Confins do Universo 058 – A Dinastia Disney no Brasil

Por Samir Naliato
Data: 5 setembro, 2018

O lançamento de O Pato Donald # 1, em 1950, marcou o início de uma gloriosa parceria entre a Disney e a Editora Abril na publicação de histórias em quadrinhos.

De fundamental importância para o mercado editorial, a revista ajudou a transformar a Abril na maior editora do país por décadas. Foram milhares de publicações ao longo de 68 anos, com tiragens enormes, recordes de vendas e uma produção local que acabou por se tornar uma das mais influentes do mundo.

Do auge à queda, com um cancelamento para muitos inimaginável, Mickey, Pato Donald, Tio Patinhas, Zé Carioca e os demais personagens encantaram gerações de leitores.

E é isso que a equipe do Confins do Universo vai relembrar, com a participação de Paulo Maffia, um dos responsáveis pelas revistas Disney nos últimos anos. Conheça casos curiosos, como era o trabalho de seleção de histórias, a produção com autores nacionais e as dificuldades dos últimos meses com o iminente fim.

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Participantes

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Comentado neste programa

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Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão (versão 1) – Twitter – Facebook – Site Oficial
Vitor Cafaggi (versão 2) – Twitter – Facebook – Instagram

Confins do Universo, por Vitor Cafaggi

• Outros artigos escritos por

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  • Stefano Barbosa

    Adorava as tretas entre Donald e Silva

  • Douglas Coelho

    O melhor podcast do ano já está escolhido, infelizmente, não foi um programa só de novidades, lançamentos e histórias felizes. É vida que segue. Desejo muito sucesso ao Paulo Maffia, que acompanho desde a Sci-Fi News e foi lá que eu vi pela primeira vez, menção a um site que falava sobre quadrinhos chamado Universo HQ.
    Parabéns equipe do Universo HQ, por esse brilhante episódio.

  • romfreire

    Caraca!!! Um álbum do Zorro, desenhado pelo Mestre Zalla, seria uma das melhores coisas a ser lançada aqui no BR!!!

  • romfreire

    Tenho o Cinquentenário Disney, o especial do Mickey e do Pato Donald em capa dura. Relíquias da minha coleção!!! :)

  • Rogério Casacurta

    Boa tarde, vocês sabem quantas edições de “Os Anos de Ouro de Mickey” saíram? Consegui comprar 14 (1930 até 1944). Obrigado!

    • lcmpereira .

      Salvo engano, você, assim como eu, comprou todos que a Abril lançou.

    • Marcus Ramone

      Foram só esses 14 volumes lançados pela Abril.

  • Nas novas histórias, a Anacozeca tinha voltado, mas não chegaram a revelar quem era o novo mantenedor. O Arthur Faria Jr. é coordenador brasileiro do Inducks. Pararam de recolorir, o Biquinho italiano é branco, quando essas histórias foram publicadas pela primeira vez, pintava, depois passou a vir branco, publicavam do jeito que o arquivo digital, o Peninha dinamarquês vinha com a roupa magenta.

  • fabiano lima

    Finalmente saiu o aguardado episódio com Quadrinhos Disney, pena com a notícia triste do cancelamento de suas publicações pela editora Abril. Acredito que tenha sido nas hqs que tive meu primeiro contato com as criações da casa do velho Walt. Não sabia desse lance das histórias terem código indicando a origem delas vou reparar nisso quando reler histórias antigas. Por fim gostava do Disney Especial fito sobre a Fórmula Um, Zé nos States e Os Furacões. Gostaria de ver um Confins sobre memória e catalogação das hqs com o cara do Guia dos Quadrinhos.

  • Show de episódio. Espero que teha sido só o primeiro de uma série de 40 volumes semanais sobre o mundo de Patópolis… ;)

  • andrefbr

    Que episódio maravilhoso! =D

  • Luciano Costa

    Eu assim como muitos comecei a ler com gibis da Disney, lembro que minha mãe comprou um do Pato Donald quando eu tinha uns 5 anos e a partir daí toda vez que passava na frente de uma banca de jornal eu enchia o saco dos meus pais para comprar um pra mim, mas meu personagem preferido sempre será o Zé Carioca, eterno malandro.

  • Gustavo Augusto O. Martins

    Finalmente o mais que aguardado episódio sobre os quadrinhos Disney! Fiz uma viagem no tempo lembrando de quando era garoto e, sempre que ia à banca nos anos 80, todo mês eu comprava praticamente TUDO de Disney; minhas revistas favoritas eram Disney Especial, Almanaque Disney, Tio Patinhas e Zé Carioca (e qualquer coisa com o Superpato, rs). Minhas histórias/sagas/coleções marcantes: História e Glória da Dinastia Pato, Olimpíada 88 (ainda tenho esta revista e o pôster completo com todas as figurinhas!); O Casamento do Pato Donald (parte da Série Ouro Disney); Edição de Luxo; Cine Disney “E o Vento Levou”; A Origem do Superpato; A Saga do Tio Patinhas; Pateta Faz História; Anos de Ouro do Pato Donald (ainda tenho!), Anos de Ouro do Tio Patinhas; Anos de Ouro do Zé Carioca; Natal Disney de Ouro (lembro até hoje de uma história sobre a origem do panetone com Mickey e Pateta); Grande Almanaque de Natal (era uma revista mais cara, maior e de capa cartão, e eu ficava maravilhado com aquilo, rs); O Cavaleiro das Dívidas; O Mistério dos Signos (ainda tenho) e tantas outras. De muita coisa fui obrigado a me desfazer com o tempo por conta de espaço e mudanças, mas ainda guardei algumas relíquias. Parabéns à equipe do Universo HQ que, como sempre, produziu um episódio bacana, informativo e também emocionante!

  • Paulo AR Bogart

    Um show de podcast, pena que com um tema tão triste.
    No episódio é comentado que os motivos da redistribuição de muitos capa dura com descontos enormes foi motivado pelo prazo que a editora teria para vender as edições impressas após o fim do contrato com a Disney. Essa restrição de tempo para comercialização também se aplica às edições que estão nas lojas virtuais consignadas? Ou seja, ao findar este este prazo, terão que ser recolhidas pela Abril?

  • Antonio Junior

    Galera, sério. Esse programa ficou um espetáculo. Quanta informação e conteúdo ! Um trabalho jornalístico de qualidade acerca destes acontecimentos recentes, bem como um resgate impecável da história disney no Brasil. Você sabe que o programa é bom quando ele te acrescenta mais e mais informação. Muito obrigado por existirem.

  • Denny Fischer

    A notícia de que a Disney não seria mais publicada no Brasil foi quase como receber a notícia de falecimento de um ente querido. Posso afirmar com tranquilidade que as Hqs da Disney tiveram uma influência enorme na minha vida, com elas aprendi a ler, a descobrir novos mundos e despertou meu interesse por diversos assuntos. A fase que colecionei esses quadrinhos foi a década de 80, nunca vou esquecer a primeira vez que vi a Hq do Tio Patinhas, desbravando o sótão da casa dos meus avós, encontrei várias edições e assim comecei meu “acervo”. A década de 80 foi quando eu estava no ensino fundamental, e a escola era sinônimo do que hoje popularmente chamam de bullying, como normalmente eu ficava sozinho no recreio, levava uma revista do Tio Patinhas(meu personagem preferido) na mochila e lia com muito cuidado dentro da sala mesmo, pois se a professora visse seria recolhida. Dentro da escola, ele era meu único “amigo”, e fora, fiz amizade com uma galerinha, advinha porquê? Eles também colecionavam os quadrinhos Disney, passávamos tardes lendo e discutindo as histórias, fora os dias correndo a cidade atrás dos Sebos, que eram o mundo encantado dos gibis. Vocês falaram sobre as histórias da Itália e na época eu já sabia o que significavam os códigos porque li na sessão de cartas, eram justamente essas histórias as que mais gostava! Tanto a história quanto o desenho, que era muito expressivo, tinha uma de natal muito boa: A lenda do Panetone(que falava sobre a catedral de Milão), e muitas outras como Viagem ao Centro da Folha, A pirâmide invertida, A ânfora misteriosa, O Campeonato de Bicicross, Guerra e Paz, Luzes, câmera…confusão e por aí vai, são ótimas lembranças. Excelente episódio, parabéns a vocês por compartilhar esse podcast e muito sucesso a todos! Abs!

  • Abel_CR

    Mais um podcast excelente do UHQ! Muitas informações que ajudaram a entender o processo da saída da Disney da Abril e o cenário atual dos quadrinhos de banca. Uma grande pena, pois os últimos tempos foram de muitas realizações: reedição dos Manuais, especiais festivos em formatinho, coleções capa-dura, volta do Almanaque Disney, participação dos criadores brasileiros em eventos e até o cuidado com a seção de cartas. Tudo isso com uma equipe pequena e sem privilégios na estrutura da editora, como o Maffia destacou. Torço para a volta em breve por uma nova editora.

  • Laercio Lima

    Parabéns pelo episódio. Minha transação de quadrinhos foi mais ou menos assim: Disney – MSP – Marvel/DC. Curtia as aventuras do Tio Patinhas pelo gênio Giorgio Cavazzano, Super Pato, Morcego Vermelho. Quando ainda morava em São Paulo, tive a honra de conhecer o Waldyr Igayara, que trabalhou com o Jorge Kato (O Besouro Verde e o Kato da Disney no Brasil, olha aí, Sidney! Hahahahah). Fui até seu estúdio (pouco tempo antes dele partir), pessoa fantástica, atencioso, cativante e extremamente humilde. Na parede, painéis de artes autografadas e com dedicatórias de vários artistas de várias partes do mundo e de renome da nona arte. Tomei uma bronca (construtiva) dele quando mostrei meus rascunhos feitos com caneta esferográfica, rs. “Porra, meu, tu tens que usar nanquim!! Só usa a esferográfica para autógrafos, rapaz.” R.I.P.