Confins do Universo 066 – Aquaman: dos gibis às telas

Por Samir Naliato
Data: 26 dezembro, 2018

Rei, super-herói, membro fundado da Liga da Justiça… e motivo de piadas. Aquaman passou por muitas coisas desde que foi criado, em 1941.

Com a estreia de um filme próprio, interpretado por Jason Mamoa e dirigido por James Wan, o herói submarino da DC Comics ganha destaque e lidera bilheterias em todo o mundo. Um ótimo momento para falarmos um pouco com de sua trajetória nas páginas dos quadrinhos, adaptações para outras mídias e, claro, o longa-metragem!

Para isso, a equipe do Confins do Universo recebe dois convidados especiais: Ivan Reis, o desenhista brasileiro responsável por uma das mais bem-sucedidas reformulações do personagem, e o crítica de cinema Roberto Sadovski.

E mais: melhores fases das HQs, curiosidades, easter eggs do filme e um debate pra lá de informativo!

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Participantes

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Comentado neste programa

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Confins do Universo, por Vitor Cafaggi

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  • frases_Mr.Satan

    Baixando, agora. Não achei nenhum cast bom sobre o filme, mas esse promete.

  • fabiano lima

    Foi bom o programa, agora vocês concordam com as críticas a atuação da atriz da Mera? Por fim fica um agradecimento pelo ano que passou com programas especiais e históricos como os temáticos sobre a Vértigo, Image, Faroeste, Crise no Mercado Editorial brasileiro, Hqs Disney e Velho Barbudo Moore. Espero que no próximo ano tenhamos os aguardados episódios sobre Grant Morrison, Universo Star Wars nos hqs, relação hqs educação e naranjadas sempre, inclusive com musiquinhas, abraços e bom ano a todos.

  • Podegoso Shumy

    Um dos melhores podcasts sobre o personagem. parabéns aos envolvidos

  • Fuinh

    Quando o Ivan começou a falar eu gozei. Não esperava que ele estivesse aqui.

  • Eduardo Pinheiro

    Ótimo podcast, sacada de mestre convidar o Ivan Reis. Aliás, muito bem colocada critica a panini de não aproveitar o hype do filme pra lançar algo relevante do personagem, esta que está nos devendo a fase do Peter David, Aquaman: The Atlantis Chronicles do Peter David e Esteban Maroto e até mesmo os 2 volumes seguintes dos Novos 52 da dupla Jeff Parker e Paul Pelletier, que inclusive traz algo que vemos no filme referente a Rainha Atlanna.

  • Ivan Reis tem a voz do Chaves, hehehe! Mas falando sério, convidem mais artistas em atividade, é massa conhecer um pouco os profissionais que lemos nas HQs!

  • Enoch

    Antes de mais nada, quero dizer que achei demais a participação do Ivan Reis nesses podcast e mesmo sem eu saber se esse comentário vai chegar até ele, posso afirmar que me desviei de todos os spoilers possíveis até o momento de assistir Aquaman no cinema e a cena em que o personagem aparece pela primeira vez em seu traje clássico é de uma beleza impactante.

    Além disso, há muitas outros momentos onde a fotografia se destaca no filme e inclusive ao seu final quando Aquaman salta da água e toma posse de seu destino, o público não se conteve e aplaudiu. Isso é a sétima arte abraçando sem pudor o gênero de super-heróis no melhor sentido possível.

    Aliás, bem pertinente a comparação entre o Homem-de-Ferro do MCU e o Aquaman de James Wan. Isso pra mim, é um forte indicativo de que a Warner não está se afastando tanto assim da Marvel Studios na execução de seus projetos. E tb acho que o Momoa (assim como The Rock) se for esperto pode trilhar o mesmo caminho de Schwarzenegger por seu carisma.

    Sobre as hqs, sem dúvida a minha fase preferida do rei Arthur de Atlântida é a de Peter David, onde o herói chega até a encarar sozinho ninguém menos do que o Lobo, e devo dar a mão a palmatória e reconhecer que Grant Morrison tb soube trabalhar muito bem o personagem nas histórias da Liga da Justiça. A fase de Keith Giffen e Curt Swan tb merece uma menção honrosa.

    Vale dizer que em Justiça, de Jim Krueger, Doug Braithwaite e Alex Ross, nós vemos Lex Luthor considerar Aquaman um dos heróis que ele mais teme, através de uma narrativa em off, talvez até mais do que ao Superman.

    Aproveito pra desejar a todos os Confinautas, sejam eles titulares, reservas ou esporádicos, meus sinceros votos de um feliz reveillon e um próspero 2019.

  • Bruno Rosa

    a cena final do filme com o Aquaman saindo da agua é a mesma cena final da origem dele desenhada por Curt Swan, que saiu aqui no Brasil na revista do Super-Homem pela ed. Abril.

  • Willian Spengler

    Sensacional, senhores!
    Vossas excelências me convenceram a assistir o filme. Vou levar meu filho para ver também!
    Saudações!

  • Carlos Eduardo

    Adorei muito bom 😊😊😊😊😊🐳🐳🐳🐳🐳🐳🐳🐳🐳🐳🐳🐳🐳

  • Natanael Floripes

    Bom podcast, mas achei que faltou uma menção aos dois artistas que, pelo menos para mim, são os mais clássicos de Aquaman: Nick Cardy e Jim Aparo. Muito do material do Nick Cardy saiu nas revistas publicadas pela EBAL nos anos 60. Já Jim Aparo foi o principal artista do personagem nos anos 70.

    Jim Aparo é até razoavelmente conhecido no Brasil, principalmente pelas histórias de Batman em crossover com outros personagens originalmente publicadas na The Brave and the Bold, que a Panini está relançando agora. Nick Cardy, porém, é um nome injustamente esquecido, uma vez que tremendamente talentoso, tanto que foi o principal capistas da DC durante alguns anos. Além das histórias do Aquaman, saíram no Brasil ótimas histórias dele desenhando a então Turma Titã, no primeiro período em que elas se tornaram mais adultas, quando eles foram trabalhar para o Senhor Jupíter. Alias, adoraria ver esse material republicado no Brasil.

  • Cassiano Cordeiro Alves

    Desculpe soar chato e repetitivo, mas muito bom o podcast (como de costume).
    Roberto Sadowski (com quem simpatizo desde a velha coluna “Kapow”, e eu já era leitor veterano nessa época) “me representou” neste episódio, concordo com suas colocações sobre o filme, de forma geral.
    A participação do Ivan Reis foi “o pulo do gato”. Legal ele assumir seu equívoco em desenhar o tridente com 5 pontas 😀!
    Sou do contra: para mim o Aquaman que vale é o clássico (certamente por influência dos Superamigos). Claro que gosto da fase do Peter David (pelo menos o pouco que saiu no Brasil), mas sempre tive a impressão de que ele precisou transformar o herói em um “pseudo-Namor” no que diz respeito à atitude, comportamento.
    Continuem com o excelente trabalho. Abraço a todos!

  • Guja Thor Gugelmin

    Chamar o John Jonzz de Ajax entrega mesmo a idade. KKKKK Eu chamo assim ate hoje.