Confins do Universo 069 – Histórias de vida

Por Samir Naliato
Data: 6 fevereiro, 2019

Nos quadrinhos, é possível contar várias histórias. Grandes aventuras, viagens espaciais, ação incessante e fantasia costumam preencher as páginas de diversas publicações, mas nem só de ficção vive a nona arte.

Histórias reais são o foco de diversos autores e resultam em quadrinhos muitíssimo interessantes.

Biografias (e autobiografias) são uma vertente cada vez mais presente no mercado editorial brasileiro, e neste episódio do Confins do Universo falamos um pouco mais sobre o assunto, relembrando autores expoentes desse gênero, principais obras, as dificuldades de se produzir esse tipo de material e a entrega e o comprometimento dos artistas para abrir questões íntimas não só das suas vidas, mas também de outras pessoas.

E mais: mensagens dos ouvintes e erros de gravação!

Confins do Universo 069 – Histórias de vida

.

Participantes

_____________________________________________________________

Comentado neste programa

_____________________________________________________________

Contato

Envie a sua mensagem com sugestões, elogios ou críticas: podcast@universohq.com
Mensagem de voz via Whatsapp para (11) 94583-5989
Redes sociais: Twitter – Facebook – InstagramGoogle+Youtube

_____________________________________________________________

Assine o Confins do Universo

Feed RSS – http://podcast.universohq.com/feed/
iTunes Store
Spotify

_____________________________________________________________

Confins do Universo em vídeo

Canal do Universo HQ no YouTube

_____________________________________________________________

Edição e Sonorização

O Confins do Universo é editado por Rádiofobia Podcast e Multimídia.

_____________________________________________________________

Narração de abertura e encerramento

Guilherme Briggs – Twitter – Facebook – Instagram

_____________________________________________________________

Logotipo

Damasio Neto – Facebook – Instagram

_____________________________________________________________

Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão (versão 1) – Twitter – Facebook – Site Oficial
Vitor Cafaggi (versão 2) – Twitter – Facebook – Instagram

Confins do Universo, por Vitor Cafaggi

• Outros artigos escritos por

.

.

.

  • Gustavo Luo

    Ouvi falar que Maus foi inspirado em Gen pes descalcos

    • Nelson FB

      Eu lembro que a edição antiga da Conrad do “Gen Pés Descalço” tinha uma introdução do Art Spiegelman. Não sei se teve na nova.

      • Gustavo Luo

        Sim , art Spiegelman escreve um texto na edicao do gen pes descalcos , depois disso ele comeca a escrever o maus. Ele se inspira em Gen. Os mangas estao muito a frente dos comics. Tudo que nasceu nos comics foi inspirado nos mangas. Os grande “genios” das hqs sao basicamente inspirados ou copias de outros mangas. Vide disney , varios filmes de hollywood , as “inovacoes” narrativas do frank miller eh tudo copia de manga, … E falar que gen tem uma arte que nao combina com o tema e meio questionavel. Pois eu acho qu foi proposital para acompanhar a proposta do manga

        • Nelson FB

          Não sei se eu concordo, porque o Will Eisner inovou muito. O próprio Osamu Tezuka teve influências do Walt Disney, não? E ultimamente tanto os mangás, quanto alguns animes tem sido cada vez mais apelativos. Muitos fogem da realidade, com protagonistas sem pais, o “harem” onde diversas garotas se apaixonam pelo protagonista, sexualização de garotas cada vez mais jovens, enredos cada vez mais absurdos e fantasiosos para fazer a história funcionar, entre outros. Tem muita coisa boa, mas tem muita coisa ruim também.
          Sobre a arte do Gen, assim como a narrativa, acredito que tem muito mais a ver com o estilo da época. Se vermos os quadrinhos do Osamu Tezuka, como “A Princesa e o Cavaleiro”, tem efeitos de narrativa que envelheceram mal e que não funcionam tanto no dias de hoje. O próprio cascudo e a dancinha no Gen (citado no programa), são estes tipos de elementos comuns na época, na minha opinião.

  • Douglas Coelho

    Senti falta de Asa Quebrada e A Arte de Voar. De qualquer forma fica a dica para quem procura mais edições sobre esse tema.

    • Sidney Gusman

      Duas grandes HQs.

      Abraço

  • Gabriel Bergamaschi

    Excelente episódio (mais uma vez)!!!
    Maus, Persépolis e Gen Pés Descalços são obras de arte que deveriam ser acessíveis a todas as pessoas.
    Gostei muito também das diversas dicas de quadrinhos que foram dadas ao longo do episódio!
    Haja hora extra no trabalho pra conseguir comprar tanta coisa boa! 😅

    Faço uma observação…
    Salvo algum momento de distração de minha parte, acho que ninguém citou as obras do Guy Delisle (Pyongyang, Shenzhen, Crônicas Birmanesas e Crônicas de Jerusalém) que foram publicadas aqui no Brasil pela Editora Zarabatana (talvez por suas obras serem mais “diários de viagem”, “memórias”, do que propriamente “bibliografias”).

    Vocês gostam desse autor e de suas obras?

    Um grande abraço a todos!

    • Gabriel, citamos o Guy Delisle quando falamos da graphic novel FUGIR, publicada pela Zarabatana Books ano passado. Também lembramos do trabalho do autor no episódio 027, sobre jornalismo em quadrinhos: http://www.universohq.com/podcast/confins-do-universo-027-jornalismo-em-quadrinhos/ Um abraço!

      • Gabriel Bergamaschi

        Fui até ouvir o episódio de novo… Hehe… Acho que dei uma distraída nessa parte… 😅
        Lembrei do pessoal falando sobre a graphic novel “Fugir”, mas não liguei o nome a pessoa.
        Valeu !!!

        • Natanael Floripes

          Desses só li Crônicas Birmanesas. Na época eu estava com uma excursão marcada para Myanmar, o que tornou a leitura ainda mais interessante. Claro que o país já tinha se aberto para o exterior (senão eu teria conseguido ir, claro).

  • Nelson FB

    Parabéns pelo episódio, gosto muito de ouvir o Confins e de ler quadrinhos biográficos e autorais.
    Eu vi que foi citado o quadrinho do “Rosalie Lightning”, só senti falta de comentarem mais sobre o conteúdo do quadrinho em si, ainda mais sobre como deve ser difícil para o autor contar esta história e com isso reviver este momento tão triste de sua vida. E é uma narrativa forte e um traço muito expressivo, mesmo que simples, na minha opinião. Parabéns pelo programa e por trazer um conteúdo tão rico em informações e divertido.

  • Natanael Floripes

    Ainda não terminei de ouvir, mas desde já quero deixar uma observação, antes que eu me esqueça. Apareceu um debate sobre a primeira obra escrita por Hector G. Oesterheld. O Sidney Gusman lembrou de O Eternauta, mas observou que não saberia dizer ali se foi a primeira.

    Realmente não foi. Nas falecidas e excelentes revistas Skorpio e Histórias do Faroeste, ambas da Editora Vecchi, foram publicadas muitas histórias curtas escritas por esse grande autor. Já comentei isso antes, mas vale repetir: Skorpio, versão brasileira da clássica revista argentina do mesmo nome, é uma revista infelizmente esquecida, pois publicou excelentes obras.

    • Sidney Gusman

      Natanael, valeu.

  • Nelson FB

    Lembrei de um quadrinho nacional que não foi citado, um do Laudo Ferreira, chamado “Caderno de Viagem”. O “Culpa” da Cris Eiko foi uma experiência pessoal?
    E o “Yeshua” pode ser considerado um quadrinho biográfico?

    • Nelson FB

      E o “Quadrinhos A2” pode ser considerado biográfico também?

      • Sidney Gusman

        Este, sim.

    • Sidney Gusman

      Nelson, os dois trazem elementos biográficos, mas não são exatamente biográficos.

      Abraço