Confins do Universo 078 – Marvels: 25 anos

Por Samir Naliato
Data: 29 maio, 2019

Marvels é uma obra marcante, uma carta de amor ao Universo Marvel.

Lançada originalmente nos Estados Unidos em 1994, acaba de completar 25 anos, e a equipe do Confins do Universo se reuniu para relembrar e celebrar a história que catapultou as carreiras do escritor Kurt Busiek e do até então desconhecido artista que se tornou uma celebridade: Alex Ross.

Saiba mais sobre a origem de Marvels, as primeiras propostas dos autores, o desenvolvimento da trama, a pesquisa envolvida na produção, a arte realista, a história, curiosidades, os easter-eggs e a influência no mercado norte-americano de quadrinhos. As Maravilhas chegaram, e esse é um caminho sem volta!

E ainda: mensagens dos ouvintes e erros de gravação!

Confins do Universo 078 – Marvels: 25 anos

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Participantes

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Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão (versão 1) – Twitter – Facebook – Site Oficial
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Confins do Universo, por Vitor Cafaggi

• Outros artigos escritos por

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  • Sidney Gusman

    Antes que alguém me puxe (justamente) a orelha: sim, eu sei que falei A Coruja e O Espectral. Na hora, ninguém percebeu (chama-se cansaço), e na edição não tive como gravar uma correção. Registro feito.

    • Heberton Arduini

      Que é isso, errar é humano… Eu mesmo vivo confundindo a Batman e o Mulher Maravilha

      • Sidney Gusman

        Com a pequena diferença que Coruja e Espectral poderiam ser usados tanto no masculino quanto no feminino.

  • Glaydson Melo

    Nos anos 90, quando filmes e séries de heróis eram raridade, a arte do Alex Ross era o mais próximo do real que podíamos ter, então foi um impacto ver os heróis com seus visuais clássicos de forma crível. Valeu pelo podcast, ficou sensacional!

  • Laercio Lima

    Ótimo episódio pra variar! O Alex Ross usa fotos para fazer seus trabalhos, grande novidade, tem muita gente aí que usa esse artifício pra fazer quadrinhos e para, principalmente, vender ilustrações no ebay, rs. Apesar de ser meio avesso à quadrinhos ‘realistas’, perdendo sua ‘identidade’, estilo artístico individual, o Alex Ross fazia algo que a maioria deveria seguir, estilo realista funciona bem só para Graphic Novels. O Sidney mencionou uma narrativa do Justice, na verdade o Alex Ross só era o co autor e arte finalista, o que não tem nenhum demérito nisso, quem ficou na batuta das artes foi o Doug Braithwaite.

  • Gabriel Vaz

    Que espetáculo de programa, muito obrigado!

  • 0-Drix

    Uma pena que os encadernados (ao menos as nacionais) têm as cores um tanto quanto esmaecidas em relação as edições que saíram nos anos ’90.

  • Sugestão de pauta: os 25 — digo — 26 anos de publicação de Desvendando os quadrinhos, de Scott McCloud.

    Quando vocês discutiram as críticas e os elogios mais comuns ao desenho de Ross eu lembrei de duas coisas: a primeira é toda a discussão que o McCloud apresenta no livro sobre personagens mais cartunescos, mais icônicos e mais “naturais” (aquela pirâmide semiótica que ele sugere para categorizar os quadrinhos). A outra coisa é que, naquela época, ele dizia que o mercado americano estava apenas começando a testar novas formas de colorização, para além das experiências alternativas/underground — e lembro dele comentando que muitas dessas tentativas novas estavam em geral falhando em seus resultados. Como o Desvendando é contemporâneo do Marvels, achei que valia continuar a conversa indo para esse caminho.

  • Brontops

    Um acréscimo atrasado: remexendo na minhas revistas guardadas, achei uma edição especial de Homem Aranha e Tocha Humana (Marvel Apresenta 21, com Dan Slott), uma série que reconta a amizade dos dois personagens. Tem muito esse espírito de Marvels, repassando por antigas histórias dos heróis, revisitando até o Aranhamóvel.