Confins do Universo 048 – Era uma vez no Oeste

Por Samir Naliato
Data: 18 abril, 2018

As histórias de faroeste têm uma grande tradição nas mais diferentes mídias, como cinema, televisão, literatura e rádio. E não podia ser diferente com os quadrinhos!

Neste episódio, debatemos as origens deste gênero na nona arte, tanto nos Estados Unidos quanto na Europa, os principais personagens, autores, aventuras e curiosidades. Qual é o histórico de publicação no Brasil? Por que o faroeste é tão popular no Velho Continente, especialmente na Itália?

Essas e outras curiosidades dissecadas com a nossa equipe e as participações de Marcus Ramone e do desenhista Pedro Mauro, da graphic novel Gatilho, que revela uma novidade exclusiva!

E ainda: indicações de leituras e mensagens dos ouvintes!

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Participantes

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  • Pedro Bouça

    Ei, a música “Chi Mai” do Morricone não é trilha sonora de western! Foi criada para um filme obscuro chamado Maddalena e popularizada em O Profissional, filme policial com Jean-Paul Belmondo.

    Vale notar que, além de Manos Kelly, o Palácios desenhou a série franco-belga Mac Coy.

    Curiosamente, tanto Ken Parker quanto o mencionado Buddy Longway (e o omitido Jonathan Cartland) foram inspirados no mesmo filme, Jeremiah Johnson, com Robert Redford. Deve ter sido o filme que inspirou mais HQs diretamente!

  • Um bom livro sobre nativos americanos é o Enterrem Meu Coração na Curva (Bury My Heart at Wounded Knee no original) do Rio do Dee Brown, embora a versão brasileira não traga histórias sobre todas as tribos desconhecidas no Brasil, o que é uma pena.

  • Gringo do Wilson Vieira está sendo republicado pela Red Dragon Publisher, faroeste com elementos de ficção especulativa (ficção científica, terrror e fantasia) são chamados de Wierd West. Segundo o próprio, Arthur Filho, Billy the Kid & outras histórias vai mudar de nome para O Lendário Oeste, fonte: fanzine QI 149 de Edgard Guimarães, na mesma edição, há uma entrevista do Mozart Couto onde ele diz que também desenhou o Bravestarr (o space western animado da Filmation). No QI foram publicados os dossiês Ken Parker, Buffalo Bill, Roy Rogers e Dale Evans, Red Ryder, O Pequeno Xerife Xuxá e A História do Oeste escritos pelo português Carlos Gonçalves, dá pra baixar no site da Marca de Fantasia edições do QI de 2015 até hoje.

    https://www.reddragonpublisher.com/product-page/gringo-volume-1

    http://marcadefantasia.com/revistas/qi/qi.html

  • O Universo HQ publicou uma nota de um site sobre o Mottini
    http://www.universohq.com/noticias/um-site-para-homenagear-o-talento-de-joao-mottini/

    Esse Billy the Kid no começo era uma espécie de Lone Ranger, com grito de guerra e tudo, publiquei no meu blog uma história onde vai parar num pueblo típico do Zorro com lutas de esgrima e tudo, há até um filme do Cisco Kid que faz o mesmo, Riding the California Trail, de 1947, estrelado pelo Gilberto Roland, mostrando que esse México/Califórnia mostrado no Zorro influenciou trabalhos de faroeste, acho que a fase do Mottini já não tinha isso.

    http://highcomics.blogspot.com/2017/05/os-quadrinhos-de-billy-kid-na-revista.html

  • Ainda sobre o Zorro, a ambientação do faroeste geralmente é depois da Guerra de Secessão, o Zorro é bem anterior, na época da Califórnia como colônia espanhola ou depois da Liberdade do México, mas isso nunca foi uma regra há “westerns modernos” como o Vigilante da DC (moderno para a época), a tira Bronc Peeler do Fred Harman (que deu origem a Red Ryder em parceria com Stephen Slesinger), a trilogia Trilogia Mariachi de Robert Rodriguez é classificada como neo-western.

  • Douglas Coelho

    Boa lembrança de História do Oeste (Epopéia TRI), pois estou lendo a série nesse momento. Mas eu não acredito que dê certo uma republicação no Brasil, é um western muito nostálgico, com belos desenhos, é verdade.
    Quem puder, tente adquirir uma edição especial que a Bonelli lançou há alguns anos chamada “Le Frontière di carta, Piccola storia del western a fumetti”. Semelhante à esse podcast, traça um generoso painel dos westerns em hq.

  • James Howllet

    Vendo o link de Ken Parker dá vontade de enfiar a cabeça na parede.

  • Ótimo cast, ainda mais porque quadrinhos de faroeste fazem parte dos que eu não tenho muito conhecimento, e vocês me deixaram bem curioso com as informações, excelente!

  • Stefano Barbosa

    Sérgio Leone chegou a cogitar adaptar obras de Bonelli pro cinema ?

  • Fernando Henrique

    Excelente podcast, pessoal! Fiquei muito empolgado quando vi o tema do Confins dessa semana! Comecei a ler faroeste em quadrinhos com regularidade há pouco tempo (Nov/2017). Comprei uma Tex pra ver como era e desde então tenho comprado rigorosamente todo mês, gostei muito das histórias e como em alguns momentos elas são mais sobre os personagens secundários/cenários do que sobre Tex em si. Só uma curiosidade: No podcast Sidão comenta brevemente que o primeiro sobrenome de Tex foi Killer, mas como isso não combinava com o caráter do personagem decidiram mudar pra Willer, porém na Tex Apresenta: 100 de Galep (http://www.guiadosquadrinhos.com/edicao/tex-apresenta-100-anos-de-galep/te062121/137169), uma espécie de biografia de Galep, um dos criadores de Tex, é mais aprofundada essa questão (pág. 37): “É notório que, por razões de autocensura, considerando os preconceitos vigentes contra os deseducativos gibis, o sobrenome do protagonista passou de Killer a Willer, simplesmente mudando a consoante inicial, tão exótica quanto a anterior. Na época, k e w eram pouco usados na produção literária, um resquício de memória do finado regime que havia banido o uso de tudo que não tivesse uma comprovada matriz itálica.” Uma outra curiosidade nesse livro é a (possível) origem do nome Tex: ” …, diz a lenda que Bonelli, passeando de carro pelas ruas de Gênova, teve a atenção chamada pela placa de uma loja, Tex Moda, e decidiu explorar a imprevisível coincidência: o nome lembra o Estado do Texas e também é usado como apelido para indicar de onde a pessoa vem.” Por hoje é só, muito obrigado pelos podcasts cheios de conteúdo e que venham muito mais que 50 edições! Abração para todos!

    • Me parece muita coincidência não só com Texas, tinha um cowboy cantor e ator chamado Tex Ritter que teve um gibi em 1950 e uma tira chamada Tex Thorne ainda nos anos 30, feita pelos roteiristas Stephen Slesinger e Rhomer Gray, filho de Zane Gray, que assinavam como se fossem o próprio Zane Grey.

  • Digo Freitas

    Mais do que excelente esse episódio!

  • Tarcísio Marques

    Pedro…que domínio do desenho! Uau.

  • Rogerio Araujo Ferreira

    Excelente episódio, a lembrança do Bouncer pelo Sidney fechou com chave de ouro. Sugestão de tema: Quadrinhos argentinos.