Confins do Universo 051 – Superman: 80 anos

Por Samir Naliato
Data: 6 junho, 2018

Em 1938, a revista Action Comics # 1 chegava às bancas dos Estados Unidos. Uma história em particular atrairia a atenção dos leitores, protagonizada por um personagem diferente de todos os outros daquela época: Superman!

Criado por dois jovens durante um período conturbado da história norte-americana, ele foi um estrondoso sucesso e criou o gênero dos super-heróis, que revitalizou a indústria de quadrinhos do país e passaria a predominar nos anos seguintes. E não pararia nas páginas das revistas, virando programa de rádio, cinema, televisão, brinquedos e todo tipo de merchandising imaginável.

Neste programa especial comemorando os 80 anos do Superman, relembramos toda a sua trajetória nas mais diferentes mídias, o conceito original de Jerry Siegel e Joe Shuster, sua evolução, influências sociais e a transformação em ícone da cultura pop reconhecido em todo o mundo, que passaria a figurar no imaginário popular.

Venha nesse debate conosco… para o alto e avante!

Confins do Universo 051 – Superman: 80 anos

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Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão (versão 1) – Twitter – Facebook – Site Oficial
Vitor Cafaggi (versão 2) – Twitter – Facebook – Instagram

Confins do Universo, por Vitor Cafaggi

• Outros artigos escritos por

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  • Valdir Pedrosa

    Parabéns por mais um Confins do Universo com tanta informação. Isso é prova da meticulosa pesquisa que vocês sempre fazem. Ficou ótimo! Superman é um personagem que transcende a própria DC, como podemos perceber em suas “discretas” aparições em alguns quadrinhos da Marvel ao longo dos anos, ora aparecendo como o repórter Clark Kent, ora mostrando apenas seus pés como em uma HQ recentemente lançada nos EUA, quando o inumano Dentinho visita vários universos. É um dos maiores ícones da cultura pop. Creio que não há dúvida de que muitos valores morais defendidos por Kal-El, de algum modo foram importantes na nossa formação como cidadãos. Talvez o “S” da casa de El, o símbolo que representa esperança, seja o emblema mais facilmente reconhecido em qualquer lugar de nosso planeta, junto a qualquer pessoa. Muita gente deixa Pelé de fora quando o assunto é escolher o melhor jogador de futebol de todos os tempos. Alegam que ele é hors-concours. De minha parte, quando o assunto é escolher o melhor super-herói, o Superman fica de fora, pois o considero hors-concours.

  • Willian Spengler

    https://giphy.com/gifs/HfWK24oxrwj0A/html5

    O melhor de todos os tempos… #sqn

  • Andre Freitas

    Parabéns, um programa digno a grandiosidade do Super-Homem!!!!!

  • Willian Spengler

    Opa, opa, opa!
    Meu nome eternizado no cast do Azulão!
    Aí sim!
    Continuem sempre com o excelente trabalho!
    No aguardo de um cast mais do que especial sobre “V de Vingança”, que em 2018 completa 30 anos (pelo menos a versão publicada pela DC).
    Saudações!

  • Marcelo Araujo

    Sen-sa-cio-nal!!
    Fantástico podcast. Até agora, a melhor homenagem ao Homem de Aço. Meu herói favorito de todos os tempos.
    Acompanho o Confins desde o início e vocês ficam cada vez melhores.
    Um abraço a todos..

  • Douglas

    Ótimo programa, deu vontade de ler histórias do Super. Parabéns pra equipe!

    Samir, uma dúvida, na Austrália o gibi do Fantasma está na edição 1811 e é publicado a 48 anos, são seria essa a mais longínqua publicação de Super-herói?

    • Isso é uma questão complexa, nem todo mundo considera o Fantasma como um super-herói, mas sim como um herói de aventura.

  • Rafael Monteiro de Castro

    Troféu Cata-Piolho: Quando vocês disseram “Guardiões da Galáxia”, quiseram dizer “Guardiões do Universo” ou “Guardiões de Oa”.

    E hoje, o Brandon Routh interpreta seu terceiro super-herói, o Átomo, no seriado Legends of Tomorrow!

    Abs!

  • Pedro Argentieri de Aguirre

    O maior heróis de todos. Pena que a Warner/DC não respeita o personagem nem seus fãs, mas ainda tenho eSperança de ver uma personificação digna do mito nas telonas.

    • FabioRT

      Só ver o filme dos anos 70 ! Abração

  • James Howllet

    Meu herói!!!

  • Pedro Bouça

    Parabéns! E, ao contrário da DC Comics, vocês lembram da fase do Byrne!

  • Dyel Dimmestri

    Quero parabenizar vocês por mais um EXCELENTE Confins Do Universo. Uma edição à altura da gradidiosidade daquele que é,sem sombra de dúvida,o MAIOR HERÓI DE TODOS OS TEMPOS.

    Não podemos nos esquecer também que outro personagem célebre das HQs mundiais também completou 80 anos em 2018…Eu só posso estar falando de SPIROU,um dos grandes êxitos de HQ Franco-Belga,que também poderia ser tema de uma futura edição dos Confins. Sim,porque depois de tantos anos,só recentemente suas aventuras passaram a ser publicadas com regularidade no Brasil,graças ao magnífico trabalho da Editora SESI – SP.(é bem verdade que Spirou teve aparições no Brasil,esporádicas e sem grandes alardes,pela Editora Vecchi,nos anos 1970,e pela Editora Manole,no finzinho dos anos 1990…)

  • Antes da Action Comics #1, Siegel e Shuster publicaram nas antologias como a New Fun Comics e Detective Comics, George Taylor era um personagem distinto, Perry White estreou e tomou seu lugar, explicações sobre a mudança viriam décadas depois. Diz a lenda que o colorista confundia o Luthor com o Ultra-Humanoide, que era careca e acabou ficando parecido com o Super-Man do fanzine, quando o Siegel voltou nos anos 60 e roteirizou Superboy, ele deu o nome Lex e essa história dele ficar careca por causa do Superboy.

  • James Howllet

    Curioso, apesar do Super ser meu super-herói favorito reconheço a imensa maioria de suas estórias serem não mais que razoável. Evidente ele não ser o único personagem a sofrer com essa sina e, claro, possui vários picos extraordinários.

    Mas não deveria ser assim…

    Como exemplo que isto deveria ser diferente, alguns dos personagens derivados dele possuem narrativas tão boas quanto o melhor do escoteiro.

  • romfreire

    Outro grande desenhista do Homem de Aço foi o novaiorquinho Dick Dillin, que criou, junto com Denny O´Neal, o Superman da Terra 2 (Kal-L) e com Bob Haney e Henry Scarpelli, o Superman Jr., da Terra 154. Esse último seria filho do Superman que, junto com o filho de Batman, protagonizou algumas aventuras na década de 70. Posteriormente, para explicar esses “filhos”, a DC inventou que eles eram simulacros de computador que saíram da máquina e acreditavam ser pessoas reais. Infelizmente o artista Dick Dillin não é muito lembrado pelos fãs do Superman, mas, como podem ver, teve sua parcela de importância na mitologia do personagem. Agora, de todos, o melhor desenhista do kriptoniano ainda é o espanhol Jose Luiz Garcia-Lopez que, convenhamos, desenha bem QUALQUER COISA! 😉

  • Luiza Ayres

    Deixo aqui minha contribuição ao mito Kal-El (acho até q esse nome foi escolhido pra fazer uma referência aos nomes judaicos da Bíblia, como Joel, Daniel e Samuel).
    Monólogo sobre o mito Superman/Clark Kent em Kill Bill vol. 2 👉🏻 https://youtu.be/mrB2JONyEKc

  • o Inconcebível Bob Balburdia

    Ótimo podcast.

    lembrando que, além de aparecer enfrentando Muhammed Ali em uma edição, em outra ele enfrenta o astro da luta livre profissional Antonino Rocca.

  • brunoalves65

    O Super-Homem foi o primeiro super-herói dos quadrinhos que conheci, ainda aprendendo a ler, graças ao meu pai, um grande fã do personagem. Também me tornei um fã, principalmente pelo fato dele ter sido o primeiro de um gênero que adoro (fiz até um mestrado analisando super-heróis). Mas também foi o Super-Homem que, curiosamente, me afastou dos super-heróis por um tempo, depois que li duas hqs dele: em uma, ele cria um planeta com atmosfera, flora e água em poucas horas; na outra, ele está dando uma entrevista ao vivo no estúdio da tv Galáxia quando tem que sair rápido para salvar uma pessoa – então ele sai em supervelocidade do estúdio até o seu apartamento, programa um de seus robôs para responder as perguntas do repórter, deixa o robô no seu lugar e vai salvar a pessoa, tudo tão rápido que ninguém percebeu. Era a fase do Super-Homem deus e foi o limite para mim. E esse sempre foi o grande entrave do personagem para que tivesse boas histórias (elas existem, mas em menor número do que o personagem merece): como abordar um personagem tão poderoso? Por isso sou fã da fase do Byrne, para mim a melhor interpretação de Kal-El nos quadrinhos e que considero canônica, pois poucos autores entenderam tão bem a essência do kryptoniano. Longa vida a Kal-El e um muito obrigado a Siegel e Shuster (e também a Curt Swan, John Byrne, Paul Dini, Bruce Timm e Alan Burnet, Tim Sale/Jeph Loeb, Mark Waid /Alex Ross e Grant Morrison/Frank Quitely) e, especialmente, a Christopher Reeve, o eterno Homem de Aço do cinema.

  • Paul

    Sou DCnauta e o Superman é o meu personagem da nona arte favorito. Desde sempre fui ligado a ele, na infância com o filme do Donner/Reeve e com os Superamigos e sua sala da justiça; na adolescência vibrei com a Morte, retorno e as “revistas de aço”, aquelas equipes criativas são as melhores pra mim(Jurgens, Simonson, kesel, Bogdanove, Grummett, Guice…). Quando, durante os “Novos 52” senti falta do Super que amo, aquele cuja mitologia nas fases de Ouro, Prata e Bronze nos facinou, o achei nas minhas leituras de Astro City, escritas pelo Kurt Busuek, em específico na criação do Curt Swan, no personagem O Samaritano. Como não comparar. Viva o Super!