Confins do Universo 065 – Alan Moore, o mago das HQs

Por Samir Naliato
Data: 12 dezembro, 2018

Alan Moore completou 65 anos em 18 de novembro de 2018, e resolvemos homenagear o mago barbudo com um episódio especial de duas horas de duração!

Um dos autores de quadrinhos mais influentes das últimas décadas, Moore começou a carreira na Inglaterra e logo chamou a atenção da DC Comics, nos Estados Unidos. Produziu obras seminais para a nona arte, como Miracleman, Monstro do Pântano, Watchmen, V de Vingança, Do Inferno, A Liga Extraordinária, Lost Girls, Tom Strong, Promethea e diversas outras.

Com um estilo peculiar e roteiros detalhados, gosta de fazer projetos sob uma ótica diferente do padrão, procurando novas abordagens até mesmo em conceitos conhecidos.

Neste episódio, falamos sobre o início da carreira, principais trabalhos, criações, brigas com editoras, sua repulsa às adaptações cinematográficas de suas histórias e muito mais!

Confins do Universo 065 - Alan Moore, o mago das HQs

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Participantes

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Comentado neste programa

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Narração de abertura e encerramento

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Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão (versão 1) – Twitter – Facebook – Site Oficial
Vitor Cafaggi (versão 2) – Twitter – Facebook – Instagram

Confins do Universo, por Vitor Cafaggi

• Outros artigos escritos por

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  • Marcelo Mainardi

    Pessoal.
    O link do Flávio Peçanha para o facebook está errado.

  • Ezequiel Siqueira

    Mais um tema da série “Não ouvi e já gostei”.

  • Cassiano Cordeiro Alves

    Universo HQ + Alan Moore + JP Martins + Luigi Del Manto = melhor podcast feito no Brasil!
    E nem ouvi ainda 😁😁😁!

    • Milos

      rapaz, também arrisco a dizer isso, esse é mais um programa lendário junto com o Histórias de Editor

      • Sidney Gusman

        A gente agradece!

  • Abadom

    Sobre a questão do Alan Moore e o estupro, vale ressaltar o seguinte: embora o tema seja recorrente em várias de suas obras, como bem disseram ele nunca é gratuito, há um contexto, há uma discussão, há uma função narrativa, mas o mais importante é que o Alan Moore é um provocador, ele trás os temas e os joga na arena para discussão de maneira imparcial, a prova cabal disto é que embora o AM tenha um posicionamento político de esquerda em sua vida privada, o verdadeiro herói de Wachtmen é um reacionário conversador e o vilão um cara certinho ecologicamente preocupado e em última instância até um humanista. Dizer que o Alan Moore é obcecado com o estupro (como disseram, quando essa discussão surgiu na internet há um tempo) demonstra uma tendência perniciosa e autoritária, proibindo ao invés de discutir, censurando ao invés de esclarecer.

    • Milos

      Só digo uma coisa pra quem acha isso: Leia de novo várias vezes ate entender XD

  • Willi Wonka

    Caramba, eu não conhecia esse podcast e já começo com o mestre Moore! O mais legal é que uma galera veio paia (com todo respeito, pois tbm tô nessa) e que além de manjar muito tbm fizeram parte do que eu li enquanto criança/adolescente. Parabéns, pelo visto vou maratonar!

    • Seja muito bem-vindo! Há noutros 64 episódios anteriores, acho que dá pra fazer uma bela maratona!!

    • Sidney Gusman

      Seja bem-vindo!

  • Luiz Andrade

    Que episódio sensacional! Muita coisa sobre o Mago que eu não sabia.
    Agora uma que poucos sabem: em 2014 uma dupla de produtores culturais organizou uma exposição lindíssima sobre a obra do Alan Moore aqui em Manaus, da qual eu tive o prazer de participar. A recepção foi excelente e rendeu até uma entrevista com ele e a Melinda para uma revista lançada (segundo os produtores a Melinda teve que colocar internet – ou uma linha telefônica, não recordo agora – na casa deles pq sempre tinham que ir ao vizinho pra conversar com os responsáveis pela exposição.
    Naranjo noticiou a expo na época, que saiu até num jornal de Northampton:

    http://www.universohq.com/noticias/manaus-recebe-exposicao-inedita-de-alan-moore-com-artistas-locais/

    https://www.northamptonchron.co.uk/news/amazonian-artists-celebrate-work-of-northampton-graphic-novelist-alan-moore-with-exhibition-in-brazil-1-6396519

  • Milos

    Um programa desses pra mim já conta como presente de natal e ano novo!

  • ninguém

    Àqueles que desejam saber mais sobre magia e demais influências que Alan Moore imiscuiu nas HQs de Promethea, recomendo a leitura do seguinte artigo:

    http://www.raiolaser.net/2018/04/o-fogo-de-promethea.html

    Att.

  • Josue Gentil

    Excelente, muitos detalhes que eu não havia captado ou de que tinha conhecimento. Top Ten e True Detective, por exemplo.
    Moore é tão extenso em roteiros que nem citaram um de seus mais caprichados, “O Homem Reversível”. Saiu no Choques Futuristas.

  • Rafael Monteiro de Castro

    “Em desacordo com todas as minhas inclinações, decidi seguir em frente”. Me emocionei com o Sidão lendo a frase.

    Sobre Piada Mortal (ou Piada Normal, segundo o Samir): Pra mim, o Batman matar o Coringa no fim empobrece muito a história. Tinha receio do que vocês pensavam sobre isso, e fiquei muito aliviado ao ver que interpretam o final da mesma forma que eu. O próprio Brian Bolland já deu a entender que o Coringa morria e o desenho que adapta a obra também deixa isso implícito, o que tinha me deixado bem chateado.

    Abs!

  • Robson Firmino Cavalcante

    a resposta real do kyle baker no fiq foi “18 páginas pra uma história de 6” kkkk, você foi muito modesto Sidão, rs….

    • Sidney Gusman

      Verdade! Hahahaha

      • Robson Firmino Cavalcante

        meu cunhado tava lá na ocasião e voltou contando todo impressionado a resposta do Kyle sobre os roteiros do Moore, e claro, as risadas do pessoal e dele, Kyle, enquanto confidenciava isso, rs…

        não esqueci mais esse detalhe, e achei o máximo você citá-lo no podcast, rs…

        aliás, te conhecemos num desses FIQs pra trás, e foi só satisfação, também é lembrança eterna entre nós aqui…

        valeu pela resposta, e por todo o trabalho de vocês, grande abraço…

  • Stefano Barbosa

    Galera, eis a fase musical de Moore. Ele criou a banda “Sinister ducks” juntamente com David J (Bauhaus) e Alex Green.
    https://www.youtube.com/watch?v=w2nhTQ2ypVU
    https://www.youtube.com/watch?v=QGL8Fx6SOjg

  • Gustavo Campos

    Alguém tem link desses contos em prosa dos heróis da DC??? Fiquei muito a fim de ler!

  • Amalio Damas

    Muito bom como sempre! Falando em Lost Girls, o que vocês comentaram sobre parecer um livro infantil, fez com que uma livraria da cidade que eu morava na época do lançamento colocar na prateleira de livros infantis, quando vi isso pedi para falar com o gerente explicando do que se tratava a obra. Como diria o personagem Chico Lorota da minha cidade: acunticido!

  • Amalio Damas

    Apenas para registrar: fantástica a participação do Jotapeido!

    • Sidney Gusman

      Eu ri! :D

  • Filipe Saraiva

    E eu esperando a Devir lançar os outros números de Liga Extraordinária, hahahaha. Pelo que ficou subtendido do podcast, a Devir continua com os direitos das 2 primeiras edições e Nemo, enquanto a Panini fica com as outras, correto?

    Os direitos de Supremo estão com a Panini ou continuam com a Devir?

    • Os Direitos de Liga Extraordinária estão todos com a Devir.

  • marcelo miranda

    O episódio 65 do Confins ser um tributo aos 65 anos do Alan Moore foi demais, <3

    • Sidney Gusman

      Pior é que não foi proposital!

      Abraço

  • Sidney Gusman

    Não poderia discordar mais, e penso que a maioria dos ouvintes pensa como eu: o Codespoti sempre agrega muito conteúdo ao Confins. Mas sua opinião está registrada.

  • Beto Magnun

    Massa esse episódio. E ainda saiu quase ao mesmo tempo que aquela entrevista do Morrison criticando o Moore. Até concordo com alguns dos argumentos dele, mas ao observar os comentários de outros que concordam com o careca, nota-se um padrão onde muitos consideram os trabalhos do barbudo ruins por discordarem das suas ideias. Ao ponto de uns malucos dizerem que Watchmen é uma HQ fraca narrativamente.
    Enfim, Moore é foda! E mesmo seus trabalhos ruins estão acima da média comparados a muita coisa que uma galera idolatra por aí.

  • Douglas Coelho

    Como sempre o podcast estava muito bom e fiquei surpreso em saber que o Flávio não conseguiu ler Promethea. Mas essas coisas acontecem com o bruxo, quando eu tentei ler A Voz do Fogo, minha vida pessoal estava um caco e aquele livro não ajudava nada. Fechei-o e aguardo o momento oportuno. Mesmo esse podcast na primeira tentativa de ouvi-lo, fui interrompido várias vezes concluindo após 4 horas!!! Os nomes têm poderes, como diria Neil Gaiman… Outros trabalhos deles que não foram mencionados, não são possíveis de ler de tão ruins que são (Spawn vs WildCats) rsrsrs
    Parabéns a todos os envolvidos!!!

  • Mr. Wolf

    Discordo também. O Codespoti é ótimo, acho ruim quando ele não participa. Como disse o Sidão, agrega muito. Questão de opinião. No mais, parabéns ao pessoal do UHQ, felicidades para todos aí.

  • Josh W.

    Foi o primeiro episódio que ouvi e achei demais! Aliás, poderiam fazer mais edições com outros grandes roteiristas.

  • Artur Gomes

    Seguinte, vocês ganharam mais um ouvinte.
    Estou “maratonando” todos os episódios.
    Pusta podcast!
    Parabéns a todos!

    • Bem-vindo!! Aproveite os episódios, boa maratona!

  • Hugo Samsa

    Gosto dele, parece manjar muuuuito sobre a História das HQs. E, isso é irrelevante, mas….ele tem o melhor timbre de voz dos 4. rs** Melhor que ele só o Marcelo Quintanilha. como disse o Bruno Zago, eu poderia ficar horar ouvindo o Quintanilha falar. voz de veludo. kkkkk

  • Hugo Samsa

    Aliás, não vejo a hora de um 2º especial sobre quadrinho Europeu. eles publicam tanta coisa boa, que acho que dá pra ter um especial sobre BD no Confins 1 vez por ano. e o Codespoti não poderia faltar, claro.

  • Cassiano Cordeiro Alves

    Um excelente programa, como sempre. Para mim, Alan Moore é o melhor roteirista das hqs, pura e simplesmente. E pensar que já ouvi de certas pessoas algumas pérolas, do tipo “Grant Morrison com Pax Americana fez Watchmen do jeito certo”, “Alan Moore não entendeu o conceito de super-heróis” e outras bobagens deste calibre.
    Sobre o lance do estupro nas histórias por ele contadas, acho que assim como o assassinato, trata-se de um crime terrível que acompanha o ser humano desde sempre. Não dá simplesmente para pensar “isso não acontece nas hqs, ou não deveria acontecer”. E NUNCA é gratuito, sempre tem algo relevante para a história, mesmo que seja provocar o leitor.