Confins do Universo 038 – HQs Independentes

Por Samir Naliato
Data: 6 julho, 2017

Produzir quadrinhos de forma independente não é uma tarefa fácil. Exige disposição, dedicação e, claro, muito amor à arte.

Extremamente importante para o surgimento de novos autores, o mercado independente revela vários talentos. Mas para chegar a esse patamar é preciso passar por diversos obstáculos, como o processo de produção, imaginação para superar o baixo orçamento e encontrar soluções para impressão, distribuição, divulgação e participação no circuito de eventos.

Para debater tudo isso, o Confins do Universo conta com dois convidados especiais neste episódio: Bianca Pinheiro (Bear, Dora) e Camilo Solano (Inspiração, Desengano), ambos nomes de destaque entre os independentes.

E mais: indicações de quadrinhos independentes, mensagens dos ouvintes e erros de gravação!

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Participantes

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Comentado neste programa

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Edição e Sonorização

O Confins do Universo é editado por Rádiofobia Podcast e Multimídia.

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Narração de abertura e encerramento

Guilherme Briggs – Twitter – Facebook – Instagram

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Logotipo e edição de vídeo

Damasio Neto – Facebook – Instagram

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Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão – Twitter – Facebook – Site Oficial


Confins do Universo

• Outros artigos escritos por

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  • Parabéns à Bianca e ao Camilo! Mais um Confins do Universo maravilhoso! Agora eu vou pegar um gancho no que a Bianca falou sobre os holofotes dos organizadores de eventos iluminando bem mais os artistas “de editoras” do que os independentes e comentar algo que ficou meio engasgado comigo.

    Eu estava no Artists´ Alley da CCXP Tour, ao lado do Crumbim e da Eiko. E olhando todas as mesas, eu os indaguei: “por que, dos artistas das Graphic MSP, vocês foram os únicos que não foram convidados? Ficou bem estranho”. Crumbim ficou meio sem jeito, mas, pra mim, foi um ponto falho da organização. Vitor Cafaggi, Gustavo Duarte, Shiko, Orlandeli e a Bianca estavam lá, com painel bem bacana de fundo, e Eiko e Crumbim, não. Tanto que no painel das Graphic MSP, o Crumbim ficou surpreso quando vieram chamá-los pra participar.

    Gosto de todos os artistas que participaram das Graphic MSP, conheço a maioria desde o início dos anos 2000, tanto como leitora quanto como micro-empresária (à época), e acredito que por isso minha indignação tenha sido maior.

  • Só para reforçar que sou fã do trabalho da equipe da CCXP, mas esse vacilo na CCXP Tour foi cruel.

  • AlePresser

    Bom, então tá né? Se alguém se interessar pelo meu quadrinho independente – Arroz – aqui tem todos os links de onde encontrar: http://arroz.alepresser.com/comprar
    Obrigada pela citação, gente!!!

  • Fernando Souza

    Episódio grandioso! Pra quem, assim como eu, é um mero leitor de quadrinhos, não tem idéia da dificuldade para o autor criar e publicar a sua obra, por isso episódios como esse e o 32 são tão importantes.
    Parabéns é que venha mais.

  • Rodrigo Brum

    Que isso Camilo??? Minha mala era novinha…. há mais de 15 anos.

  • Obrigado pela indicação, pessoal! :)
    Quem quiser ler “Feliz Aniversário, Minha Amada”, é só acessar braobarbosa.com/felizaniversario/

  • Pedro Bouça

    Bem, a série de quadrinhos mais vendida do mundo é Asterix, que vendeu até hoje um total de 360 milhões de exemplares NO MUNDO.

    Existem 36 álbuns de Asterix, então a média de vendas de cada um é de 10 milhões de exemplares. Essas são as HQs mais vendidas do mundo! E não dão um terço dos alegados “32 milhões” que teria vendido esse Evangelion NO BRASIL! Esse número é absurdo e irreal. One Piece, mangá mais vendido do mundo, vende 10% disso por volume e é campeão de vendas absoluto no Japão…

  • Renan Ishin

    Fazer quadrinhos é a melhor coisa que existe. Não é só paixão, vai além disso. Eu vou mais pela coisa toda do online e tals, mas ainda embarco no impresso um dia. Melhor podcast do Brasil, sem dúvidas! Parabéns!

  • Renan Ishin

    Em tempo, vocês poderiam fazer um podcast sobre a relação Patreon/Quadrinhos. Estou num projeto pessoal seguindo essa linha e gostaria de ouvir mais sobre experiências de outras pessoas.

  • Diêgo Silveira

    Nunca soube de um autor que venha sobrevivendo (mantendo moradia, alimentação, família, etc) unicamente da produção de quadrinho independente. Porém, vez ou outra, ouço alguém comentar que vem conseguindo.
    Hoje, haverá ao menos dez nomes no país que poderiam reivindicar o feito? Eu mesmo já fiz algum dinheiro ministrando aulas e produzindo quadrinho institucional/empresarial/publicitário. Mas com HQs independentes, quando as publicava regularmente, anos atrás, não cheguei a pagar uma só conta de luz.
    Não que seja esse o foco de maioria. Abraços.

    • Stephan

      Nesse meio perdura um certo mito de que, se uma dúzia conseguiu chegar lá, o resto também pode, mas a não ser que o trabalho quadrinístico seja conciliado com uma fonte de renda estável ou o artista possua certa influência política, fica muito difícil atualmente viver de quadrinhos no Brasil, e isso não diz respeito apenas à produção independente.
      Se no mundo inteiro a leitura não está mais entre as prioridades de lazer das pessoas, o que dizer de nosso cada mais inculto país?

  • Flávio de Almeida

    Episódio sensacional, com mais de 50 indicações (eu contei, rs) maravilhosas! =D Parabéns! E que venham mais! Hehe.;)

  • Téo Pinheiro

    Olá Meus amigos do Confins do Universo, estou passando só para agradecer por mencionar a minha HQ Malassombro, e agradeço mais ainda pela grande força pelos nossos quadrinhos nacionais, que precisa muito da ajuda de todos nós. grande abraço. Valeu Sidão.

  • André Balaio

    Obrigado pela indicação, Sidney! Aqui tem o link para comprar a Malassombro. Abração! http://www.orecifeassombrado.com/loja/malassombro-vol-01-assovios-na-mata/

  • Opa… agora está lá! ;)

  • Luciano Félix

    Mais um podcast pra entrar na história!
    Aproveito pra deixar meus contatos pra quem quiser conhecer e, quem sabe, comprar minhas publicações independentes:
    ficcitia.blogspot.com.br
    e
    mistiras.com.br

  • David Jesus Vignolli

    Adorei esse episódio. Parabéns! Gostaria muito de ver os quadrinhos independentes expandir seu público. E o mercado internacional é um caminho interessante. As pessoas adoram o Brasil, principalmente na Europa. Existe um potencial aí a ser explorado. Nos EUA, eles publicam “Os melhores dos quadrinhos americanos” periodicamente, uma antologia com os principais artistas. Porque não, “os melhores dos quadrinhos brasileiros”, uma publicação que mostre a cara do quadrinho independente nacional?

  • Daniel Araujo

    Que honra abrir a metralhadora giratória do Sidney Gusman! Agradeço demais a generosidade do Grande Sidão com o humilde “2”. :)

    Lojinha fora do ar por hora. Estou reativando-a e coloco o link aqui assim que estiver OK.

    noção de produção gráfica é algo muito importante na hora de fazer um livro independente.
    – a publicação precisa ter numero de páginas múltiplo de 8, pra “dar caderno”. Faz uma baita diferença no orçamento. Então se o cidadão criou uma história de 27 páginas ele precisa ter em conta que vai precisar de uma publicação de 32 páginas. O que vai nessas páginas extras? Com minhas poucas publicações (duas curtas publicadas e duas longas em projeto) decido o numero de paginas da publicação final antes de desenvolver a história, pra tentar deixar a publicação dentro de parâmetros sustentáveis de tempo de produção e preço final.
    – Também tem alguns formatos que favorecem o aproveitamento de papel. A gráfica pode dar umas dicas disso. Também é bom se acostumar a ficar medindo publicações por aí, e notar os padrões. Os formatos não são à toa.
    – os monitores de computador sao calibrados de maneira a ficar muito mais claros que a imagem impressa. Tem que levar isso em conta na hora de ajustar as imagens para impressão, senão sai tudo muito escuro no livro. É possível fazer uma calibragem para tratamento de imagem impressa – vai parecer que todo o resto está terrivelmente escuro, mas as imagens a serem impressas estarão bem fiéis ao resultado final. Depois tem que voltar o monitor pra calibragem original antes de usar para outras coisas.
    – As Graphics MSP são aulas de edição e planejamento. Passei um bom tempo tirando as medidas, contando as páginas, anotando quantas são páginas de história e quantas são extras (abertura, rosto, introdução, posfácio, informações extras, colofón), o que vai na contracapa, etc.

    Enfim, obrigadíssimo pela menção ao “2” e parabéns pela iniciativa deste episódio do podcast. Ficou sensacional!

    • Sidney Gusman

      Imagina, Daniel. Merecido.

      Abraço

    • Digo Freitas

      Minha HQ mais recente tb tem várias inspirações de edição no formato pensado pelo Sidão pras GMSPs, impecavelmente editadas.
      Pra gente que não é profissional, buscar referência de como fazer a montagem é o ideal pra fazer algo razoável.

  • Ricardo Ferreira

    Mais um episódio muito bom do Confins! Acho muito enriquecedor estes episódios que fogem um pouco dos títulos mais famosos e revelam os aspectos mais ignorados do mercado de quadrinhos.

    Eu sou obrigado a admitir que sempre fui muito preconceituoso – é doloroso mas o adjetivo é esse mesmo – com o mercado nacional (principalmente o independente). E ouvir todos vocês falando sobre tanta gente talentosa e seus trabalhos me despertou uma curiosidade que eu nunca tive.

    Agora, uma dúvida sobre um tema que surgiu nos recados: quando é que vão abrir a “caixa preta” de tiragens e vendas aqui no Brasil. E mais, por quê existe essa caixa preta? NINGUÉM revela objetivamente números de tiragens e vendas. É sempre “não chega a tanto”, “antigamente vendia o dobro”, “hoje em dia batem palma para tanto”…e ninguém diz objetivamente qual a tiragem do título tal, ou quantas vendas teve o título “x” ou o título “y”.

    Que mistério é esse? Sendo que as maiores editoras do mundo revelam com transparência seus números. Eu queria, pelo menos, entender os motivos deste segredo.

    Grande abraço e tamojunto!

  • Ricardo Ferreira

    Boa sugestão. Dá para incluir também as de outras nacionalidades, não somente as brasileiras.

  • Adriano ferreira araujo

    Sempre show de bola o podcast, uma pena falarem tão pouco a respeito de coletivos que sempre foram tão importantes para o quadrinho nacional e ajudaram muitos artistas hoje no mercado, dentre eles o Quarto Mundo.
    Um abraço a todos. Adorei o episódio.

  • Acabou o podcast? Já 3 meses de hiato, é uma pena….

  • Júlio César Rossi

    Olá, tudo bem ai? O podcast acabou, ou vocês tiraram umas férias sem aviso prévio? Espero que não. Abraços.

  • Leo Sch

    Pessoal, por favor, poderiam nos atualizar sobre quando o podcast voltará?

    • Já estamos agendando as próximas gravações! Fique ligado!

      • Leo Sch

        Ufaaa. Não que seja um problema ter ouvido no mínimo 3x cada episódio nesse período de estiagem… Rsrs. Muito obrigado pela resposta tão rápida. Abs.

  • Tiago Malta

    Acabou o Podcast?

  • Alderico Leão

    Poxa! Justo quando eu descobri o Confins do Universo, o portal cósmico quinzenal que me permitiria embarcar na viagem deixou de aparecer!! De vez em quando passo aqui e nada de novo… O bom é que tenho 38 episódios pra fazer “binge listening”, mas estou sem saber se esse podcast vai ter outras edições, se mudou a periodicidade ou se deu espaço a um projeto equivalente em outro canal (no YouTube também não vi nada recente…) Alguém aí me dá uma luz?