Confins do Universo 098 – No reino dos supers… sem DC e Marvel!

Por Samir Naliato
Data: 4 março, 2020

Superman, Homem-Aranha, Batman, X-Men, Mulher-Maravilha, Liga da Justiça, Vingadores… Todo mundo conhece os personagens da DC Comics e da Marvel.

Mas os quadrinhos de super-heróis vão muito além dessas duas editoras e, neste episódio do Confins do Universo, batemos um papo sobre como este gênero dominou o mercado norte-americano no final da década de 1930 e sua evolução até os dias atuais!

Conheça os heróis esquecidos da Era de Ouro, seus desaparecimentos, aqueles que por pouco sobreviveram ao teste do tempo, o renascimento com novas abordagens de autores independentes, a explosão de publicações com supers modernos, as editoras que investiram no filão e muito mais. Inclusive, alguns brasileiros poderosos combatentes do crime!

E ainda: erros de gravação!

Confins do Universo 098 – No reino dos supers... sem DC e Marvel!

.

Participantes

_____________________________________________________________

 Comentado neste programa

_____________________________________________________________

Contato

Envie a sua mensagem com sugestões, elogios ou críticas: podcast@universohq.com
Mensagem de voz via Whatsapp para (11) 94583-5989
Redes sociais: Twitter – Facebook – Instagram – Youtube

_____________________________________________________________

Assine o Confins do Universo

Feed RSS – http://podcast.universohq.com/feed/
iTunes Store
Spotify

_____________________________________________________________

Confins do Universo em vídeo

Canal do Universo HQ no YouTube

_____________________________________________________________

Edição e Sonorização

O Confins do Universo é editado por Rádiofobia Podcast e Multimídia.

_____________________________________________________________

Narração de abertura e encerramento

Guilherme Briggs – Twitter – Facebook – Instagram

_____________________________________________________________

Logotipo

Damasio Neto – Facebook – Instagram

_____________________________________________________________

Ilustração do Confins do Universo

Daniel Brandão (versão 1) – Twitter – Facebook – Site Oficial
Vitor Cafaggi (versão 2) – Twitter – Facebook – Instagram

Confins do Universo, por Vitor Cafaggi

• Outros artigos escritos por

.

.

.

  • José Afonso Júnior

    Foi massa o episódio , parabéns pessoal. Apenas para enriquecer o papo, lembro de dois ‘esquadrões’ de heróis brasileiros de produções independentes que não foram citados (pelo menos não percebi), que são Esquadrão Vitória do Giorgio Galli e o Esquadrão Amazônia do Joe Bennett e Alan Patrick!

    Sobre uma citação do Sérgio Codespoti, o Imbattable é realmente um trem de doido e muito divertido! É isso, “nos vemos no próximo episódio de Confins do Universo!”

  • Benício Ernesto

    Imbattable podia muito sair por aqui!

  • Juliano Kaapora

    Abrindo as mentes e muito além das grandes editoras! Muito legal esse tema e foi muito legal relembrar a época da Image no Brasil! Acompanhei essa fase de publicações (Spaw, Wildcats, Gen13, Youngblood e Cyber Force) Pirava nas artes mas as histórias eram bem fraconildas! Tenho toda a coleção da Wizard e desde então já acompanhava os textos do Cidão. Voltei no tempo sem ter superpoderes! Parabéns!!

  • Gabriel Vaz

    Aee manda um podcast sobre o Hellboy ai, gente!

  • Gustavo Azevedo

    esse episódio foi bem curto hein!

  • Fantomah foi criada pelo Fletcher Hanks, que também criou o estranho Stardust. Miss Fury virou Pantera Negra aqui, os quadrinhos saíram pela Timley. Além do Digital Comic Museum, tem o Comic Book Plus que tem um sistema de leitura online, Vocês já divulgaram o International Superheroes, infelizmente, desatualizado.No Public Domain Super Heroes Wikia tem vários desses heróis em domínio público e alguns recentes com direitos que foram liberados pelos autores.No meu blog, o Quadripop, falei do Doc Strange da Nedor, o Tom Strong seria ele de uma outra realidade (embora com pitadas de Doc Savage e Superman).Também falei do Amazing-Man, uma das inspirações do Roy Thomas no Punho de Ferro, que acabou sendo incorporado no Universo Marvel nesse século por Ed Brubaker, Matt Fraction, David Aja,Várias editoras menores usam esses heróis, a Malibu tinha o grupo Protectors, só com esses heróis DP.Magnum também se chama Wonder Man no original.Tartarugas Ninja parodia Demolidor e Novos Mutantes, vivem no esgoto como os Morlocks. A revista baseada do desenho feita pela Archie saiu aqui pela Xangri-Lá .A Nova Sampa publicou o Superalmanaque Titã, que publicou Ex-Mutant de David Lawrence e Ron Lim da Malibu, que saiu aqui. A Acclaim distribuía o jogo da Midway, Mortal Kombat, atualmente pertencia a Warner. A Acclaim também resgatou personagens da Gold Key, que chegou a ser desenhado pelo Mozart Couto, Doutor Solar e Magnus, Robot Fighter, atualmente esses personagens pertencem a DreamWorks Classics, que por sua vez pertence a Comcast, dona da NBCUniversal. Teve algumas tentativas de super-heróis franceses na editoraLug, que publicava Marvel em formatinhos.Raio Negro chegou sair revista X-Men,o Gedeone Malagola escreveu roteiros dos X-Men, o vilão Unus chegou a aparecer numa história do Raio Negro, embora o Gedeone negasse a autoria.Os primeiros super-heróis brasileiros que li foi uma revista de única edição chamada Space Warriors da Editora Escala (1995), lembrava um pouco X-Men, mas se passava todo em outra galáxia, roteiros do Wagner Fernandes (criador da história), desenhos do Carlos Brandino falecido em dezembro do ano passado e arte-final do Jean Okada (assinando como Jiso), o Wagner disse que uma segunda edição chegou a ser produzida, mas não foi lançada, ele retomou recentemente como série de livros chamada Os Filhos de Venn – Mistério em Konthara, agora assinando como J. F. Wagner.
    Sobre os super-heróis brasileiros, sugiro o podcast ARGCast, que falou do artbook que vocês mencionaram da Chiaroscuro, com participação do Franco de Rosa.

  • Bruno Porto

    Que beleza de episódio! Corroborou lindamente uma lista que estou compilando, para um capítulo da tese de doutorado, de super-heróis relevantes para o gênero fora das duas grandes, Marvel e DC. Fico na torcida para que alguma editora brasileira, mais cedo do que mais tarde, publique o sensacional Imbattable! Bacana também a menção ao Grande Almanaque dos Super-Heróis Brasileiros, da Chiaroscuro (para o qual contribui com o posfácio, sobre a iconografia dos super-heróis criados no país). Abraços da Holanda!

  • Geraldo Borges

    Amigos, sobre o Badger(que é um dos meus personagens favoritos das HQs), teve como primeiro desenhista Steven Butler, cujas histórias não chegaram a ser publicadas no Brasil, a Cedibra já começoucom a fase do Bill Reinhold (que hoje trabalha mais como arte-finalista) e Jeff Dee. Mas a capa da numero 1 brasileira do Badger foi assinada pelo Steven Butler.
    Parabéns mais uma vez por um excelente episódio 😀

  • Vocês mencionaram a MLJ/Archie, ela tem uma história longa, o fundador também foi um editor pulp como o Goodman, Archie surgiu na Pep Comics quando ela ainda era uma revistas dos supers, nos anos 60, surgiu o grupo Mighty Crusaders, roteirizado pelo Jerry Siegel, a DC tentou revitalizar duas vezes esses heróis, no selo Impact e em 52, a Archie depois voltou com os New Crusaders (treinados pelo Shield/Escudo), na editora o Kirby fez o The Fly e fez um novo Shield.

  • Felipe Ornaghi

    esses gurizes são umas enciclopédia

  • Na década de 1960, a Dell fez versões curiosas de Frankenstein, Drácula e Lobisomem como super-heróis.

  • fabiano lima

    Foi uma surpresa pra mim descobrir esta grande quantidade de personagens de outras editoras e quem sabe um dia leia suas histórias. Vale sim a pena fazer um Confins sobre personagens super poderosos japoneses, assim como sobre o Hellboy e seu craidor( até pra entender a qual gênero de história podemos classificar este personagem e seu universo). Por fim fiquei satisfeito pelo programa anterior falando do cosplay do Lex Luthor ficou bacana e quem sabe usando a expressão do polêmico JP Martins num Devaneio realizarem um dia uma edição sobre a vida e a obra do quase artista renomado Rob Liefeld.