Confins do Universo 028 – Raios e trovões! HQs Bonelli

Por Samir Naliato
Data: 22 dezembro, 2016

Por mil raios e trovões! O ano já está acabando e, para o último episódio do Confins do Universo de 2016, batemos um papo especial sobre os quadrinhos da Sergio Bonelli Editore!

Fechamos com chave de ouro falando sobre Sergio Bonelli, o fundador da editora, o mercado italiano de quadrinhos, os icônicos personagens Tex, Zagor, Dylan Dog e outros, suas trajetórias no Brasil e materiais ainda inéditos por aqui. Para enriquecer ainda mais o programa, contamos com a participação do convidado Júlio Schneider, que há anos trabalha traduzindo os títulos.

E ainda: indicações de leitura, e-mails dos leitores e mensagens de Whatsapp!

Aproveitamos ainda para agradecer você, nosso ouvinte, pela companhia neste ano. Muito obrigado! Nos reencontraremos em 2017 com mais Confins do Universo!

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Participantes

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Comentado neste programa

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Edição e Sonorização

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Narração de abertura e encerramento

Guilherme Briggs – Twitter – Facebook – Instagram

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Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão – Twitter – Facebook – Site Oficial

Confins do Universo

• Outros artigos escritos por

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  • Dimas Mützenberg

    Ainda não ouvi e já achei o melhor =) haha

  • João Felipe

    Sensacional, parabéns a todos do confins do universo pelo ano maravilhoso.
    Eu comecei a ler Tex faz poucos meses, peguei os 4 primeiros volumes do selo Platinum e as duas novels. A do Serpieri é uma sacanagem, esse cara é um monstro, trabalho incrível.
    Abraço a todos e nos vemos no próximo ano, boas festas galera.

    • Pedro Bouça

      Os primeiros Tex Anuais, que a série Platinum republica, são sensacionais! Mas os que vêm depois, bem, não são.

    • Marcelo Naranjo

      Até! Abração! Logo voltamos! :-)))

    • Samir Naliato

      Um abraço para vc tb, João Felipe! Até 2017 com mais Confins Do Universo!

  • Pedro Bouça

    Oba, podcast sobre Bonelli!

    Algumas coisas a comentar:

    – Dylan Dog não vende mais no nível de Tex desde que o Tiziano Sclavi deixou de escrever regularmente a série, já faz uns 15 anos. Atualmente a série principal do Tex vende cerca de 200 mil exemplares por mês e a do Dylan Dog vende uns 100 mil. As outras Bonelli não chegam a metade disso, então ainda são vendas expressivas.

    – O Tex Gigante do Magnus é fácil o melhor DESENHADO da série, mas desde então saiu o Patagonia, da dupla Boselli e Pasquale Frisenda, que é hoje considerado o melhor da série. É o que eu recomendo a todos os que querem a começar a ler a série e foi tanto o primeiro Tex publicado na atual série (de livrarias) portuguesa quanto o primeiro (e por enquanto único) publicado pela Bao Publishing, que é a editora parceira da Bonelli na distribuição para livrarias e lojas de quadrinhos (fumetterias) italianas.

    – Cassidy & Demian ter “preço acessível” é em termos, né? Tudo bem que era em formato italiano e tinha 200 páginas, mas cada edição custava R$ 22,90. Mais do que o dobro da revista do Juiz Dredd (formato magazine, 64 páginas) que eu traduzia para a Mythos e que muita gente já achava cara! Os outros comentadores aqui no site certamente podem afirmar se acham isso acessível ou não, eu não achei muito não…

    – A Bonelli tem adotado o sistema de preto, branco e vermelho em outras publicações além de Morgan Lost. Alguns especiais de Dylan Dog têm saído assim, que aifinal funciona muito melhor para terror do que uma edição 100% colorida.

    Um abraço para vocês e para o Júlio, boas festas e feliz 2017!

    • Marcelo Naranjo

      Valeu, Pedro! Sabe muito! :-)))

    • Dimas Mützenberg

      Patagonia é muito boa mesmo. O Frisenda fez um dos melhores trabalho da série. E isso no meio de um time com gente como Jordi Bernet, Manfred Sommer, Magnus, Joe Kubert e além.

      • Pedro Bouça

        O Frisenda se inspirou no trabalho de mestres do quadrinho argentino, como os Breccia, quando fez a HQ. Junte com o argumento inspiradíssimo do Boselli e o resultado é sensacional.

    • Samir Naliato

      Observações sempre bem-vindas do Bouça! :D

  • Rafael Monteiro de Castro

    Pessoal, parabéns como sempre, mais uma edição sensacional!

    Minha dúvida é sobre o personagem Groucho. Eu sou muito fã do Groucho Marx, o comediante. Nunca deu maiores problemas esse personagem ter não só o rosto, mas o nome e a personalidade de uma pessoa real? Vi vocês dizendo que nos EUA tiraram o bigode dele pra descaracterizar, mas, mesmo na Itália, isso não poderia ter rendido um processo? Ou é domínio público?

    Quero dizer que endosso o coro pra vocês fazerem uma edição sobre os X-Men de Claremont e Byrne, é meu material preferido da Marvel. Inclusive, faço uns vídeos sobre essas edições clássicas (ainda estou na fase do Cockrum, mas vou chegar no Byrne). Até já mostrei pro Samir, mas não sei se ele teve tempo de ver com calma. No Youtube – HQ: Tudo o que você precisa saber. Tenho certeza que essa edição do podcast vai me alimentar ainda mais com informação pra eu fazer esses vídeos.

    Abraço!

    • No filme, ele foi retirado, sei que a viúva do Bruce Lee chegou a reclamar do Shang Chi ter a cara do Bruce na fase do Paul Gulacy, mas nunca teve processo.

  • Cada vez que eu ouço alguém falando que Dylan Dog não é publicado no Brasil, eu morro um pouquinho por dentro.

    Será que não rolava trabalhar encadernados, com capas elaboradas pra atrair esses leitores ocasionais? Pegar as edições coloridas e depois passar pras edições em preto e branco?

    #VoltaDylanDog

    • Marcelo Naranjo

      #VoltaDylanDog (2)

    • Pedro Bouça

      Todo mundo diz que curte o Dylan Dog, mas o personagem foi cancelado três vezes por vendas baixas no Brasil! Aí fica difícil…

      Fosse editor, eu publicaria em compilações para livraria.

      • Eu pegaria as edições coloridas, faria uma bela edição nacional com texto introdutório, explicação, cronologia e o diabo, pra situar bem o leitor. Depois se a coisa andar, solta uma edição normal em PB mesmo… Não é possível que não engrene! São outros tempos agora.

  • Parabéns pelo podcast, pessoal! Um dos melhores, sem dúvidas! O tema é fascinante e só poderia render mais um baita programa!

    Bonelli é bom demais! Merecia encher as bancas e vender muito mais!

    • Samir Naliato

      Obrigado!

  • Valdir Pedrosa

    Pô, gente, assim vocês vão me quebrar… Há 35 anos leio, principalmente, Marvel e DC. Também gosto de Fantasma, Conan, Hellboy, Star Wars e algumas coisas que o Mark Millar andou publicando de forma independente, dentre outras. Recentemente comecei a ler o mangá do Ultraman por puro saudosismo. Nesta semana, me indicaram o mangá Lobo Solitário, pois dizem que é excelente. Nunca li Tex. Na verdade nunca me senti atraído pela revista pelo motivo que o Júlio expôs no podcast: revista em formatinho, preto e branco, e por aí vai. Só que, depois deste Confins do Universo, vou ter que rever isso urgentemente. Obrigado por mais um excelente trabalho, pessoal. Aproveito a oportunidade para desejar a toda equipe do Universo HQ e a todos que dividem esse espaço virtual, um feliz Natal e que 2017 venha trazendo muita saúde, paz, alegria e prosperidade para todos. Abraços!

    • Marcelo Naranjo

      Dica – tenta o Tex Platinum desde o #1, fácil ainda de achar! E obrigado!!!

    • Samir Naliato

      Obrigado pelos votos, que o próximo ano tb seja ótimo para você! Inclusive experimentando novoas HQs, como os da Bonelli! rs

  • Marcelo Naranjo

    Mas muuuuuuito obrigado MESMO!!!!
    A gente que agradece, pela audiência! :-)))

  • Doutor Rey Strange

    Senti falta do Gegê Carsan no programa…

  • Espetacular trabalho, gente. Meus parabéns! ;) Muitos dos quadrinhos ”recentes” da Bonelli eu não conhecia e já fiquei muito interessado. Agradeço as informações. O convidado é uma pessoa de grande informação e cultura que ganhou meu respeito.

    Sobre as cores do uniforme do Tex que são consideradas muito berrantes (com razão) para a época do Velho Oeste: o motivo disso é conceitual e importantíssima para o personagem.

    Além de todos os motivos apontados (como o de chamar a atenção nas capas em cores) que são estratégias de marketing, eis a razão do Tex usar cores tão vivas: Tex é o ícone… o símbolo encarnado do Universo dele (e do Universo Bonelli de uma forma em geral). Sua camisa amareladourada simboliza realeza, nobreza, luz, pureza, riqueza (de caráter). Ele é meio um ”agente solar” ou ”um agente de luz”, um bastião de justiça em meio um ambiente totalmente agressivo ou estranho ou OPOSTO a ele. Se Tex estiver vindo a cavalo, sendo visto ao longe, no horizonte, com sua camisa dourada, é como se o ”O Sol estivesse vindo no horizonte com ele”. Tex se DESTACA em seu ambiente e, por isso mesmo, é o centro que mantém seu universo nos ”eixos”. Se ele CAIR, seu universo vai junto e cai no caos. De certa forma, o Tex é o ”Superman” de seu universo.

    Uma coisa semelhante ocorre com o personagem Robocop (o original): sua armadura prateada, que se destaca em meio ao ambiente SUJO, caótico, negro da ”Detroit quase apocalíptica” que é o seu mundo. O motivo é o MESMO usado no conceito visual do Tex: são AGENTES DA LEI. Paladinos. Emissários de Luz. De esperança. Campeões da Ordem. Eles se destacam e LEVAM energia para o ambiente em que vivem… mesmo que tenham obstáculos, opositores ou que pareça ”bizarro e exagerado” que tal ser exista em um lugar que ”não tem nada a ver com eles”.

    Ou seja, é proposital. Pode até ter sido uma ideia que acabou mirando no que viu e atingindo o que não viu: a cor ter sido escolhida ao ”acaso” ou por ”conveniência”. Mas, assim que foi escolhida e vista, a cor da camisa passou a fazer sentido e se tornado PARTE da essência conceitual do personagem. Não dá pra mudar e nem o herói seria mais o mesmo se o tom da cor mudasse: tem de ser ‘berrante’ mesmo. O mesmo ocorre com o Robocop que já citei acima: e que acho que perdeu MUITO quando a nova versão do reboot fez com que o cyborg tivesse uma armadura de cor preta, feito o Batman. :(

    Espero que eu tenha conseguido expressar direito a ideia. Um grande abraço, feliz Natal e um ótimo Ano Novo. ;)

  • Dimas Mützenberg

    Tex entrou na minha vida antes que eu completasse dez anos de idade. Meu salto pós-Turma da Mônica/Disney foi Tex e só anos mais tarde fui ler super-heróis. Então nem precisa dizer que existe um vínculo mais que de leitor, mas um sentimento de que o gibi faz parte da minha história. A mais remota revista que lembro claramente de quando a vi é a Tex 251 – O Massacre de Calabah, de 1990 com arte de Vincenzo Monti e quando eu olho ela na estante não tem como não sentir uma emoção. Afinal, ela me acompanhou por praticamente toda minha vida e sobreviveu a todas as caixas de mudança, traças, mofo e demais inimigos do homem e tá lá firme e forte. Além disso é algo que aprendi a ler com meu pai – que embora tenha parado de comprá-las sempre que tá em minha casa pergunta “tem Tex nova?” – e que minha filha, embora ainda não saiba ler, já reconhece e fala “Tequis” quando estou lendo. Só posso desejar que o personagem viva pra sempre e que chegue no Brasil eternamente, e talvez esse sentimento compartilhado por todos os leitores seja um dos segredos da longevidade do gibi aqui no Brasil.

    Mas existe vida além do sentimento… rs. O maior segredo da longevidade de Tex mesmo é a constância na qualidade e o respeito que se tem pelo personagem. Vejam bem, apesar de fã, eu não acho que todas as histórias sejam maravilhosas. Mas uma coisa é certa: quando eu abro uma revista de Tex (ou qualquer personagem Bonelli), eu sei exatamente o que esperar, não da trama mas do personagem. Eu sei que não vai ter um “esqueça tudo que você sabia sobre Tex” ou “Tex vai morrer em 2016 e voltar em 2017” e coisas do tipo. Isso sim, é respeito pelos personagens e pelos leitores que os mantêm vivos.

    Agora minha revolta: Como que tem gente que não gosta de gibis preto e branco? Artistas como De La Fuente, Ortiz, Ticci, Milazzo, Fusco e afins se apresentam muito mais belos em PB que colorido. Deixem de nove horas rsrs. Isso não é critério para achar que um gibi é inferior.

    Minhas dicas de leitura:
    – Oklahoma! Saiu aqui na Tex mensal 300 da Globo. Roteiro de Berardi e desenho de Letteri. Berardi, como dito no programa, é um artista que mais que talentoso é de uma humanidade sem medidas. Basta ler Ken Parker e Júlia pra comprovar. E a arte de Letteri é muito linda (acho melhor que Galep – pronto, falei rsrs)
    – Ken Parker – Qualquer coisa que você achar (e que não esteja inflacionado no Mercado Livre por especuladores sem noção)

    Minha curiosidade pessoal: Tex é o meu Xis Men. Aprendi a falar Tex Viller e não tem quem me faça chamar de Uiller hahaha.

    E meus abraços a todos. Desculpem por me estender demais, me empolguei hehe.
    Feliz natal a todos, tições do inferno. Que 2017 venha com um pouco mais do espírito do Sérgio, de quem me tornei ainda mais fã depois de ouvir suas histórias aqui. Mais justiça e tolerância.

    • Samir Naliato

      Legal sua participação, Dimas! :)

    • Sidney Gusman

      Belo depoimento, Dimas!

      Obrigado.

      Abraço

  • Alessandro Souza

    Acompanho quadrinhos Bonelli há mais de 30 anos. Acompanhei as histórias SENSACIONAIS dos combates entre Aguia da Noite e Mephisto, Zagor enfrentando criaturas fantásticas e minha HQ preferida: Chemako – aquele que não se lembra. Uma jornada espiritual de Ken Parker. Nunca, com ênfase no NUNCA, jamais vi uma história ruim de Bonelli.

    • Sidney Gusman

      Também adoro essa história, Alessandro.

      Abraço

  • Samir Naliato

    #medo

  • Pedro Bouça

    Eu também gostei muito mais do Cassidy, mas um dia leio a série toda do Demian (que eu tenho aqui!) e tiro a prova dos nove.

  • Gustavo Campos

    Será que não daria pra fazer um esquema de assinaturas pra esses títulos (principalmente Dylan Dog)? Os interessados poderiam pagar antecipadamente um ano e receber 12 edições. Sem vendas em bancas, exclusividade pra assinantes.

    Se não der o número mínimo necessário de assinantes, a revista simplesmente não sai, sem prejuízo pra ninguém.

    Tanta coisa é publicada via crowdfouding (e muitas delas as vezes nem são tão boas), será que não daria certo?

    Fico aqui no aguardo da UHQ Editora :)

    • Sidney Gusman

      Difícil, Gustavo, pois além de todos os custos operacionais (direitos autorais, impressão, transporte, estoque, distribuição etc.), teria que pagar o trabalho dos profissionais (tradução, letras, edição). Não sei se rolaria nesse esquema.

      Abraço

  • Leandro Silva

    OBRIGADO.
    Não ouvi ainda, baixei agora, mas fazem mais de 3 anos que procuro algum podcast que comenta sobre Tex, Julia Kendall e CIA e nunca achava. Coleciono quadrinhos há mais de 28 anos, sempre DC, há 5 anos alguns encadernados e histórias específicas da Marvel e tbm outras editoras, mas Tex eu aprendi a apreciar fazem uns 3 anos e nunca achei quem comentasse sobre.
    Mais uma vez, OBRIGADO!

    • Sidney Gusman

      Valeu, Leandro. O Universo HQ é um site sobre todos os tipos de quadrinhos. E como, modéstia à parte, temos gente que entende de variados gêneros, cedo ou tarde faríamos sobre os adoráveis títulos da Bonelli.

      Abraço

      • Leandro Silva

        Obrigado pela resposta, Sidney.
        Já acompanho o Universo HQ nem sei mais há quanto tempo, acho que desde que comecei a ter acesso à internet, há muitíssimos anos mesmo (apesar de quase ou nunca comentar nada, já vai me perdoando aí rsrs), então conheço a enorme variedade de tons do site, sua extrema qualidade e todo o carinho envolvido.
        É por isso mesmo que foi muito minha alegria quando vcs embarcaram na minha terceira paixão nerd (a primeira: hqs; a segunda: filmes e séries), os podcasts rsrsrsrs. Me deliciei com tamanha quantidade de informações, que somaram ainda mais minha experiência como leitor e colecionador já “veterano”, até coisas de que não curto muito como no caso “Quarteto Fantástico” acabei me deliciando; ou ainda passando muita raiva com o JP quando ele tentava defender com unhas e dentes a necessidade dos astronômicos cortes que fez em “Terra X” HAHAHAHAHA; ou ainda me pegando ouvindo mais de uma vez o mesmo podcast de quadrinhos que amo muito, “Crise nas Infinitas Terras” e “Reino do Amanhã” (Fica a DICA: estou aguardando ansiosamente pelo podcast sobre “MARVELS”, heim!!! e outros assuntos como as origens de Super Grupos com a Sociedade da Justiça e a Liga da Justiça; o selo Vertigo; quadrinhos fora do eixo Marvel/DC; quadrinhos cômicos; quadrinhos para adolescentes; a importância de outras editoras na nona arte – enfim, tem muito assunto ainda para ser desbravado, não é mesmo?)
        Agora que já ouvi o podcast, começa a corrida para tentar achar muitas de suas indicações. Confesso aqui que não sou “colecionador” assíduo de Tex, não compro tudo que sai, apenas materiais diferenciados como vários Tex Gigante, Tex em Cores, as Graphic Novels. Entre minha predileção, ainda que não compre sempre que é lançado, estão Ken Parker e Julia Kendall que acho fantástico e que creio me ajudará a quebrar a resistência de minha esposa em ler quadrinhos (ela odeia hqs, mas um dia eu chego lá HAHAHAHAHA). Os outros materiais da Bonelli eu tenho pouquíssimo a falar pois quase não li, creio que somente tenho alguns minguados quadrinhos de Natan Never e Nick Rider que achei em sebos, pois meu orçamento de gastos com quadrinhos é ingrato; sonho no dia em que conseguirei achar mais materiais de Ken Parker. Todavia, reparei que justamente meu desenhista preferido, Fabio Civitelli, vocês não comentaram, ou pelo menos não percebi; fica então uma menção honrosa a esse ótimo artista.
        Ah! Só uma curiosidade pessoal: sempre detestei qualquer quadrinho em preto e branco, mas não teve jeito de não me deixar fascinar e não ser fisgado por esse material incrível da Editora Bonelli graças a um verdadeiro veterano de quadrinhos, um senhor que coleciona quadrinhos desde meados dos anos 40, na qual tive a honra de conhecer, criar um laço de amizade e afeição que vai além do colecionismo (se tornou quase que um avô para mim, confesso) e que em todas as minhas visitas a ele, nunca me deixou sair de sua casa sem levar ao menos 01 Tex para ler, mesmo sabendo que eu não leria, até que pela sua insistência acabei lendo um Ken Parker, depois devorei umas 03 edições do Tex Gigante, até que não teve mais jeito e tive que comprar MINHAS próprias revistas HAHAHAHAHA. Fica aqui também, agora imortalizado, meu agradecimento à este tão querido e inestimável amigo!
        Obrigado por esse especial podcast e fica aqui a empolgação por mais!

  • Pedro Bouça

    Eu traduzi uma revista mensal estrelada por um personagem internacionalmente famoso, repleta de material de alta qualidade e que trazia todos os meses uma HQ assinada pelo mais famoso escritor de quadrinhos da atualidade. Ela só durou dois anos.

    Se fosse fácil explicar esse tipo de coisa, nenhuma revista era cancelada…

    • Dimas Mützenberg

      Inexplicável mesmo o fim da Megazine. Tinha tudo pra ser um título duradouro. Artistas e personagens conhecidos, qualidade editorial, preços módicos… E ainda assim não vingou. Muito triste. Agora ficou difícil acompanhar o Dredd, pois os encadernados saem realmente a preços já não tão módicos. Tô pegando a conta-gotas e rezando pra que não esgotem antes.

  • Renan Rhapsody

    Samir, vai rolar programa sobre a Valiant?

    • Samir Naliato

      É um tema a ser considerado!

  • Sidney Gusman

    Adriell, a conta é simples: não teve leitores o bastante para tirar o título do vermelho, cancela. Uma pena.

    Abraço e obrigado pela audiência

  • Lucio Andrade

    Olá Enoch, entendo seus “receios” com relação aos personagens Bonelli. Mas ressalto que todos os personagens de HQ tem histórias brilhantes e outras mais fracas, além disso Tex e Zagor tem várias décadas de vida editorial, então é muito provável que você tenha folheado uma história antiga republicada com enredos mais simplistas e alguns personagens até bizarros, como o fantasiado que você cita. Não vamos esquecer que todo personagem longevo passa por muitas mudanças, é só olhar os heróis Marvel e DC nos anos 1960 e os enredos atuais, quanta mudança não é?! Vamos, dê outra chance ao ranger e a Zagor, pegue uma edição mais atual e certamente você mudará um pouco sua opinião a respeito. E Sim, os personagens que você citou são muito, muito interessantes. Um abraço.

    • Gege Carsan

      Por mais Bizarro que possa ser caro Enoch vc bateu logo de cara com Mefisto, em sua primeira aventura contra Tex , vilao que viria a se tornar ao longo da saga no arqui rival com aventuras que quebram o estilo puro faroeste e insere magia e suspense. Mas já que pediu uma dica, tem a dada pelo Júlio no programa, O Tex gigante O Vale do Terror, mas poder ser também os gigantes Os Assassinos, do Alfonso Font; o Patagonia, do Pasquale Frisenda; O Cavaleiro Solitário, do Joe Kubert… e pode pegar e ler qualquer um dos 87 números do Tex Ouro que traz aventuras completas. Um abraço e bem-vindo pois já considero fisgado.

      • Enoch

        Obrigado pelas dicas.Vou buscar esse material.Feliz 2017 !

    • Enoch

      Obrigado pela dica. Vou fazer isso. Feliz 2017 !

  • Rafhael Victor

    Olha só, eu já tive um QUASE-relacionamento com quadrinhos do Bonelli e não sabia!

    Meu primeiro contato foi com Tex, por meios de um amigo meu. Quando criança eu constantemente frequentava sua casa, pois sua mãe tinha uma coleção ENORME de quadrinhos da Turma da Mônica e da Disney. Como eu era apaixonado por ambos, marcava presença lá quase todos os dias, onde ficávamos sentados no chão de uma área que costumava ser referente à uma lojinha da família, lendo-os durante horas e horas. Eis que ele me chegou um dia com um exemplar do Tex. Disse que sua mãe tinha colecionado por um tempo mas acabou parando, e que ele havia achado incrível. Eu não dei muita bola, mas acho que cheguei a ler o comecinho de uma edição ou outra.

    Posteriormente, uma professora minha, do primário, levou à escola uma edição do Dylan Dog, da Conrad, pra ler para os alunos (!!!). Como ela sabia que eu adorava quadrinhos, me emprestou e até deixou eu levar pra casa por vários dias. Eu gostei demais daquilo, tinha sido, acredito, a primeira HQ adulta que havia lido até então. Eis que, quando voltei para devolvê-la, ela disse que eu poderia ficar com ela. Guardo esse exemplar até hoje, e lembro de tê-lo lido e relido várias e várias vezes. Se trata da 2ª edição da minissérie citada no programa, “O despertar dos mortos vivos”. Vale ressaltar que esse também foi meu primeiro contato com nudez feminina em uma história em quadrinhos, hahaha.

    E, por fim, o desenho que o Sidão chegou a comentar, “Martin Mystery”, baseado na HQ do Bonelli. Eu cresci naquele 2ª boom da animação japonesa no Brasil, portanto acabei, logo cedo, me tornando relativamente mais exigente com relação aos desenhos animados que assistia. Era difícil eu achar um americano (que compunha 95% da grade das emissoras brasileiras, na época) que me agradasse de verdade. Um dos poucos que conseguia essa façanha era o “Três Espiãs Demais”, que nem americano era, mas que possuía roteiros mais inteligentes (claro, ainda voltados pro público infantil), aliado a uma boa direção e personagens bem orgânicos. Algum tempo depois, estreou na TV Globinho, dividindo grade com esse desenho, o Martin Mystery, que era da mesma produtora, a francesa Marathon, e que também possuía as qualidades que ressaltei. Este acabou se tornando um dos meus desenhos animados preferidos, na época citada, devido suas histórias cativantes e inusitadas, e os personagens carismáticos que apresentava. Pena que, até onde me lembro, sua vida na televisão aberta foi bem curta, ocupando a programação diária do bloco por uns meses, e sendo repassado à sua versão semanal posteriormente, até deixá-lo por completo.

    Eu não sabia que essas 3 obras (Tex, Dylan Dog e Martin Mystère) eram do mesmo autor. A única conexão que eu sabia que havia era entre Tex e Zagor (que, depois de um tempo, o amigo que citei láa em cima também começou a ler). Por isso que chamo de QUASE-relacionamento. Obrigado por me passarem esse conhecimento, porque, agora, fiquei com vontade de correr atrás de todos pra dar uma lida, hahaha.

    • Sidney Gusman

      Raphael, as 3 obras não são do mesmo autor, mas da mesma editora!

      Abraço

  • Valdir Pedrosa

    Obrigado pela dica, Leonardo. Vou ver se consigo comprar. Sem dúvida esse espaço do UHQ é fantástico. Muito bom essa troca de ideias e informações por aqui. Grande abraço.

  • Sidney Gusman

    A gente que agradece.

    Abraço

  • Sidney Gusman

    Obrigado por nos acompanhar.

    Abraço

  • Sidney Gusman

    Valeu pela audiência e pelas sugestões, Bruno.

    Abraço

  • Sidney Gusman

    André, com tanta coisa positiva para dizer, nem lembramos disso.

    Abraço

    • André Ribeiro

      Valeu demais pela atenção, Sidão.

      Grande abraço.

    • Dimas Mützenberg

      Também acho que não é um episódio para se lembrar. Inclusive, percebi que a parte da entrevista com o Deodato publicada no site que falava disso foi cortada no livro e achei louvável. Não cabia eternizar numa publicação comemorativa tão especial, um episódio tão negativo. Aliás, daria um bom Confins, a história por trás das entrevistas e a publicação do livro.

  • Pedro Bouça

    Sei desses Omnibus do Cassidy, mas estou com problemas para comprar. Como não gosto de pedir pelo correio, todas as HQs italianas que eu compro por aqui são na FNAC (loja física mesmo), mas ela não tem me trazido o material de livraria da Bonelli por alguma razão misteriosa. Por mais que eu encomende, não vem! E Cassidy está alto nas prioridades.

    Demian eu ganhei a série completa de um amigo.

  • Walmir Orlandeli

    Eita. Saudade do Ken Parker mensal na banca. Conheci no final do formatinho da Mythos, depois saí caçando. Cluq é lindo mas, puts, como é caro. Junto com o “The Spirit” seria uma publicação que voltaria fácil a comprar mensalmente.

  • Lucio Andrade

    Sem dúvida, um dos melhores podcast do UNIVERSOHQ. Afinal, a editora Bonelli merecia esse especial. Cada personagem Bonelli tem história para um podcast só seu. Sendo que alguns como Tex, Zagor, Martin Mystere, Dylan Dog, Dampyr e Mister No tem assunto para mais de um podcast. Sou um antigo leitor dos personagens e acompanho o que está sendo lançado tanto aqui pela Mythos, como pela SBE italiana. Ouso até dizer que sou um dos poucos brasileiros a já ter lido aventuras de todos os personagens antigos e novos da editora. Assim, gostaria de destacar algumas curiosidades sobre a editora e seus personagens que venham enriquecer as informações do podcast.

    • O nível de planejamento da editora é tão grande que, por exemplo, o personagem Tex já tem histórias sendo produzidas para serem lançadas daqui a 5 anos.
    • A coleção a cores de Tex (lançada semanalmente ao preço de 7 euros cada exemplar) vendeu mais de 20 milhões de cópias somando os mais de 250 números da coleção. Um sucesso sem precedentes na história dos fumettis italianos, uma vez que se tratava de republicações de histórias já lançadas.
    • Mauro Boselli, escritor de Tex é um fenômeno da narrativa em quadrinhos. Além de cuidar do maior personagem da editora que já é uma tarefa hercúlea, ainda arranja tempo para escrever especiais para a coleção “Le Storie” e escreve Dampyr, série que já atingiu a edição 200 na Itália e nem de longe demonstra sinais de cansaço narrativo.
    • A série História do Oeste ou Epopéia Tri teve uma coleção a cores na Itália lançada pela editora Hobby e Work com o título de O Selvagem Oeste.
    • Ao contrário das editoras americanas a Bonelli não trabalha com rebut, rebirth, novos 52, nova Marvel, totalmente nova, etc. A cronologia bonelliana é respeitada e até os personagens mais longevos têm suas origens respeitadas.
    • O respeito da editora com seus colaboradores, por exemplo o desenhista G. Ferri desenhou Zagor desde sua origem em 1961 até o último dia de sua vida em abril de 2016, totalizando mais de 5 décadas a serviço de um personagem.
    E pra finalizar, eu também tenho minha história com o sr. Sergio Bonelli. Assim como o Julio Schneider, escrevi para o editor em meados do ano 2001 e tamanha minha surpresa ao receber uma carta dele que guardo até hoje com o maior carinho. Mas a surpresa maior veio depois quando passaram-se alguns dias e recebi um aviso para comparecer aos correios. Chegando lá, me esperava uma caixa da Bonelli editore com diversos fumettis e posters enviados de cortesia. Uma das maiores alegrias que já tive nessa vida de leitor de quadrinhos. Por isso, eu digo em letras garrafais: A SERGIO BONELLI EDITORE É A MELHOR EDITORA DO MUNDO.

    Um abraço a todos e em especial ao Marcos Ramone, super fã da Bonelli.

    Lucio Andrade – Natal-RN

    • Marcus Ramone

      Abração, Lucio! E valeu pelos adendos. :-)

  • Diogo

    Quantos preconceitos quadrinistricos esse episodio rompeu em mim. Antes os quadrinhos do Bonelli me pareciam velhos e datados e sempre me perguntei porque algo do tipo ainda chegava as bancas, puro preconceito mesmo porque nunca tive a curiosidade de ler, agora me sinto triste por nunca ter dado a devida atenção. Mesmo com meu pai chegando em casa com alguns Tex e ate do Dylan Dog, Quando terminei de ouvir fui procurar pela casa algum desses títulos mas meu pai nunca teve o mesmo cuidado que eu tenho com quadrinhos. Infelizmente. Dylan Dog – apesar do filme horrível – e Julia, parecem ótimos. Abraços!

  • †akezo

    Quem é aquela loira sentada no canto direito ?

    • Pedro Bouça

      Gea, personagem de Luca Enoch. A série dela durou 18 edições e é uma raridade na Bonelli por ter sido escrita e desenhada pelo mesmo autor em todos os números. Obviamente não era mensal e sim semestral.

  • VAM!

    Que tenha saído no Brasil, somente o Dampyr se aproxima. E algumas edições do Martin Mystery.

    Abs,
    VAM!

  • Inis Barbuio

    Então…. consegui parar para ouvir ontem e estou comentando agora e, sabe o momento, que falam sobre o mapeamento de vendas, que na região x tem 2 leitores? ENTÃO…..Moro no interior, os quadrinhos em geral chegam fora de ordem, fora de qualquer coisa e meu pai é colecionador de tex. Ele tem toda edição histórica e edição ouro. Como eu disse, vem tudo fora de ordem, às vezes fomos encontrar volumes que ele ainda não tinha na cidade vizinha e por vezes ele ligou na mythos e encomendou por lá, daí a história é que numa dessas vezes quando começou a passar os dados, o atendente reconheceu ele “Oi senhor José, como vai? o endereço é o mesmo?”

    Faz MUITO tempo que li, então, até onde me recordo, a edição histórica tentou no começo seguir uma linha cronológica da vida do tex, mas se manteve por uns 20 volumes? não sei… não ando lendo hoje, mas gostava quando tinha o Kid Willer criança/adolescente porque mudava a dinamica da história

    Estou tentando fazer meu pai ouvir esse programa, se conseguir, vejo se volto aqui com as impressões dele

    ps:não entro em detalhes sobre os outros títulos, que apesar de já ter visto algum volume antigo, ter comprado alguma coisa para meu pai quando vi em livrarias, não li…ainda, já que depois desse programa vou ter que conferir

  • Bruno Alves

    Na biblioteca municipal da minha cidade, Monte Carmelo-MG, tinha um monte de revistas TEX. Quando tinha 8 anos, contei isso ao meu pai e peguei emprestado pra ele ler. Nós dois nunca mais paramos. Meu pai se foi com 59 anos de idade, e agora com meus 27 anos, continuo comprando TEX quando aparece, quando vejo algum sebo quando viajo e quando acho na internet. Infelizmente a única banca de revistas da minha cidade fechou, nunca mais abriu outra. Compro sempre que dá TEX Gigante, anual, ouro, a nova série Platinum, férias, etc. TEX mensal não consigo acompanhar, não existe serviço de assinatura. Por sorte, minha primeira TEX foi exatamente a TEX Gigante – O Vale do Terror, uma obra prima com todas as letras. Vou comprar a edição capa dura e em cores apenas dela, não vejo muita graça nos HQs coloridos, prefiro o clássico.

  • Everaldo Couto de Amorim

    Excelente podcast.

  • kriminal diabolik

    parece que tem um pessoal interessado em Dylan Dog… https://www.facebook.com/editoralorentz/

    • VAM!

      Infelizmente essa página não passa credibilidade nenhuma.

      • Pedro Bouça

        Também não tenho muita confiança e não conheço o pessoal envolvido, mas, francamente, os direitos estão livres há dez anos e ninguém quer publicar. Sugeri a várias editoras e ninguém se interessou. Se esses caras realmente estão dispostos a publicar, são os ÚNICOS no Brasil a fazer isso! Temos que os respeitar!

        • VAM!

          Respeitar a iniciativa de se voltar a publicar Dylan Dog é louvável sem dúvida, Pedro.

          Sua histórias fazem falta no Brasil, mas convenhamos que para uma empresa nova, se lançando num mercado tão competitivo e restrito como o de quadrinhos, a abordagem escolhida é muito amadora.

          – – –

          Aproveitando, te fiz uma pergunta no SubmundoHQ sobre a Morte do Super, (pode ter passado despercebida), dá uma olhada lá e se tiver um tempinho me dê uma resposta.

          Desde já, te agradeço. Grande abraço,
          VAM!

          • Pedro Bouça

            Já respondi lá.

  • Pedro Bouça

    Mágico Vento tem elementos de horror também, mas não em todas as histórias.

    • Mas vou me aventurar nesse! :)

      O problema é achar as primeiras edições!

    • Marcelo Gaudio

      Mágico Vento não é tão dificil encontrar não… eu comecei a procurar faz apenas dois anos e só me faltam 5 edições… vale muito a pena

      • Pedro Bouça

        Concordo!

  • José Afonso Júnior

    grande Confins do Universo, mais uma vez vcs estão de parabéns. O talento de vcs eu já conhecia mas neste episódio em especial, ri muito com a participação do Juliano. Ele é muito bacana e os ‘causos’ dele foram uma atração à parte. Bom, nunca fui leitor da Bonelli mas sei da sua importância pros Quadrinhos. Dito isso, não estou sabendo lidar com os reflexos desse ep!! Agora estou aqui, lutando contra o ímpeto de tentar comprar alguma coisa rsrs.

    Ainda sobre o ep, vcs falaram muito sobre tiragem e vendas mas nada com números concretos. O número de tiragem e venda é um segredo editorial/comercial? Vocês tem noção de quantos exemplares são vendidos atualmente de gibis da Panini e etc? É só uma curiosidade mesmo…

    Ah , um pequeno equívoco do nosso amigo Samir, ao ditar o número do whatsapp, ele trocou o ‘8’ por ‘9’! Mas aqui no texto do podcast está correto!!

    Forte abraço e feliz 2017 para vocês e suas famílias. Continuem com esse trabalho que é; FODA!

  • Isaura Luiza Paramysio

    Excelente programa como sempre.
    Muito informação bacaníssima, até compartilhei num grupo cujo o foco é manga.
    Contudo gostaria de deixar dois pontos:

    1 – Vocês falaram que a Bonelli tem muita coisa boa que jamais chegará aqui, afinal, falta público.
    Contudo, se eu quiser comprar em italiano mesmo, quais sites vocês recomendam.
    Por exemplo, vai que eu quero ler o citado pelo Gusman, Lilith.

    2 – Vocês falaram que a “um gibi em preto e branco em papel jornal” dificilmente atrairam novos leitores, embora se eles derem a chance talvez sejam fisgados.

    Imagino que o leitor de quadrinhos americanos, acostumados com as cores, dificilmente se arriscará nos bonellis da vida.

    Mas os leitores de mangas estão acostumados com o preto e branco.

    Aí entra outro entrave, o papel e a numeração.

    As edições tradicionais e a coleção, ok ser papel jornal, quando se pensa no seu público fiel e em baratear custos.

    Mas é desestimulante um Tex Gigante ou Ouro que custa um valor considerável ser papel jornal, aí que o caboclo não arrisca.

    Fora que, para quem está acostumado com pontos de entrada (comic americanos) e começar pelo numero 1 (mangas), os números altos afastam novos leitores que nãos sabem que podem pegar o bonde andando quando se trata de Bonelli (sim, já ofereci Tex para gente dos mangas e vieram me perguntar “por onde começo?”).

    Enfim, gostaria de deixar estes pontos sobre a formação de novos leitores.

    e fico triste com o caso Face Oculta, porque ele tinha cara de manga.

  • Paulo Fernando

    Já ta na horas de fazer um confins do Universo sobre os títulos do MSP, esmiuçando as referencias e bastidores de cada título.