Confins do Universo 077 – Batman: 80 anos – #OperacaoBatman80

Por Samir Naliato
Data: 15 maio, 2019

Batman, um dos personagens ficcionais mais conhecidos mundialmente, completou 80 anos.

Em maio de 1939, a revista Detective Comics # 27 chegava às bancas dos Estados Unidos apresentando um novo e sombrio herói mascarado. Ele foi criado por Bob Kane e Bill Finger a pedido da DC Comics (na época, chamada National Comics Publications) para expandir o sucesso de um gênero que nascera apenas um ano antes, com a estreia do Superman.

Desde então, o Homem-Morcego virou ícone da cultura pop, com presença em uma infinidade de produtos e mídias. Publicado ininterruptamente desde sua primeira aparição, também foi tema de séries de televisão, animações, filmes, brinquedos, videogames e mais.

Grandes autores. Histórias marcantes. Polêmicas que duraram décadas. Batman comemora seu octogésimo aniversário, e o Confins do Universo preparou um episódio especial para relembrar tudo isso! E, claro, com os já tradicionais erros de gravação!

Este episódio faz parte da #OperacaoBatman80, uma ação conjunta de diversos podcasts com especiais sobre o aniversário do Cavaleiro das Trevas! Busque pela hashtag nas redes sociais!

Então… to the batmobile! Let’s go!

Confins do Universo 077 – Batman: 80 anos

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Ilustração do Confins do Universo

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Confins do Universo, por Vitor Cafaggi

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  • Louise CostaPessanha

    Cara ! No momento em que falaram sobre estátuas do Batman, só lembrei do confins sobre a mania de colecionar quando o Sidão fala da epopéia pra transportar no avião a estátua que ele comprou nos EUA kkkkkkkk

  • 0-Drix

    Sobre algumas referências e uma pequena correção:
    “Gotham City” é uma música do Jards Macalé e recebeu uma versão/cover do Camisa de Vênus em seu segundo álbum, “Batalhões de Estranhos” (1985).
    Bat-Macumba é uma música de autoria de Gil e do mano Caetano, gravada pela primeira vez por “Os Mutantes” (o grupo de psychedelic rock e não de homo sapiens superior), para o seu disco homônimo de estreia (1968).
    A Batgirl (que já fora) muda é a Cassandra Cain (e não Kate Cain).

  • Alessandro Souza

    Uma curiosidade: o filme “O homem que ri” de 1928 inspirou a aparência original do Coringa e foi baseado no livro de Victor Hugo. Em 2012 foi lançada uma nova adaptação dessa obra, dirigida por Jean-Pierre Ameris. Só que aqui houve uma inversão na inspiração visual. A caracterização do protagonista foi muito semelhante a do coringa representado por Heath Ledger no filme de Cristopher Nolan.

  • Douglas Coelho

    Samir, o desenho com a paródia do Michael Keaton provavelmente era um episódio do Tiny Toon. Eles zoavam muito das franquias da Warner.

    • Samir Naliato

      A cena do Tiny Toon foi linkada no post! O que eu me referi não era um desenho animado, era uma arte. Tipo um cartum, uma charge!

  • Pedro Bouça

    Escoteiro falou que não queria que o Robert Pattinson fosse o Batman, mas não deu sorte aí…

    • Willi Wonka

      huahuahua Vim pra dizer isso tbm!

  • Willian Spengler

    Normalmente eu ouço o cast até o fim, antes de comentar, mas como se trata do meu personagem preferido….

    Comprei Batman, religiosamente, de 1983 até aquela c*gada imensa que foi Crise Infinita/Crise Final e a chegada do Morrison no título.

    Codespoti comentou sobre a fase em formato americano publicada pela Abril (Batman 3ª série).

    Que fase, senhores, que fase! Um começo muito, muito bom, com “As muitas mortes do Batman” do Byrne e Jim Aparo. Depois tivermos Alan Grant, Norm Breyfogle, Marv Wolfman, Peter Milligan, John Ostrander. Uma pena ter durado apenas 30 edições.

    Eu não curto (na real, detesto) a passagem do Grant Morrison pelo Morcegão. A inserção de Damian Wayne na trama é muito, muito chata, uma das mudanças mais desnecessárias dos últimos 15 anos (Tim Drake dá uma surra de carisma inimaginável no Damian e “Batman e Filho” é uma b*sta, como diria o Sidão).

    A “Batalha pelo Capuz”, após Crise Final, só azeda ainda mais o caldo. Robin Vermelho, retorno do Todd, Corporação Batman… Jesus de bicicleta!

    Sobrevivi à “Queda do Morcego”, “Contágio”, “Terremoto”, “Terra de Ninguém”, mas não ao argumento desenvolvido pelo careca escocês.

    Saudações!

    Willian Spengler

  • Willian Spengler

    Bem lembrado! É uma história muito legal!
    Outra história muito boa, mas que quase ninguém lembra de mencionar é “As muitas mortes do Batman”, com argumento de John Byrne e arte do inigualável Jim Aparo.

  • Brontops

    Ninguém mencionou aquela história com o velório do Batman, escrita por Neil Gaiman. Ninguém curtiu? Eu gostei especialmente daquela do Alfred criando supervilões pro Bruce.

    • sergio reis

      O quê aconteceu ao cavaleiro das trevas?do Gaiman! também acho a leitura distorcida do Pennyworth o ponto alto da história….

  • Rindo aqui depois que descobri o segredo do morcego, hahaha! XD

  • Willian Spengler

    As da Mythos peguei bem poucas. Um título que curtia bastante, da Abril, era “Um Conto de Batman”, na qual saiu publicado Shaman, Gothic, Veneno, Acossado, Tao, e tantas outras.

    • VAM!

      “… As da Mythos peguei bem poucas. …”

      Eu peneirei bastante também:

      Operação Escócia (que não é do Morrison, mas tem o Quitely); EGO; Nove Vidas; O estigma do Batman.

      “… Um título que curtia bastante…”

      Concordo contigo, “Um Conto de Batman” foi a melhor série publicada pela Abril no período em que deteve os direitos do personagem, seguida da emblemática 3ª já citada.

      Você chegou a comprar as edições publicadas pela Opera Graphica posteriormente, dando continuidade a série?

      Teve Sanctum; Cidadela; A Escolha; Terminus e As Incríveis Aventuras do Batman.

      E pela Mythos ainda saíram dois arcos: “Encarnações” e “Terror” (que continua Acossado), mas são bem inferiores aos demais.

      Bat-Abs,
      VAM!

  • VAM!

    Olá Samir!

    Parabéns a você e todo Bat-Squad por este Bat-Pod!

    O Márcio Escoteiro, eé uma referência no Bat-Colecionismo e não é de hoje. Quando comecei a colecionar as edições da EBAL, em meados dos 80, ele já era citado como detentor de um acervo gigante.
    Por muito tempo achei até que ele era uma “Lenda Urbana”, pois quando se perguntava sobre alguma coisa, sempre diziam que o “escoteiro tinha”. Só fui me convencer que ele era real, décadas mais tarde quando o PH do antigo e saudoso programa TOP TV, fez uma visita na Batcaverna dele.

    E lembro bem do seu fanzine “Tribuna do Morcego” pois eram bem difíceis de serem encontrados. Tem um inclusive que convidava os colecionadores a ingressarem numa espécie de “Ordem dos Cavaleiros de Bruce Wayne”.

    – – –

    Só a título de curiosidade o episódio da 2ª temporada “The New Batman Adventures” citado pelo Sidney “Legends of the Dark Knight” foi baseado na história “O Batman que ninguém conhece!” (Batman em Cores #36), é uma das 4 únicas aventuras totalmente desenhadas pelo Dick Giordano, ao contrário do Adams citado pelo Escoteiro. Ele teve uma versão mais atualizada como o primeiro dos episódios contidos na animação Batman: O Cavaleiro de Gotham.

    – – –

    E o meu vilão preferido, quando criança, era o Charada por conta dos E.Nigmas. Aliás, o Frank Gorshin era muito melhor, aos meus olhos, do que o Cezar Romero. Já nos quadrinhos eu prefiro o Arnold Wesker “Ventríloquo” criado por Alan Grant, John Wagner e Norm Breyfogle, que seguindo a “Tradição de Bob Kane” pode ter sido inspirado no episódio “Caesar and Me” da 5ª temporada de The Twilight Zone.

    – – –

    A coleção B&W é a mais longeva da DC Colletibles, já está chegando as 100 peças (entre Batman, ajudantes e vilões) eu fiz como o Escoteiro, tenho somente os desenhistas que mais curto, mas a peça do Dick Sprang não faz jus ao desenhista. A Tweeterhead que tem uma coleção baseada só no estilo dele, produziu essa que considero perfeita:

    https://www.sideshow.com/storage/product-images/902650/classic-batman_dc-comics_gallery_5c4df47b7650a.jpg

    – – –

    Pra finalizar, não é a imagem mencionada por você, Samir. Mas essa capa de MAD eu acho muito engraçada:

    https://www.madmagazine.com/sites/default/files/imce/2014/07-JUL/MAD-Magazine-314-Cover_53cfe3108c4682.87664766.jpg

    Bat-Abraços pra todos,
    VAM!

  • Brontops

    Além da história de Gaiman (que foi ok, mas teve a ideia brilhante do Alfred), lembrei do grande arco com a participação do Marshall Rogers. As histórias de Marshall são as mais lembradas, mas outras decorrentes dela também eram boas.

    Eu não lembro quem era o roteirista da época, mas gostei muito daquela sequência de histórias, que tinham o novo Pistoleiro, os Peixes do Coringa, Hugo Strange, sua “morte”, a investigação do Dr.Treze.. etc. Saíram por aqui pela Heróis em Ação, salvo engano. Acho que era dessa época a namorada (sem ser vilã) mais memorável do Batman, Vicky Vale.

    (Estou falando de memória, então desculpem algum erro aí… faz mais de 30 anos)

  • Willian Spengler

    Boa lembrança!

    Interessante que “A Lua do Lobo” recebeu o título de “A Noite do Lobo”, no Batman 1ª série #2, da Abril (história essa que foi republicada, com o título correto, em Batman – Lendas do Cavaleiro das Trevas: Neal Adams n° 5, da Panini).

    “As Quatro Faces de Batman”, se não me engano, saiu no último número da 2ª série do título, na Abril.

    “Gritos na Noite” saiu aqui em duas partes e “Coringa: Advogado do Diabo” saiu em edição única (baitas histórias, aliás!). Com toda certeza merecem uma republicação.

    Saudações!

    Willian Spengler