Confins do Universo 021 – Traduz pra mim?

Por Samir Naliato
Data: 24 agosto, 2016

Se você acha que traduzir quadrinhos é uma tarefa simples, pense duas vezes!

Neste episódio do podcast Confins do Universo, conversamos sobre curiosidades a respeito desse assunto com o convidado Jotapê Martins, um dos mais antigos e folclóricos tradutores de quadrinhos do Brasil. Lembramos de erros clássicos, acertos históricos e polêmicas antigas e recentes. Debatemos ainda o papel do tradutor no mercado.

E mais: falamos sobre a Era Abril dos quadrinhos dos super-heróis, cortes de páginas e outros assuntos imperdíveis!

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Participantes

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Comentado neste programa

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Edição e Sonorização

O Confins do Universo é editado por Rádiofobia Podcast e Multimídia.

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Narração de abertura e encerramento

Guilherme Briggs – Twitter – Facebook – Instagram

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Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão – Twitter – Facebook – Site Oficial

Confins do Universo

• Outros artigos escritos por

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  • Pulando o Corguinho

    Ainda não ouvi mas já quero mais!

  • Lionel Novaes de Freitas

    Esse programa esta muito divertido. Eram outros tempos…imagina o que R$ 10,00 traziam das bancas em meados de 1994. Saudades :)

  • Valdir Pedrosa

    Sensacional!!! O JP é uma figuraça. Bateu uma nostalgia danada, lembrando os anos 80 quando lia nos “formatinhos”: Tradução – JP Martins.
    Off topic: Amigo Samir, temos previsão de publicação do checklist de Julho e Agosto?
    Grande abraço a todos da equipe e parabéns pelo programa.

    • Samir Naliato

      Essa semana ainda!

      • Valdir Pedrosa

        Valeu, Samir!

  • Everaldo Couto de Amorim

    Excelente podcast!!!! Num gosto nem desgosto desse cara, JP. Eu acho que nomes não deveriam ser traduzidos nem codinomes podiam usar um subtítulos pra explicar o personagem.

    • Sidney Gusman

      Valeu, Everaldo.

      Abraço

  • Rafael Monteiro de Castro

    Sensacional, uma das melhores edições até agora. Apesar de eu não concordar com muita coisa que o Jotapê diz, ele é parte importante da história das HQs Marvel e DC no Brasil.

    Quero ver se conseguem me tirar uma dúvida: Há muito tempo, eu peguei uma edição de X-Men na Gibiteca Henfil, e o nome do Wolverine tava traduzido como “Vombat” ou coisa do tipo. Vocês sabem que editora fez isso? Não acho em lugar nenhum, nem sei se era uma edição nacional ou portuguesa, mas é mais uma tradução de nome bizarra.

    E será que foi o Jotapê que criou “Homem Absorvente”?

    Abraço!

    • Sidney Gusman

      Rapaz, essa do Vombat não me lembro. Será que era nacional?

      Depois pergunto pro Jota se Homem Absorvente foi dele.

      Abraço

    • Sidney Gusman

      Rafael, o Jotapê me falou que o Homem Absorvente veio da Ebal. Ele só manteve.

      Abraço

      • Rafael Monteiro de Castro

        Valeu pelo retorno, Sidney! Abraço!

      • Kajisan1 .

        Eu tenho um formatinho que o Hulk(cinza), enquanto luta com o Homem Absorvente, o chama de “Homem modes” pra caçoar dele hahahaha Gostaria de saber como isso ficou na edição original.

  • Bom tema. Afinal vou ouvir a voz do lendário Jotape.

  • Mario Augusto

    Programa incrível! Tragam mais o Jotapê Martins!!

  • Anthenor Júnior

    Sensacional! Sou obrigado a ficar do lado do JP em relação as traduções! hahaha!

  • O esquema que fizeram com a morte do Superman hoje seria bombardeado por chorões reclamando dos “spoilers”. :)

  • Pequenópolis é bem legal!

  • Cara… essa coisa de traduzir gírias é fogo! Me lembrei dos dois encadernados da fase Lanterna Verde e Arqueiro Verde… As gírias lá são lamentáveis. Deveriam ter saído.

  • Digo Freitas

    Mais um programa histórico! Parabéns ao Confins por trazer mais essa figura histórica das HQs brasileiras.
    Acho que o que o JP fazia com as HQs era mais ou menos o que os dubladores brasileiros tentavam fazer nos filmes e séries até os anos 90, que era adaptar ao ponto que subverter totalmente a ideia original. Claro que arrancar páginas de uma HQ é um absurdo, mas eram liberdades da época pré-internet.

    Excelente entrevista! Tragam mais dessa galera das antigas futuramente… Tipo alguém que trazia ou produzia Disney aqui, por exemplo.
    Abraço!

    • Sidney Gusman

      Legal que gostou, Digo.

      Abraço

    • Faço coro a quem sugere trazer alguém que produzia Disney para o Confins do Universo. Ou algum parente de um já falecido, a filha do Ivan Saidenberg, por exemplo.

  • Sidney Gusman

    Já tentamos, Valdir. Mas, até agora, não aceitaram o convite. Quem sabe agora, né?

  • Sidney Gusman

    Rogério, não é isso, não. É que sou sempre por tentar ficar mais próximo do original. Mas concordo contigo: foi uma aula. Um dos meus episódios favoritos. E não é por discordar diametralmente do Jotapê que preciso me estapear com ele. Com alto nível, fica mais legal a discussão.

    Abraço

  • Eli Ramos

    Jotapê, lenda viva das HQs no Br, todo mundo que gosta de HQ tem uma dívida histórica com ele, apesar de ser meio mala, a aentrevista foi deliciosa. Tragam o Leandro Luigi Del Manto!

  • Sr.Cleverson

    Muito divertido este episódio! Ri muito ouvindo durante a volta do trampo. Gostei tanto que agora olho pro meu Terra X – JP’ Cut com mais carinho.

  • Helio Sampaio

    Foi muito bom o programa. O Jotapê é uma figuraça. E agradeço pela tradução do nome Vampira, pode e deve se orgulhar. E 50 -70 mil exemplares!! O mercado Nacional era realmente muito diferente, como falado- agora temos mais títulos, e menos vendas, mas com maiores preços. É o perfil do público, e uma adaptação das editoras que está em um período de transição. O impresso pra o puramente digital. Creio que o os livros assim como os quadrinhos vão acabar por uma questão de geração e meio-ambiente , a nova geração simplesmente não conhece, então não vai sentir falta. Quando vai ser? Vai saber ? Deve ser quando esta geração acabar, nós ainda temos gosto pelo papel, é algo bom ter na estante e consultar. E. Sidney! Traga sempre mais convidados assim! E abraços para todos.
    Helio Sampaio

  • Edivaldo Alves

    Absolutamente espetacular! Sem dúvida um dos mais divertidos do CdU. Comecei a ouvir o Podcast com o episódio sobre Reino do Amanhã e foi paixão a primeira ouvida! Já ouvi todos os episódios, e alguns mais de uma vez. Qdo eu ouço vcs da pra sentir q vcs manjam de verdade! Não é um “zé-ruela” qquer q leu 5 artigos no google sobre alguma HQ e já se acha o especialista! Aliás, esse é um outro ponto positivo, é conhecimento sem empáfia! É um tesão ouvir esse podcast! Esse em especial foi um banho de divertimento! Sidney é um dos melhores hosts de podcasts q eu ouço, ta ali nas cabeças! O espírito do Jotapê foi tão forte nesse programa q cortaram a leitura e as indicações “pq não precisa”, hahaha! Sério, chamem ele novamente assim q possível foi uma participação brilhante! Parabéns e torcendo para q logo vcs peguem gosto pela coisa e comecem a fazer o podcast semanal! Talvez programas especiais temáticos! Sobre cinema filmes – q não estão ligados ao universo hq – q de alguma forma influenciaram autores ou mesmo vcs! Só posso agradecer por ouvi-los. Obrigado e um gde Abraço!
    PS – devo dizer q trabalho no ramo gráfico – num Bureau Digital – mas já trabalhei em gráficas e tb diretamente com distribuição de revistas para bancas por mtos anos – foi meu primeiro emprego e durou mais de 10 anos. E sinto uma alegria especial qdo vcs comentam, mesmo q rapidamente, sobre processos gráficos! Aliás, talvez isso possa ser um tema! Perrengues de gráficas e distribuição! Valeu!!

  • Rafael Monteiro de Castro

    Valeu!

  • César Lima

    Cara, que programa excelente!!! Muito saudosismo dos idos de 1983/1984 em que a Marvel no Brasil se resumia a CA, HTV, SAM, HA e HLK. Nessa mesma época veio GHM com a morte de Adam Warlock em seu número de estréia.

    Tive o prazer de pedir um autógrafo ao Jotapê em um evento em 1998, ele me atendeu de forma super simpática. É só não polemizar com as alterações em Guerras Secretas, o meu grande trauma da coleção de formatinhos! :D

    Gostaria de ouvir mais daquela turma da Abril dos anos 80… Hélcio e Sérgio Figueiredo seriam as próximas escolhas óbvias. Vamos ver se encontram espaço em meio a tantos temas fascinantes que virão nas próximas pautas.

  • Marcelo Tristão

    Esse foi um dos melhores podcasts…. Vivo essa época, colecionava DC e Marvel!
    Apesar de reconhecer a contribuição do Jotapê para a consolidação dos quadrinhos de super-heróis na Abril, não consigo perdoá-lo pela cronologia própria e pelas sucessivas mutilações nas revistas. Em função disso, desenvolvi uma “mania de colecionador” que dura até hoje. Sempre que compro uma revista, folheio, contando as páginas para tentar identificar os cortes de páginas. … mesmo sabendo que isso raramente ocorra hoje!

  • brunoalves65

    Olá, quadrinautas do Confins do Universo!
    Episódio excelente!!!! Muito boa (e hilária) a participação do JP! Chorei de rir com as “tretas” entre ele e Sidão! Foi um episódio esclarecedor sobre os bastidores da editoração de quadrinhos no Brasil na Era do Formatinho.
    Apesar de discordar de algumas opções de JP na questão dos cortes de páginas, Concordo com o conceito do tradutor ser um co-autor, tendo em vista a necessidade de adequar a língua original para que ela seja compreendida. Sempre que essa discussão vem à tona lembro da palavra “Jaguadarte”, tradução/criação do poeta Augusto de Campos para a palavra “Jabberwocky”, que é o título de um poema que aparece em Alice Atrás do Espelho. Lewis Carroll INVENTOU essa palavra. Como o tradutor faz para resolver isso? Deixa no original? Ou reinventa e se torna agente da criação?
    Isso leva às adaptações de quadrinhos (ou literatura/game/etc) para o cinema, que também é uma tradução, uma intersemiose entre linguagens – claro, há boas e más traduções. Ultimamente, esse tem sido meu objeto de pesquisa (HQ X cinema) e é um tema fascinante!
    Parabéns por mais um excelente programa!!!

    Aproveitando o assunto, que tal um episódio sobre as adaptações de quadrinhos para a TV? Tem assunto pra três horas de papo!

    Abraços!

    Bruno Alves- 51 anos, professor universitário – Recife-PE

  • frases_Mr.Satan

    bom cast JP é um figura; uma metralhadora giratória falando, porem foram as mesmas histórias contadas no papo de gordo, a pauta deveria ser mais bem montada ja que o participante ja participou de outro cast com a mesma temática.
    – historia do x-men na porta do cinema
    – cortes do formatinho
    -etc, etc, etc

  • Roger Krux

    Muito legal o podcast.
    Fui letrista de decorador por muitos anos e, quando o texto não cabia no espaço reservado para o balão, era comum eu pedir pro Hélcio tentar um outro texto ou cortar alguma coisa.
    Aqui tem uma imagem de um roteiro dessa época.

    https://www.facebook.com/photo.php?fbid=241989032557367&set=a.241982332558037.55540.100002388161475&type=3&theater

    • Gustavo Borgonovi

      Sintoma de velhice: ao ler esse fragmento do roteiro, as páginas da revista me vieram à cabeça na hora! hehe

  • Gustavo Augusto O. Martins

    Episódio sensacional! Um dos melhores até aqui! Nessa “guerra civil”, rs, eu fico do lado do Sidney: deve-se preservar o material original ao máximo. Sugiro um episódio nos mesmos moldes com a redação Disney Abril. Parabéns pelo programa!

    • Apoio, adoraria ouvir sobre os bastidores dos quadrinhos Disney. Mas estou do lado do JP. rs

  • Fernando Bertacchini

    Alessandro, esses códigos eram atribuídos pelo Arquivo Editorial da Abril Jovem. Não existia internet e os computadores eram caríssimos e raros, por isso a empresa não queria investir uma fortuna na informatização limitadíssima disponível na época. O pouco de espaço que o Dedoc da Abril “marginal” liberava para a jovem se destinava somente a títulos Disney, o carro-forte da Jovem, que exportava ou permutava as histórias produzidas no Brasil. Pra todo o resto, cada história que chegava pra futura publicação, a tchurma do Arquivo Editorial cadastrava manualmente. Datilografavam esse código num cartãozinho, e esses cartões ficavam armazenados em fichários, posteriormente em gaveteiros embutidos naquelas estantes móveis montadas sobre trilhos. Quando um editor precisava saber onde foi publicada determinada história, pedia que “documentalista” responsável procurasse a ficha e passasse a informação. Ou, se em vez de só saber data, ele precisasse verificar ou reler a história por qualquer motivo, o editor ia ao arquivo, consultava o fichário e assim sabia exatamente qual encadernado precisava retirar, em vez de “caçar a história” folheando a coleção inteira. Durante uns seis anos, eu fui um dos “documentalistas” que cuidaram dos títulos Marvel e DC.

    • Alessandro Souza

      Opa. Valeu Fernando, adorava ler esses códigos. E é muito bom receber informações de um cara que editou o Conan…

  • Pulando o Corguinho

    A Mulher-Maravilha quando publicada pela EBAL foi chamada de Miss América, uma personagem da Marvel.

  • Samir Naliato

    Pra ajudar, incluí os links dos reviews das quatro edições da minissérie Terra X da Mythos na postagem desse episódio!

  • João Carlos Rocha

    Um dos Confins mais divertidos da história!
    Parabéns a todos!

  • O Gato Socialista

    era mais nesses moldes:

    DC/MS 18 (1992)-MSH 01/01

    sabem que revista seria esta?

    • Gustavo Borgonovi

      Superman – The Man Of Steel 18 (original). Morte do Super-Homem 01, história 1 (Nacional) :) Foi através destes códigos que comecei a perceber os “pulos”….

  • Ezequiel Siqueira

    Um dos melhores episódios de vocês ! Nostalgia pura e além de tudo, uma aula do Jotapê juntamente com vocês !

  • A GEA possivelmente mudou os nomes por causa da EBAL, que registrava as revistas, tanto que chegaram a lançar uma edição extra da revista Demolidor com o Sombra, sendo que o Demolidor já estava fora da EBAL, a EBAL só lançou o Homem-Aranha depois de lançarem o desenho no país.

  • Chico Milk

    Caraca, que programa sensacional! Foi excelente! Só faltou vcs falarem do nome mais escalafobético para um personagem que já apareceu em um quadrinho no Brasil: Ricardito!
    Grande abraço!

  • Don Ramon

    Muito bom o programa. E acho correto traduzir os codinomes dos personagens, chegou uma época que eu nem perguntava ao jornaleiro se tinha Wolverine, X-Men, Spawn e Wildcats. Eu via e se tivesse pedia “aquela revista ali do canto”.

  • Vivi essa fase da Abril e confesso que não fico incomodado com os “ajustes” realizados… outras épocas e necessidades. Hoje, não sei se levaria numa boa…
    Tive a oportunidade de conhecer “brevemente” o JP em 1985, em um encontro (creio que foi o primeiro do tipo) que ele organizou com alguns leitores. Foi na Escola Panamericana de Arte em São Paulo. Bons tempos.

  • Como foi bom ouvir alguém que afirma que deve-se traduzir até nome próprio! Concordo plenamente, além dos ridículos “Superman” e “Wolverine”, nunca entendi o motivo de não traduzir nome próprio. Sempre ouço a mesma ladainha de que “não pode traduzir nome próprio”… Por quê? Não traduziram todo o texto, então por que não podem traduzir o nome dos personagens? Adorei o JP! Além de fazer ótimas escolhas de tradução, ainda cocriou vários quadrinhos e nomeou personagens como JP para autorreferência. Muito bom.

  • Paul

    Concordo com o Jotapê: deve ser republicado TUDO da Legião dos Super-heróis. Quanta história por trás dos nossos queridos e clássicos ‘formatinhos’, parabéns pelo programa.

  • Este foi um episódio que eu não queria que acabasse mais, nunca concordei tanto com um participante do Confins do Universo! Espero que o JP tenha uma presença mais frequente no programa. Que participação maravilhosa e que final hilário!

  • Pode me dizer os podcasts que o JP participou? É a primeira vez o ouço e gostaria de ouvir mais.

  • Mas Carcaju combina tão bem com o personagem, além de ser o literal de Wolverine! Até me lembrou o Carcará do “pega, mata e come”.

  • O Gato Socialista

    podcasts assim precisam virar livros!

  • Isaura Luiza Paramysio

    Excelente programa, ao meu ver o grande diferencial do UHQ é o notório saber que a equipe tem em especial nestes assuntos referentes ao mundo editorial. Continuem, por favor, a fazer programas assim que falem sobre os bastidores do mundo dos gibis.
    O Jotapê é uma figura, primeira vez que ouço o sujeito e achando o máximo.

    Notas:
    – Vampira foi uma tradução que saiu melhor que o original.
    – Eu gosto muito do Joel Ciclone.
    – Sobre Sandman fico com o Jotapê.
    – Sobre tradutor ser criador, concordo também, na minha adoslecência lendo poesias comecei a notar que, no trabalho de tradução, ou vcê traduz literalmente, ou o caboclo se esforça para criar rimas e acertar a métrica, ou seja criar. Por sinal eu acho, quando uma obra – literatura – é traduzida quando vem para cá, o tempo que demora para entrar em dominio publico conta a partir da tradução e o que conta no dominio publico é a versão traduzida, ou seja, tradutor é autor sim (acho que li isto no prefacio de Fausto do Goethe da Martin Claret). Mas posso esta errada (careço de fontes).
    – Sobre quadrinhos como arte e as adaptações serem deturpações da arte eu digo que sendo assim qualquer fotografia, filmagem ou representação de uma pintuar, estátua ou que seja é deturpação também. Quem quer pegar a arte no original original mesmo, que vá ler o livro/gibi no original, e que vá ver a Mona Lisa no Louvre. Nesta semana eu terminei de ler O Senhor dos Anéis, a primeira coisa que pensei foi, tenho que ler isto no original. Até acresço o caso do Alcorão, que se deve aprender árabe para se ler o Alcorão, não porque não exista tradução, mas os muçulmanos afirmam que isto de ter que ler no original original mesmo, evita deturpações e interpretações. (aqui em casa devo ter uns três Alice no Pais das Maravilhas só por causa das traduções).
    -Terra X, não quero, nem original nem Joapê edition. (nem li, nem lerei – cada resenh que passo me dá mais medo).

    Por fim, fugindo um pouco dos gibis:
    1 – sobre mudanças de tradução, lembram do fim do filme Rocky, que aqui no Brasil empataram a luta?
    2 – Tem um documetário que ando a procurar que Wolverine: Chasing the Phatom, que é sobre o animal wolverine, é extremamente divertido ouvi-lo dublado pois a narradora alterna entre “carcaju” e “wolverine”, só que é engraçado que a narradora ao usar o nome americano parece dar um enfâse dramático, talvez me virtude do personagem do gibi. Coisa linda.

  • Sigurd Goldmember

    Concordo que foi uma verdadeira aula! O Jotapê é tão carismático que, mesmo com essa tremenda cara de pau é impossível ter raiva dele (se bem que eu particularmente nunca tive, mesmo tendo odiado os cortes desnecessários nas origens dos heróis em CA e HTV 100).

    Uma pergunta (se for possível responder, desde já agradeço): Na época dos inúmeros encontros Marvel/DC dos anos 90, eles haviam criado o personagem Acesso pra ser usado por ambas as editoras em crossovers, mas certas histórias não o utilizavam, optando pelo antigo método de contar a história como se fizessem parte de um mesmo universo desde o princípio. Porém, no crossover de Superman e Quarteto Fantástico, apesar do Acesso ser citado, não fazia sentido serem de universos separados já que o Galactus não precisou romper nenhuma barreira dimensional pra ter acesso a Metrópolis. A história foi bem fluida sendo que o conhecimento do Super e do Quarteto pareciam convergir como se fizessem mesmo parte do mesmo universo. Isso poderia ser mudado simplesmente alterando falas em poucos balões. Foi isso o que aconteceu? Ou na versão americana é do mesmo jeito?

    • Gustavo Borgonovi

      Tenho a brasileira e a americana e sim, é do mesmo jeito. Apesar de o Acesso não aparecer, ele é citado tb da mesma maneira. E se vc lembrar, havia ficado estabelecido que mesmo nestes encontros em que todos achavam estar no mesmo Universo, eles não estavam, apenas tinham “esquecido” ou coisa do tipo, e o Acesso tb ia lá “resolver” (foi o que deu a entender em Marvel Vs. DC 3…) Mas essa “cronologia” foi abandonada com LJA/Vingadores, onde foram estabelecidas novas regras pros crossovers…

      • Sigurd Goldmember

        Obrigado, Gustavo.

  • Rodolfo

    Só passando pra avisar que vocês são maravilhosos!
    Será que teremos um “Confins” sobre quadrinhos Disney???

  • Programa sensacional, realmente uma aula de história dos quadrinhos no Brasil, eu adoro o Confins por causa disso, é sempre algo bom para ouvir e aprender mais, só não gosto muito quando falam mal do BvS. rsrsrs
    E engraçado demais a edição feita pelo Jotapê do Confins. rsrsrs
    Abraços

  • Kajisan1 .

    Putz, acabei de comentar agora que teve uma história do Hulk Cinza brigando com o Homem Absorvente, que o primeiro chama ele, justamente, disso xDDD

  • Kajisan1 .

    Também achei que hoje estava nos trinques, mas a Panini, mesmo assim, andou pulando histórias :/
    Spider-girl mesmo, parou no número 12 ou 13 de uma edição da Wizard Brasil, e depois não saiu mais nada. Uma publicação que parou no número 100 lá nos States e depois teve mais outra série de 30 e poucos números e mais umas duas outras publicações curtas. É chato que essa personagem apareceu no arco “Aranha-verso”, e quem não viu o início dela lá no finzinho das publicações da Abril, ficou boiando.

  • Wendel Whateley

    Adorei o programa, uma aula sobre história dos quadrinhos no Brasil, nota 10 e também eu ri demais.

  • Capitão Marvel

    Acabei de conhecer o podcast e ja adorei!