Confins do Universo 017 – Tira! Tira! Tira!

Por Samir Naliato
Data: 22 junho, 2016

O formato de tiras em quadrinhos é um dos mais antigos da nona arte, em que trabalharam grandes autores e nasceram alguns dos mais famosos personagens.

Tanto no Brasil quanto nos Estados Unidos e na Europa, as tiras fazem sucesso estrondoso. Ação, aventura, humor e crítica social que provocam risadas e reflexões nos leitores.

Do auge alcançado nos jornais durante a primeira metade do século 20, até a queda dos periódicos impressos atuais, as tiras sobrevivem e ainda atraem o público, seja em qual mídia ela estiver. E hoje nós debatemos a história das tiras em quadrinhos, seus autores e aquelas que mais curtimos.

Acompanhe-nos nesse papo imperdível!

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Comentado neste programa

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Edição e Sonorização

O Confins do Universo é editado por Rádiofobia Podcast e Multimídia.

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Narração de abertura e encerramento

Guilherme Briggs – Twitter – Facebook – Instagram

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Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão – Twitter – Facebook – Site Oficial

Confins do Universo

• Outros artigos escritos por

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  • Saia Jeans

    Ae!

  • João Carlos Rocha

    Finalmente!!!!!!

  • Giorgio Galli

    Ouvindo agora e viajando… Quando eu tinha lá pelos meus 9 anos, e o colecionador dentro de mim começava a aflorar, passei a guardar todos os Globinhos Supercoloridos, suplemento que saia aos domingos no jornal O Globo. Tenho guardadinho até hoje, e diversas das tiras citadas nesse episódios estão lá.

  • Rogerio Araujo Ferreira

    ótimo tema, parabéns.

  • Dimas Mützenberg

    Primeiramente, parabéns por mais um episódio do Confins. Esse foi daqueles pra ouvir várias vezes. Ótimo tema, pra variar.
    Queria aproveitar que o tema foi esse pra tirar uma dúvida. Por que existe uma certa aversão, por muitos artistas do meio, pelas tiras do Garfield? Seja em entrevista, seja em alfinetadas dentro das próprias histórias, já vi vários autores mostrando seu desgosto pelo personagem. Isso realmente existe ou é viagem minha?
    Por fim deixo aqui também registrados minhas tiras favoritas: Peanuts, Chiclete com Banana, Piratas do Tietê, Calvin e Haroldo, Macanudo, Niquel Náusea e Rango. Das recentes, gosto muito do Valente do Caffagi. Ele tem a manha de contar uma história longa e manter o formato de tira, com um uma gag ou um desfecho para cada linha. Muito bom mesmo.
    Enfim, é isso. Abraço a todos e até o próximo episódio (que espero que seja da Bonelli rsrs)

  • Rogério Fernandes

    Mais um excelente programa!! Parabéns! O tema redenria fácil mais um episódio :) Faltou citar a saudosa Gibi semanal (que durou apenas 40 números ) editada pela Sonia Hirsch. Bons tempooossss!!!

    • Marcelo Naranjo

      Tenho a coleção, é maravilhosa demais da conta!

  • Rogerio Araujo Ferreira

    Eu guardei as tiras do Henfil e do Condominio do Laete que sairam no estadão, tenho até hoje he he.

  • Alessandro Souza

    Caros amigos: Sei que é impossível falar de todo mundo, principalmente com assunto tão amplo, mas acho que esse caso é imperdoável (heheeh). Vocês não falaram do Reco-reco, Bolão e Azeitona, do Luis Sá.
    Quanto as animações da Mafalda exibidas no Brasil, eram nos intervalos da extinta TV Tupy. Lembro que passava nos intervalos da novela Aritana em 1978.
    Um grande abraço.

  • Rogerio Araujo Ferreira

    Faltou citar Pogo e o Armandinho daqui do Brasil que se não me engano começou a ser publicado em jornais do Rio Grande do Sul.

    • Marcelo Naranjo

      Se for pensar no que faltou citar, daria um livro de umas 800 páginas
      ;-))) É tipo querer contar a história da TV em duas horas, não tem como.

    • Pedro Bouça

      Pogo é muuuuito americano. Difícil de traduzir, até. Só é famoso nos EUA, que nem outra tira não mencionada, Little Orphan Annie, por motivos diferentes.
      Já o Armandinho é insuportável.

  • Pedro Bouça

    Tintin não foi criado como tira! Eu explico.

    De início ele era publicado no suplemento infantil Petit Vingtième na taxa de duas páginas (de três tiras cada) por semana. Isso durou até a Segunda Guerra Mundial. O álbum No País dos Sovietes reproduz essa HQ (a única que nunca foi remontada ou redesenhada) como foi publicada. Cada par de páginas era uma publicação no Petit Vingtième. O último álbum publicado assim foi O Cetro de Otokar. Durante a guerra essas histórias (menos Sovietes) foram remontadas para caber em menos páginas (o padrão de 62 páginas dos álbuns do Tintim atuais) e Herge as transformou em páginas de quatro tiras cada. Cada página nova continha mais ou menos duas páginas antigas, por isso os álbuns do Tintim são tão densos.

    Quando os alemães ocuparam a Bélgica na Segunda Guerra, o Petit Vingtième

    foi fechado e Hergé passou a publicar a série no jornal colaboracionista Le Soir. A princípio em um suplemento (ainda no ritmo de duas páginas semanais), o Le Soir Jeunesse, que durou pouco devido à falta de papel, e depois como uma tira diária. Essa transição ocorreu no álbum O Caranguejo das Tenazes de Ouro. As HQs seguintes (A Estrela Misteriosa, O Segredo do Licorne, O Tesouro de Rackham o Terrível e a maior parte de As Sete Bolas de Cristal) saíram como tiras.
    Os alemães foram expulsos da Bélgica nesse momento e o Le Soir deixou de ser uma publicação colaboracionista. Hergé foi tirado de lá e passou uns tempos sem publicar, até o editor Raymond Leblanc fazer uma parceria com ele para criar a revista Tintin belga. Lá ele começou a publicar O Templo do Sol em um formato de página dupla (saía nas páginas centrais da revista) e, após terminar essa história, todas as seguintes saíram no ritmo de uma página semanal. Essas páginas eram essencialmente iguais às que eram publicadas posteriormente nos álbuns.
    Portanto Tintim foi uma tira de jornal somente durante o período da Segunda Guerra Mundial, devido à escassez de papel.

    • Octavio Aragão

      Pois é… olha o embrião de seu livro teórico sobre Tintin, Pedro. Pelamordedeus, eis um livro CLAMANDO para ser publicado!

      • E que seja publicado também no Brasil. :)

  • Emerson Penerari

    Podcast fantástico como sempre, galera! Não lembro quando comecei a me apaixonar por tiras, ainda criança ganhei dos meus tios algumas coletâneas de tiras do Zero, da Turma da Mônica e do Has & Fritz, os Sobrinhos do Capitão, todas em P/B… antes dos 10 anos resolvi fazer as minhas próprias, mas nem sempre tenho o timing para as gags de humor como muitos mestres. Aos 12 anos conheci os grandes da contracultura nacional (Angeli, Glauco, Laerte, Gonsales), além de Mafalda, Calvin e Garfield nos Jornais, aí não parei mais de colecionar! Apesar de curtir muito as clássicas do Príncipe Valente, Dick Tracy, Terry, Johnny Hazard e Spirit, não sou muuuito fã das do Aranha, do Conan e outras mais sérias que surgiram no final dos anos 60, prefiro as tiras mais humorísticas ou críticas. Faltou tempo pra falar mais pelo visto, mas a pesquisa foi bem minuciosa, meus mais sinceros parabéns!

  • Josue Gentil

    Muito bom o episódio, passou voando. Acho que falaram da grande maioria das tiras clássicas que eu lia. Algumas das quais não lembro se vocês citaram: Frank & Ernest, Pafúncio e Marocas e Os Bichos.
    Tinha uma outra da qual eu lembrava só os traços, sobre um casal, fui pesquisar no google e consegui localizar: Blondie e Dagwood, que parece que também saiu como Belinda e Alarico no Brasil, uma tirinha bem com cara de filme antigo.

  • Octavio Aragão

    Muito bom, hein? Sensacional mesmo. Claro que falta coisa, mas o que achei mesmo que poderia ser citado como dica para os “novinhos” foi a coleção do Gibi Semanal, da RGE, e seus especiais Nostalgia, que foram um must na segunda metade dos atribulados anos 70 e apresentou a toda uma geração essas tiras fantásticas e seus personagens importantíssimos.

  • Rogerio Araujo Ferreira

    Fui pesquisar a vida do Bill Blackbeard , o que ele fez daria um ótimo documentário.

  • Quando forem falar de tiras digitais da atualidade, não se esqueçam de mencionar Relatos de um dia incrivelmente mediano! São tiras geniais e extremamente profundas do(a) grande Ju Franco! Deem uma conferida!
    https://www.facebook.com/Relatos-de-um-dia-incrivelmente-mediano-204906233197915/?fref=ts

  • Big Ben Bolt no site da Quanta http://quantaacademia.com/big-ben-bolt/

  • Gee Arruda

    Façam um podcast especial sobre os 30 anos de Watchmen o/

  • Poxa, passei batido e só hoje ouvi esse episódio sobre tiras! Muito bom!

    Aproveito para indicar aqui Dilbert, de Scott Adams. Essas tiras retratam o cotidiano de um escritório e tenho certeza de que muita gente irá se identificar com essa série. A L&PM já lançou 8 volumes de Dilbert em formato de bolso…