQ no YouTube

_____________________________________________________________

Edição e Sonorização

O Confins do Universo é editado por Rádiofobia Podcast e Multimídia.

_____________________________________________________________

Narração de abertura e encerramento

Guilherme Briggs – Twitter – Facebook – Instagram

_____________________________________________________________

Logotipo

Damasio Neto – Facebook – Instagram

_____________________________________________________________

Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão (versão 1) – Twitter – Facebook – Site Oficial
Vitor Cafaggi (versão 2) – Twitter – Facebook – Instagram

Confins do Universo, por Vitor Cafaggi

• Outros artigos escritos por

.

.

.

  • Bruno Rosa

    A cena da Capitã com Stan Lee foi refilmada, sim.

    • Sidney Gusman

      Nós gravamos antes de a informação ser confirmada.

      Abraço

  • Alessandro Souza

    Achei um filme legal. Me diverti e nada me incomodou. Nem o Fury bobão, nem terem mudado o gênero de Mar-vell.
    Só achei sacanagem o Rodrigo Salem ter chamado o Capitão Marvel de herói classe C e o Sidney ter concordado. Algumas das melhores HQ’s de super-herói que eu li foram protagonizadas pelo bravo guerreiro Kree. Aliás, a história “Metamorfose”, publicada em HTV 11 ainda me emociona e faz pensar. Mais: De acordo com texto publicado na coletânea “A Saga de Thanos”, publicada pela editora Abril em 1992, essas histórias ajudaram a alavancar a venda da revista HTV e consequentemente estabelecer as publicações de heróis da Ed. Abril. Gostaria de saber se um herói que protagoniza histórias como “A Morte do Capitão Marvel” e a já citada “Metamorfose” pode ser chamado de classe C.

  • Andre Freitas Eudentista

    Vocês falaram que nos filmes do MCU nada dura muito, Guerra Cívil não teve grande repercussão nos outros filme(só pequenos fatos), só o fim da SHIELD está durando, pelo menos nos filmes.

  • Jorge Gustavo Pinna Rodrigues

    Samir falou que, em relação ao tesseract, teria havido um retcon – eu tb fiquei com essa impressão, mas vcs não detalharam. Qual foi?

    • Bruno Rosa

      ao inves de o Tesseract ter passado da SHIELD para Loki, como pensávamos, passou da SHIELD para Mar-Vell, de volta para SHIELD e entao para Loki.

  • Sandmantj

    1-qual é o ator em 1:02:50?

    2- quem em clube dos cinco?

    • Enoch

      1- Hugo Weaving foi o ator citado.
      2- Atriz: Ally Sheedy Personagem: Allison Reynolds

  • Enoch

    Não sou nenhuma Capitã Marvel mas tb estou voltando aqui do meu exílio (semi)auto-imposto pra poder ter o prazer de mais uma vez ouvir e comentar no podcast do Universo HQ. Então vamos lá.

    Sobre os diferentes tons de narrativa e abrangência de gêneros em CM, eu digo que mesmo sem ser um millennial, eu desde que me entendo por nerd sempre gostei mais de filmes que não se prendem a uma ótica só, então adorei isso no mais recente longa do MCU.

    Vale lembrar que os livros de Senhor dos Anéis e Harry Potter são inclusive muito elogiados pela transição que fazem entre o clima mais sombrio e pesado e o mais terno e sensível. No cinema eu poderia dar como um bom exemplo a recente encarnação de It, o já citado Clube dos Cinco e a clássica franquia Máquina Mortífera já que em certos momentos o Fury lembra até o sgt, Murtaugh. Da TV, acho que até peta temática girl power eu não poderia mencionar exemplos melhores do que Alias e Buffy, a Caça-Vampiros.

    Concordo com o que foi dito sobre a Brie Larson exibir aqui uma atuação discreta e de que este é seu grande trunfo, pois acho que caiu muito bem pra uma heroína que precisa ser durona graças ao seu histórico militar e ao mesmo tempo lidar com os problemas de memória e o fato de ter que se descobrir. A cena do trem com Stan Lee é de fato um ótimo exemplo disso.

    E eu também fui um que, mesmo sabendo de todos os pormenores que envolvem uma retcon, interpretei que Danvers não foi chamada antes pq isso só seria feito em último caso e que os Vingadores tinham sido criados exatamente pra evitar esse tipo de dependência da Carol.

    Acho que a essa altura já ficou meio implícito que eu adorei a participação da Isabelle Felix e da Lully nesse Confins do Universo, assim como, gostei de ouvir novamente a voz do Codespoti, que não estava presente nos últimos eps que eu assisti.

    E devo dizer que estou em vários lugares falando exatamente a mesma coisa que o Sidão. Que Capitâ Marvel não é o melhor filme do MCU mas tb está longe de ser o pior. Digo mais. As pessoas o comparam com o primeiro longa do Capitão América como se isso fosse ruim, e eu acho esse filme tristemente subestimado. Enquanto que ambos são bem melhores do que Thorta Ragnarok.

    Agora é torcer pela Capitã e vermos,dentre outras coisas, o seu encontro com a Vampira e com uma Monica Rambeau adulta e com poderes, usando o nome de Photon em homenagem a mãe.

  • Wellington

    Posso estar enganado, mas parece que um dos maiores problemas com esse filme pode ser resumido no seguinte parágrafo, retirado da resenha de Scanners* (1981) pelo crítico Roger Ebert:

    “The problem with “Scanners” is really very simple: It is about its plot rather than about what happens to its characters. That is a big difference. Movies that are about their plots force their characters through their predestined paces. Movies that are about characters seem to happen as we’re watching them. “Scanners” is so lockstep that we are basically reduced to watching the special effects, which are good but curiously abstract, because we don’t much care about the people they’re happening around.”

    * https://www.rogerebert.com/reviews/scanners-1981

  • Wellington

    01:29:05 aí lacrou, hein, manas!

  • Natanael Floripes

    Gostei do episódio, embora não tenha visto e provavelmente não vá ver o filme da Capitã Marvel. Na verdade, vi poucos filmes do universo de cinema da Marvel. Agora, quando vier o filme do verdadeiro Capitão Marvel (Shazam para os mais novos), aí eu não vou perder.
    PS: antes que alguém me tache de anti-feminista, quero esclarecer que eu adoraria ver um filme da Mary Marvel. Sempre adorei a Mary Marvel, especialmente desenhada pelo grande Bob Oskner.

  • Cassiano Cordeiro Alves

    Pela primeira vez minha opinião sobre um filme UCM destoa da do Sérgio Codespoti. Eu curti bem mais do que ele o filme, e o lance de alternar entre drama, ação, humor, acho que ficou bem no filme. Saí bem satisfeito do cinema.
    Me incomodou um pouco o lance do legado ter ficado muito implícito, não há uma deixa para a Carol assumir o nome de Capitã Marvel.