Confins do Universo 023 – Watchmen: 30 anos

Por Samir Naliato
Data: 5 outubro, 2016

Watchmen é um marco na indústria de quadrinhos mundial. Celebrada como uma das melhores histórias de todos os tempos, desconstrói o conceito de super-heróis, influenciou todo o mercado norte-americano e expande as possibilidades narrativa da nona arte.

Além disso, catapultou o escritor Alan Moore ao estrelato como um dos principais autores do meio, e reforçou a carreira do desenhista Dave Gibbons.

Mas, junto com tantos elogios, veio também uma das mais conturbadas brigas de bastidores, causando a ruptura da parceria entre Moore e DC Comics.

Ao completar 30 anos de sua publicação original, a equipe do Confins do Universo bate um papo sobre Watchmen e relembra diversas casos ligados à obra, incluindo as continuações, filme e o papel da graphic novel no atual Universo DC!

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Participantes

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Comentado neste programa

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Narração de abertura e encerramento

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Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão – Twitter – Facebook – Site Oficial

Confins do Universo

• Outros artigos escritos por

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  • Sarah Oliveira

    Não ouvi, mas já gostei! S2

  • Ezequiel Siqueira

    Nem ouvi e já gostei. Um tema desses com um time desses debatendo, não tem como dar errado ! Watchmen é minha história em quadrinhos favorita !

  • Adriano ferreira araujo

    Acabei de reparar que minha edição definitiva pela Panini não tem a capa interna referente ao capítulo 9.

  • edmetal666

    Esperando um programa sobre Tex ou Fumettis, com a qualidade de sempre !

    • Gilberto Sousa

      Fumettis tem total apoio, tudo de Bonelli.

  • Dimas Mützenberg

    Watchmen é uma aula de HQ. Toda vez que lemos percebemos novos detalhes e nos deleitamos novamente com os velhos detalhes. Releitura periódica obrigatória.
    E de fato, acho que essa é uma desconstrução do conceito do super-herói muito mais contundente que o Cavaleiro das Trevas. Por mais que Frank Miller reveja os conceitos do Batman, ele ainda o retrata em splash pages fazendo poses. Em Watchmen os personagens são uns patetas. O Coruja diz que nos velhos tempos já deixou de prender um vilão porque deu uma caganeira no meio da perseguição. Nem precisa dizer mais nada rsrs. E falando das HQs inspiradas por esse conceito de desconstrução dos comics queria lembrar Marshall Law, dos também ingleses advindos da 2000 AD, Pat Mills e Kevin O’ Neill, que já saiu um ano depois, pela Epic.

  • Valdir Pedrosa

    Watchmen é um dos meus quadrinhos preferidos. A obra é tão magnífica que nem o final diferente do filme me desagradou. Nessa questão estou de acordo com o Samir. E por falar no Samir, já que ele deu o gancho, será que mais para frente teremos um Confins do Universo sobre o Rebirth? E peço para vocês avaliarem com carinho o assunto mencionado nos comentários do Confins anterior: a possibilidade de termos um programa sobre histórias dos anos 80, tais como Camelot 3000, Esquadrão Atari, Guerreiro, Lanterna Verde & Arqueiro Verde, dentre outras.

    • Samir Naliato

      Confins sobre Rebirth daria boas discussões, hein? Vamos ver. Legal a sua dica sobre a década de 1980!

  • Leonardo Paiva

    S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L!!!!! Não conheço pessoas mais gabaritadas para analisar uma obra do quilate de Watchmen do que os srs. Sidney Gusman, Samir Naliato, Marcelo Naranjo e Sergio Codespoti! Deu vontade de ler a obra de novo… Só um detalhe: quando se fala em “quebra de paradigma” e “desconstrução do gênero super-heróis”, sempre mencionam Watchmen e O Cavaleiro das Trevas original. No entanto, uma obra que me causou muito desconforto quando foi lançada e pelos mesmos “motivos”, foi “A Queda de Murdock”. Vejam bem: o Murdock foi despejado, difamado, surrado e esfaqueado pelo Tucão!!!! Chegou a perder a sanidade e dormiu no lixo! Se isso não é desconstrução, sei lá…. Sei que fiquei muito “pau da vida” com o Frank Miller na época. Excelente programa! Um abraço a todos. PS.: sugiro um podcast sobre o Homem-Aranha, nos moldes das postagens “A Trajetória do Homem-Aranha nos quadrinhos”, brilhante trabalho do Codespoti. Um personagem tão popular e carismático, merece.

    • Samir Naliato

      Valeu, Leonardo!

  • Pedro Bouça

    Valeu pela menção à Juiz Dredd Megazine!

    • Samir Naliato

      Estamos aí pra isso! rs

    • Gilberto Sousa

      Sem duvida já deixou saudade. Revista de alto nível. #voltajuizdreddmagazine

  • Carlos

    Só uma errata: a edição da Via Lettera era colorida, apenas pessimamente impressa. O que foi lançado em PB foi V de Vingança.
    Achei o programa muito curto. Watchmen merecia um cast para cada uma das 12 edições originais. Brincadeira. Mais uma vez um episódio épico relembrando um dos maiores épicos das HQs.

    • Sidney Gusman

      Corretíssimo, Carlos. A falha foi minha e no próximo episódio tem errata. Valeu! Abraço

    • Sarah Oliveira

      Ahuahuaa eu vim aqui justamente para comentar isso. Eu tinha essa edição, vendi os 4 volumes para comprar a edição definitiva da Panini.

  • Gustavo Azevedo

    comprei quando saiu pela abril, tinha de 13 pra 14 anos quando li pela primeira vez e não gostei do fim, depois que fiquei mais velho reli e achei o fim sensacional, depois que comprei a versão revisada da panini leio todo ano e cada vez fica melhor

    o confins é ótimo, ouvi todos.
    abraço

  • Andreson Melo

    Podcast excelente, parabéns! Ouvi com meu encadernado definitivo do lado. A primeira vez que li foi em 2011 veja só, na época eu pulei a leitura de contos do cargueiro porque achei que não fazia diferença, na segunda vez corrigi a burrada. Até hoje não li Antes de Watchmen, agora ouvindo o Confins percebi que realmente não perdi nada, que bom. Watchmen foi tão importante pra mim que até Tatuagem eu tenho no pulso em homenagem a essa grande obra. Valeu muito rapaziada! Aquele abraço!!

  • Alessandro Souza

    Finalmente saiu o Podcast que eu esperava. Muito bom, com um leve sabor de quero mais. Mas é difícil em pouco mais de uma hora esgotar o assunto. Moore usa muitas referências culturais em seu trabalho. Se fosse para citar as referências que o mago britânico usa, seriam necessários mais dez programas.

  • Amalio Damas

    O podcast da vingancinha do Sidão ficou excelente!!! Me recusei a ler Before the Watchmen, acho que o filme do Zach Snyder é um equívoco em todos os sentidos e essa história dos novos 52 é uma forma da DC se vingar do Alan Moore por todas as picuinhas dos últimos 30 anos, ou seja, a culpa dos Novos 52, o maior fracasso da DC nos últimos anos, é culpa do Alan Moore. Isso aí daqui 2 anos ninguém lembra mais, mas daqui 200 anos, Watchmen ainda será canônica! Um dos aspectos mais legais de Watchmen é que todos os personagens principais tem um certo grau de impotência perante a vida, que era uma coisa muito
    presente nos anos 80 e que permeia a HQ como um todo. Vida longa ao Confins do Universo!

  • andrefbr

    “A Piada Normal”

    HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA

    • Samir Naliato

      Viu? A minha piada é a realmente engraçada! ;)

      • andrefbr

        Foi ótima mesmo!

  • Yuri Peixoto

    Podcast sensacional como sempre. Análise bem elaborada do quadrinho e da sua relevância! Fantástico.
    Mas – sempre tem um mas – fiquei totalmente incrédulo e estupefato quando começaram a falar de Rebirth. Obviamente não leram e/ou não estão acompanhando, não existe nenhuma outra explicação plausível para os comentários feitos. Enfim, um podcast lindo com um final decepcionante (parecendo até livro do Stephen King)

    • Valdir Pedrosa

      Yuri, não entendi a parte de seu comentário a respeito do Rebirth. O que a equipe do UHQ comentou sobre o assunto é exatamente o que tenho lido em outros sites. Você tem alguma informação nova ou diferente dessas? Se tiver, por favor, compartilhe conosco.

      • Yuri Peixoto

        Vish, Valdir. Complicou aí então. Não leio outros sites. Leio unicamente um. E DC. Leio DC pra caramba. Ao ponto de ter defendido meu TCC falando sobre Watchmen, Promethea e DC Comics, no começo dessa semana.
        A informação que eu tenho é a mesma que está nas revistas, factualmente. Foi discutido que “colocar Watchmen dentro do universo DC seria ‘diluir’ a importância da obra”, seria diminuí-la. Falaram usando tons que leva a entender que isso foi um erro, ou que foi mal feito.
        Partir desse ponto (colocar Watchmen junto com o resto da DC diminui o valor de Watchmen) exige alguns pressupostos. Exige para começo de conversa, admitir que tudo que a DC fez e faz é “menor”, comparado com Watchmen. Que as coisas tem seu valor, certo, mas “nada supera Watchmen dentro da DC Comics” – o que é um pressuposto totalmente errado – Watchmen não é nem a melhor obra do Moore, que dirá a melhor obra da DC. Outro pressuposto. Watchmen já foi e vem sendo utilizado dentro do universo DC em momentos lindos. Diferente de Before Watchmen, que todo mundo criticou (eu nem me dei ao trabalho de comprar), o universo de Watchmen já é colocado dentro de Reino do Amanhã, e ninguém soltou um pio sobre “diluição da obra” lá, no podcast recente gravado sobre Kingdom Come.
        Sobre Rebirth, quem leu e quem está lendo sabe como a obra está sendo utilizada dentro do universo DC.
        Uma das maiores heranças de Watchmen não foi discutida no podcast, e precisa ser citada.
        Precisamos conversar sobre os filhos dark and gritty de Watchmen.
        A obra de Moore gerou todo um movimento de escritores e iniciativas editoriais que tentavam emular Watchmen não em conteúdo (pq eles passaram longe do entendimento geral da crítica social que Alan Moore incorporou na história) mas em estética visual – e eis que surge todo um universo de heróis alquebrados, violentos e cínicos – todos herança direta de Watchmen, e todos culminando no primórdio do universo Image. Heróis sombrios, situações sombrias, violência desnecessária – não que isso não existisse antes, mas foi como se uma lente de aumento fosse colocada sobre o final dos anos 80 até a era recente… e o nome dessa lente era Watchmen, para o bem e para o mal. Os poucos que tiveram bons escritores no comando, floresceram (Autorithy, Planeraty, Transmetropolitan, etc.), mas a grande maioria era de obras violentas pela violência, culimando num Superman que mata aliens sem remorso, entre outras coisas.
        Resumindo, o paizão Watchmen, tal qual um Mr Catra da vida, teve uma prole grande e diversa. A imensa maioria tem os traços visuais do pai… mas não se assemelham a ele em espírito e comportamento. Os que se assemelham nesses pontos, são umas verdadeiras maravilhas.
        Todo e qualquer estudioso e jornalista de quadrinhos sabe dessa herança de Watchmen, e sobre como ela alterou o mercado para o mal (nesse ponto em específico, que não é nada pequeno). Então tanto o campo semântico quanto o campo semiótico do conceito do herói (Jakobson, Plaza e Bakhtin como aportes em semioticidade e semiótica da cultura) passaram a viver literalmente sob a sombra de Watchmen. O fato do Johns pegar isso e colocar literalmente dentro das histórias do Rebirth – pegar o gancho perfeito que o Moore deixou no final de Watchmen:

        – Eu estou deixando esta galáxia por uma menos complicada
        – Mas vc recuperou o interesse pela vida humana…
        – É verdade. Acho que talvez até crie alguma.

        e transformar isso em cânone, e transformar isso, dentro das histórias, naquilo que realmente é: ou seja, a violência gratuita, a falta de amor, a falta de empatia no universo DC serem “culpa de Watchmen, culpa do Dr. Manhattan” (a gente sabe que é culpa de autores medianos que não souberam trabalhar com o conceito, a gente sabe, mas enfim) não é de maneira alguma “diluição” do valor da obra. É reforço. Em gênero, número, grau, conteúdo, potência e tempo. Basta ler que está lá, visível.

        Eu acho que já deu para dar uma pincelada, mas se precisar, eu falo mais sobre.
        Abraços.

        • Valdir Pedrosa

          Oi, Yuri. Obrigado por responder. Acho que agora clareou bastante. Realmente não há como negar a inserção de Watchmen no universo regular da DC. No meu ponto de vista, isso não diminui de modo algum a importância desta obra de Moore. Até pelo contrário, Watchmen passa a ser mais importante ainda para a DC, em função dos seus vários desdobramentos, como mencionados por você. Grande abraço!

        • Dimas Mützenberg

          Não acho que é uma questão de que tudo que a DC fez seja menor que Watchmen. É só que Watchmen é uma obra fechada. Em termos de narrativa ela é perfeita e inventar prelúdios e sequências é desnecessário e podem sim tirar o peso que a obra tem. É tipo contar a origem de Darth Vader. Pra mim acompanhar aquele moleque tirou metade do respeito que eu tinha pelo personagem. Por isso nunca nem abri uma das Before Watchmen pra folhear.
          Mas por outro lado entendo a cabeça dos executivos da editora. Se tudo que leva a marca vende horrores, é matemático que os caras iam chegar num momento e dizer “ei, porque mesmo a gente não tá fazendo mais produtos com essa marca?”

          • Rodrigo Rodrigues Malheiros

            Tenho as Antes de Watchmen e as li. Claro, a estética é outra, por mais que se esforcem em manter o mesmo jeito. Várias obras em outras mídias também nasceram fechadas e fizeram continuações ou algumas pontes temáticas. Mas penso que é quase inevitável, é como o mercado caminha, é a Indústria Cultural.

        • Moroni Machado

          Promethea não é da DC é da Best Comics. O fato que a DC ter comprado a Best Comics fez Alan Moore sair

          • Pulando o Corguinho

            America Best Comics (ABC) era um selo que fazia parte da WildStorm. Após a compra da WildStorm pela DC, por contrato, Alan Moore continuou suas hqs (desde que não houvesse interferência da DC). Finalizando o contrato, ele saiu.

    • Samir Naliato

      Eu estou lendo Rebirth, inclusive indico alguns títulos na lista que fazemos mensalmente.

  • Everaldo Couto de Amorim

    Excelente podcast, como sempre tão de parabéns!!!!!!!

  • Audaci Junior

    Caríssimos, só pra “entrar na conversa” do podcast [SPOILERS pra quem não leu]:

    – O Dr. Manhattan não via o futuro porque o seu poder de onipresença foi “nublado” por partículas de táquions que o Ozymandias soltou antes, como parte do plano…

    – Falando no “sucesso” do plano, o Samir tem razão de falar que possivelmente seria uma questão de tempo ele falhar. Basta remeter ao adeus de Dr. Manhattan na sala de Ozymandias, onde tem uma miniatura do sistema solar: quando ele se teleporta, aparece na abóboda da miniatura um cogumelo atômico. Era uma “mensagem”, pois Manhattan sabe do futuro e não tinha mais os táquions para atrapalhá-lo… No último quadro dessa página, podemos observar a cara de aflição do Ozymandias, sabendo naquela hora que o seu plano não era tão infalível assim!

    – A frase “Quem vigia os vigias?” e seus similares partiu do original em latim de “As Sátiras”, do poeta romano Juvenal, no final do Século 1.

    Parabéns por mais um episódio! Abraços a todos!

    • Samir Naliato

      “Nada nunca acaba”, não é mesmo?

      • Audaci Junior

        E eu concordo levantando Simba: “O ciclo sem fiiiiimmmm…”

  • Washington Luiz Dos Santos

    Acho que vocês não comentaram o plano “pós-evento” do Ozzy quando discutiram se sua ação daria certo e alguns falaram a curto prazo. Não estou com a obra em mãos, mas tem extras onde o Ozzy, antes do evento, redireciona toda a sua linha de produção (saindo da exploração da imagem de “bonequinhos” e correlatos) para um novo conjunto de produtos que visam “inspirar a humanidade” a manter a paz, continuando a ideia de que depois do choque as pessoas simplesmente deveriam se sentir bem e assim evitar a guerra. Conhecendo o gênio, o alcance de seus recursos e a intenção (REALMENTE salvar o mundo) não duvido que seu plano deu certo. Troféu cata-piolho universo hq…

    • Samir Naliato

      Isso daria uma boa discussão que só raspamos no episódio, mas mantenho minha opinião dita no podcast.

  • Watchmen é uma obra que eu fico esperando sempre uma boa promoção para comprar o encadernado, mas é tanta gente que compra que nunca sem bom desconto e ultimamente, desconto é o que mais quero! rsrsrsrs
    Mas até o final do ano essa história vai para a minha estante.

    E eu até gosto do filme, talvez por nunca ter lido o material original, ai então quando eu ler quem sabe não mundo a minha minha opinião. rs

  • Rodrigo Rodrigues Malheiros

    O trabalho de vocês é o melhor do Brasil. Em materia de quadrinhos foi um acréscimo sem fim. Aqui, no meu meio de conversa, João Pessoa PB, Universo HQ é lei, todos conhecem.

    • Sidney Gusman

      Valeu, Rodrigo!

      Abraço

  • Rodrigo Rodrigues Malheiros

    Uma sugestão de podcast seria A queda de Murdock. Acho que daria uma conversa legal. Inclusive, penso que seria a Terceira Temporada perfeita para a série.

  • 0-Drix

    Seria legal uma edição do Confins só de respostas/explicações às dúvidas e perguntas mais frequentes dos leitores do Universo HQ.

  • Dyel Dimmestri

    sobre essa paranóia Que rolava na Inglaterra de 1985,um excelente complemento é o longa metragem de animação britânica When The Wind Blows.
    Esperando um confins mais aprofundado sobre Alan Moore e Neil Gaiman.

  • Dyel Dimmestri

    excelente postagem!!!!
    história em quadrinhos é isso… o resto é gibi!!
    eu considero o final bastante ambíguo… quem,afinal,merece ser aclamado como “herói”:Ozymandias,que salvou o mundo ao custo de Milhões de inocentes; ou Roschach,cujo diário será publicado,denunciando o plano? E,em ambos os casos, os fins justificam os meios?
    P.S.:Falando do Miracleman:Quando é que a Panini vai começar a publicar a fase do Neil Gaiman?

  • Li Watchmen 1 vez e não entendi nada! Talvez eu releia agora com um pouco mais de discernimento.
    Muito bom galera Parabéns!

  • Moroni Machado

    Nossa que vergonha. Tem muita gente reclamando de before watchmen sem ter lido.
    Não querer ler, tudo bem, mas provar que é ruim sem ter lido é triste. Sendo que tem alguns muito acima da média. E lembrando que no livro “bastidores de watchmen “, o próprio Alan Moore ia escrever uma prequel.
    E que os super heróis de hoje são continuação de histórias antes de 1986

  • Paulo Henrique

    Parabéns, meus caros! Após ouvir esse podcast espetacular(!!!), eu, que infelizmente e vergonhosamente nunca tive contato com Whatchmen para além do filme, tive que ir atrás da HQ, a edição definitiva da Panini. Na verdade, a busca não foi uma novidade. Já havia ocorrido há alguns meses numa dessas promoções da Amazon Brasil. Para a minha frustração, apesar de lacrada, a edição que comprei com eles chegou com um amasso maior que o de um bolo de aniversário que caiu no chão. Devolvi prontamente. Agora, após ouvir o podcast como estava dizendo, corri (esta vez para o site da Livraria Cultura) e comprei o meu exemplar de Whatchmen com desconto e aguardei a chegada na loja da minha cidade. Para a minha frustração, decepção e indignação, mais uma vez (para mim) a edição chega com defeito. Não era o mesmo defeito da compra na Amazon, contudo estava sem plástico e com rasgos e riscos! O funcionário, prontamente me perguntou o que desejava fazer diante do fato. Uma das opções era trocar pelos exemplares que existiam na loja. Os três com defeitos semelhantes: rasgos, amassos e riscos. Todas sem plástico para manuseio livre nas prateleiras. Brincadeira isso! Com dó no coração por não poder ter acesso à obra mais uma vez, pedi reembolso. Frustração, frustração, frustração! Diante desta história, talvez alguém que esteja lendo possa pensar que eu sou um azarado. Porém, infelizmente (ou felizmente) meu amigo, não sou. Estes defeitos com HQs nas livrarias grandes do país são muito, muito, muito frequentes. Seja nos pedidos que fazemos para receber em casa, seja quando vamos comprá-las nas lojas físicas destas mesmas grandes redes. O leitor assíduo de HQs, o colecionador de HQs, sabe disso. E é triste, pois parece que o que importa é vender e para isso abaixa-se o preço consideravelmente, porém pouco (ou nenhum) cuidado se tem com a conservação e a entrega do produto nas mãos do consumidor final. Nas comic shops a realidade é diferente e assim, o colecionador e/ou apreciador da 9ª arte precisa pagar mais caro (não que não valha, claro que vale), o preço de capa, para obter um produto de qualidade, tal como foi projetado pelos seus idealizadores. Neste quadro triste, aqueles mega-descontos das grandes livrarias, para mim, a cada vez, perdem o seu encanto pois o risco da frustração são cada vez maiores. E para terminar, sabe, eu fico pensando se uma “política de conscientização” dos funcionários das empresas citadas, objetivando o cuidado com o manuseio, o transporte e envio dos produtos adiantaria algo. Afinal, não consigo acreditar que tantas e tantas revistas com defeito (enviadas e nas lojas físicas) não representem algum significativo prejuízo para as grandes redes como Amazon, Saraiva/Submarino e Livraria Cultura por exemplo. Fica aqui meu protesto. Quem sabe, estas minhas palavras somam-se a tantas outras e que um dia esta realidade mude. Algo que passa a meu ver, inclusive, pela (des)valorização da arte dos quadrinhos como pilar de destaque dentro das culturas humanas. Abração, tudo de bom para vocês do Universo HQ e muito obrigado pelo podcast tão rico como sempre!

    • Sidney Gusman

      Caramba, Paulo! Espero que consiga ler logo!

      Abraço

  • Jotape Ferreira

    Ótimo podcast. Pelo que sei, a DC vetou o uso dos personagens da Charlton porque percebeu que o Moore tornaria os personagens disfuncionais. E isso é pior que a morte para um super-herói.