Confins do Universo 047 – Quadrinhos da nossa história

Por Samir Naliato
Data: 4 abril, 2018

A arte em geral tem grande capacidade de marcar e influenciar seus observadores. Seja em filmes, músicas, pinturas ou livros, a capacidade de provocar emoções é tão forte que, às vezes, pode até mudar a vida de uma pessoa.

E, claro, com os quadrinhos não é diferente. Neste episódio especial de Confins do Universo, fazemos uma viagem por nossa memória afetiva para relembrar HQs que influenciaram nossa formação como leitores, colecionadores e, até mesmo, profissionais da área. Obras (não necessariamente as melhores que já lemos) que marcaram determinados momentos de nossas vidas.

Para isso, a equipe do podcast recebeu dois convidados: Carol Pimentel, editora de X-Men e Homem-Aranha na Panini Comics, e Guilherme Veneziani, advogado e apoiador de nossa campanha de financiamento coletivo.

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Participantes

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Comentado neste programa

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Edição e Sonorização

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Narração de abertura e encerramento

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Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão – Twitter – Facebook – Site Oficial


Confins do Universo

• Outros artigos escritos por

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  • WAGNER TORRES

    Para mim que sempre e posso apenas acompanhar o quadrinho publicado no Brasil, foi ler o impacto da CRISE e a minissérie do BATMAN O CAVALEIRO DAS TREVAS. Esta segunda por marcar um quadrinho mais pegado em relação ao que a gente vinha acompanhando no momento.

  • Cassiano Cordeiro Alves

    As HQs que me influenciaram como leitor: Batman Ano Um (Ed. Abril) e Capitão América (primeira aparição do Superpatriota). A partir daí só foi…

  • Dyel Dimmestri

    Com toda a certeza,o que me mais me influenciou na infância foram as HQs da Turma Da Mônica,com as HQs da Disney,Recruta Zero,Riquinho,Bolota,Brotoeja,Gasparzinho,os suplementos de quadrinhos do Globo e do Jornal Do Brasil,Trapalhões(fase da Editora Bloch),Superman(fase Ebal),Asterix e as do Ely Barbosa(um dos autores mais subestimados da HQ nacional),correndo por fora;com certeza,a obra de Mauricio de Souza,influenciou CENTENAS de leitores e desenhistas. Só mais adiante é que eu comecei a ler outras HQS: Marvel,Geraldão(do saudoso Glauco),Mad(fase da Editora Record),Tex,Chiclete com Banana,a finada Animal,mangás pornôs(que eram publicados,no Brasil,de forma pirata lá pelos anos 1980/1990;Angel,um dos “clássicos” do gênero,escrito e desenhado por U-Jin,foi uma das séries mais pirateadas!)as Graphic Novels da Abril e da Editora Globo…Só fui ler Watchmen e Batman:o Cavaleiro Das Trevas do Frank Miller lá pelos idos de 1999,quando a Editora Abril relançou,e eu virei fã!!
    Em tempo:uma das histórias que mais me marcou da Mônica,foi a terceira história de aniversário(março de 1985;vale lembrar que as HQs da Mônica,com temática de aniversário começaram em 1982),no qual o Anjinho presenteia a Mônica com uma estrela cadente;Mônica,então,usa a estrela cadente para fazer o seguinte pedido:quer fazer aniversário todos os dias(!) a princípio,tudo sai às mil maravilhas…com o tempo,as coisas começam a fugir do controle.
    Em Tempo 2:Ainda que as HQs do Mauricio tenham me arrebatado,foi o primeiro longa-metragem animado,”As Aventuras Da Turma Da Mônica”,que causou impacto nesta humilde criatura.

  • Pedro Argentieri de Aguirre

    Turma da Mônica, Maus, Planetary e Miracleman, com o perdão de deixar de citar muita coisa boa.

  • Wilson Pereira Jr.

    Ainda não vi mas vou votar nesse como melhor do ano.

  • Novos Titãs e Crise nas Infinitas Terras (Wolfman e Perez), Capitão América (Englehart e Buscema), Homem-Aranha da época da RGE, X-Men (Claremont e Byrne), Camelot 3000, Ronin e Recruta Zero.

  • Luciano Félix

    Super Powers 5, um dos capítulos da Crise Nas Infinitas Terras. Fiz um minuto de silêncio pela morte da Super-Moça.

    • Renato Santos

      Realmente a morte dela e a do flash foram marcantes quando li.

  • stefanobahia

    Gostam de Roko Loko?

  • Josival Fonseca

    A ESC 14 foi a primeira que li, mas conhecia as capas anteriores e achava demais. A HTV 54 (conan na capa) foi marcante porque emprestei ao meu primo que esqueceu no banco no quintal da casa dele, choveu e me devolveu com todas as pgs soltas, só o farelo. Outra foi a Mônica (Abril) que veio com a miniatura do Cascão, que comprei com meu dinheiro e tenho o boneco até hoje, e o gibi troquei justamente na ESC 14. E o primeiro gibi que ganhei foi o Disney Especial 56, do meu pai! São boas lembranças!

  • Renato Santos

    ótimo programa, acabei de ouvir, muitas indicações indiretamente, mas válidas, outras já tinha lido. Fiquei feliz ao ouvir sobre a coleção Spektro e o quadrinho de horror nacional, até pedi um programa assim no melhores do mundo mas acho q lá não foi o melhor lugar, melhor seria ter pedido aqui srsrs.
    HQs que fizeram parte da minha vida… super almanaques da disney, aqueles com 1 tema e várias histórias sobre o mesmo, lia muito aqueles.
    Tambem me marcou “A história e Glória da Dinastia Pato” nossa, até hoje eu leio quando dá saudade.
    Curtia também muito um almanaque do Recruta zero, com histórias em vários períodos históricos, como queria ler isso de novo.
    No campo de heróis, algo q me marcou foram as HQs do Justice, do novo universo. li quando tinha lá meus 10 11 anos, e aos 26 encontrei as 12 edições num sebo no RJ e as tenho com carinho.

    Continuem com o melhor podcast sobre quadrinhos que existe.

  • Rafael Monteiro de Castro

    A revista que eu li que foi fundamental pra me tornar um fã de quadrinhos foi a edição de SAM que tinha o final de Dias de um Futuro Esquecido e a edição 2 da Tropa Alfa. Foi meu primeiro contato com os personagens, eu era um molequinho, mas explodiu minha cabeça e até hoje eu sou fã incondicional dessa fase dos X-Men, da Tropa Alfa e do principal responsável pela qualidade desse material: John Byrne.

  • Samir Naliato

    Assim você me magoa…

  • Wellington Rodrigues
  • Gustavo Augusto O. Martins

    Mais um excelente podcast! Alguns quadrinhos que me marcaram:

    – Disney Especial (e suas variações: Reedição e Super). Lembro de ver essas revistas temáticas pela primeira vez num consultório médico onde minha mãe tinha uma consulta e eu a acompanhava. Esperando, fucei as revistas e vi aqueles gibis grossos, com mais de 200 páginas “As xx melhores histórias com os Sobrinhos, com os Vizinhos” etc.A consulta acabou e ainda tinha “muito gibi” pra ler e eu não queria ir embora! Dali em diante comecei a colecionar Disney Especial.

    – “História e Glória da Dinastia Pato”, que li em 1987 numa republicação em Disney Especial 100. Nunca havia lido uma HQ seriada em capítulos, e aquilo foi o “máximo” para um moleque de 08 anos, rs;

    – O Casamento do Pato Donald, também de 1987, que saiu na Série Ouro Disney nº 1. Eu lembro de estar com meu pai e passar por uma pequena banca a caminho de casa e vi a revista exposta e pensei: “O Pato Donald e a Margarida vão casar!”. Eu PERDI essa edição e só fui ter a história novamente numa republicação;

    – Coleção Turma da Mônica Coca-Cola (se não me engano, de 1989) em que você juntava as tampinhas e trocava por uma revista com a capa vermelha e com o personagem desenhado numa tampinha de garrafa.

    – Um Almanaque Disney em que a história de capa, “A Ânfora Misteriosa” tinha vários finais! Nunca tinha visto isso antes! rs

    – Uma história do Chico Bento que me marcou, mas não consigo lembrar o nome nem a revista onde saiu (acho que foi num almanaque), onde o Chico estava na cidade grande e sentia uma melancolia de ver todo o verde de outrora tomado pelo concreto. Mas eis que passando por uma rua ele ouve um cacarejo e adentrando por um beco estreito, acaba saindo num pedaço de terra, uma espécie de pequeno sítio, onde uma família resistia.

    – A Saga da Fênix Negra. Eu havia parado de ler quadrinhos há algum tempo, quando um colega de escola começou a emprestar as revistas de heróis dele. Quando li essa saga, minha cabeça explodiu! Pensei: “ISSO É MUITO BOM!” .

    – A Morte e o Retorno do Super-Homem. Nessa época, estava começando a comprar minhas hqs de super-heróis, quando saiu a saga da morte. Na época, me empolguei (ah, a adolescência…), mas, hoje, vendo com os olhos de adulto… rs

    • História e Glória da Dinastia Pato também me marcou muito. Li também no Disney Especial no. 100, em 1987, e deve ter sido a primeira grande saga em quadrinhos a que tive acesso. Já reli varias vezes, comprei alguns relançamentos, sei que não é o melhor roteiro da Disney italiana, mas ainda tenho muito carinho por essa HQ! (Já a Série Ouro Disney, essa do casamento do Donald, ainda acho os roteiros incríveis!)

  • Paulo Nojs

    Balada do mar salgado. A versão em pb, no meu último dia no exército. Apareceu jogada, todo mundo lá sabia que eu gostada dessas coisas, veio parar nas minhas mãos. Falta uma folha, mas valeu. Esteban Maroto, 5 para o infinito. Moleque, por volta de 78. O Muro, coletânea sobre a Queda do Muro de Berlin. Perdi, levei uns 25 para conseguir a versão espanhola. Los Três Amigos com autógrafo do Glauco, um desenho de um punk (eu) véio (era ele) na bienal do livro no Anhembi. Sandman, Guerra de Luz e Trevas, Cavaleiro das Trevas, Animal e Conan. Viciei de vez.

  • Samir Naliato

    Você não tem que compartilhar, assim como eu não tenho que “me redimir” por nada.

  • Don Ramon

    Super recomendo mais um programa de vocês. Vou citar algumas que me marcaram e não foram mencionadas pelos participantes do cast.
    Quando moleque ganhei uma caixa com um monte de gibis, muitos sem capa mas com as histórias, muita coisa legal do Capitão, Aranha e outros heróis Marvel. Dentre estas uma que me marcou muito foi do Homem-Aranha, onde a Gata Negra no final é baleada. Li quando tinha uns 7 anos e perdi toda a coleção de gibi numa cheia…
    Depois dessa perda demorei a ler, voltei novamente com X-Men. Me marcou quando o Magneto retorna aos poucos a ser vilão, no Mundo Selvagem.
    Arma X, quando li achei fenomenal, tinha a versão formatinho.
    Vingadores, quando a gangue da Demolição derrota todos os Vingadores, começando com Hércules e fazem o Jarvis de refém, espancando-o. O Capitão perdeu todas as coisas que guardara que o ligava ao passado.
    Gostava muito do Shazam do Jerry Ordway.
    Ainda gosto muito do Justiceiro: Homem da Máfia.

    Momento triste: Cable: Sangue e Metal, adorava quando moleque, fui reler depois e é decepcionante.

  • brunoalves65

    Chovendo no molhado (escrevo isso num dia chuvoso em Recife): obrigado por mais um excelente episódio do Confins!!!
    Vou citar algumas hqs que me marcaram, fazendo um esforço gigante para não escrever textão:

    – fui alfabetizado aos cinco anos (1970) com Turma da Mônica e Disney e logo depois meu pai me apresentou aos super-heróis da DC publicados pela EBAL. Mas a primeira hq diferentona que li e que marcou muito foi Tex 63 (O Refúgio dos Mescaleros), da Vecchi, publicada em 1976! Estava em casa, doente e minha mãe foi ao centro da cidade e pedi que ela me trouxesse um gibi. como ela não lia hq, acho que pegou a primeira que viu na banca e trouxe. quando ela me entregou tomei um susto: nunca tinha visto quadrinho naquele formato, preto e branco e com uma história única! Mas aí eu li e me apaixonei pelo caubói! Não sou um colecionador do Tex, mas de vez em quando compro um exemplar para matar a saudade.

    – Ken Parker. Até hoje, minha série favorita. Também foi um susto. Comprei o número 1 achando que seria uma hq no estilo Tex. Adorei o desenho do Milazzo, mas achei a história previsível. Só que dei uma chance e comprei a segunda.e me apaixonei perdidamente. Para mim toda a série é clássica, mas chorei de verdade quando li “Chemako – Aquele que não se lembra”, “Adah” e aquela que me foge o título, quando Ken e Pat O’Shane se separam. Sniffff… Mas triste ainda é lembrar que numa crise eu vendi meus exemplares da Vecchi…

    – O Astronauta. Meu personagem preferido da turminha. Não sei em que revista saiu, nem tenho mais, mas a história que me marcou foi aquela onde o nosso herói volta a Terra e descobre que Ritinha tinha casado com outro. Confesso que escorreu uma lágrima… coitado do Astro…

    – e uma lembrança ruim: mesmo adorando super-heróis, abandonei as hqs deles por um bom tempo depois de ler uma história do Super-Homem totalmente bizarra, onde ele está dando entrevista ao vivo na rede Galáxia e escuta, finalmente, o assassino que sequestou um homem apertando o gatilho da arma que iria matá-lo. então, o super-homem sai em alta velocidade do estúdio, vai até seu apartamento, pega um de seus robôs, passa maquiagem nele, programa o mesmo para responder as perguntas, deixa ele no estúdio e sai em ultravelocidade para salvar a vítima, parando a bala quando ela estava a dois centrímetros do nariz do homem. soltei um palavrão, vendi a revista num sebo e deixei de ler por uns anos. só voltei quando descobri uma edição de Superaventura Marvel com os X-Men de Byrne e Claremont. aí eu voltei.

    Abraços!!!!

  • Uma revista que me marcou muito foi o “Almanaque do Zero” número 1, da Editora Globo. Era uma história longa em que o desenhista do Recruta Zero era sequestrado e o estúdio buscava um substituto para entregar a revista. Daí pra frente o Quartel Swampy aparecia desenhado nos estilos mais diversos, com homenagens ao Frank Miller, Maurício de Sousa…
    Pouco tempo atrás vi essa revista num sebo e não hesitei em comprá-la!
    (Esse banho de metalinguagem veio na medida exata para quem com 10 anos já se divertia muito com o Pena Kid sendo desenhado pelo Peninha na redação d’A
    Patada!)

  • Enoch

    Legal ver mais alguém que tb acompanhava as aventuras de Supremus Absolutus, Furão e Buster Centelha rs

    Infelizmente, ainda não li nada da Júlia Kendall mas está nos meus planos tb.