Confins do Universo 032 – Financiamento coletivo: faça direito!

Por Samir Naliato
Data: 5 abril, 2017

O financiamento coletivo (ou crowdfunding) chegou para ficar, e ajuda várias pessoas a tornar seus projetos realidade. Isso inclui autores de quadrinhos, que ganharam uma nova opção para publicar suas obras, sem depender de uma editora.

Mas como essa ferramenta realmente funciona? Quais as vantagens e desvantagens? Quais os desafios que um realizador de projetos enfrenta, e qual o papel dos colaboradores nisso tudo? Quais os erros que os autores cometem?

Para debater o assunto em todos os detalhes, convidamos a quadrinhista e colorista Cris Peter, e o líder da comunidade geek do Catarse, Geraldo Aleandro.

E ainda: indicações de leitura, mensagens dos ouvintes e erros de gravação!

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Participantes

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Comentado neste programa

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Confins do Universo

• Outros artigos escritos por

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  • Muito bom! O ”podcastvideo” do Damásio, ficou espetacular! ;)

    • Valeu Professor!!!
      A Equipe do Confins é que se garante.

  • Eduardo Vienna

    O financiamento coletivo é valido mas infelizmente o problema no Brasil é a parte da distribuição por parte dos correios para o público que financiou o projeto pelo catarse e os correios convenhamos é bem deficiente nesse pais mas o financiamento ajuda a muitos autores a viabilizarem seus projetos.

  • Douglas Coelho

    Ótimo podcast! Mostra que no mundo das hqs existem temas para debates muito além dos as novas sagas da Marvel e DC.
    Tive duas experiências com financiamento coletivo, uma foi tudo ótimo e maravilhoso, muitos brindes, ideias excelentes, mas a história foi uma merda. Outra o responsável não se comunica e não entregou ainda O prazo era dezembro de 2016.
    Pessoal, em relação aos correios, o atendente da agência em que costumo postar me diz sempre: “essa encomenda vai passar pelas mãos de 16 profissionais até chegar ao destinatário, portanto, certifique-se que está bem embalada”.

  • Terceirizado de Ferro

    Não ouvi ainda, mas já deixo um pitaco como colaborador de dezenas de campanhas de livros e hqs de crowdfunding no Catarse.
    Acho um absurdo que o Catarse não se responsabilize pelo projetos que abriga em sua plataforma e intermedia o financiamento quando há problemas, como mega atrasos que podem vir a se tornar não-entregas. A resposta repetida é que eles não têm o que fazer e que se deve procurar o Procon ou a Justiça. O problema é que o Catarse JÁ levou o cascalho percentual deles, pois só é repassado ao autor o valor líquido do total das contribuições. Isso, sem entrar nos pormenores legais-processuais dos quais não entendo nada, é de uma lavação de mãos que beira a canalhice, imho. Não há mesmo nenhuma solução para lidar com projetos como o Porco Pirata ( inclusive anunciado aqui no Universo HQ ), que já vai estourar 1 ano e meio de atraso sem perspectivas de entrega, ou o Construindo um Novo Batmóvel, de um subgrupo do Terra Zero, que teve um atraso semelhante com quase nenhum justificativa., Nem uma lista negra rola, é só “se vira aí, se não tá satisfeito reclama com o bispo.”?
    O que acontece pelo menos comigo é que a vontade de colaborar com projetos futuros quaisquer nessa modalidade diminui sensivelmente.

    • Eduardo Vienna

      Concordo com seu comentario Terceirização de ferro. Esse ponto que você abordou em seu comentário é muito importante sobre a demora nas entregas para os que apoiaram o projeto bem como outros problemas ja citados . MUito complicado.

  • Dimas Mützenberg

    Engraçado que conheci o catarse não com um projeto de quadrinhos, mas com o projeto do lançamento de um CD da banda Dorsal Atlântica lá em 2012. Mas lógico que logo fui verificar se tinham gibis na plataforma e pra minha felicidade tinha. Comecei pelo Beijo Adolescente 2, depois veio os Sketchbooks de Mutarelli e mais um monte na sequência. Apoiei algo em torno de 20 projetos, gostaria de poder apoiar ainda mais. Nunca tive problema sério com nenhum autor, afora um atrasinho aqui e outro ali.
    Concordo que financiar esses projetos têm uma significância muito maior que uma pré-venda. Pra mim, por exemplo, foi uma satisfação sem tamanho quando apoiei o Coprólitos do Marcatti, de quem sempre fui muito fã, e isso significou muito mais do que simplesmente ir numa loja virtual e fazer uma compra.
    Ah, como apoiador do Uso das Cores, confirmo tudo que a Cris falou no programa. Sempre rolou o maior comprometimento em deixar as pessoas por dentro do que estava rolando no decorrer do projeto. Muito profissa.

    E mais uma vez, um ótimo programa. Apoio veementemente essa inclusão de temas fora da curva dos sites em geral. Mais uma bola dentro. Abraço a todos.

    • Terceirizado de Ferro

      Apoiei o Uso das Cores da Cris Peter e não concordo com sua opinião. Achei desrespeitoso não priorizarem a entrega primeiramente para os colaboradores, dando preferência à venda em alguma feira de quadrinhos na época da publicação e disponibilidade de compra na Comix, que também chegaria antes do envio aos colaboradores. Na época, cobrei na área de comentários da editora, e a resposta da editora e da autora foi “é isso mesmo, se você não tem paciência, não posso fazer nada.” Não foi exatamente “profissa”.
      Afinal, já estão com o dinheiro, só nos resta xingar muito no Twitter.
      E nunca mais colaborar com nenhum projeto dessa fonte.

      • Sidney Gusman

        Entendo seu lado. Até comentei sobre isso, em relação ao Pétalas.

      • Dimas Mützenberg

        Entendo, cara. Uma pena que tenha havido esse tipo de retorno contigo. No meu caso, não vejo grandes problemas em ver o produto à venda antes que chegue na minha casa. Acredito que são logísticas diferentes. Repito, particularmente não tenho problemas com isso, mas posso entender perfeitamente quem se incomoda com a situação. Agora o profissionalismo a que me referi foi na questão de manter os apoiadores sempre informados sobre o processo, diferente de outros casos conhecidos e inclusive alguns debatidos no programa, quando autores simplesmente somem sem dar maiores satisfações.
        Enfim, experiências diferentes. Abração.

      • Lucio Luiz

        Oi, sou responsável pela editora que publicou o Uso das Cores e não lembro de nenhuma resposta desse tipo (até porquê, na maioria das vezes, sou eu mesmo que cuido das respostas da editora no Facebook e jamais respondi a ninguém com falta de educação). E tenho certeza que a Cris também não falaria dessa forma (lembro inclusive dela sendo extremamente educada com pessoas que foram grossas com ela – não estou dizendo que é o caso, não entenda errado). Você consegue se lembrar onde exatamente isso teria ocorrido para eu poder entender o que houve?

        • Terceirizado de Ferro

          Confirmo exatamente o que disse. Foi há quase 3 anos, na área de comentários do livro no site da Marsupial, pouco antes da Gibicon de Curitiba, onde seria lançado o livro. Tive a curiosidade de entrar agora no site e vi que ele foi alterado, logo todas as mensagens da época foram apagadas, a não ser que tenham armazenado. Houve uma resposta da autora e outra de alguém da editora. Não tenho prints. Não concordei com a priorização do lançamento no evento após o atraso do envio do livro. E mantenho minha opinião, discordo totalmente disso.
          Mas achei uma conversa que tive com a autora via gmail, não exatamente igual mas semelhante:
          http://imgur.com/a/pSrjy

          • Lucio Luiz

            A página principal do site atualmente redireciona para a loja virtual, mas os arquivos ainda estão lá. Localizei a página em questão: http://marsupialeditora.com.br/2014/08/13/vem-ai-o-uso-das-cores/

            Como disse, não houve resposta mal educada da editora nem da autora no post em questão. Houve uma explicação objetiva do motivo, o qual, logicamente, você tinha todo o direito de discordar.

            Eu já colaborei em mais de 40 projetos no Catarse e entendo que realmente é uma situação chata. Tenha certeza que algumas decisões são complicadas de se tomar e, na época, acreditamos que esta era a decisão que deveria ser tomada.

            Porém, independente de qualquer coisa, a sua acusação foi de que houve uma resposta mal educada e isso não houve, como o link comprova. Você pode não concordar com a explicação, e isso é um direito seu, mas acho importante deixar claro que não fomos mal educados na resposta.

          • Ferro de Ferro

            A “acusação”, já que você quer usar este termo, foi de desrespeito com os colaboradores, privilegiando seus próprios interesses empresariais e comerciais, sua agenda com seus prazos e compromissos com feiras, distribuidores, revendedores etc., os quais não me interessam, em detrimento do que entendo como compromisso primário com a entrega do produto a quem o financiou e patrocinou, ou seja, o colaborador do Catarse. A questão não é objetiva, é uma decisão de distribuição da empresa, e como tal, subjetiva. É de uma simplicidade cristalina.
            Não acusei ninguém de mal educado, se você ler corretamente o que escrevi. Descrevi a resposta, dada há 3 anos, que a meu ver foi bem semelhante a que foi dada pela autora no print acima. substituindo “paciência” por “compreensão”, o que basicamente mantém o sentido de “vou fazer isso mesmo e não vou mudar por sua causa”. Se é que posso contar com sua “compreensão” pelo tempo e pela proximidade conotativa dos termos na frase dita de memória. “Mas se não puder contar com sua compreensão, não posso te ajudar.” foi somente a cereja do sundae
            Quer continuar a defender o indefensável?

  • Sidney Gusman

    O Geraldo, do Catarse, explica isso no podcast. Acho que essa responsabilização só rolaria se a relação autor e plataforma tivesse outros moldes jurídicos.

  • Amalio Damas

    Hello my friends! Fui me inscrever no canal do Youtube da Cris Peter e fui o inscrito nº 1.000!!! Parabéns pela marca, porque é muito legal chegar nestas marcas cabalísticas!!!

  • Josival Fonseca

    Acho que apoiei pelo menos de 8 a 10 projetos, tendo apenas o Barão Macaco falho na arrecadação. Pra receber o dinheiro de volta, entrei em contato vários meses depois, e só então retornou pra minha conta bancária.
    Em geral fico satisfeito, mesmo que demore um pouco, sei o quanto cuidar de tudo isso deve ser complicado pra caramba.
    Tenho planos de lançar um projeto com minhas tiras, mas tendo o máximo de cuidados pra sair tudo certinho, sem atropelos, sem atrasos e nenhum outro tipo de problema. E ouvindo o podcat esclareceu muita coisa em relação ao certo e errado, e como deve-se agir em cada um desses extremos.
    Fiquei triste com aqueles que não conseguiram finalizar com suas entregas, espero sinceramente que possam um dia resolver esse impasse.
    Quanto a sair por alguma editora antes de receber, não me incomoda muito, embora que em alguns que apoiei me bateu a ansiedade em recebê-los.

    • HectorLima

      Oi, sou roteirista e criador da campanha do Barão Macaco. Fico chateado que você tenha demorado tanto para receber seu dinheiro de volta.

      Acredito que hoje o sistema deles deva estar mais dinâmico, como o próprio representante da plataforma comentou. Nessa questão os autores não se envolvem mesmo, é uma mecânica interna do Catarse.

      Em seguida, como citado no podcast, fiz uma segunda campanha – em modalidade flexível – no Kickante, pois era a única plataforma que a oferecia. E deu certo.

  • Sandro Luis

    Dois financiamentos com problemas e atrasos, não financio mas nada até pq os colaboradores são os últimos a receberem o projeto. tem um projeto, que o Brasil todo já recebeu, menos eu que fui um colaborador, lamentável. Não tenho mais confiança na plataforma.

  • Luciano Félix

    Acabei de finalizar meu terceiro projeto e me orgulho de já estar com tudo pronto e planejado pra chegar o mais rápido possível nas mãos dos apoiadores. Esse podcast parece que foi feito pra mim, já que assim que dou início a uma campanha, me pergunto onde eu estava com a cabeça. É que rola muito estresse, nervosismo e ansiedade e a Cris até mencionou a questão de autores que marcam as pessoas nas redes sociais e isso incomoda. Confesso, eu era um deles, pedi desculpas a ela e tudo e foi mais uma lição aprendida. A pós-graduação foi esse ótimo podcast.

  • Fernando Souza

    com esse episódio o nível de qualidade em podcast foi elevado as alturas, parabéns.

  • Ótimo tema, Catarse virou meu vício. Eu ainda não ouvi, mas espero que tenham falado do Porco Pirata. Um absurdo que tem mais de um ano (completando quase dois já) e nada, só vejo no Facebook e Instagram bebendo e curtindo. Não colaboro em mais nada dos autores.

    • Terceirizado de Ferro

      Queisso, rica jóia!

  • AposThoro Valdemiro

    Pis e Confins do universo…taí…gostei!

  • Digo Freitas

    Muito legal ter chamado a Cris! Tem que ter mais mulheres por todos os podcasts sempre!!
    Como apoiador desde 2011 e realizador desde o ano passado, adorei o papo, mas gostaria de ouvir mais alguém com um projeto mais “padrão” na conversa, porque o Uso das Cores foi uma exceção em planejamento e execução se comparado à maioria dos outros projetos de quadrinhos da ferramenta.
    Enfim, lá no Café com HQ a gente gravou várias vezes sobre isso e sempre tinha novidade. Dá muito pano pra manga esse assunto!
    E parabéns pela iniciativa no YouTube, tomara que dê muito certo.
    Aguardo infos sobre o crowdfunding do UHQ!

  • Ótimo tema discutido no podcast pessoal, confesso que nunca apoiei um projeto no Catarse, mas fiquei com interesse de buscar conhecer algum e ver o que acho.
    Projetos independentes eu adquiri nas CCXPs que fui, já comprei coisa do Rodnei Buchemi (A Ordem de Licaão) e do Leo Finocchi (Nem Morto 1e2).
    Pouca coisa, mas como disse, por falta de costume mesmo de adquirir materiais independentes, até das grandes editoras só costumo comprar encadernados e nem compro as mensais.

    Uma pergunta, não é costume do Confins falar de adaptações, mas o que a equipe acho do live action do Ghost In The Shell? Tem chance de sair um podcast sobre?

    Abraços

  • Terceirizado de Ferro

    Finalmente ouvi, ótimo podcast, e Sidão levou as reclamações dos apoiadores com pertinência e eloquência. Sobre o representante do Catarse, resumindo disse que se rolar algum problema entre apoiador e o pessoal do projeto, não tem muito o que se proponham a fazer além de conversa.
    Pode isso, Arnaldo?

  • Não é a primeira vez que ouço/leio alguém dizer que usa, como um dos critérios para apoiar ou não um projeto, ver se o autor é ou não apoiador de outros projetos. Tenho dificuldades pra lidar com isso. Parece que o apoio vira uma recompensa pelo autor ser “um cara legal que ajuda os outros” e não porque tá fazendo um projeto que pareça ser legal…

  • Excelente podcast!

    A ferramenta do Catarse é sensacional para tirar projetos da gaveta, mas tem sido cada vez mais subutilizada.

    Como vocês enfatizaram, a comunicação com o leitor/apoiador é fundamental. Mas essa falta de noção de marketing pessoal é algo que vemos até nas mesas de eventos onde paramos pra conversar com os realizadores e eles estão mais preocupados em conversar e tirar selfies com os amigos do que explicar/vender o projeto deles pra quem está parando pra ouvir o que eles tem pra contar. Se vocês já sabem contar histórias, desenhar e produzir uma revista, vão atrás de aulas de marketing pessoal. Aprendam a vender seus projetos se já aprenderam a produzi-los!

    E eu acho que há um problema no entendimento da plataforma às vezes. Eu mesmo enxergo o Catarse como uma forma de financiar a produção de sua HQ. Lógico que também podemos entender como uma forma de imprimir e distribuir, mas isso é só uma fase do projeto. Se o cara quer financiar a produção toda, isso tem que ficar claro logo nas primeiras linhas do projeto, pois é algo que vai tomar tempo.

    E quando há contratempos, isso tem que ser comunicado. Apoiei um projeto que levou mais de um ano pra ser entregue devido a problemas envolvendo o autor e os artistas contratados. Isso acontece, mas eu tenho que ser informado via e-mail sobre o andamento e não ir atrás e ficar perguntando, como tenho feito.

    No momento existem dois projetos que estão demorando muito mais do que foi anunciado. Um deles envolve problemas pessoais do artista, que é justificável e compreensível, outro me parece apenas falha de planejamento e dedicação do artista. E quando os colaboradores desistirem e pedirem o dinheiro de volta ou não apoiarem mais os projetos dos caras, o mercado é quem sai perdendo com isso. Isso é perigoso e, mesmo com os números apontados de crescimento constante, eu ficaria de olho nisso.

    Outra coisa! Pelamor de Crom! Parem de deixar os projetos todos pro último trimestre do ano! Podem lançar antes! Os colaboradores agradecem e vocês tem tempo de terminar tudo até a CCXP!

    E pra fechar, meu e-mail tá certinho no Catarse, mas eu não recebo as comunicações. Eu tenho que entrar nas páginas dos projetos pra ler as novidades.

  • Thiago Candido

    to ouvindo atrasado e, presente. sou um que não apoio mais nada no catarse. apoiei mais de 40 projetos, tomei cano em 2, achei que outros agiram errado e não gostei da forma como o catarse se eximiu de intermediar os problemas surgidos.

    não financio mais nada por lá. tenho preferido comprar a posteriori em eventos ou pela internet.

  • Thiago Candido

    (continuando a ouvir, João Azeitona é um dos que me deram calote. já considero dinheiro perdido. e por melhor artista que ele seja, nunca mais na vida comprarei absolutamente nada do artista)

    • paider sommelier de pepecas

      Peça o reembolso do dinheiro diretamente a ele. Funciona.

  • Luciano

    Excelente post. Mas fora do contexto do tema catarse (e ainda sim comentado pela Cris sobre seu livro) existe um erro conceitual ali. Ela mencionou que os professores ensinam errado um sistema de cores… etc. não, não é um erro. é um outro sistema que na verdade se chama RBy (red blue yellow), mas tenho certeza que ela só se confundiu ali. Mas ainda sim, não é um erro, apenas um convenção. Essa convenção em que vermelho, azul e amarelo são cores primárias vem de experimentos de Newton com prisma e a decomposição da luz branca. Ele mesmo convencional essa três cores como sendo primárias. Existe. hoje, outras convenções como laranja, roxo e verde como cores primárias (e que são, não surpreso, consideradas cores secundarias na convenção newtoniana). com avanços da tecnologia grafica e de reprodutibilidade, existe a convenção difundida e adotada por todas as empresas gráficas que é o famigerado CMYk. Convencional que esse seria o meio de reprodução impresso. Adotando assim as cores primárias CMYk. com ela conseguiu-se aumentar a gama de cores reproduzidas (em comparação ao sistema RBy). Assim como as telas e tudo que emite luz, adotou-se o sistema RGB. Tem-se, assim, convencionado um sistema aditivo (RBG) e outro subtrativo (CMYk) de cores. Em sintese, não é erro. É convenção. O sistema RBy é mais antigo que o CMYk e RGB, mas ainda sim, ensinado nos atrasados e tradicionalistas sistemas educacionais, pedagógicos do mundo inteiro(!!), e ainda popular entre artistas (basta comprar uma cartela de tinta guache que vc vai ver o sistema RBy como cor primária.) Obrigado e parabens pelo post.

  • Vania Tedesco

    Que podcast fantástico! Aprendi muito!
    Sou uma realizadora recente, e na verdade voltando a ter contato com o mundo dos quadrinhos, depois de 20 anos sem ler um gibi… Então pra mim, é tudo novidade! To achando tudo lindo! hahaha
    Com boa dose de vergonha, posso dizer que minha inexperiência acabou me passando uma bela rasteira, na questão do prazo de entrega das recompensas aos apoiadores do meu projeto no Catarse, que agora já está atrasado faz 4 meses, por conta de diversos imprevistos envolvendo o artista!… Mas estou ciente de que na verdade, o erro foi meu por prometer entregar um trabalho tão complexo, em tão pouco tempo, pra quem estava fazendo tudo do zero! Mas uma coisa estou acertando: Estou sempre me comunicando com os apoiadores! Não fico enviando e-mail toda semana, pois eu mesmo acharia um saco se fizessem isso comigo! Mas uma vez por mês, ou conforme o que está acontecendo, eu entro em contato pra ir atualizando. Quanto ao Catarse, fiquei impressionada com a plataforma! Todas as vezes que precisei, me atenderam muito bem e com toda paciência do mundo! Não acho realmente que tenham que ter a responsabilidade maior do que possibilitar o encontro entre apoiadores e realizadores. A responsabilidade por atrasos e calotes, deve ser do realizador! Sempre! Tudo é uma questão de ética pessoal. Quem tem ética, não passa ninguém pra trás! Mas problemas podem acontecer no meio do caminho, e muitos apoiadores não recebem as novidades, porque ou registraram um e-mail inválido, ou cancelaram a assinatura para newletters… Estou com dificuldades pra falar com algumas pessoas!… Um deles, tive que caçar na WEB, até finalmente encontrar e poder perguntar: “fulano, que tamanho você veste, e que cor de camiseta você vai escolher?” Quando fiz a pergunta, as camisetas, parte das recompensas na campanha, já estavam todas prontas, apenas esperando a hora de irem pros seus donos… Tive sorte, pois por intuição fiz a camiseta certa pra ele! Mas tem um que não encontrei até agora! Não responde os e-mails… sumiu! Então nem sempre, é má vontade dos realizadores!… Já apoiei 10 projetos, alguns não vingaram, um já está bem atrasado, e o realizador não parece preocupado, e todos os outros, já recebi direitinho em casa. Toda semana entro pra ver se tem algo que me interessa pra apoiar. Se tornou um hobby!
    Eu sou a Van Ted, e meu projeto no Catarse, é o ANUNNAKI – Os Senhores da Eternidade.